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Capa ilustrativa capa

Redações do Vestibular Unicamp/2001

    Editora: unicamp
Tipo: Novo Estante: Pedagogia
R$ 7,06
+frete R$ 6,82 Total: R$ 13,88
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As 30 melhores redações do vestibular Unicamp/2001 estão contidas no terceiro livro da série. A prova deste ano teve como eixo temático "Um paradoxo da modernidade: eliminação de fronteiras, criação de fronteiras" e os candidatos elaboraram dissertações, narrativas e cartas argumentativas nos três temas propostos.

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Redações do Vestibular Unicamp/2004

    Editora: unicamp
Tipo: Novo Estante: Pedagogia
R$ 7,06
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Apresenta as 30 melhores redações do Vestibular Unicamp 2004 em torno do tema cidade, divididas em dissertações, narrativas e cartas. Os textos são antecedidos da prova de redação e das expectativas da banca elaboradora para cada proposta. O livro traz, ainda, o perfil dos candidatos cujos textos foram selecionados para a coletânea.

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Redações do Vestibular Unicamp/2004

    Editora: unicamp
Tipo: Novo Estante: Pedagogia
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Apresenta as 30 melhores redações do Vestibular Unicamp 2004 em torno do tema cidade, divididas em dissertações, narrativas e cartas. Os textos são antecedidos da prova de redação e das expectativas da banca elaboradora para cada proposta. O livro traz, ainda, o perfil dos candidatos cujos textos foram selecionados para a coletânea.

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Elétron e seus amigos Fluorescente e Incandescente

    Editora: editora da uff
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
R$ 4,80
+frete R$ 9,40 Total: R$ 14,20
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Livro infantil para colorir que adapta conceitos científicos de eletricidade a uma narrativa leve e divertida, com o objetivo de aproximar criança e ciência, sem abrir mão da diversão. Na história, Elétron é um menino que viaja até o planeta Teto para encontrar seus amigos Incandescente e Fluorescente. No caminho ele se perde, mas acaba chegando ao seu destino.Indicado para crianças em processo de alfabetização, a partir do primeiro ano do ensino fundamental, em atividade de conto e reconto de história.

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Elétron e seus amigos Fluorescente e Incandescente

    Editora: editora da uff
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
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Livro infantil para colorir que adapta conceitos científicos de eletricidade a uma narrativa leve e divertida, com o objetivo de aproximar criança e ciência, sem abrir mão da diversão. Na história, Elétron é um menino que viaja até o planeta Teto para encontrar seus amigos Incandescente e Fluorescente. No caminho ele se perde, mas acaba chegando ao seu destino.Indicado para crianças em processo de alfabetização, a partir do primeiro ano do ensino fundamental, em atividade de conto e reconto de história.

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AINDA EM FLOR

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
R$ 8,04
+frete R$ 6,35 Total: R$ 14,39
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Com autoria de José Amarante, o livro Ainda em Flor mostra uma seqüência de contos que, por meio de uma narrativa leve e lírica, traz vivências de um menino, sua família e suas descobertas. O trabalho foi vencedor do Prêmio Braskem, na categoria Literatura.

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FEMININAMENTE

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
R$ 8,04
+frete R$ 6,35 Total: R$ 14,39
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Livro de estréia de Renata Belmonte, Femininamente reúne 10 contos, que se constituem em expressão de olhares femininos sobre questões universais. Os contos de Femininamente tratam do mesmo ser, porém em closes mais íntimos e pungentes: o ser humano, sua paisagem e sua tautológica condição de nômade em busca da satisfação de aceitar-se como tal. As narrativas se desenvolvem com peculiar estilo, espalhando um perfume que nos coloca de frente para olhos enigmáticos, sempre à beira de ferventes interpretações.

