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CRITICA DA RAZAO PRATICA - 9789724415147

    Editora: edicoes 70
Tipo: Novo Estante: Filosofia
R$ 100,25 Frete grátis
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Entre a Crítica da Razão Pura (1781) e a Crítica do Juízo (1790), a Crítica da Razão Prática constitui, em termos gerais, uma resposta à interrogação moral «que devo fazer?». Ocupa-se, portanto, da razão na sua aplicação prática, enquanto determinação da vontade de agir, e estabelece a seguinte lei fundamental: «Age de tal modo que a máxima da tua vontade possa valer sempre ao mesmo tempo como princípio de uma legislação universal».

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CRITICA DA RAZAO PRATICA

    Editora: edicoes 70
Tipo: Novo Estante: Filosofia
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Entre a Crítica da Razão Pura (1781) e a Crítica do Juízo (1790), a Crítica da Razão Prática constitui, em termos gerais, uma resposta à interrogação moral «que devo fazer?». Ocupa-se, portanto, da razão na sua aplicação prática, enquanto determinação da vontade de agir, e estabelece a seguinte lei fundamental: «Age de tal modo que a máxima da tua vontade possa valer sempre ao mesmo tempo como princípio de uma legislação universal».

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CRITICA DA RAZAO PRATICA - 9789724415147

    Editora: edicoes 70
Tipo: Novo Estante: Filosofia
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Entre a Crítica da Razão Pura (1781) e a Crítica do Juízo (1790), a Crítica da Razão Prática constitui, em termos gerais, uma resposta à interrogação moral «que devo fazer?». Ocupa-se, portanto, da razão na sua aplicação prática, enquanto determinação da vontade de agir, e estabelece a seguinte lei fundamental: «Age de tal modo que a máxima da tua vontade possa valer sempre ao mesmo tempo como princípio de uma legislação universal».

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projetos e detalhes

    Editora: jj carol
Tipo: Novo Estante: Arquitetura
R$ 100,25 Frete grátis
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O uso sustentável dos recursos naturais de nosso planeta passou a ser uma prioridade na sociedade atual. Mais recentemente, as pessoas passaram a querer morar em cidades, casas e edifícios com conceitos de sustentabilidade adotados. O livro “Edifícios Residenciais e Casas Sustentáveis” reúne projetos e detalhes criativos de casas e edifícios residenciais de trinta escritórios de renomados arquitetos brasileiros, desenvolvidos de modo sustentável, alguns já certificados, sem abrir mão de modernidade, conforto e estética. Inclui ainda uma matéria completa do GBC Brasil (Green Building Council Brasil) sobre as Certificações GBC Brasil Casa® e GBC Brasil Condomínio®, desenvolvidas no Brasil para servirem de referência em projetos sustentáveis e matérias escritas pelos arquitetos Rodrigo Simão, Newton Massafumi Yamato e Tânia Regina Parma.

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projetos e detalhes

    Editora: jj carol
Tipo: Novo Estante: Arquitetura
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O uso sustentável dos recursos naturais de nosso planeta passou a ser uma prioridade na sociedade atual. Mais recentemente, as pessoas passaram a querer morar em cidades, casas e edifícios com conceitos de sustentabilidade adotados. O livro “Edifícios Residenciais e Casas Sustentáveis” reúne projetos e detalhes criativos de casas e edifícios residenciais de trinta escritórios de renomados arquitetos brasileiros, desenvolvidos de modo sustentável, alguns já certificados, sem abrir mão de modernidade, conforto e estética. Inclui ainda uma matéria completa do GBC Brasil (Green Building Council Brasil) sobre as Certificações GBC Brasil Casa® e GBC Brasil Condomínio®, desenvolvidas no Brasil para servirem de referência em projetos sustentáveis e matérias escritas pelos arquitetos Rodrigo Simão, Newton Massafumi Yamato e Tânia Regina Parma.

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Vocabulário de Cinema

    Editora: edicoes 70
Tipo: Novo Estante: Artes
R$ 100,25 Frete grátis
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Com mais de 500 entradas, este vocabulário permite um fácil acesso à terminologia usada em cinema - dos termos correntes da descrição fílmica ás noções gerais da estética do cinema, sem esquecer os géneros e as grandes correntes cinematográficas. Os artigos são ilustrados com exemplos e vêm acompanhados de remissões, facultando assim, uma informação mais completa, numa obra que se pretende útil para estudiosos e meros cinéfilos.

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Vocabulário de Cinema

    Editora: edicoes 70
Tipo: Novo Estante: Artes
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Com mais de 500 entradas, este vocabulário permite um fácil acesso à terminologia usada em cinema - dos termos correntes da descrição fílmica ás noções gerais da estética do cinema, sem esquecer os géneros e as grandes correntes cinematográficas. Os artigos são ilustrados com exemplos e vêm acompanhados de remissões, facultando assim, uma informação mais completa, numa obra que se pretende útil para estudiosos e meros cinéfilos.

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ARQUITETURA NO NOVO MILÊNIO, A

    Editora: estacao liberdade
Tipo: Novo Estante: Arquitetura
R$ 100,55 Frete grátis
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A Arquitetura no novo milênio' traz um panorama do universo arquitetônico que nos cerca. Uma visão ampla, selecionada e estruturada por Leonardo Benevolo, um historiador da arquitetura. Ao longo de quase quinhentas páginas e cerca de novecentas imagens, o autor, que é também arquiteto e urbanista, deixa de lado a 'proteção' do distanciamento histórico para encarar o desafio de descrever, ilustrar e analisar criticamente aqueles que são, a seu ver, os protagonistas e as obras mais significativos da arquitetura nos últimos trinta anos. Nesta, que é sua obra mais recente, Benevolo exclui propositalmente do título os termos 'história' e 'moderna' - que figuram em sua já clássica História da arquitetura moderna.

