A Compra Garantida Estante Virtual é uma garantia de que você receberá a encomenda ou o reembolso do valor da sua compra. Saiba mais aqui.

  • 1.350 sebos e livreiros
  • Qualificações positivas dos livreiros
  • Maior acervo do mundo em língua portuguesa
filtros
A Sociedade do Espetaculo Capa ilustrativa

A Sociedade do Espetáculo

Guy Debord

Mais importante obra teórica produzida no contexto que precedeu os acontecimentos de Maio de 1968, A sociedade do espetáculo é um livro genial e único, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo. Para Antonio Negri, é um dos dez livros mais importantes do século. Para Jean–Jacques Pauvert, “não antecipou 1968, como normalmente se diz; antecipou o século XXI”. Está certo: nunca a tirania das imagens e a submissão alienante ao império da mídia, denunciadas por Debord, foram tão fortes como agora. Nunca os profissionais do espetáculo tiveram tanto poder: invadiram todas as fronteiras e conquistaram todos os domínios — da arte à economia, da vida cotidiana à política —, passando a organizar de forma consciente e sistemática o império da passividade. O livro é, sem dúvida, a mais aguda crítica à sociedade que se organiza em torno dessa falsificação da vida comum. A edição brasileira inclui dois trabalhos posteriores — um de 1979, outro de 1988 — em que Debord comenta sua própria obra Fechar Ler mais

Mais importante obra teórica produzida no contexto que precedeu os acontecimentos de Maio de 1968, A sociedade do espetácu lo é um livro genial e único, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo. Para Antonio Negri, é um dos dez livros mais importantes do século. Para Jean–Jacques Pauvert, “não antecipou 1968, como normalmente se diz; antecipou o século XXI”. Está certo: nunca a tirania das imagens e a submissão alienante ao império da mídia, denunciadas por Debord, foram tão fortes como agora. Nunca os profissionais do espetáculo tiveram tanto poder: invadiram todas as fronteiras e conquistaram todos os domínios — da arte à economia, da vida cotidiana à política —, passando a organizar de forma consciente e sistemática o império da passividade. O livro é, sem dúvida, a mais aguda crítica à sociedade que se organiza em torno dessa falsificação da vida comum. A edição brasileira inclui dois trabalhos posteriores — um de 1979, outro de 1988 — em que Debord comenta sua própria obra Fechar Ler mais

Estatísticas de venda deste livro

Último vendido Nos últimos 3 meses
Vendidos
Preço médio R$ " + data.stats.mean + "
Menor preço R$ " + data.stats.min + "
Maior preço R$ " + data.stats.max + "

Esta informação aparece apenas para usuários logados como livreiros.

A Sociedade do Espetaculo

Capa ilustrativa

36 livros novos e 3 livros usados em 11 vendedores

Exibindo todas as publicações encontradas. Filtre pelas mais recentesRemover filtro
A Sociedade do Espetaculo Capa ilustrativa

A Sociedade do Espetaculo

Ano:   Editora: Contraponto Editora

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Cultura Livraria Cultura SP - São Paulo
99% Positivas
904 qualificações
R$ 33,47 + frete R$ 8,53

Total: R$ 42,00

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como 'doutor em nada' e pensador radical. Ligou-se nos anos 50 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. A primeira edição brasileira de 'A sociedade do espetáculo' - um livro lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo - sai neste volume acompanhada de dois trabalhos posteriores - um de 1979, outro de 1988 -, em que Debord comenta a própria obra.

A Sociedade do Espetaculo Capa ilustrativa

A Sociedade do Espetaculo

Ano:   Editora: Contraponto Editora

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Cultura Livraria Cultura SP - São Paulo
99% Positivas
904 qualificações
R$ 33,47 + frete R$ 8,53

Total: R$ 42,00

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como 'doutor em nada' e pensador radical. Ligou-se nos anos 50 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. A primeira edição brasileira de 'A sociedade do espetáculo' - um livro lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo - sai neste volume acompanhada de dois trabalhos posteriores - um de 1979, outro de 1988 -, em que Debord comenta a própria obra.