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FEMININAMENTE

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
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Livro de estréia de Renata Belmonte, Femininamente reúne 10 contos, que se constituem em expressão de olhares femininos sobre questões universais. Os contos de Femininamente tratam do mesmo ser, porém em closes mais íntimos e pungentes: o ser humano, sua paisagem e sua tautológica condição de nômade em busca da satisfação de aceitar-se como tal. As narrativas se desenvolvem com peculiar estilo, espalhando um perfume que nos coloca de frente para olhos enigmáticos, sempre à beira de ferventes interpretações.

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FEMININAMENTE

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
R$ 8,04
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Livro de estréia de Renata Belmonte, Femininamente reúne 10 contos, que se constituem em expressão de olhares femininos sobre questões universais. Os contos de Femininamente tratam do mesmo ser, porém em closes mais íntimos e pungentes: o ser humano, sua paisagem e sua tautológica condição de nômade em busca da satisfação de aceitar-se como tal. As narrativas se desenvolvem com peculiar estilo, espalhando um perfume que nos coloca de frente para olhos enigmáticos, sempre à beira de ferventes interpretações.

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Pronome em Nome do Nome

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
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Pronome; em nome do nome, de Paulo Pedro, Pepeu, convida-nos a percorrer os múltiplos labirintos do signo, explorando as virtualidades contidas nas palavras nos nomes e dando-nos uma dimensão das variadas possibilidades que o poeta tem à sua disposição para renovar a linguagem literária e, mais amplamente, a linguagem. Ao eleger o significante como o dado primordial do jogo da criação, Pedro recorre a uma diversidade de recursos gráficos e escriturais. Entrelaça palavras, fotos, desenhos, cores, ícones e recursos da informática, que se compõem e decompõem no espaço do livro, onde o sujeito lírico se constitui.As palavras, os ícones e as imagens, neste lance de dados, transformam-se, interpenetram-se através do som, da forma e do sentido, como no texto-metamorfose O amor é claro / O amor é calmo, que assinala a transmutação do signo pela repetição do significante, fazendo também emergir, do processo repetitivo, um novo significado: o espaço poético congrega formas e distintos que enlaçam os mesmos nomes. A palavra, no movimento que vai da mal dita a bem dita palavra, é acionada em suas múltiplas faces, corporificando, na cena da linguagem, seu peso e espessura, sua leveza e rapidez, sua exatidão e ambigüidade.Nesse processo de concreção do signo, Pronome; em nome do nome insere-se na vertente da poesia concreta, aproveita-se criativamente dos códigos da informática que interagem e dialogam com fragmentos de Shakespeare, de Fernando Pessoa, de Gertrude Stein, do Tao Te King, do Eclesiastes e de outras procedências, oferecendo-nos um texto de poesia contemporânea de alta qualidade.

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Pronome em Nome do Nome

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
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Pronome; em nome do nome, de Paulo Pedro, Pepeu, convida-nos a percorrer os múltiplos labirintos do signo, explorando as virtualidades contidas nas palavras nos nomes e dando-nos uma dimensão das variadas possibilidades que o poeta tem à sua disposição para renovar a linguagem literária e, mais amplamente, a linguagem. Ao eleger o significante como o dado primordial do jogo da criação, Pedro recorre a uma diversidade de recursos gráficos e escriturais. Entrelaça palavras, fotos, desenhos, cores, ícones e recursos da informática, que se compõem e decompõem no espaço do livro, onde o sujeito lírico se constitui.As palavras, os ícones e as imagens, neste lance de dados, transformam-se, interpenetram-se através do som, da forma e do sentido, como no texto-metamorfose O amor é claro / O amor é calmo, que assinala a transmutação do signo pela repetição do significante, fazendo também emergir, do processo repetitivo, um novo significado: o espaço poético congrega formas e distintos que enlaçam os mesmos nomes. A palavra, no movimento que vai da mal dita a bem dita palavra, é acionada em suas múltiplas faces, corporificando, na cena da linguagem, seu peso e espessura, sua leveza e rapidez, sua exatidão e ambigüidade.Nesse processo de concreção do signo, Pronome; em nome do nome insere-se na vertente da poesia concreta, aproveita-se criativamente dos códigos da informática que interagem e dialogam com fragmentos de Shakespeare, de Fernando Pessoa, de Gertrude Stein, do Tao Te King, do Eclesiastes e de outras procedências, oferecendo-nos um texto de poesia contemporânea de alta qualidade.