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ARQUITETURA NO NOVO MILÊNIO, A

    Editora: estacao liberdade
Tipo: Novo Estante: Arquitetura
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A Arquitetura no novo milênio' traz um panorama do universo arquitetônico que nos cerca. Uma visão ampla, selecionada e estruturada por Leonardo Benevolo, um historiador da arquitetura. Ao longo de quase quinhentas páginas e cerca de novecentas imagens, o autor, que é também arquiteto e urbanista, deixa de lado a 'proteção' do distanciamento histórico para encarar o desafio de descrever, ilustrar e analisar criticamente aqueles que são, a seu ver, os protagonistas e as obras mais significativos da arquitetura nos últimos trinta anos. Nesta, que é sua obra mais recente, Benevolo exclui propositalmente do título os termos 'história' e 'moderna' - que figuram em sua já clássica História da arquitetura moderna.

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ARQUITETURA NO NOVO MILÊNIO, A

    Editora: estacao liberdade
Tipo: Novo Estante: Arquitetura
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A Arquitetura no novo milênio' traz um panorama do universo arquitetônico que nos cerca. Uma visão ampla, selecionada e estruturada por Leonardo Benevolo, um historiador da arquitetura. Ao longo de quase quinhentas páginas e cerca de novecentas imagens, o autor, que é também arquiteto e urbanista, deixa de lado a 'proteção' do distanciamento histórico para encarar o desafio de descrever, ilustrar e analisar criticamente aqueles que são, a seu ver, os protagonistas e as obras mais significativos da arquitetura nos últimos trinta anos. Nesta, que é sua obra mais recente, Benevolo exclui propositalmente do título os termos 'história' e 'moderna' - que figuram em sua já clássica História da arquitetura moderna.

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Arte Virtual: Da ilusão a imersão

    Editora: unesp
Tipo: Novo Estante: Artes
R$ 101,43 Frete grátis
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Arte Virtual: da Ilusão à Imersão, de Oliver Grau, é uma análise histórica comparativa de como a arte virtual se encaixa na história da arte da ilusão e do realismo. Oferecendo um estudo criterioso da evolução dos espaços virtuais imersivos, Grau reexamina o termo imagem para refletir a respeito das implicações dos ambientes virtuais simulados por computador.

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Arte Virtual: Da ilusão a imersão

    Editora: unesp
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Arte Virtual: da Ilusão à Imersão, de Oliver Grau, é uma análise histórica comparativa de como a arte virtual se encaixa na história da arte da ilusão e do realismo. Oferecendo um estudo criterioso da evolução dos espaços virtuais imersivos, Grau reexamina o termo imagem para refletir a respeito das implicações dos ambientes virtuais simulados por computador.

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Arte Virtual: Da ilusão a imersão

    Editora: unesp
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Arte Virtual: da Ilusão à Imersão, de Oliver Grau, é uma análise histórica comparativa de como a arte virtual se encaixa na história da arte da ilusão e do realismo. Oferecendo um estudo criterioso da evolução dos espaços virtuais imersivos, Grau reexamina o termo imagem para refletir a respeito das implicações dos ambientes virtuais simulados por computador.

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Ideia de História na Antiguidade Clássica:

    Editora: alameda
Tipo: Novo Estante: História Geral
R$ 101,72 Frete grátis
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Os gregos inventaram tudo? Em outubro de 1999, a Folha de S. Paulo trouxe uma longa entrevista com Jean-Pierre Vernant, intitulada“Os gregos inventaram tudo”. Publicada pouco antes, em maio, pela revista francesa L’Histoire, a tradução seguiu o texto original, exceto por um detalhe: na edição original, os leitores encontravam um ponto de interrogação em seu título – “Les Grecs ont-ils tout inventé?”. Este livro organizado por Glaydson José da Silva e Maria Aparecida de Oliveira Silva permite evocar o caso por duas razões. A primeira é que, para o jornalismo, o citado detalhe não faz qualquer diferença. Para a historiografia, porém, é precisamente ele que importa. É a interrogação acerca do que aconteceu que move todo exame sobre “o passado”, esse tempo-lugar multiforme, complexo e irrecuperável em si mesmo. A segunda é que tal questionamento do passado, a investigação baseada em testemunhos a seu respeito, é uma atitude inaugurada pelos gregos, continuada pelos romanos e em muitos sentidos renovada e reformulada até o presente. Se isso parece confirmar a sentença jornalística, há que se notar, porém, que a invenção da História na Antiguidade Clássica não representaram um processo simples ou linear. Ao problematizar esse processo sob a fecunda chave da ideia de História, esta obra coletiva oferece um panorama crítico que, centrado no mundo clássico, vai muito além dele: chega até nós, como um convite à reflexão sobre a natureza do trabalho do historiador.

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Ideia de História na Antiguidade Clássica:

    Editora: alameda
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Os gregos inventaram tudo? Em outubro de 1999, a Folha de S. Paulo trouxe uma longa entrevista com Jean-Pierre Vernant, intitulada“Os gregos inventaram tudo”. Publicada pouco antes, em maio, pela revista francesa L’Histoire, a tradução seguiu o texto original, exceto por um detalhe: na edição original, os leitores encontravam um ponto de interrogação em seu título – “Les Grecs ont-ils tout inventé?”. Este livro organizado por Glaydson José da Silva e Maria Aparecida de Oliveira Silva permite evocar o caso por duas razões. A primeira é que, para o jornalismo, o citado detalhe não faz qualquer diferença. Para a historiografia, porém, é precisamente ele que importa. É a interrogação acerca do que aconteceu que move todo exame sobre “o passado”, esse tempo-lugar multiforme, complexo e irrecuperável em si mesmo. A segunda é que tal questionamento do passado, a investigação baseada em testemunhos a seu respeito, é uma atitude inaugurada pelos gregos, continuada pelos romanos e em muitos sentidos renovada e reformulada até o presente. Se isso parece confirmar a sentença jornalística, há que se notar, porém, que a invenção da História na Antiguidade Clássica não representaram um processo simples ou linear. Ao problematizar esse processo sob a fecunda chave da ideia de História, esta obra coletiva oferece um panorama crítico que, centrado no mundo clássico, vai muito além dele: chega até nós, como um convite à reflexão sobre a natureza do trabalho do historiador.