A Sociedade do Espetaculo Capa ilustrativa

A Sociedade do Espetaculo

Ano:   Editora: Contraponto Editora

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Cultura Livraria Cultura SP - São Paulo
99% Positivas
904 qualificações
R$ 33,47 + frete R$ 8,53

Total: R$ 42,00

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como 'doutor em nada' e pensador radical. Ligou-se nos anos 50 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. A primeira edição brasileira de 'A sociedade do espetáculo' - um livro lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo - sai neste volume acompanhada de dois trabalhos posteriores - um de 1979, outro de 1988 -, em que Debord comenta a própria obra.

A Sociedade do Espetaculo Capa ilustrativa

A Sociedade do Espetaculo

Ano:   Editora: Contraponto Editora

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Cultura Livraria Cultura SP - São Paulo
99% Positivas
904 qualificações
R$ 33,47 + frete R$ 8,53

Total: R$ 42,00

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como 'doutor em nada' e pensador radical. Ligou-se nos anos 50 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. A primeira edição brasileira de 'A sociedade do espetáculo' - um livro lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo - sai neste volume acompanhada de dois trabalhos posteriores - um de 1979, outro de 1988 -, em que Debord comenta a própria obra.

A Sociedade do Espetáculo Capa ilustrativa

A Sociedade do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Sebo Lima Barreto Sebo Lima Barreto RJ - Rio de Janeiro
99% Positivas
832 qualificações
R$ 37,99 + frete R$ 8,53

Total: R$ 46,52

Comprar ler descrição ocultar

Descrição 07/06/2019 Livro em bom estado de conservação. Envelhecido pelo tempo. Levemente amassado pelo uso. Possui dedicatória/assinatura feita pelo antigo dono. iparj

A sociedade do espetáculo Capa ilustrativa

A sociedade do espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Sebo Simples Sebo Simples SP - São Paulo
99% Positivas
122 qualificações
R$ 38,00 + frete R$ 9,10

Total: R$ 47,10

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo, direto da editora

A Sociedade do Espetáculo Capa ilustrativa

A Sociedade do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

A Livraria A Livraria SP - São Paulo
99% Positivas
2112 qualificações
R$ 37,50 + frete R$ 10,16

Total: R$ 47,66

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. Dimensão 14 x 21 cm, 240 pág. Sinopse: A notícia da morte de Guy Debord, em 30 de novembro de 1994, foi para a primeira página de quase toda a imprensa francesa, que o tratou como um dos mais importantes pensadores do século. Dias depois, a televisão exibiu Guy Debord, son art et son temps. Em seguida, o filme-documentário A sociedade do espetáculo também foi levado ao ar, pela primeira vez. Nada a estranhar, a não ser pelo fato de que o trabalho de Debord, em vida, fora sistematicamente ignorado por essa mesma mídia que ensaiou resgatá-lo depois de sua morte. Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como doutor em nada e pensador radical. Ligou-se na década de 1950 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. Em julho de 1957, com artista

A Sociedade do Espetáculo Capa ilustrativa

A Sociedade do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

A Livraria A Livraria SP - São Paulo
99% Positivas
2112 qualificações
R$ 37,50 + frete R$ 10,16

Total: R$ 47,66

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. Dimensão 14 x 21 cm, 240 pág. Sinopse: A notícia da morte de Guy Debord, em 30 de novembro de 1994, foi para a primeira página de quase toda a imprensa francesa, que o tratou como um dos mais importantes pensadores do século. Dias depois, a televisão exibiu Guy Debord, son art et son temps. Em seguida, o filme-documentário A sociedade do espetáculo também foi levado ao ar, pela primeira vez. Nada a estranhar, a não ser pelo fato de que o trabalho de Debord, em vida, fora sistematicamente ignorado por essa mesma mídia que ensaiou resgatá-lo depois de sua morte. Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como doutor em nada e pensador radical. Ligou-se na década de 1950 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. Em julho de 1957, com artista