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Pronome em Nome do Nome

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
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Pronome; em nome do nome, de Paulo Pedro, Pepeu, convida-nos a percorrer os múltiplos labirintos do signo, explorando as virtualidades contidas nas palavras nos nomes e dando-nos uma dimensão das variadas possibilidades que o poeta tem à sua disposição para renovar a linguagem literária e, mais amplamente, a linguagem. Ao eleger o significante como o dado primordial do jogo da criação, Pedro recorre a uma diversidade de recursos gráficos e escriturais. Entrelaça palavras, fotos, desenhos, cores, ícones e recursos da informática, que se compõem e decompõem no espaço do livro, onde o sujeito lírico se constitui.As palavras, os ícones e as imagens, neste lance de dados, transformam-se, interpenetram-se através do som, da forma e do sentido, como no texto-metamorfose O amor é claro / O amor é calmo, que assinala a transmutação do signo pela repetição do significante, fazendo também emergir, do processo repetitivo, um novo significado: o espaço poético congrega formas e distintos que enlaçam os mesmos nomes. A palavra, no movimento que vai da mal dita a bem dita palavra, é acionada em suas múltiplas faces, corporificando, na cena da linguagem, seu peso e espessura, sua leveza e rapidez, sua exatidão e ambigüidade.Nesse processo de concreção do signo, Pronome; em nome do nome insere-se na vertente da poesia concreta, aproveita-se criativamente dos códigos da informática que interagem e dialogam com fragmentos de Shakespeare, de Fernando Pessoa, de Gertrude Stein, do Tao Te King, do Eclesiastes e de outras procedências, oferecendo-nos um texto de poesia contemporânea de alta qualidade.

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Tereza Batista:texto e Imagem

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Crítica Literária
R$ 8,04
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Este trabalho foi escrito na década de 1970, me acompanhou na partida para São Paulo e permaneceu na gaveta. Retomei-o e procedi a pequenas alterações, neste momento em que, com justa razão, se coloca em foco na obra de Jorge Amado. Além disso, é uma homenagem ao amigo Calasans Neto. Evidencio também nestas linhas a presença de minha mestra Maria de Lourdes Belchior Pontes.

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Tereza Batista:texto e Imagem

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Crítica Literária
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Este trabalho foi escrito na década de 1970, me acompanhou na partida para São Paulo e permaneceu na gaveta. Retomei-o e procedi a pequenas alterações, neste momento em que, com justa razão, se coloca em foco na obra de Jorge Amado. Além disso, é uma homenagem ao amigo Calasans Neto. Evidencio também nestas linhas a presença de minha mestra Maria de Lourdes Belchior Pontes.

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Tereza Batista:texto e Imagem

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Crítica Literária
R$ 8,04
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Este trabalho foi escrito na década de 1970, me acompanhou na partida para São Paulo e permaneceu na gaveta. Retomei-o e procedi a pequenas alterações, neste momento em que, com justa razão, se coloca em foco na obra de Jorge Amado. Além disso, é uma homenagem ao amigo Calasans Neto. Evidencio também nestas linhas a presença de minha mestra Maria de Lourdes Belchior Pontes.

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CALENDARIO

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
R$ 8,04
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Quando vi os versos de Márcia pela primeira vez, o que me chamou a atenção foi justamente essa capacidade que ela tem de transubstanciar a realidade em palavras líricas. O caminho até chegar a este livro magistral foi apenas de arrancar as ervas. O poeta já estava lá. Cresceu a um nível que não encontro em seus contemporâneos. Com freqüência recebo textos de poesia para opinar. Poucos chegam aos pés da linguagem tersa, concisa, sonora e significativa de Márcia Tude. Poesia.