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Ideia de História na Antiguidade Clássica:

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Os gregos inventaram tudo? Em outubro de 1999, a Folha de S. Paulo trouxe uma longa entrevista com Jean-Pierre Vernant, intitulada“Os gregos inventaram tudo”. Publicada pouco antes, em maio, pela revista francesa L’Histoire, a tradução seguiu o texto original, exceto por um detalhe: na edição original, os leitores encontravam um ponto de interrogação em seu título – “Les Grecs ont-ils tout inventé?”. Este livro organizado por Glaydson José da Silva e Maria Aparecida de Oliveira Silva permite evocar o caso por duas razões. A primeira é que, para o jornalismo, o citado detalhe não faz qualquer diferença. Para a historiografia, porém, é precisamente ele que importa. É a interrogação acerca do que aconteceu que move todo exame sobre “o passado”, esse tempo-lugar multiforme, complexo e irrecuperável em si mesmo. A segunda é que tal questionamento do passado, a investigação baseada em testemunhos a seu respeito, é uma atitude inaugurada pelos gregos, continuada pelos romanos e em muitos sentidos renovada e reformulada até o presente. Se isso parece confirmar a sentença jornalística, há que se notar, porém, que a invenção da História na Antiguidade Clássica não representaram um processo simples ou linear. Ao problematizar esse processo sob a fecunda chave da ideia de História, esta obra coletiva oferece um panorama crítico que, centrado no mundo clássico, vai muito além dele: chega até nós, como um convite à reflexão sobre a natureza do trabalho do historiador.

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Artigos jurídicos em escritos jornalísticos

    Editora: alameda
Tipo: Novo Estante: Direito
R$ 101,72 Frete grátis
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A obra compõe-se da compilação de artigos jurídicos publicados pelo autor em diferentes órgãos da mídia, tanto impressos como também eletrônicos, durante um período de tempo em que buscou formatá-los como escritos jornalísticos. Objetiva-se, com isso, aproximar o cidadão comum (leigo) de algumas questões relevantes e atuais que são discutidas, pensadas, criticadas e vivenciadas pela comunidade jurídica. A coletânea dos artigos está organizada em dez capítulos sobre os seguintes assuntos principais: 1 – Constitucionalismo e Democracia, 2 – Direito Penal, 3 – Mídia e Poder Judiciário, 4 – Modulação e Consequencialismo, 5 – Leading cases tributários, 6 – Exclusão do ICMS da base de cálculo da Cofins e do PIS, 7 – Lucros no Exterior, 8 – Tributação Internacional, 9 – Direito Tributário e legislação interna e 10 – Estudos sobre outros temas. A obra reflete a experiência do autor, tanto na permanente condição de entusiasta em busca de esclarecer sob um ponto de vista acadêmico temas complexos e relevantes, como também na qualidade de advogado militante que está envolvido em importantes casos tributários que tramitaram e tramitam junto aos Tribunais Superiores, com evidente impacto para toda a sociedade. É importante ter em mente que alguns dos temas tratados em escritos jornalísticos na obra podem ter tido considerável evolução desde a publicação original de cada artigo selecionado pelo autor, especialmente considerando-se o dinamismo com a qual a jurisprudência dos Tribunais Superiores vem se renovando ultimamente e os projetos se modificando no processo legislativo e com as modificações posteriormente.

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Artigos jurídicos em escritos jornalísticos

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A obra compõe-se da compilação de artigos jurídicos publicados pelo autor em diferentes órgãos da mídia, tanto impressos como também eletrônicos, durante um período de tempo em que buscou formatá-los como escritos jornalísticos. Objetiva-se, com isso, aproximar o cidadão comum (leigo) de algumas questões relevantes e atuais que são discutidas, pensadas, criticadas e vivenciadas pela comunidade jurídica. A coletânea dos artigos está organizada em dez capítulos sobre os seguintes assuntos principais: 1 – Constitucionalismo e Democracia, 2 – Direito Penal, 3 – Mídia e Poder Judiciário, 4 – Modulação e Consequencialismo, 5 – Leading cases tributários, 6 – Exclusão do ICMS da base de cálculo da Cofins e do PIS, 7 – Lucros no Exterior, 8 – Tributação Internacional, 9 – Direito Tributário e legislação interna e 10 – Estudos sobre outros temas. A obra reflete a experiência do autor, tanto na permanente condição de entusiasta em busca de esclarecer sob um ponto de vista acadêmico temas complexos e relevantes, como também na qualidade de advogado militante que está envolvido em importantes casos tributários que tramitaram e tramitam junto aos Tribunais Superiores, com evidente impacto para toda a sociedade. É importante ter em mente que alguns dos temas tratados em escritos jornalísticos na obra podem ter tido considerável evolução desde a publicação original de cada artigo selecionado pelo autor, especialmente considerando-se o dinamismo com a qual a jurisprudência dos Tribunais Superiores vem se renovando ultimamente e os projetos se modificando no processo legislativo e com as modificações posteriormente.

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Direitos Humanos No Brasil 2

    Editora: mauadx
Tipo: Novo Estante: Sociologia
R$ 101,92 Frete grátis
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As estatísticas mundiais comprovam a todos os anos que cada vez mais o Brasil se torna o país onde há a maior distância entre as camadas sociais. Mais até do que as castas na Índia. Lá é uma questão cultural. Aqui é uma questão econômica e que leva, em consequência, a não observação dos direitos humanos mais básicos. E como nossos problemas são potencializados por décadas e mais décadas de descaso e falta de investimentos em áreas específicas como educação e saúde, não apenas os direitos humanos deixam de ser observados, mas também os direitos civis, econômicos e todos os que promovem a verdadeira democracia e uma sociedade plena.