A sociedade do espetáculo - comentários sobre a sociedade do espetáculo Capa ilustrativa

A sociedade do espetáculo - comentários sobre a sociedade do espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
100% Positivas
233 qualificações
R$ 40,00 + frete R$ 9,10

Total: R$ 49,10

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. L5 240 páginas 14x21cm Sinopse: A notícia da morte de Guy Debord, em 30 de novembro de 1994, foi para a primeira página de quase toda a imprensa francesa, que o tratou como um dos mais importantes pensadores do século. Dias depois, a televisão exibiu Guy Debord, son art et son temps. Em seguida, o filme-documentário A sociedade do espetáculo também foi levado ao ar, pela primeira vez. Nada a estranhar, a não ser pelo fato de que o trabalho de Debord, em vida, fora sistematicamente ignorado por essa mesma mídia que ensaiou resgatá-lo depois de sua morte. Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como doutor em nada e pensador radical. Ligou-se na década de 1950 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. Em julho de 1957, com artistas e escritores de diferentes países, fundou na Itália a Internacional Situacionista, cuja revista, editada por mais de dez anos, inaugurou o discurso libertário que ganharia o mundo a partir dos acontecimentos de Maio de 1968. Um ano antes da eclosão do movimento, Debord publicou a mais importante obra teórica dos situacionistas, A sociedade do espetáculo, um livro espantosamente lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo. Quanto mais o tempo passa, mais atual se torna este texto, pois, como disse Jean-Jacques Pauvert, ele não antecipou 1968, antecipou o século XXI. A primeira edição brasileira de A sociedade do espetáculo, neste volume, sai acompanhada de dois trabalhos posteriores um de 1979, outro de 1988 em que Debord comenta a própria obra. Posso me gabar de ser um raro exemplo contemporâneo de alguém que escreveu sem ser imediatamente desmentido pelos acontecimentos, ele diz: Não estou me referindo a ser desmentido cem ou mil vezes, como os outros, mas a nem uma única vez. Não duvido que a confirmação encontrada por todas as minhas teses continue até o fim do século, e além dele. Por um simples motivo: compreendi os fatores constitutivos do espetáculo (...) considerando o conjunto do movimento histórico que pôde edificar esta ordem e que agora começa a dissolvê-la. Nesta escala, os anos passados [desde a primeira edição do livro] foram apenas um momento da sequência necessária daquilo que eu havia escrito: o espetáculo aproximou-se ainda mais do seu conceito... Debord estava certo: nunca a tirania das imagens e a submissão alienante ao império da mídia foram tão fortes como agora. Nunca os profissionais do espetáculo tiveram tanto poder: invadiram todas as fronteiras e conquistaram todos os domínios da arte à economia, da vida cotidiana à política, passando a organizar de forma consciente e sistemática o império da passividade moderna. O que o leitor tem em mãos é a mais aguda crítica à sociedade que se organiza em torno dessa falsificação geral da vida comum. - César Benjamin

A sociedade do espetáculo - comentários sobre a sociedade do espetáculo Capa ilustrativa

A sociedade do espetáculo - comentários sobre a sociedade do espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
100% Positivas
233 qualificações
R$ 40,00 + frete R$ 9,10

