A Compra Garantida Estante Virtual é uma garantia de que você receberá a encomenda ou o reembolso do valor da sua compra. Saiba mais aqui.

  • 1.350 sebos e livreiros
  • Qualificações positivas dos livreiros
  • Maior acervo do mundo em língua portuguesa
filtros
Altissima Pobreza Capa ilustrativa

Altíssima Pobreza

Giorgio Agamben

Em Altíssima pobreza, Giorgio Agamben aprofunda as reflexões sobre o universo sacerdotal iniciadas em obras anteriores da série Homo sacer e se lança em uma pesquisa sobre as regras monásticas, ou seja, a obediência a um conjunto de comportamentos, princípios, hierarquias e hábitos, práticas repetidas todos os dias para marcar o tempo da comunidade. O filósofo italiano propõe uma rigorosa genealogia das formas monásticas, originárias da Idade Média, relacionando-as às liturgias, à vida comum, às instituições de poder, para construir um duplo caminho: em um profundo mergulho na histórica do pensamento religioso, o autor nos remete diretamente aos dilemas do contemporâneo. Nesse estudo fascinante, o autor reconstrói em detalhes a vida dos monges, de Pacômio a São Francisco, para abordar duas dimensões da vida, geralmente apresentadas como contrapostas: o ser e o parecer. O objetivo principal ao analisar o caso exemplar do monasticismo é a tentativa de construir uma forma-de-vida, "ou seja, uma vida que se vincule tão estreitamente a sua forma a ponto de ser inseparável dela", afirma nas primeiras linhas do prefácio. É nessa perspectiva que a investigação se confronta sobretudo com o problema da relação entre regra e vida, que define o dispositivo pelo qual os monges tentaram realizar seu ideal de uma forma de vida comum, na qual tanto "regra" quanto "vida" perdem seu significado ordinário para apontar na direção de uma terceira via. Para compreender a forma de vida monástica, o experimento crucial da investigação é a análise dos movimentos espirituais dos séculos XII e XIII, que culminaram no franciscanismo, ao qual Agamben dedica grande parte do livro. A aspiração originária dos franciscanos era reivindicar uma vida e não uma regra, uma forma vitae e não um sistema mais ou menos coerente de ideias e doutrinas - ou, mais precisamente, propor uma pura e simples identificação do texto sagrado com a vida, como se mais do que ler e interpretar o Evangelho, quisessem apenas vivê-lo. Fechar Ler mais

Em Altíssima pobreza, Giorgio Agamben aprofunda as reflexões sobre o universo sacerdotal iniciadas em obras anteriores da série Homo sacer e se lança em uma pesquisa sobre as regras monásticas, ou seja, a obediência a um conjunto de comportamentos, princípios, hierarquias e hábitos, práticas repetidas todos os dias para marcar o tempo da comunidade. O filósofo italiano propõe uma rigorosa genealogia das formas monásticas, originárias da Idade Média, relacionando-as às liturgias, à vida comum, às instituições de poder, para construir um duplo caminho: em um profundo mergulho na histórica do pensamento religioso, o autor nos remete diretamente aos dilemas do contemporâneo. Nesse estudo fascinante, o autor reconstrói em detalhes a vida dos monges, de Pacômio a São Francisco, para abordar duas dimensões da vida, geralmente apresentadas como contrapostas: o ser e o parecer. O objetivo principal ao analisar o caso exemplar do monasticismo é a tentativa de construir uma forma-de-vida, "ou seja, uma vida que se vincule tão estreitamente a sua forma a ponto de ser inseparável dela", afirma nas primeiras linhas do prefácio. É nessa perspectiva que a investigação se confronta sobretudo com o problema da relação entre regra e vida, que define o dispositivo pelo qual os monges tentaram realizar seu ideal de uma forma de vida comum, na qual tanto "regra" quanto "vida" perdem seu significado ordinário para apontar na direção de uma terceira via. Para compreender a forma de vida monástica, o experimento crucial da investigação é a análise dos movimentos espirituais dos séculos XII e XIII, que culminaram no franciscanismo, ao qual Agamben dedica grande parte do livro. A aspiração originária dos franciscanos era reivindicar uma vida e não uma regra, uma forma vitae e não um sistema mais ou menos coerente de ideias e doutrinas - ou, mais precisamente, propor uma pura e simples identificação do texto sagrado com a vida, como se mais do que ler e interpretar o Evangelho, quisessem apenas vivê-lo. Fechar Ler mais

50 livros novos e 3 livros usados em 24 vendedores

Exibindo todas as publicações encontradas. Filtre pelas mais recentesRemover filtro
Altíssima Pobreza Capa ilustrativa

Altíssima Pobreza

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Miguilim Livros Miguilim Livros SP - Diadema
100% Positivas
148 qualificações
R$ 36,80 + frete R$ 7,35

Total: R$ 44,15

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. 160pp.

