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A Invencao da Cultura Capa ilustrativa

Livro A Invenção da Cultura

Roy Wagner

Publicado pela primeira vez em português, 35 anos depois de sua Edição original, A Invenção da Cultura, de Roy Wagner, é provavelmente o livro mais esperado pelo meio antropológico brasileiro nos últimos anos. Um divisor de águas, radicaliza uma reflexão sobre o polêmico conceito de Cultura em antropologia - a partir da consideração dos modos de conceitualização nativos, ela reformula a própria disciplina antropológica, fazendo-a pensar sobre si mesma. Para Wagner, não se trata de entender o que outros povos produzem como "cultura" a partir de um dado universal (a natureza"), mas antes, o que é concebido como dado, e portanto como Cultura, por outras populações.    

Publicado pela primeira vez em português, 35 anos depois de sua Edição original, A Invenção da Cultura, de Roy Wagner, é p rovavelmente o livro mais esperado pelo meio antropológico brasileiro nos últimos anos. Um divisor de águas, radicaliza uma reflexão sobre o polêmico conceito de Cultura em antropologia - a partir da consideração dos modos de conceitualização nativos, ela reformula a própria disciplina antropológica, fazendo-a pensar sobre si mesma. Para Wagner, não se trata de entender o que outros povos produzem como "cultura" a partir de um dado universal (a natureza"), mas antes, o que é concebido como dado, e portanto como Cultura, por outras populações. Fechar Ler mais

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A Invenção da Cultura

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A Invenção da Cultura Capa ilustrativa

A Invenção da Cultura

Ano:   Editora: Cosac Naify

Tipo: seminovo/usado

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Descrição # acervo no bairro fazenda botafogo, zona norte do rio de janeiro, facilidade para entregas na estação de metrô acari / fazenda botafogo # --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- exemplar em bom estado de conservação; cortes amarelados pela ação do tempo; dorso firme; miolo íntegro e bem fixado; texto livre de marcações e/ou anotações; 380 páginas.

A INVENÇÃO DA CULTURA

A INVENÇÃO DA CULTURA

Ano:   Editora: Ubu Editora

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Descrição Divisor de águas na antropologia, este livro radicaliza a reflexão sobre o polêmico conceito de cultura, a partir da ideia de invenção: "Voltaire observou que se Deus não existisse teria sido necessário inventá-Lo. E eu acrescentaria [...] que se Deus existe isso torna ainda mais necessário inventá-Lo". O autor defende não só uma revisão dos modos de fazer antropologia, mas também uma reflexão sobre a ciência em geral que, assim como a cultura, estaria tanto ou mais ligada a um processo de invenções do que de descobertas. Para Wagner, o exercício de tradução é inerente ao esforço de se apreender uma nova cultura. Isto é, há sempre duas culturas em jogo: a da sociedade a ser estudada e a do próprio antropólogo. Desse modo, toda etnografia decorre de um choque cultural e elabora a visão de uma cultura em relação a outra, sendo, portanto, um processo subjetivo. O exercício de tradução de uma cultura para outra se dá como invenção, uma vez que coloca o objeto de estudo nos termos particulares da cultura do sujeito que a estuda. Além disso, o ato de se aprofundar em uma nova cultura traz consigo uma revisão de sua própria, na medida em que as diferenças tornam aparente o que sempre se percebeu como algo "natural". O texto sugere, inclusive, a noção de antropologia reversa, na qual as sociedades estudadas fariam uma leitura das sociedades ocidentais nos seus próprios termos. O autor adverte seus leitores sobre a necessidade de reinvenção da antropologia a partir dessa nova consciência. Trataria-se, assim, de mais um capítulo da história da disciplina, posterior à passagem da concepção diacrônica dos evolucionistas e difusionsitas para a sincrônica e relacional do estruturalismo. Além disso, suas ideias permitem aprofundar os diálogos entre culturas. O autor elabora uma compreensão antropológica da sociedade americana da época, fazendo, por exemplo, um paralelo entre a importância da magia para a constituição simbólica das sociedades primitivas e a do consumo para os americanos, assim como uma comparação entre as dinâmicas psicanalíticas do sujeito elaboradas por Freud e a invenção da personalidade na contemporaneidade.