Total: R$ 49,10

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. L5 240 páginas 14x21cm Sinopse: A notícia da morte de Guy Debord, em 30 de novembro de 1994, foi para a primeira página de quase toda a imprensa francesa, que o tratou como um dos mais importantes pensadores do século. Dias depois, a televisão exibiu Guy Debord, son art et son temps. Em seguida, o filme-documentário A sociedade do espetáculo também foi levado ao ar, pela primeira vez. Nada a estranhar, a não ser pelo fato de que o trabalho de Debord, em vida, fora sistematicamente ignorado por essa mesma mídia que ensaiou resgatá-lo depois de sua morte. Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como doutor em nada e pensador radical. Ligou-se na década de 1950 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. Em julho de 1957, com artistas e escritores de diferentes países, fundou na Itália a Internacional Situacionista, cuja revista, editada por mais de dez anos, inaugurou o discurso libertário que ganharia o mundo a partir dos acontecimentos de Maio de 1968. Um ano antes da eclosão do movimento, Debord publicou a mais importante obra teórica dos situacionistas, A sociedade do espetáculo, um livro espantosamente lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo. Quanto mais o tempo passa, mais atual se torna este texto, pois, como disse Jean-Jacques Pauvert, ele não antecipou 1968, antecipou o século XXI. A primeira edição brasileira de A sociedade do espetáculo, neste volume, sai acompanhada de dois trabalhos posteriores um de 1979, outro de 1988 em que Debord comenta a própria obra. Posso me gabar de ser um raro exemplo contemporâneo de alguém que escreveu sem ser imediatamente desmentido pelos acontecimentos, ele diz: Não estou me referindo a ser desmentido cem ou mil vezes, como os outros, mas a nem uma única vez. Não duvido que a confirmação encontrada por todas as minhas teses continue até o fim do século, e além dele. Por um simples motivo: compreendi os fatores constitutivos do espetáculo (...) considerando o conjunto do movimento histórico que pôde edificar esta ordem e que agora começa a dissolvê-la. Nesta escala, os anos passados [desde a primeira edição do livro] foram apenas um momento da sequência necessária daquilo que eu havia escrito: o espetáculo aproximou-se ainda mais do seu conceito... Debord estava certo: nunca a tirania das imagens e a submissão alienante ao império da mídia foram tão fortes como agora. Nunca os profissionais do espetáculo tiveram tanto poder: invadiram todas as fronteiras e conquistaram todos os domínios da arte à economia, da vida cotidiana à política, passando a organizar de forma consciente e sistemática o império da passividade moderna. O que o leitor tem em mãos é a mais aguda crítica à sociedade que se organiza em torno dessa falsificação geral da vida comum. - César Benjamin

A sociedade do espetáculo - comentários sobre a sociedade do espetáculo Capa ilustrativa

A sociedade do espetáculo - comentários sobre a sociedade do espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
100% Positivas
233 qualificações
R$ 40,00 + frete R$ 9,10

Total: R$ 49,10

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. L5 240 páginas 14x21cm Sinopse: A notícia da morte de Guy Debord, em 30 de novembro de 1994, foi para a primeira página de quase toda a imprensa francesa, que o tratou como um dos mais importantes pensadores do século. Dias depois, a televisão exibiu Guy Debord, son art et son temps. Em seguida, o filme-documentário A sociedade do espetáculo também foi levado ao ar, pela primeira vez. Nada a estranhar, a não ser pelo fato de que o trabalho de Debord, em vida, fora sistematicamente ignorado por essa mesma mídia que ensaiou resgatá-lo depois de sua morte. Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como doutor em nada e pensador radical. Ligou-se na década de 1950 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. Em julho de 1957, com artistas e escritores de diferentes países, fundou na Itália a Internacional Situacionista, cuja revista, editada por mais de dez anos, inaugurou o discurso libertário que ganharia o mundo a partir dos acontecimentos de Maio de 1968. Um ano antes da eclosão do movimento, Debord publicou a mais importante obra teórica dos situacionistas, A sociedade do espetáculo, um livro espantosamente lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo. Quanto mais o tempo passa, mais atual se torna este texto, pois, como disse Jean-Jacques Pauvert, ele não antecipou 1968, antecipou o século XXI. A primeira edição brasileira de A sociedade do espetáculo, neste volume, sai acompanhada de dois trabalhos posteriores um de 1979, outro de 1988 em que Debord comenta a própria obra. Posso me gabar de ser um raro exemplo contemporâneo de alguém que escreveu sem ser imediatamente desmentido pelos acontecimentos, ele diz: Não estou me referindo a ser desmentido cem ou mil vezes, como os outros, mas a nem uma única vez. Não duvido que a confirmação encontrada por todas as minhas teses continue até o fim do século, e além dele. Por um simples motivo: compreendi os fatores constitutivos do espetáculo (...) considerando o conjunto do movimento histórico que pôde edificar esta ordem e que agora começa a dissolvê-la. Nesta escala, os anos passados [desde a primeira edição do livro] foram apenas um momento da sequência necessária daquilo que eu havia escrito: o espetáculo aproximou-se ainda mais do seu conceito... Debord estava certo: nunca a tirania das imagens e a submissão alienante ao império da mídia foram tão fortes como agora. Nunca os profissionais do espetáculo tiveram tanto poder: invadiram todas as fronteiras e conquistaram todos os domínios da arte à economia, da vida cotidiana à política, passando a organizar de forma consciente e sistemática o império da passividade moderna. O que o leitor tem em mãos é a mais aguda crítica à sociedade que se organiza em torno dessa falsificação geral da vida comum. - César Benjamin