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CALENDARIO

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
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Quando vi os versos de Márcia pela primeira vez, o que me chamou a atenção foi justamente essa capacidade que ela tem de transubstanciar a realidade em palavras líricas. O caminho até chegar a este livro magistral foi apenas de arrancar as ervas. O poeta já estava lá. Cresceu a um nível que não encontro em seus contemporâneos. Com freqüência recebo textos de poesia para opinar. Poucos chegam aos pés da linguagem tersa, concisa, sonora e significativa de Márcia Tude. Poesia.

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Tipo: Novo Estante: Poesia
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Quando vi os versos de Márcia pela primeira vez, o que me chamou a atenção foi justamente essa capacidade que ela tem de transubstanciar a realidade em palavras líricas. O caminho até chegar a este livro magistral foi apenas de arrancar as ervas. O poeta já estava lá. Cresceu a um nível que não encontro em seus contemporâneos. Com freqüência recebo textos de poesia para opinar. Poucos chegam aos pés da linguagem tersa, concisa, sonora e significativa de Márcia Tude. Poesia.

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Redações do Vestibular Unicamp/2005

    Editora: unicamp
Tipo: Novo Estante: Pedagogia
R$ 7,94
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Apresenta as 30 melhores redações do Vestibular Unicamp 2005 — cujo tema foi o rádio —, divididas em dissertações, narrativas e cartas. Os textos são antecedidos da prova de redação e das expectativas da banca elaboradora para cada proposta.

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Padecimentos Completos

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
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A história da Arte no século XX nos fez pensar em termos infinitos, talvez como premonição do rumo à integração cultural que estamos vivendo. Encerrado o ciclo da Arte Moderna, a função precípua do artista consiste na percepção e no conhecimento do fenômeno artístico como processo e meio de entendimento e, sobretudo, na convicção da resistência em que deve enfrentar a tradição de todo um passado de cultura visual. O artista de hoje não pode refazer o elo perdido entre o moderno e o contemporâneo. No labirinto dos fenômenos determinados pela transformação da cultura no mundo atual, o artista deixou de ser criativo, passando a ser reflexivo um indivíduo comum, só que tocado pelo sentimento da arte, que já não é mais instrumento de domínio intelectual, é algo suscetível de despertar paixões, pró e contra, de atrair e, até mesmo, de convocar a participação popular.A importância de uma radicalização do processo elaborativo leva progressivamente o artista a uma situação até então inédita, quando, ao distanciar-se da obra, ele se torna antes condição desta. Uma situação feita diretamente nos meios técnicos, na natureza ou nos elementos comuns. A atitude artística chegou a tal ponto que deixou de ser necessário executar a obra, bastando enunciá-la. A prática é a nova semântica da arte, quando o artista assume a posição do anti-herói, do pressuposto, do que ficou do lado de fora e que não é mais responsável pela realização, pois se tornou exterior a ela e porque qualquer um pode executá-la. A ação da nossa época e as novas tecnologias transformaram os meios e os procedimentos das artes plásticas. As artes dos nossos dias tem um novo significado.No sistema da escultura, processo e idéia, estrutura inicial, síntese e pesquisa têm sido meios fundamentais da ação vigorosa entre nós de Mário Cravo Júnior, artistas de gestos amplos e de forte expressividade em todo um percurso começado na segunda metade dos anos quarenta, com grandes realizações e sucessivos êxitos ao longo do tempo. Ainda muito jovem, Cravo iniciou sua carreira de artista com sucessos incríveis, expondo individualmente numa boa galeria de Nova Iorque, com êxito de crítica e um lucro de US$ 1.670, em 1949. Logo em seguida, de regresso ao Brasil, ganhou um prêmio na I Bienal de São Paulo e participou da XXVI Bienal de Veneza. Cravo foi também quem inaugurou no Brasil a prática de exposições de esculturas ao ar livre, realizada na Bahia e em São Paulo nos anos cinqüenta. Como excelente pesquisador que sempre foi, experimentou e dominou todos os materiais de que um escultor pode dispor: barro, madeira, pedra, metais e plásticos.A escultura é um encontro de abstração com a realidade concreta, com o espaço. Mas a abstração não influencia o artista que se serve da abstração para desembaraçar da realidade concreta a realidade que ele nos vai mostrar. Sabemos que a escultura do século XX está impregnada de conhecimentos quase científicos do papel da abstração na criação artística. Abstração e emoção são os pólos essenciais na escultura do nosso século. A escultura contemporânea é um confronto consciente com o material e está profundamente penetrada pelo fator psicológico para refletir a imagem fragmentada do homem da atualidade. A diversificação dos materiais enriqueceu extraordinariamente o repertório do escultor de hoje.