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Direitos Humanos No Brasil 2

    Editora: mauad x
Tipo: Novo Estante: Sociologia
R$ 101,92 Frete grátis
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As estatísticas mundiais comprovam a todos os anos que cada vez mais o Brasil se torna o país onde há a maior distância entre as camadas sociais. Mais até do que as castas na Índia. Lá é uma questão cultural. Aqui é uma questão econômica e que leva, em consequência, a não observação dos direitos humanos mais básicos. E como nossos problemas são potencializados por décadas e mais décadas de descaso e falta de investimentos em áreas específicas como educação e saúde, não apenas os direitos humanos deixam de ser observados, mas também os direitos civis, econômicos e todos os que promovem a verdadeira democracia e uma sociedade plena.

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Direitos Humanos No Brasil 2

    Editora: mauadx
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As estatísticas mundiais comprovam a todos os anos que cada vez mais o Brasil se torna o país onde há a maior distância entre as camadas sociais. Mais até do que as castas na Índia. Lá é uma questão cultural. Aqui é uma questão econômica e que leva, em consequência, a não observação dos direitos humanos mais básicos. E como nossos problemas são potencializados por décadas e mais décadas de descaso e falta de investimentos em áreas específicas como educação e saúde, não apenas os direitos humanos deixam de ser observados, mas também os direitos civis, econômicos e todos os que promovem a verdadeira democracia e uma sociedade plena.

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Para uma ontologia do ser social II

    Editora: boitempo
Tipo: Novo Estante: Filosofia
R$ 102,12 Frete grátis
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Obra de síntese, Para uma ontologia do ser social é a mais complexa sistematização filosófica de seu tempo. Considerada o ápice intelectual do filósofo húngaro György Lukács, um dos maiores expoentes do pensamento humanista do século XX, a Ontologia (como se tornou conhecida), concebida no curso dos anos 1960, significa o salto da ontologia intuída à ontologia filosoficamente fundamentada nas categorias mais essenciais que regem a vida do ser social, bem como nas estruturas da vida cotidiana dos homens.O segundo volume de um dos projetos editoriais centrais da Boitempo, acalentado por mais de uma década, finalmente chega às livrarias brasileiras, com prefácio de Guido Oldrini, orelha de Ricardo Antunes e tradução direta do alemão por Nélio Schneider, com colaboração de Ivo Tonet e Ronaldo Vielmi Fortes. O texto contou também com uma minuciosa revisão da tradução por Nélio Schneider e revisão técnica de Ronaldo Vielmi Fortes.Pouco depois de terminar sua Estética, Lukács deu início à realização de um projeto de longo prazo: escrever uma Ética sistemática, que seria o somatório de todas as suas obras. Produziu um esboço sem dificuldades. Dois meses depois, no entanto, reclamava que sua Ética avançava muito lentamente, pois parecia necessário primeiro escrever uma grande parte introdutória sobre a ontologia do ser social. Essa “parte introdutória” acabou se tornando uma obra gigantesca, de cerca de 2 mil páginas, intitulada Para uma ontologia do ser social. Esta, por sua vez, obrigou Lukács a escrever seus Prolegômenos para uma ontologia do ser social – obra à qual ele tentava dar os retoques finais quando morreu, em junho de 1971. Assim, Lukács não conseguiu realizar aquele que talvez tenha sido seu projeto mais caro: a elaboração dos princípios fundamentais de uma ética marxista. Apesar de hoje estarmos suficientemente documentados acerca da Ontologia como obra autônoma, toda a discussão futura a seu respeito não deve desconsiderar o fato de a obra ter sido concebida como parte integrante do empenho de Lukács em identificar o quadro referencial ético próprio das relações humanas socialistas.Quem pretender estudar as grandes obras finais de Lukács tem de haver-se com uma arraigada desconfiança dos estudiosos para com o conceito que é o eixo delas: o de “ontologia”. Com a desqualificação que pesa sobre este conceito há pelo menos dois séculos, após a condenação inapelável de Kant, somente com o seu “renascimento” no século XIX, ao longo da linha que de Husserl vai até Nicolai Hartmann, passando pelo primeiro Heidegger, é que a “ontologia” toma um novo caminho, abandonando qualquer pretensão de deduzir a priori as categorias do real, referindo-se criticamente, desse modo, ao seu próprio passado (ontologia “crítica” versus ontologia dogmática).Lukács