A sociedade do espetáculo - comentários sobre a sociedade do espetáculo Capa ilustrativa

A sociedade do espetáculo - comentários sobre a sociedade do espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
100% Positivas
233 qualificações
R$ 40,00 + frete R$ 9,10

Total: R$ 49,10

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. L5 240 páginas 14x21cm Sinopse: A notícia da morte de Guy Debord, em 30 de novembro de 1994, foi para a primeira página de quase toda a imprensa francesa, que o tratou como um dos mais importantes pensadores do século. Dias depois, a televisão exibiu Guy Debord, son art et son temps. Em seguida, o filme-documentário A sociedade do espetáculo também foi levado ao ar, pela primeira vez. Nada a estranhar, a não ser pelo fato de que o trabalho de Debord, em vida, fora sistematicamente ignorado por essa mesma mídia que ensaiou resgatá-lo depois de sua morte. Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como doutor em nada e pensador radical. Ligou-se na década de 1950 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. Em julho de 1957, com artistas e escritores de diferentes países, fundou na Itália a Internacional Situacionista, cuja revista, editada por mais de dez anos, inaugurou o discurso libertário que ganharia o mundo a partir dos acontecimentos de Maio de 1968. Um ano antes da eclosão do movimento, Debord publicou a mais importante obra teórica dos situacionistas, A sociedade do espetáculo, um livro espantosamente lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo. Quanto mais o tempo passa, mais atual se torna este texto, pois, como disse Jean-Jacques Pauvert, ele não antecipou 1968, antecipou o século XXI. A primeira edição brasileira de A sociedade do espetáculo, neste volume, sai acompanhada de dois trabalhos posteriores um de 1979, outro de 1988 em que Debord comenta a própria obra. Posso me gabar de ser um raro exemplo contemporâneo de alguém que escreveu sem ser imediatamente desmentido pelos acontecimentos, ele diz: Não estou me referindo a ser desmentido cem ou mil vezes, como os outros, mas a nem uma única vez. Não duvido que a confirmação encontrada por todas as minhas teses continue até o fim do século, e além dele. Por um simples motivo: compreendi os fatores constitutivos do espetáculo (...) considerando o conjunto do movimento histórico que pôde edificar esta ordem e que agora começa a dissolvê-la. Nesta escala, os anos passados [desde a primeira edição do livro] foram apenas um momento da sequência necessária daquilo que eu havia escrito: o espetáculo aproximou-se ainda mais do seu conceito... Debord estava certo: nunca a tirania das imagens e a submissão alienante ao império da mídia foram tão fortes como agora. Nunca os profissionais do espetáculo tiveram tanto poder: invadiram todas as fronteiras e conquistaram todos os domínios da arte à economia, da vida cotidiana à política, passando a organizar de forma consciente e sistemática o império da passividade moderna. O que o leitor tem em mãos é a mais aguda crítica à sociedade que se organiza em torno dessa falsificação geral da vida comum. - César Benjamin