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Padecimentos Completos

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
R$ 8,04
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A história da Arte no século XX nos fez pensar em termos infinitos, talvez como premonição do rumo à integração cultural que estamos vivendo. Encerrado o ciclo da Arte Moderna, a função precípua do artista consiste na percepção e no conhecimento do fenômeno artístico como processo e meio de entendimento e, sobretudo, na convicção da resistência em que deve enfrentar a tradição de todo um passado de cultura visual. O artista de hoje não pode refazer o elo perdido entre o moderno e o contemporâneo. No labirinto dos fenômenos determinados pela transformação da cultura no mundo atual, o artista deixou de ser criativo, passando a ser reflexivo um indivíduo comum, só que tocado pelo sentimento da arte, que já não é mais instrumento de domínio intelectual, é algo suscetível de despertar paixões, pró e contra, de atrair e, até mesmo, de convocar a participação popular.A importância de uma radicalização do processo elaborativo leva progressivamente o artista a uma situação até então inédita, quando, ao distanciar-se da obra, ele se torna antes condição desta. Uma situação feita diretamente nos meios técnicos, na natureza ou nos elementos comuns. A atitude artística chegou a tal ponto que deixou de ser necessário executar a obra, bastando enunciá-la. A prática é a nova semântica da arte, quando o artista assume a posição do anti-herói, do pressuposto, do que ficou do lado de fora e que não é mais responsável pela realização, pois se tornou exterior a ela e porque qualquer um pode executá-la. A ação da nossa época e as novas tecnologias transformaram os meios e os procedimentos das artes plásticas. As artes dos nossos dias tem um novo significado.No sistema da escultura, processo e idéia, estrutura inicial, síntese e pesquisa têm sido meios fundamentais da ação vigorosa entre nós de Mário Cravo Júnior, artistas de gestos amplos e de forte expressividade em todo um percurso começado na segunda metade dos anos quarenta, com grandes realizações e sucessivos êxitos ao longo do tempo. Ainda muito jovem, Cravo iniciou sua carreira de artista com sucessos incríveis, expondo individualmente numa boa galeria de Nova Iorque, com êxito de crítica e um lucro de US$ 1.670, em 1949. Logo em seguida, de regresso ao Brasil, ganhou um prêmio na I Bienal de São Paulo e participou da XXVI Bienal de Veneza. Cravo foi também quem inaugurou no Brasil a prática de exposições de esculturas ao ar livre, realizada na Bahia e em São Paulo nos anos cinqüenta. Como excelente pesquisador que sempre foi, experimentou e dominou todos os materiais de que um escultor pode dispor: barro, madeira, pedra, metais e plásticos.A escultura é um encontro de abstração com a realidade concreta, com o espaço. Mas a abstração não influencia o artista que se serve da abstração para desembaraçar da realidade concreta a realidade que ele nos vai mostrar. Sabemos que a escultura do século XX está impregnada de conhecimentos quase científicos do papel da abstração na criação artística. Abstração e emoção são os pólos essenciais na escultura do nosso século. A escultura contemporânea é um confronto consciente com o material e está profundamente penetrada pelo fator psicológico para refletir a imagem fragmentada do homem da atualidade. A diversificação dos materiais enriqueceu extraordinariamente o repertório do escultor de hoje.