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Invencao Da Cultura, A

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INVENCAO DA CULTURA, A Capa ilustrativa

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A invenção da cultura

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Descrição Livro novo. Dimensão 23 x 13 cm, 258 pág. Sinopse: Divisor de águas na antropologia, este livro radicaliza a reflexão sobre o polêmico conceito de cultura, a partir da ideia de invenção: Voltaire observou que se Deus não existisse teria sido necessário inventá-Lo. E eu acrescentaria (...) que se Deus existe isso torna ainda mais necessário inventá-Lo. O autor defende não só uma revisão dos modos de fazer antropologia, mas também uma reflexão sobre a ciência em geral que, assim como a cultura, estaria tanto ou mais ligada a um processo de invenções do que de descobertas. Para Wagner, o exercício de tradução é inerente ao esforço de se apreender uma nova cultura. Isto é, há sempre duas culturas em jogo: a da sociedade a ser estudada e a do próprio antropólogo. Desse modo, toda etnografia

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A Invenção da Cultura

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Ano:   Editora: Ubu

Tipo: novo

Idioma: Português

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Descrição Livro Novo, SKU: L99131005-UBU ISBN: 9788592886325 SINOPSE: Para Wagner, o exercício de tradução é inerente ao esforço de se apreender uma nova cultura. Isto é, há sempre duas culturas em jogo: a da sociedade a ser estudada e a do próprio antropólogo. Desse modo, toda etnografia decorre de um choque cultural e elabora a visão de uma cultura em relação a outra, sendo, portanto, um processo subjetivo. O exercício de tradução de uma cultura para outra se dá como invenção, uma vez que coloca o objeto de estudo nos termos particulares da cultura do sujeito que a estuda. Além disso, o ato de se aprofundar em uma nova cultura traz consigo uma revisão de sua própria, na medida em que as diferenças tornam aparente o que sempre se percebeu como algo natural . O texto sugere, inclusive, a noção de antropologia reversa, na qual as sociedades estudadas fariam uma leitura das sociedades ocidentais nos seus próprios termos. O autor adverte seus leitores sobre a necessidade de reinvenção da antropologia a partir dessa nova consciência. Trataria-se, assim, de mais um capítulo da história da disciplina, posterior à passagem da concepção diacrônica dos evolucionistas e difusionsitas para a sincrônica e relacional do estruturalismo. Além disso, suas ideias permitem aprofundar os diálogos entre culturas. O autor elabora uma compreensão antropológica da sociedade americana da época, fazendo, por exemplo, um paralelo entre a importância da magia para a constituição simbólica das sociedades primitivas e a do consumo para os americanos, assim como uma comparação entre as dinâmicas psicanalíticas do sujeito elaboradas por Freud e a invenção da personalidade na contemporaneidade.

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Descrição Livro Novo, SKU: L99131005-UBU ISBN: 9788592886325 SINOPSE: Para Wagner, o exercício de tradução é inerente ao esforço de se apreender uma nova cultura. Isto é, há sempre duas culturas em jogo: a da sociedade a ser estudada e a do próprio antropólogo. Desse modo, toda etnografia decorre de um choque cultural e elabora a visão de uma cultura em relação a outra, sendo, portanto, um processo subjetivo. O exercício de tradução de uma cultura para outra se dá como invenção, uma vez que coloca o objeto de estudo nos termos particulares da cultura do sujeito que a estuda. Além disso, o ato de se aprofundar em uma nova cultura traz consigo uma revisão de sua própria, na medida em que as diferenças tornam aparente o que sempre se percebeu como algo natural . O texto sugere, inclusive, a noção de antropologia reversa, na qual as sociedades estudadas fariam uma leitura das sociedades ocidentais nos seus próprios termos. O autor adverte seus leitores sobre a necessidade de reinvenção da antropologia a partir dessa nova consciência. Trataria-se, assim, de mais um capítulo da história da disciplina, posterior à passagem da concepção diacrônica dos evolucionistas e difusionsitas para a sincrônica e relacional do estruturalismo. Além disso, suas ideias permitem aprofundar os diálogos entre culturas. O autor elabora uma compreensão antropológica da sociedade americana da época, fazendo, por exemplo, um paralelo entre a importância da magia para a constituição simbólica das sociedades primitivas e a do consumo para os americanos, assim como uma comparação entre as dinâmicas psicanalíticas do sujeito elaboradas por Freud e a invenção da personalidade na contemporaneidade.

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