A sociedade do espetáculo - comentários sobre a sociedade do espetáculo Capa ilustrativa

A sociedade do espetáculo - comentários sobre a sociedade do espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
100% Positivas
233 qualificações
R$ 40,00 + frete R$ 9,10

Total: R$ 49,10

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. L5 240 páginas 14x21cm Sinopse: A notícia da morte de Guy Debord, em 30 de novembro de 1994, foi para a primeira página de quase toda a imprensa francesa, que o tratou como um dos mais importantes pensadores do século. Dias depois, a televisão exibiu Guy Debord, son art et son temps. Em seguida, o filme-documentário A sociedade do espetáculo também foi levado ao ar, pela primeira vez. Nada a estranhar, a não ser pelo fato de que o trabalho de Debord, em vida, fora sistematicamente ignorado por essa mesma mídia que ensaiou resgatá-lo depois de sua morte. Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como doutor em nada e pensador radical. Ligou-se na década de 1950 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. Em julho de 1957, com artistas e escritores de diferentes países, fundou na Itália a Internacional Situacionista, cuja revista, editada por mais de dez anos, inaugurou o discurso libertário que ganharia o mundo a partir dos acontecimentos de Maio de 1968. Um ano antes da eclosão do movimento, Debord publicou a mais importante obra teórica dos situacionistas, A sociedade do espetáculo, um livro espantosamente lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo. Quanto mais o tempo passa, mais atual se torna este texto, pois, como disse Jean-Jacques Pauvert, ele não antecipou 1968, antecipou o século XXI. A primeira edição brasileira de A sociedade do espetáculo, neste volume, sai acompanhada de dois trabalhos posteriores um de 1979, outro de 1988 em que Debord comenta a própria obra. Posso me gabar de ser um raro exemplo contemporâneo de alguém que escreveu sem ser imediatamente desmentido pelos acontecimentos, ele diz: Não estou me referindo a ser desmentido cem ou mil vezes, como os outros, mas a nem uma única vez. Não duvido que a confirmação encontrada por todas as minhas teses continue até o fim do século, e além dele. Por um simples motivo: compreendi os fatores constitutivos do espetáculo (...) considerando o conjunto do movimento histórico que pôde edificar esta ordem e que agora começa a dissolvê-la. Nesta escala, os anos passados [desde a primeira edição do livro] foram apenas um momento da sequência necessária daquilo que eu havia escrito: o espetáculo aproximou-se ainda mais do seu conceito... Debord estava certo: nunca a tirania das imagens e a submissão alienante ao império da mídia foram tão fortes como agora. Nunca os profissionais do espetáculo tiveram tanto poder: invadiram todas as fronteiras e conquistaram todos os domínios da arte à economia, da vida cotidiana à política, passando a organizar de forma consciente e sistemática o império da passividade moderna. O que o leitor tem em mãos é a mais aguda crítica à sociedade que se organiza em torno dessa falsificação geral da vida comum. - César Benjamin

A Sociedade do Espetáculo

A Sociedade do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Fonte Nova Livros Fonte Nova Livros MG - Belo Horizonte
99% Positivas
72 qualificações
R$ 40,90 + frete R$ 8,53

Total: R$ 49,43

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como doutor em nada e pensador radical. Ligou-se nos anos 50 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. A primeira edição brasileira de A sociedade do espetáculo - um livro lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo - sai neste volume acompanhada de dois trabalhos posteriores - um de 1979, outro de 1988 -, em que Debord comenta a própria obra.