Altíssima pobreza

Altíssima pobreza

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
100% Positivas
139 qualificações
R$ 37,80 + frete R$ 6,35

Total: R$ 44,15

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Tradução de Selvino J. Assmann
Texto de orelha de Edson Teles

Em Altíssima pobreza, Giorgio Agamben aprofunda as reflexões sobre o universo sacerdotal iniciadas em obras anteriores da série Homo sacer e se lança em uma pesquisa sobre as regras monásticas, ou seja, a obediência a um conjunto de comportamentos, princípios, hierarquias e hábitos, práticas repetidas todos os dias para marcar o tempo da comunidade. O filósofo italiano propõe uma rigorosa genealogia das formas monásticas, originárias da Idade Média, relacionando-as às liturgias, à vida comum, às instituições de poder, para construir um duplo caminho: em um profundo mergulho na histórica do pensamento religioso, o autor nos remete diretamente aos dilemas do contemporâneo.

Nesse estudo fascinante, o autor reconstrói em detalhes a vida dos monges, de Pacômio a São Francisco, para abordar duas dimensões da vida, geralmente apresentadas como contrapostas: o ser e o parecer. O objetivo principal ao analisar o caso exemplar do monasticismo é a tentativa de construir uma forma-de-vida, “ou seja, uma vida que se vincule tão estreitamente a sua forma a ponto de ser inseparável dela”, afirma nas primeiras linhas do prefácio. É nessa perspectiva que a investigação se confronta sobretudo com o problema da relação entre regra e vida, que define o dispositivo pelo qual os monges tentaram realizar seu ideal de uma forma de vida comum, na qual tanto “regra” quanto “vida” perdem seu significado ordinário para apontar na direção de uma terceira via.

Para compreender a forma de vida monástica, o experimento crucial da investigação é a análise dos movimentos espirituais dos séculos XII e XIII, que culminaram no franciscanismo, ao qual Agamben dedica grande parte do livro. A aspiração originária dos franciscanos era reivindicar uma vida e não uma regra, uma forma vitae e não um sistema mais ou menos coerente de ideias e doutrinas – ou, mais precisamente, propor uma pura e simples identificação do texto sagrado com a vida, como se mais do que ler e interpretar o Evangelho, quisessem apenas vivê-lo. Com os franciscanos elabora-se uma vivência em comum pela indiferenciação entre vida e regra: uma forma de vida que não é doutrina, nem conselho, nem moral, nem ciência, nem lei, mas funciona como o cânone de uma comunidade. Por tais movimentos não situarem sua experiência central no plano da doutrina e da lei, mas no da vida, se apresentam no momento decisivo e de maior tensão na história do monasticismo.

Com a escolha da "altíssima pobreza" para definir a vida de seus seguidores, o movimento dos franciscanos subverte a esfera do direito ao abdicar de todo direito, tanto de propriedade quanto de uso, conservando apenas o simples uso de fato sobre as coisas. Essa atitude cria um conflito com o clero secular e a Cúria, sob o pontificado de João XXII, que afirma a inseparabilidade entre uso e propriedade. "Contudo, a atenção dos estudiosos focalizou-se de tal maneira na história da ordem e de suas atormentadas relações com a Cúria que raramente houve quem procurasse analisar no plano da teoria o que estava em jogo nesses conflitos. Para além da diversidade das posições e da sutileza dos argumentos teológicos e jurídicos dos franciscanos que intervêm na controvérsia, o princípio que, do início ao fim, se mantém inalterado e inegociável para eles pode ser resumido nos seguintes termos: o que está em questão, seja para a ordem, seja para seu fundador, é a abdicatio omnis iuris, isto é, a possibilidade de uma existência humana fora do direito", escreve Agamben.

Pensar a vida como aquilo de que nunca se dá propriedade, mas apenas um uso comum, é, para o filósofo, o legado mais precioso do franciscanismo com o qual, tantas vezes, o Ocidente voltará a confrontar-se como se fosse sua tarefa indeferível.