parte daqui, mas vai além: não só critica a ontologia “crítica” de tipo hartmanniano (sem falar de Husserl e Heidegger), mas desloca o centro de gravidade para aquele plano que ele define como “ontologia do ser social”. Surge, desse modo, uma ontologia crítica marxista, acolhida de imediato com a suspeita e a desconfiança pelos representantes de todas as orientações da literatura crítica, pelos filósofos analíticos, neopositivistas, fenomenólogos, por leigos como Jürgen Habermas, espiritualistas como Ernest Joós, mas também, na primeira linha, por marxistas ortodoxos.Desta forma, a Ontologia de Lukács teve bastante dificuldade para se impor, e somente há algumas décadas começou a obter o lugar que lhe é devido, além de seu justo reconhecimento historiográfico. Hoje vale tranquilamente o que afirmou o seu editor, Frank Benseler, no volume publicado na Alemanha: “Ninguém pode contestar o fato de que ela representa uma virada no marxismo”.A “totalidade” no novo sentido (ontológico) marxista tem um papel fundamental na investigação de Lukács. Ela constitui o eixo para a correta compreensão das leis do desenvolvimento objetivo do real, assim como a dialética é o eixo dos nexos entre os seus momentos. Filosoficamente, são Marx e Lenin que lhe mostram o caminho para esta “pretensão de totalidade”: Marx – escreve Lukács – fala muitas vezes do “momento predominante” (von dem übergreifenden Moment), que está objetivamente presente em um nexo dialético e que é tarefa do conhecimento e da práxis tornar explícito; Lenin usa muitas vezes a bela imagem do “elo da cadeia” que deve ser agarrado para segurar firmemente toda a cadeia e preparar a passagem para o elo seguinte.No que tange ao esclarecimento da dialética entre os estratos do ser, a Ontologia traz todo um aparato e um instrumental conceitual adequado, que antes inexistia inteiramente – e era até impensável. A Ontologia, continuando mas também desenvolvendo a batalha teórica iniciada com a virada dos anos 1930, tem como objetivo a elaboração de uma teoria da completa emancipação humana, da superação da mera singularidade particular (o individualismo) em direção àquilo que, para o homem, é a sua essência, o realmente humano.[Texto produzido a partir da introdução de O conceito de dialética em Lukács, de István Mészáros, e do prefácio de Guido Oldrini publicado no segundo volume de Para uma ontologia do ser social, ambos pela Boitempo].Trecho do livro“Considerando que nos ocupamos do complexo concreto da socialidade como forma de ser, poder-se-ia legitimamente perguntar por que, ao tratar desse complexo, colocamos o acento exatamente no trabalho e lhe atribuímos um lugar tão privilegiado no processo e no salto da gênese do ser social. A resposta, em termos ontológicos, é mais simples do que possa parecer à primeira vista: todas as outras categorias dessa forma de ser têm já, em essência, um caráter puramente social; suas propriedades e seus modos de operar somente se desdobram no ser social já constituído; quaisquer manifestações delas, ainda que sejam muito primitivas, pressupõem o salto como já acontecido. Somente o trabalho tem, como sua essência ontológica, um claro caráter de transição: ele é, essencialmente, uma inter-relação entre homem (sociedade) e natureza, tanto inorgânica (ferramenta, matéria?prima, objeto do trabalho etc.) como orgânica, inter-relação que pode figurar em pontos determinados da cadeia a que nos referimos, mas antes de tudo assinala a transição, no homem que trabalha, do ser meramente biológico ao ser social. Com razão, diz Marx: ‘Como criador de valores de uso, como trabalho útil, o trabalho é, assim, uma condição de existência do homem, independente de todas as formas sociais, eterna necessidade natural de mediação do metabolismo entre homem e natureza e, portanto, da vida humana’. Não nos deve escandalizar a utilização da expressão ‘valor de uso’, considerando-a um termo muito econômico, uma vez que se está falando da gênese. Enquanto não tiver entrado numa relação de reflexão com o valor de troca, o que somente pode acontecer num estágio relativamente muito elevado, o valor de uso nada mais designa que um produto do trabalho que o homem pode usar de maneira útil para a reprodução da sua existência. No trabalho estão contidas in nuce todas as determinações que, como veremos, constituem a essência do novo no ser social. Desse modo, o trabalho pode ser considerado o fenômeno originário, o modelo do ser social; parece, pois, metodologicamente vantajoso iniciar pela análise do trabalho, uma vez que o esclarecimento de suas determinações resultará num quadro bem claro dos traços essenciais do ser social.”