A Sociedade do Espetáculo

A Sociedade do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Fonte Nova Livros Fonte Nova Livros MG - Belo Horizonte
99% Positivas
72 qualificações
R$ 40,90 + frete R$ 8,53

Total: R$ 49,43

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como doutor em nada e pensador radical. Ligou-se nos anos 50 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. A primeira edição brasileira de A sociedade do espetáculo - um livro lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo - sai neste volume acompanhada de dois trabalhos posteriores - um de 1979, outro de 1988 -, em que Debord comenta a própria obra.

A Sociedade do Espetáculo

A Sociedade do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Fonte Nova Livros Fonte Nova Livros MG - Belo Horizonte
99% Positivas
72 qualificações
R$ 40,90 + frete R$ 8,53

Total: R$ 49,43

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como doutor em nada e pensador radical. Ligou-se nos anos 50 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. A primeira edição brasileira de A sociedade do espetáculo - um livro lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo - sai neste volume acompanhada de dois trabalhos posteriores - um de 1979, outro de 1988 -, em que Debord comenta a própria obra.

A Sociedade do Espetáculo

A Sociedade do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Fonte Nova Livros Fonte Nova Livros MG - Belo Horizonte
99% Positivas
72 qualificações
R$ 40,90 + frete R$ 8,53

Total: R$ 49,43

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como doutor em nada e pensador radical. Ligou-se nos anos 50 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. A primeira edição brasileira de A sociedade do espetáculo - um livro lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo - sai neste volume acompanhada de dois trabalhos posteriores - um de 1979, outro de 1988 -, em que Debord comenta a própria obra.

A Sociedade do Espetáculo

A Sociedade do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Fonte Nova Livros Fonte Nova Livros MG - Belo Horizonte
99% Positivas
72 qualificações
R$ 40,90 + frete R$ 8,53

Total: R$ 49,43

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como doutor em nada e pensador radical. Ligou-se nos anos 50 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. A primeira edição brasileira de A sociedade do espetáculo - um livro lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo - sai neste volume acompanhada de dois trabalhos posteriores - um de 1979, outro de 1988 -, em que Debord comenta a própria obra.

A Sociedade do Espetáculo

A Sociedade do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Fonte Nova Livros Fonte Nova Livros MG - Belo Horizonte
99% Positivas
72 qualificações
R$ 40,90 + frete R$ 8,53

Total: R$ 49,43

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como doutor em nada e pensador radical. Ligou-se nos anos 50 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. A primeira edição brasileira de A sociedade do espetáculo - um livro lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo - sai neste volume acompanhada de dois trabalhos posteriores - um de 1979, outro de 1988 -, em que Debord comenta a própria obra.

A Sociedade Do Espetáculo

A Sociedade Do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
100% Positivas
126 qualificações
R$ 45,00 + frete R$ 6,05

Total: R$ 51,05

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como ´doutor em nada´ e pensador radical. Ligou-se nos anos 50 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. A primeira edição brasileira de ´A sociedade do espetáculo´ - um livro lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo - sai neste volume acompanhada de dois trabalhos posteriores - um de 1979, outro de 1988 -, em que Debord comenta a própria obra.

A Sociedade Do Espetáculo

A Sociedade Do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
100% Positivas
126 qualificações
R$ 45,00 + frete R$ 6,05

Total: R$ 51,05

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como ´doutor em nada´ e pensador radical. Ligou-se nos anos 50 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. A primeira edição brasileira de ´A sociedade do espetáculo´ - um livro lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo - sai neste volume acompanhada de dois trabalhos posteriores - um de 1979, outro de 1988 -, em que Debord comenta a própria obra.

A Sociedade Do Espetáculo

A Sociedade Do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
100% Positivas
126 qualificações
R$ 45,00 + frete R$ 6,05

Total: R$ 51,05

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como ´doutor em nada´ e pensador radical. Ligou-se nos anos 50 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. A primeira edição brasileira de ´A sociedade do espetáculo´ - um livro lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo - sai neste volume acompanhada de dois trabalhos posteriores - um de 1979, outro de 1988 -, em que Debord comenta a própria obra.