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Padecimentos Completos

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
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A história da Arte no século XX nos fez pensar em termos infinitos, talvez como premonição do rumo à integração cultural que estamos vivendo. Encerrado o ciclo da Arte Moderna, a função precípua do artista consiste na percepção e no conhecimento do fenômeno artístico como processo e meio de entendimento e, sobretudo, na convicção da resistência em que deve enfrentar a tradição de todo um passado de cultura visual. O artista de hoje não pode refazer o elo perdido entre o moderno e o contemporâneo. No labirinto dos fenômenos determinados pela transformação da cultura no mundo atual, o artista deixou de ser criativo, passando a ser reflexivo um indivíduo comum, só que tocado pelo sentimento da arte, que já não é mais instrumento de domínio intelectual, é algo suscetível de despertar paixões, pró e contra, de atrair e, até mesmo, de convocar a participação popular.A importância de uma radicalização do processo elaborativo leva progressivamente o artista a uma situação até então inédita, quando, ao distanciar-se da obra, ele se torna antes condição desta. Uma situação feita diretamente nos meios técnicos, na natureza ou nos elementos comuns. A atitude artística chegou a tal ponto que deixou de ser necessário executar a obra, bastando enunciá-la. A prática é a nova semântica da arte, quando o artista assume a posição do anti-herói, do pressuposto, do que ficou do lado de fora e que não é mais responsável pela realização, pois se tornou exterior a ela e porque qualquer um pode executá-la. A ação da nossa época e as novas tecnologias transformaram os meios e os procedimentos das artes plásticas. As artes dos nossos dias tem um novo significado.No sistema da escultura, processo e idéia, estrutura inicial, síntese e pesquisa têm sido meios fundamentais da ação vigorosa entre nós de Mário Cravo Júnior, artistas de gestos amplos e de forte expressividade em todo um percurso começado na segunda metade dos anos quarenta, com grandes realizações e sucessivos êxitos ao longo do tempo. Ainda muito jovem, Cravo iniciou sua carreira de artista com sucessos incríveis, expondo individualmente numa boa galeria de Nova Iorque, com êxito de crítica e um lucro de US$ 1.670, em 1949. Logo em seguida, de regresso ao Brasil, ganhou um prêmio na I Bienal de São Paulo e participou da XXVI Bienal de Veneza. Cravo foi também quem inaugurou no Brasil a prática de exposições de esculturas ao ar livre, realizada na Bahia e em São Paulo nos anos cinqüenta. Como excelente pesquisador que sempre foi, experimentou e dominou todos os materiais de que um escultor pode dispor: barro, madeira, pedra, metais e plásticos.A escultura é um encontro de abstração com a realidade concreta, com o espaço. Mas a abstração não influencia o artista que se serve da abstração para desembaraçar da realidade concreta a realidade que ele nos vai mostrar. Sabemos que a escultura do século XX está impregnada de conhecimentos quase científicos do papel da abstração na criação artística. Abstração e emoção são os pólos essenciais na escultura do nosso século. A escultura contemporânea é um confronto consciente com o material e está profundamente penetrada pelo fator psicológico para refletir a imagem fragmentada do homem da atualidade. A diversificação dos materiais enriqueceu extraordinariamente o repertório do escultor de hoje.

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Simulacoes

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
R$ 8,04
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Escrevo rápido e prático ríspido — sentidos quase físicos linhas de fuga perfumes femininos poemas como desejos beijos bilhetes suicidas: querelas românticas de verso e vida; escrevo sempre entre um vídeo e uma música na gaveta esquecidas dívidas e dúvidas. A vontade de escrita vai viva pelo corpo como mordida de aço nervo novo da linguagem gasta do fracasso.

