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Extinção

Paulo Arantes

Este livro do filósofo Paulo Arantes reúne escritos em que o autor destrincha as entranhas do imperialismo norte-americano - 'Guerra ao terror', ataques 'preventivos', 'tortura terceirizada', guerra 'high-tech', petróleo e dinheiro - e o que ele aponta como o colapso do petismo no Brasil. Cortante, irônico, ágil e provocador, os textos descortinam, sem meias palavras ou concessões, as mistificações de intelectuais que justificam a barbárie e as ilusões conciliadoras de alguns grupos de esquerda. A falência do governo Lula - sobre o qual 'dizer que acabou não deixa de ser um exagero piedoso, pois supõe que em algum momento ele tenha começado' - é, para Arantes, uma entre várias extinções - das idéias, das opções, da política, da vida. 'Extinção' traz ainda entrevistas concedidas por Arantes a diversos jornais e revistas.    

Este livro do filósofo Paulo Arantes reúne escritos em que o autor destrincha as entranhas do imperialismo norte-americano - 'Guerra ao terror', ataques 'preventivos', 'tortura terceirizada', guerra 'high-tech', petróleo e dinheiro - e o que ele aponta como o colapso do petismo no Brasil. Cortante, irônico, ágil e provocador, os textos descortinam, sem meias palavras ou concessões, as mistificações de intelectuais que justificam a barbárie e as ilusões conciliadoras de alguns grupos de esquerda. A falência do governo Lula - sobre o qual 'dizer que acabou não deixa de ser um exagero piedoso, pois supõe que em algum momento ele tenha começado' - é, para Arantes, uma entre várias extinções - das idéias, das opções, da política, da vida. 'Extinção' traz ainda entrevistas concedidas por Arantes a diversos jornais e revistas. Fechar Ler mais

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Ano:   Editora: Boitempo

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Ano:   Editora: Boitempo Editorial

Tipo: novo

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Loplop Livros Loplop Livros SP - São Paulo
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Descrição Livro novo! Brochura, formato 21 cm 14 cm, 315 pg.

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Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Miguilim Livros Miguilim Livros SP - Diadema
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Descrição Livro novo. 314pp.

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Ano:   Editora: Boitempo

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Miguilim Livros Miguilim Livros SP - Diadema
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Ano:   Editora: Boitempo

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Mdx Livros Mdx Livros RJ - Rio de Janeiro
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Descrição "Durante a guerra do Kosovo um entusiasta do humanismo militar como Michael Ignatieff observou que `a beleza de tais armas` é que elas podem ser usadas. Pouco tempo depois pediria uma intervenção `imperial e sem piedade` no Iraque. Não estamos mais diante da guerra, mas, agora sim, diante da política como mera continuação da guerra."Paulo ArantesExtinção é parte da coleção Estado de Sítio, da Boitempo Editorial. O livro do filósofo Paulo Arantes reúne escritos em que o autor destrincha as entranhas do imperialismo norte-americano –“guerra ao terror”, ataques “preventivos”, “tortura terceirizada”, guerra “high-tech”, petróleo e dinheiro – e o que ele aponta como o colapso do petismo no Brasil. Cortante, irônico, ágil e provocador, os textos descortinam, sem meias palavras ou concessões, as mistificações de intelectuais que justificam a barbárie e as ilusões conciliadoras de alguns grupos de esquerda. A falência do governo Lula – sobre o qual “dizer que acabou não deixa de ser um exagero piedoso, pois supõe que em algum momento ele tenha começado” – é, para Arantes, uma entre várias extinções: das idéias, das opções, da política, da vida. Extinção traz ainda entrevistas concedidas por Arantes a diversos jornais e revistas, discutindo o papel do intelectual na contemporaneidade e desafiando consensos. “Deu no que deu. O mediador providencial nomeado conciliador universal de todos os antagonismos de uma nação dilacerada quando muito armou um jogo de cena entre tese e antítese: enumerando a esmo, agronegócio e reforma agrária, Monsanto e movimento ambientalista, Microsoft e software livre, gesticulação diplomática Sul-Sul e tropas no Haiti a mando do Império etc. A síntese não veio e não virá”, analisa o filósofo. O livro de Arantes, que é também coordenador da coleção Estado de Sítio, completa as inquietações dos demais títulos da coleção: Bem-vindo ao deserto do real!, de Slavoj Zizek, Videologias, de Eugênio Bucci e Maria Rita Kehl, Estado de Exceção, de Giorgio Agamben e Guerra e Cinema, de Paul Virilio. Juntos, representam uma visão crítica radical sobre os aterradores cenários do capitalismo global, onde se cruzam neuroses, fanatismo religioso, farsa política, militarismo, mídia corporativa e vale-tudo jurídico. Trata-se de um programa de compreensão e contraponto para os absurdos do nosso tempo. Sobre o autorPaulo Arantes é filósofo, professor aposentado do Departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo (USP), onde lecionou entre 1968 e 1998. Publicou, entre outros, Hegel: a ordem do tempo (1981), Ressentimento da dialética (1996) e Zero à esquerda (2004). Pela Boitempo, coordena a coleção Estado de Sítio. Sobre a Coleção Estado de SítioCoordenação de Paulo ArantesSob a inspiração de Walter Benjamin - "A tradição dos oprimidos nos ensina que o `estado de exceção` em que vivemos é na verdade a regra geral. Precisamos construir um conceito de história que corresponda a essa verdade" -, a coleção trata de temas centrais do nosso tempo: crescente autoritarismo do Estado, terrorismo, fundamentalismo e império, relações da televisão e do cinema com o poder e a guerra e conflitos globais.