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Para uma ontologia do ser social II

    Editora: boitempo
Tipo: Novo Estante: Filosofia
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Obra de síntese, Para uma ontologia do ser social é a mais complexa sistematização filosófica de seu tempo. Considerada o ápice intelectual do filósofo húngaro György Lukács, um dos maiores expoentes do pensamento humanista do século XX, a Ontologia (como se tornou conhecida), concebida no curso dos anos 1960, significa o salto da ontologia intuída à ontologia filosoficamente fundamentada nas categorias mais essenciais que regem a vida do ser social, bem como nas estruturas da vida cotidiana dos homens.O segundo volume de um dos projetos editoriais centrais da Boitempo, acalentado por mais de uma década, finalmente chega às livrarias brasileiras, com prefácio de Guido Oldrini, orelha de Ricardo Antunes e tradução direta do alemão por Nélio Schneider, com colaboração de Ivo Tonet e Ronaldo Vielmi Fortes. O texto contou também com uma minuciosa revisão da tradução por Nélio Schneider e revisão técnica de Ronaldo Vielmi Fortes.Pouco depois de terminar sua Estética, Lukács deu início à realização de um projeto de longo prazo: escrever uma Ética sistemática, que seria o somatório de todas as suas obras. Produziu um esboço sem dificuldades. Dois meses depois, no entanto, reclamava que sua Ética avançava muito lentamente, pois parecia necessário primeiro escrever uma grande parte introdutória sobre a ontologia do ser social. Essa “parte introdutória” acabou se tornando uma obra gigantesca, de cerca de 2 mil páginas, intitulada Para uma ontologia do ser social. Esta, por sua vez, obrigou Lukács a escrever seus Prolegômenos para uma ontologia do ser social – obra à qual ele tentava dar os retoques finais quando morreu, em junho de 1971. Assim, Lukács não conseguiu realizar aquele que talvez tenha sido seu projeto mais caro: a elaboração dos princípios fundamentais de uma ética marxista. Apesar de hoje estarmos suficientemente documentados acerca da Ontologia como obra autônoma, toda a discussão futura a seu respeito não deve desconsiderar o fato de a obra ter sido concebida como parte integrante do empenho de Lukács em identificar o quadro referencial ético próprio das relações humanas socialistas.Quem pretender estudar as grandes obras finais de Lukács tem de haver-se com uma arraigada desconfiança dos estudiosos para com o conceito que é o eixo delas: o de “ontologia”. Com a desqualificação que pesa sobre este conceito há pelo menos dois séculos, após a condenação inapelável de Kant, somente com o seu “renascimento” no século XIX, ao longo da linha que de Husserl vai até Nicolai Hartmann, passando pelo primeiro Heidegger, é que a “ontologia” toma um novo caminho, abandonando qualquer pretensão de deduzir a priori as categorias do real, referindo-se criticamente, desse modo, ao seu próprio passado (ontologia “crítica” versus ontologia dogmática).Lukács parte daqui, mas vai além: não só critica a ontologia “crítica” de tipo hartmanniano (sem falar de Husserl e Heidegger), mas desloca o centro de gravidade para aquele plano que ele define como “ontologia do ser social”. Surge, desse modo, uma ontologia crítica marxista, acolhida de imediato com a suspeita e a desconfiança pelos representantes de todas as orientações da literatura crítica, pelos filósofos analíticos, neopositivistas, fenomenólogos, por leigos como Jürgen Habermas, espiritualistas como Ernest Joós, mas também, na primeira linha, por marxistas ortodoxos.Desta forma, a Ontologia de Lukács teve bastante dificuldade para se impor, e somente há algumas décadas começou a obter o lugar que lhe é devido, além de seu justo reconhecimento historiográfico. Hoje vale tranquilamente o que afirmou o seu editor, Frank Benseler, no volume publicado na Alemanha: “Ninguém pode contestar o fato de que ela representa uma virada no marxismo”.A “totalidade” no novo sentido (ontológico) marxista tem um papel fundamental na investigação de Lukács. Ela constitui o eixo para a correta compreensão das leis do desenvolvimento objetivo do real, assim como a dialética é o eixo dos nexos entre os seus momentos. Filosoficamente, são Marx e Lenin que lhe mostram o caminho para esta “pretensão de totalidade”: Marx – escreve Lukács – fala muitas vezes do “momento predominante” (von dem übergreifenden Moment), que está objetivamente presente em um nexo dialético e que é tarefa do conhecimento e da práxis tornar explícito; Lenin usa muitas vezes a bela imagem do “elo da cadeia” que deve ser agarrado para segurar firmemente toda a cadeia e preparar a passagem para o elo seguinte.No que tange ao esclarecimento da dialética entre os estratos do ser, a Ontologia traz todo um aparato e um instrumental conceitual adequado, que antes inexistia inteiramente – e era até impensável. A Ontologia, continuando mas também desenvolvendo a batalha teórica iniciada com a virada dos anos 1930, tem como objetivo a elaboração de uma teoria da completa emancipação humana, da superação da mera singularidade particular (o individualismo) em direção àquilo que, para o homem, é a sua essência, o realmente humano.[Texto produzido a partir da introdução de O conceito de dialética em Lukács, de István Mészáros, e do prefácio de Guido Oldrini publicado no segundo volume de Para uma ontologia do ser social, ambos pela Boitempo].Trecho do livro“Considerando que nos ocupamos do complexo concreto da socialidade como forma de ser, poder-se-ia legitimamente perguntar por que, ao tratar desse complexo, colocamos o acento exatamente no trabalho e lhe atribuímos um lugar tão privilegiado no processo e no salto da gênese do ser social. A resposta, em termos ontológicos, é mais simples do que possa parecer à primeira vista: todas as outras categorias dessa forma de ser têm já, em essência, um caráter puramente social; suas propriedades e seus modos de operar somente se desdobram no ser social já constituído; quaisquer manifestações delas, ainda que sejam muito primitivas, pressupõem o salto como já acontecido. Somente o trabalho tem, como sua essência ontológica, um claro caráter de transição: ele é, essencialmente, uma inter-relação entre homem (sociedade) e natureza, tanto inorgânica (ferramenta, matéria?prima, objeto do trabalho etc.) como orgânica, inter-relação que pode figurar em pontos determinados da cadeia a que nos referimos, mas antes de tudo assinala a transição, no homem que trabalha, do ser meramente biológico ao ser social. Com razão, diz Marx: ‘Como criador de valores de uso, como trabalho útil, o trabalho é, assim, uma condição de existência do homem, independente de todas as formas sociais, eterna necessidade natural de mediação do metabolismo entre homem e natureza e, portanto, da vida humana’. Não nos deve escandalizar a utilização da expressão ‘valor de uso’, considerando-a um termo muito econômico, uma vez que se está falando da gênese. Enquanto não tiver entrado numa relação de reflexão com o valor de troca, o que somente pode acontecer num estágio relativamente muito elevado, o valor de uso nada mais designa que um produto do trabalho que o homem pode usar de maneira útil para a reprodução da sua existência. No trabalho estão contidas in nuce todas as determinações que, como veremos, constituem a essência do novo no ser social. Desse modo, o trabalho pode ser considerado o fenômeno originário, o modelo do ser social; parece, pois, metodologicamente vantajoso iniciar pela análise do trabalho, uma vez que o esclarecimento de suas determinações resultará num quadro bem claro dos traços essenciais do ser social.”

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Para uma ontologia do ser social II