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Simulacoes

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
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Escrevo rápido e prático ríspido — sentidos quase físicos linhas de fuga perfumes femininos poemas como desejos beijos bilhetes suicidas: querelas românticas de verso e vida; escrevo sempre entre um vídeo e uma música na gaveta esquecidas dívidas e dúvidas. A vontade de escrita vai viva pelo corpo como mordida de aço nervo novo da linguagem gasta do fracasso.

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Sob O Cerco de Muros e Passaros

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
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O diálogo com verdades de outro tempo é um tipo privilegiado de comunicação muito próprio da arte, muito próprio da poesia. Tenho abdicado da aura de puras verdades, ferido de morte pelo desmascaramento das utopias modernas, o pensamento contemporâneo encontra a via da poesia para de novo indagar-lhe sobre caminhos possíveis. Ler, escutar a poesia lírica de Sob o cerco de muros e pássaros é colocar-se em disposição receptiva do“dulce et utile”, preconizado por Horácio, quando pensou a natureza do poético. Geradora de pensamento, esta poesia diverte com nobreza e seriedade; desvela a maturidade e a completude que propõem poeticamente modos de cura contra a dispersão e o esquecimento. Ao autor sucede o fazer porque o precede um estado inato de ser poeta. Com efeito, Renato de Oliveira Prata, ele próprio, nos revela: “Meus versos da juventude/ Nem tiveram escritura/ Ágrafos jamais enunciados/ Gastaram-se no limbo por decênios”. (“O passado investe nossos passos”). Mansamente, estoicamente – apenas circunstancialmente iniciante -, este poeta de uma vida inteira surpreende-nos mais, um pouco mais, arrebata-nos e contamina-nos com a sua tensa condição de genuíno, poeta como razão de ser. Essa vivência, aspirada pelo romântico e que foi a aporia do surrealista, participa do corpo comunicativo de sua lírica e a percebemos plenamente na recepção de sua obra: “O sonho incorpóreo convive/ Por vias inexplicáveis/Pois que é vida.” (“Pois que é vida”).Esta herança de raros, cujo jardim dispõe de estruturas de formas fixas, melodia de suaves assonâncias e encontros livres de som e cor nas escolhas de imagens é totalmente assegurada pelo rigor do faber, após decênios, dando-se hoje, por prêmio, a público.

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Sob O Cerco de Muros e Passaros

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
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O diálogo com verdades de outro tempo é um tipo privilegiado de comunicação muito próprio da arte, muito próprio da poesia. Tenho abdicado da aura de puras verdades, ferido de morte pelo desmascaramento das utopias modernas, o pensamento contemporâneo encontra a via da poesia para de novo indagar-lhe sobre caminhos possíveis. Ler, escutar a poesia lírica de Sob o cerco de muros e pássaros é colocar-se em disposição receptiva do“dulce et utile”, preconizado por Horácio, quando pensou a natureza do poético. Geradora de pensamento, esta poesia diverte com nobreza e seriedade; desvela a maturidade e a completude que propõem poeticamente modos de cura contra a dispersão e o esquecimento. Ao autor sucede o fazer porque o precede um estado inato de ser poeta. Com efeito, Renato de Oliveira Prata, ele próprio, nos revela: “Meus versos da juventude/ Nem tiveram escritura/ Ágrafos jamais enunciados/ Gastaram-se no limbo por decênios”. (“O passado investe nossos passos”). Mansamente, estoicamente – apenas circunstancialmente iniciante -, este poeta de uma vida inteira surpreende-nos mais, um pouco mais, arrebata-nos e contamina-nos com a sua tensa condição de genuíno, poeta como razão de ser. Essa vivência, aspirada pelo romântico e que foi a aporia do surrealista, participa do corpo comunicativo de sua lírica e a percebemos plenamente na recepção de sua obra: “O sonho incorpóreo convive/ Por vias inexplicáveis/Pois que é vida.” (“Pois que é vida”).Esta herança de raros, cujo jardim dispõe de estruturas de formas fixas, melodia de suaves assonâncias e encontros livres de som e cor nas escolhas de imagens é totalmente assegurada pelo rigor do faber, após decênios, dando-se hoje, por prêmio, a público.