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Ano:   Editora: Boitempo

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Descrição "Durante a guerra do Kosovo um entusiasta do humanismo militar como Michael Ignatieff observou que `a beleza de tais armas` é que elas podem ser usadas. Pouco tempo depois pediria uma intervenção `imperial e sem piedade` no Iraque. Não estamos mais diante da guerra, mas, agora sim, diante da política como mera continuação da guerra."Paulo ArantesExtinção é parte da coleção Estado de Sítio, da Boitempo Editorial. O livro do filósofo Paulo Arantes reúne escritos em que o autor destrincha as entranhas do imperialismo norte-americano –“guerra ao terror”, ataques “preventivos”, “tortura terceirizada”, guerra “high-tech”, petróleo e dinheiro – e o que ele aponta como o colapso do petismo no Brasil. Cortante, irônico, ágil e provocador, os textos descortinam, sem meias palavras ou concessões, as mistificações de intelectuais que justificam a barbárie e as ilusões conciliadoras de alguns grupos de esquerda. A falência do governo Lula – sobre o qual “dizer que acabou não deixa de ser um exagero piedoso, pois supõe que em algum momento ele tenha começado” – é, para Arantes, uma entre várias extinções: das idéias, das opções, da política, da vida. Extinção traz ainda entrevistas concedidas por Arantes a diversos jornais e revistas, discutindo o papel do intelectual na contemporaneidade e desafiando consensos. “Deu no que deu. O mediador providencial nomeado conciliador universal de todos os antagonismos de uma nação dilacerada quando muito armou um jogo de cena entre tese e antítese: enumerando a esmo, agronegócio e reforma agrária, Monsanto e movimento ambientalista, Microsoft e software livre, gesticulação diplomática Sul-Sul e tropas no Haiti a mando do Império etc. A síntese não veio e não virá”, analisa o filósofo. O livro de Arantes, que é também coordenador da coleção Estado de Sítio, completa as inquietações dos demais títulos da coleção: Bem-vindo ao deserto do real!, de Slavoj Zizek, Videologias, de Eugênio Bucci e Maria Rita Kehl, Estado de Exceção, de Giorgio Agamben e Guerra e Cinema, de Paul Virilio. Juntos, representam uma visão crítica radical sobre os aterradores cenários do capitalismo global, onde se cruzam neuroses, fanatismo religioso, farsa política, militarismo, mídia corporativa e vale-tudo jurídico. Trata-se de um programa de compreensão e contraponto para os absurdos do nosso tempo. Sobre o autorPaulo Arantes é filósofo, professor aposentado do Departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo (USP), onde lecionou entre 1968 e 1998. Publicou, entre outros, Hegel: a ordem do tempo (1981), Ressentimento da dialética (1996) e Zero à esquerda (2004). Pela Boitempo, coordena a coleção Estado de Sítio. Sobre a Coleção Estado de SítioCoordenação de Paulo ArantesSob a inspiração de Walter Benjamin - "A tradição dos oprimidos nos ensina que o `estado de exceção` em que vivemos é na verdade a regra geral. Precisamos construir um conceito de história que corresponda a essa verdade" -, a coleção trata de temas centrais do nosso tempo: crescente autoritarismo do Estado, terrorismo, fundamentalismo e império, relações da televisão e do cinema com o poder e a guerra e conflitos globais.

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Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Peruíbe Livraria Peruíbe SP - São Paulo
94% Positivas
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R$ 52,00 + frete R$ 10,61

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Descrição A coleção Estado de Sítio, da Boitempo Editorial, lança Extinção. O livro do filósofo Paulo Arantes reúne escritos em que o autor destrincha as entranhas do imperialismo norte-americano Guerra ao terror, ataques preventivos, tortura terceirizada, guerra high-tech, petróleo e dinheiro e o que ele aponta como o colapso do petismo no Brasil.Cortante, irônico, ágil e provocador, os textos descortinam, sem meias palavras ou concessões, as mistificações de intelectuais que justificam a barbárie e as ilusões conciliadoras de alguns grupos de esquerda. A falência do governo Lula sobre o qual dizer que acabou não deixa de ser um exagero piedoso, pois supõe que em algum momento ele tenha começado é, para Arantes, uma entre várias extinções: das idéias, das opções, da política, da vida.Extinção traz ainda entrevistas concedidas por Arantes a diversos jornais e revistas. Discutindo o papel do intelectual na contemporaneidade e desafiando consensos.Deu no que deu. O mediador providencial nomeado conciliador universal de todos os antagonismos de uma nação dilacerada quando muito armou um jogo de cena entre tese e antítese: enumerando a esmo, agronegócio e reforma agrária, Monsanto e movimento ambientalista, Microsoft e software livre, gesticulação diplomática Sul-Sul e tropas no Haiti a mando do Império etc. A síntese não veio e não virá, analisa o filósofo.O livro de Arantes, que é também coordenador da coleção Estado de Sítio, completa as inquietações dos demais títulos da coleção: Bem-vindo ao deserto do real!, de Slavoj Zizek, Videologias, de Eugênio Bucci e Maria Rita Kehl, Estado de Exceção, de Giorgio Agamben e Guerra e Cinema, de Paul Virilio. Juntos, representam uma visão crítica radical sobre os aterradores cenários do capitalismo global, onde se cruzam neuroses, fanatismo religioso, farsa política, militarismo, mídia corporativa e vale-tudo jurídico. Trata-se de um programa de compreensão e contraponto para os absurdos do nosso tempo.

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