    Editora: boitempo
Tipo: Novo Estante: Filosofia
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Obra de síntese, Para uma ontologia do ser social é a mais complexa sistematização filosófica de seu tempo. Considerada o ápice intelectual do filósofo húngaro György Lukács, um dos maiores expoentes do pensamento humanista do século XX, a Ontologia (como se tornou conhecida), concebida no curso dos anos 1960, significa o salto da ontologia intuída à ontologia filosoficamente fundamentada nas categorias mais essenciais que regem a vida do ser social, bem como nas estruturas da vida cotidiana dos homens.O segundo volume de um dos projetos editoriais centrais da Boitempo, acalentado por mais de uma década, finalmente chega às livrarias brasileiras, com prefácio de Guido Oldrini, orelha de Ricardo Antunes e tradução direta do alemão por Nélio Schneider, com colaboração de Ivo Tonet e Ronaldo Vielmi Fortes. O texto contou também com uma minuciosa revisão da tradução por Nélio Schneider e revisão técnica de Ronaldo Vielmi Fortes.Pouco depois de terminar sua Estética, Lukács deu início à realização de um projeto de longo prazo: escrever uma Ética sistemática, que seria o somatório de todas as suas obras. Produziu um esboço sem dificuldades. Dois meses depois, no entanto, reclamava que sua Ética avançava muito lentamente, pois parecia necessário primeiro escrever uma grande parte introdutória sobre a ontologia do ser social. Essa “parte introdutória” acabou se tornando uma obra gigantesca, de cerca de 2 mil páginas, intitulada Para uma ontologia do ser social. Esta, por sua vez, obrigou Lukács a escrever seus Prolegômenos para uma ontologia do ser social – obra à qual ele tentava dar os retoques finais quando morreu, em junho de 1971. Assim, Lukács não conseguiu realizar aquele que talvez tenha sido seu projeto mais caro: a elaboração dos princípios fundamentais de uma ética marxista. Apesar de hoje estarmos suficientemente documentados acerca da Ontologia como obra autônoma, toda a discussão futura a seu respeito não deve desconsiderar o fato de a obra ter sido concebida como parte integrante do empenho de Lukács em identificar o quadro referencial ético próprio das relações humanas socialistas.Quem pretender estudar as grandes obras finais de Lukács tem de haver-se com uma arraigada desconfiança dos estudiosos para com o conceito que é o eixo delas: o de “ontologia”. Com a desqualificação que pesa sobre este conceito há pelo menos dois séculos, após a condenação inapelável de Kant, somente com o seu “renascimento” no século XIX, ao longo da linha que de Husserl vai até Nicolai Hartmann, passando pelo primeiro Heidegger, é que a “ontologia” toma um novo caminho, abandonando qualquer pretensão de deduzir a priori as categorias do real, referindo-se criticamente, desse modo, ao seu próprio passado (ontologia “crítica” versus ontologia dogmática).Lukács parte daqui, mas vai além: não só critica a ontologia “crítica” de tipo hartmanniano (sem falar de Husserl e Heidegger), mas desloca o centro de gravidade para aquele plano que ele define como “ontologia do ser social”. Surge, desse modo, uma ontologia crítica marxista, acolhida de imediato com a suspeita e a desconfiança pelos representantes de todas as orientações da literatura crítica, pelos filósofos analíticos, neopositivistas, fenomenólogos, por leigos como Jürgen Habermas, espiritualistas como Ernest Joós, mas também, na primeira linha, por marxistas ortodoxos.Desta forma, a Ontologia de Lukács teve bastante dificuldade para se impor, e somente há algumas décadas começou a obter o lugar que lhe é devido, além de seu justo reconhecimento historiográfico. Hoje vale tranquilamente o que afirmou o seu editor, Frank Benseler, no volume publicado na Alemanha: “Ninguém pode contestar o fato de que ela representa uma virada no marxismo”.A “totalidade” no novo sentido (ontológico) marxista tem um papel fundamental na investigação de Lukács. Ela constitui o eixo para a correta compreensão das leis do desenvolvimento objetivo do real, assim como a dialética é o eixo dos nexos entre os seus momentos. Filosoficamente, são Marx e Lenin que lhe mostram o caminho para esta “pretensão de totalidade”: Marx – escreve Lukács – fala muitas vezes do “momento predominante” (von dem übergreifenden Moment), que está objetivamente presente em um nexo dialético e que é tarefa do conhecimento e da práxis tornar explícito; Lenin usa muitas vezes a bela imagem do “elo da cadeia” que deve ser agarrado para segurar firmemente toda a cadeia e preparar a passagem para o elo seguinte.No que tange ao esclarecimento da dialética entre os estratos do ser, a Ontologia traz todo um aparato e um instrumental conceitual adequado, que antes inexistia inteiramente – e era até impensável. A Ontologia, continuando mas também desenvolvendo a batalha teórica iniciada com a virada dos anos 1930, tem como objetivo a elaboração de uma teoria da completa emancipação humana, da superação da mera singularidade particular (o individualismo) em direção àquilo que, para o homem, é a sua essência, o realmente humano.[Texto produzido a partir da introdução de O conceito de dialética em Lukács, de István Mészáros, e do prefácio de Guido Oldrini publicado no segundo volume de Para uma ontologia do ser social, ambos pela Boitempo].Trecho do livro“Considerando que nos ocupamos do complexo concreto da socialidade como forma de ser, poder-se-ia legitimamente perguntar por que, ao tratar desse complexo, colocamos o acento exatamente no trabalho e lhe atribuímos um lugar tão privilegiado no processo e no salto da gênese do ser social. A resposta, em termos ontológicos, é mais simples do que possa parecer à primeira vista: todas as outras categorias dessa forma de ser têm já, em essência, um caráter puramente social; suas propriedades e seus modos de operar somente se desdobram no ser social já constituído; quaisquer manifestações delas, ainda que sejam muito primitivas, pressupõem o salto como já acontecido. Somente o trabalho tem, como sua essência ontológica, um claro caráter de transição: ele é, essencialmente, uma inter-relação entre homem (sociedade) e natureza, tanto inorgânica (ferramenta, matéria?prima, objeto do trabalho etc.) como orgânica, inter-relação que pode figurar em pontos determinados da cadeia a que nos referimos, mas antes de tudo assinala a transição, no homem que trabalha, do ser meramente biológico ao ser social. Com razão, diz Marx: ‘Como criador de valores de uso, como trabalho útil, o trabalho é, assim, uma condição de existência do homem, independente de todas as formas sociais, eterna necessidade natural de mediação do metabolismo entre homem e natureza e, portanto, da vida humana’. Não nos deve escandalizar a utilização da expressão ‘valor de uso’, considerando-a um termo muito econômico, uma vez que se está falando da gênese. Enquanto não tiver entrado numa relação de reflexão com o valor de troca, o que somente pode acontecer num estágio relativamente muito elevado, o valor de uso nada mais designa que um produto do trabalho que o homem pode usar de maneira útil para a reprodução da sua existência. No trabalho estão contidas in nuce todas as determinações que, como veremos, constituem a essência do novo no ser social. Desse modo, o trabalho pode ser considerado o fenômeno originário, o modelo do ser social; parece, pois, metodologicamente vantajoso iniciar pela análise do trabalho, uma vez que o esclarecimento de suas determinações resultará num quadro bem claro dos traços essenciais do ser social.”