A Sociedade Do Espetáculo

A Sociedade Do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
100% Positivas
126 qualificações
R$ 45,00 + frete R$ 6,05

Total: R$ 51,05

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como ´doutor em nada´ e pensador radical. Ligou-se nos anos 50 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. A primeira edição brasileira de ´A sociedade do espetáculo´ - um livro lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo - sai neste volume acompanhada de dois trabalhos posteriores - um de 1979, outro de 1988 -, em que Debord comenta a própria obra.

A Sociedade Do Espetáculo

A Sociedade Do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
100% Positivas
126 qualificações
R$ 45,00 + frete R$ 6,05

Total: R$ 51,05

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Filósofo, agitador social, diretor de cinema, Guy Debord se definia como ´doutor em nada´ e pensador radical. Ligou-se nos anos 50 à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo. A primeira edição brasileira de ´A sociedade do espetáculo´ - um livro lúcido e demolidor, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo - sai neste volume acompanhada de dois trabalhos posteriores - um de 1979, outro de 1988 -, em que Debord comenta a própria obra.

A Sociedade do Espetáculo Capa ilustrativa

A Sociedade do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Livraria Humanidades Livraria Humanidades MG - Belo Horizonte
99% Positivas
82 qualificações
R$ 44,90 + frete R$ 10,53

Total: R$ 55,43

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Usado em ótimo estado, sem anotações ou grifos, volume firme, capas Ok, apenas naturalmente um pouco amarelecido,

A Sociedade do Espetáculo. Comentários Sobre a Sociedade do Espetáculo

A Sociedade do Espetáculo. Comentários Sobre a Sociedade do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Miguilim Livros Miguilim Livros SP - Diadema
100% Positivas
176 qualificações
R$ 49,80 + frete R$ 8,53

Total: R$ 58,33

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. 240 pp.

A Sociedade do Espetáculo. Comentários Sobre a Sociedade do Espetáculo

A Sociedade do Espetáculo. Comentários Sobre a Sociedade do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Miguilim Livros Miguilim Livros SP - Diadema
100% Positivas
176 qualificações
R$ 49,80 + frete R$ 8,53

Total: R$ 58,33

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. 240 pp.

A Sociedade do Espetáculo. Comentários Sobre a Sociedade do Espetáculo

A Sociedade do Espetáculo. Comentários Sobre a Sociedade do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Miguilim Livros Miguilim Livros SP - Diadema
100% Positivas
176 qualificações
R$ 49,80 + frete R$ 8,53

Total: R$ 58,33

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. 240 pp.

A Sociedade do Espetáculo. Comentários Sobre a Sociedade do Espetáculo

A Sociedade do Espetáculo. Comentários Sobre a Sociedade do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Miguilim Livros Miguilim Livros SP - Diadema
100% Positivas
176 qualificações
R$ 49,80 + frete R$ 8,53

Total: R$ 58,33

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. 240 pp.

A Sociedade do Espetáculo

A Sociedade do Espetáculo

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

ClepsidraFORTUNATO ClepsidraFORTUNATO SP - São Paulo
99% Positivas
189 qualificações
R$ 49,90 + frete R$ 9,10

Total: R$ 59,00

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo, lacrado! Sinopse: Mais importante obra teórica produzida no contexto que precedeu os acontecimentos de Maio de 1968, A sociedade do espetáculo é um livro genial e único, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo. Para Antonio Negri, é um dos dez livros mais importantes do século. Para Jean–Jacques Pauvert, “não antecipou 1968, como normalmente se diz; antecipou o século XXI”. Está certo: nunca a tirania das imagens e a submissão alienante ao império da mídia, denunciadas por Debord, foram tão fortes como agora.

Avaliações do livro

Ainda não há avaliações para este título, seja o primeiro a avaliar.

Avalie o livro