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Sob O Cerco de Muros e Passaros

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Poesia
R$ 8,04
+frete R$ 6,82 Total: R$ 14,86
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O diálogo com verdades de outro tempo é um tipo privilegiado de comunicação muito próprio da arte, muito próprio da poesia. Tenho abdicado da aura de puras verdades, ferido de morte pelo desmascaramento das utopias modernas, o pensamento contemporâneo encontra a via da poesia para de novo indagar-lhe sobre caminhos possíveis. Ler, escutar a poesia lírica de Sob o cerco de muros e pássaros é colocar-se em disposição receptiva do“dulce et utile”, preconizado por Horácio, quando pensou a natureza do poético. Geradora de pensamento, esta poesia diverte com nobreza e seriedade; desvela a maturidade e a completude que propõem poeticamente modos de cura contra a dispersão e o esquecimento. Ao autor sucede o fazer porque o precede um estado inato de ser poeta. Com efeito, Renato de Oliveira Prata, ele próprio, nos revela: “Meus versos da juventude/ Nem tiveram escritura/ Ágrafos jamais enunciados/ Gastaram-se no limbo por decênios”. (“O passado investe nossos passos”). Mansamente, estoicamente – apenas circunstancialmente iniciante -, este poeta de uma vida inteira surpreende-nos mais, um pouco mais, arrebata-nos e contamina-nos com a sua tensa condição de genuíno, poeta como razão de ser. Essa vivência, aspirada pelo romântico e que foi a aporia do surrealista, participa do corpo comunicativo de sua lírica e a percebemos plenamente na recepção de sua obra: “O sonho incorpóreo convive/ Por vias inexplicáveis/Pois que é vida.” (“Pois que é vida”).Esta herança de raros, cujo jardim dispõe de estruturas de formas fixas, melodia de suaves assonâncias e encontros livres de som e cor nas escolhas de imagens é totalmente assegurada pelo rigor do faber, após decênios, dando-se hoje, por prêmio, a público.

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Perdas Luminosas,as

    Editora: fundacao casa de jorge amado
Tipo: Novo Estante: Crítica Literária
R$ 8,04
+frete R$ 6,82 Total: R$ 14,86
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Ao debruçar sobre a poesia de Ruy Espinheira Filho, neste ensaio, As perdas luminosas, Icyr Anderson Freitas dá uma lição de sobriedade, organização e perspicácia, conduzindo uma abordagem bem embasada, com espontaneidade e clareza. Este é um livro que atravessa uma obra poética, estabelecendo um diálogo exegético mais amplo, para revelar e discutir suas mudanças temáticas, técnicas e linguísticas.

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Tipo: Novo Estante: Crítica Literária
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Ao debruçar sobre a poesia de Ruy Espinheira Filho, neste ensaio, As perdas luminosas, Icyr Anderson Freitas dá uma lição de sobriedade, organização e perspicácia, conduzindo uma abordagem bem embasada, com espontaneidade e clareza. Este é um livro que atravessa uma obra poética, estabelecendo um diálogo exegético mais amplo, para revelar e discutir suas mudanças temáticas, técnicas e linguísticas.

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Ao debruçar sobre a poesia de Ruy Espinheira Filho, neste ensaio, As perdas luminosas, Icyr Anderson Freitas dá uma lição de sobriedade, organização e perspicácia, conduzindo uma abordagem bem embasada, com espontaneidade e clareza. Este é um livro que atravessa uma obra poética, estabelecendo um diálogo exegético mais amplo, para revelar e discutir suas mudanças temáticas, técnicas e linguísticas.

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