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Capital, O [Livro III] - Crítica da economia política. O processo global da produção capitalista

    Editora: boitempo
Tipo: Novo Estante: Ciência Política
R$ 102,12 Frete grátis
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Certamente um dos livros mais aguardados do ano é este volume da obra-prima de crítica da economia política de Marx. Intitulado O processo global da produção capitalista, o texto procura conjugar as análises do Livro I (dedicado ao processo de produção do capital) e do Livro II o (dedicado ao processo de circulação do capital).Embora possa ser considerado em muitos sentidos o ápice da obra de Marx – é nele que está contida, por exemplo, a famosa apresentação do problema da queda tendencial da taxa de lucro, bem como toda a discussão sobre capital de comércio financeiro –, o Livro III de O capital é também um texto muito delicado, porque não chegou a ser finalizado em vida pelo autor, sendo editado posteriormente por Friedrich Engels. Por isso é tão importante o fato de a edição da Boitempo ser a primeira realizada a partir dos documentos da MEGA-2 (Marx-Engels-Gesamtausgabe), que traz a mais completa e minuciosa apuração dos manuscritos, notas e apontamentos de Marx e das opções de Friedrich Engels para a publicação.

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Capital, O [Livro III] - Crítica da economia política. O processo global da produção capitalista

    Editora: boitempo
Tipo: Novo Estante: Ciência Política
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Certamente um dos livros mais aguardados do ano é este volume da obra-prima de crítica da economia política de Marx. Intitulado O processo global da produção capitalista, o texto procura conjugar as análises do Livro I (dedicado ao processo de produção do capital) e do Livro II o (dedicado ao processo de circulação do capital).Embora possa ser considerado em muitos sentidos o ápice da obra de Marx – é nele que está contida, por exemplo, a famosa apresentação do problema da queda tendencial da taxa de lucro, bem como toda a discussão sobre capital de comércio financeiro –, o Livro III de O capital é também um texto muito delicado, porque não chegou a ser finalizado em vida pelo autor, sendo editado posteriormente por Friedrich Engels. Por isso é tão importante o fato de a edição da Boitempo ser a primeira realizada a partir dos documentos da MEGA-2 (Marx-Engels-Gesamtausgabe), que traz a mais completa e minuciosa apuração dos manuscritos, notas e apontamentos de Marx e das opções de Friedrich Engels para a publicação.

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Certamente um dos livros mais aguardados do ano é este volume da obra-prima de crítica da economia política de Marx. Intitulado O processo global da produção capitalista, o texto procura conjugar as análises do Livro I (dedicado ao processo de produção do capital) e do Livro II o (dedicado ao processo de circulação do capital).Embora possa ser considerado em muitos sentidos o ápice da obra de Marx – é nele que está contida, por exemplo, a famosa apresentação do problema da queda tendencial da taxa de lucro, bem como toda a discussão sobre capital de comércio financeiro –, o Livro III de O capital é também um texto muito delicado, porque não chegou a ser finalizado em vida pelo autor, sendo editado posteriormente por Friedrich Engels. Por isso é tão importante o fato de a edição da Boitempo ser a primeira realizada a partir dos documentos da MEGA-2 (Marx-Engels-Gesamtausgabe), que traz a mais completa e minuciosa apuração dos manuscritos, notas e apontamentos de Marx e das opções de Friedrich Engels para a publicação.

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Literatura Brasileira: Dos Primeiros Cronistas aos Últimos Românticos

    Editora: edusp
Tipo: Novo Estante: Crítica Literária
R$ 102,41 Frete grátis
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A nova edição revista e ampliada desta obra tem como principal objetivo ensinar a pensar a literatura, fornecendo ao estudante e outros interessados o aparato crítico necessário para o acesso ao rico universo de relações que um texto envolve. Ao empreender uma abordagem histórica de nossa literatura em prosa, poesia e teatro, Roncari trata dos problemas éticos e estéticos envolvidos na produção literária, examinando a organização interna das obras. O livro está dividido em quatro seções que destacam os períodos clássico, barroco, arcádico e romântico e apresenta ainda uma antologia de textos extraídos de edições críticas e recomendadas. Os capítulos são introduzidos por uma análise das características gerais de cada época e da função da literatura para a sociedade do tempo.

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Literatura Brasileira: Dos Primeiros Cronistas aos Últimos Românticos

    Editora: edusp
Tipo: Novo Estante: Crítica Literária
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A nova edição revista e ampliada desta obra tem como principal objetivo ensinar a pensar a literatura, fornecendo ao estudante e outros interessados o aparato crítico necessário para o acesso ao rico universo de relações que um texto envolve. Ao empreender uma abordagem histórica de nossa literatura em prosa, poesia e teatro, Roncari trata dos problemas éticos e estéticos envolvidos na produção literária, examinando a organização interna das obras. O livro está dividido em quatro seções que destacam os períodos clássico, barroco, arcádico e romântico e apresenta ainda uma antologia de textos extraídos de edições críticas e recomendadas. Os capítulos são introduzidos por uma análise das características gerais de cada época e da função da literatura para a sociedade do tempo.

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Literatura Brasileira: Dos Primeiros Cronistas aos Últimos Românticos

    Editora: edusp
Tipo: Novo Estante: Crítica Literária
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A nova edição revista e ampliada desta obra tem como principal objetivo ensinar a pensar a literatura, fornecendo ao estudante e outros interessados o aparato crítico necessário para o acesso ao rico universo de relações que um texto envolve. Ao empreender uma abordagem histórica de nossa literatura em prosa, poesia e teatro, Roncari trata dos problemas éticos e estéticos envolvidos na produção literária, examinando a organização interna das obras. O livro está dividido em quatro seções que destacam os períodos clássico, barroco, arcádico e romântico e apresenta ainda uma antologia de textos extraídos de edições críticas e recomendadas. Os capítulos são introduzidos por uma análise das características gerais de cada época e da função da literatura para a sociedade do tempo.

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