Altíssima pobreza

Altíssima pobreza

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
100% Positivas
139 qualificações
R$ 37,80 + frete R$ 6,35

Total: R$ 44,15

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Tradução de Selvino J. Assmann
Texto de orelha de Edson Teles

Em Altíssima pobreza, Giorgio Agamben aprofunda as reflexões sobre o universo sacerdotal iniciadas em obras anteriores da série Homo sacer e se lança em uma pesquisa sobre as regras monásticas, ou seja, a obediência a um conjunto de comportamentos, princípios, hierarquias e hábitos, práticas repetidas todos os dias para marcar o tempo da comunidade. O filósofo italiano propõe uma rigorosa genealogia das formas monásticas, originárias da Idade Média, relacionando-as às liturgias, à vida comum, às instituições de poder, para construir um duplo caminho: em um profundo mergulho na histórica do pensamento religioso, o autor nos remete diretamente aos dilemas do contemporâneo.

Nesse estudo fascinante, o autor reconstrói em detalhes a vida dos monges, de Pacômio a São Francisco, para abordar duas dimensões da vida, geralmente apresentadas como contrapostas: o ser e o parecer. O objetivo principal ao analisar o caso exemplar do monasticismo é a tentativa de construir uma forma-de-vida, “ou seja, uma vida que se vincule tão estreitamente a sua forma a ponto de ser inseparável dela”, afirma nas primeiras linhas do prefácio. É nessa perspectiva que a investigação se confronta sobretudo com o problema da relação entre regra e vida, que define o dispositivo pelo qual os monges tentaram realizar seu ideal de uma forma de vida comum, na qual tanto “regra” quanto “vida” perdem seu significado ordinário para apontar na direção de uma terceira via.

Para compreender a forma de vida monástica, o experimento crucial da investigação é a análise dos movimentos espirituais dos séculos XII e XIII, que culminaram no franciscanismo, ao qual Agamben dedica grande parte do livro. A aspiração originária dos franciscanos era reivindicar uma vida e não uma regra, uma forma vitae e não um sistema mais ou menos coerente de ideias e doutrinas – ou, mais precisamente, propor uma pura e simples identificação do texto sagrado com a vida, como se mais do que ler e interpretar o Evangelho, quisessem apenas vivê-lo. Com os franciscanos elabora-se uma vivência em comum pela indiferenciação entre vida e regra: uma forma de vida que não é doutrina, nem conselho, nem moral, nem ciência, nem lei, mas funciona como o cânone de uma comunidade. Por tais movimentos não situarem sua experiência central no plano da doutrina e da lei, mas no da vida, se apresentam no momento decisivo e de maior tensão na história do monasticismo.

Com a escolha da "altíssima pobreza" para definir a vida de seus seguidores, o movimento dos franciscanos subverte a esfera do direito ao abdicar de todo direito, tanto de propriedade quanto de uso, conservando apenas o simples uso de fato sobre as coisas. Essa atitude cria um conflito com o clero secular e a Cúria, sob o pontificado de João XXII, que afirma a inseparabilidade entre uso e propriedade. "Contudo, a atenção dos estudiosos focalizou-se de tal maneira na história da ordem e de suas atormentadas relações com a Cúria que raramente houve quem procurasse analisar no plano da teoria o que estava em jogo nesses conflitos. Para além da diversidade das posições e da sutileza dos argumentos teológicos e jurídicos dos franciscanos que intervêm na controvérsia, o princípio que, do início ao fim, se mantém inalterado e inegociável para eles pode ser resumido nos seguintes termos: o que está em questão, seja para a ordem, seja para seu fundador, é a abdicatio omnis iuris, isto é, a possibilidade de uma existência humana fora do direito", escreve Agamben.

Pensar a vida como aquilo de que nunca se dá propriedade, mas apenas um uso comum, é, para o filósofo, o legado mais precioso do franciscanismo com o qual, tantas vezes, o Ocidente voltará a confrontar-se como se fosse sua tarefa indeferível.

Altíssima pobreza

Altíssima pobreza

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
100% Positivas
139 qualificações
R$ 37,80 + frete R$ 6,35

Total: R$ 44,15

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Tradução de Selvino J. Assmann
Texto de orelha de Edson Teles

Em Altíssima pobreza, Giorgio Agamben aprofunda as reflexões sobre o universo sacerdotal iniciadas em obras anteriores da série Homo sacer e se lança em uma pesquisa sobre as regras monásticas, ou seja, a obediência a um conjunto de comportamentos, princípios, hierarquias e hábitos, práticas repetidas todos os dias para marcar o tempo da comunidade. O filósofo italiano propõe uma rigorosa genealogia das formas monásticas, originárias da Idade Média, relacionando-as às liturgias, à vida comum, às instituições de poder, para construir um duplo caminho: em um profundo mergulho na histórica do pensamento religioso, o autor nos remete diretamente aos dilemas do contemporâneo.

Nesse estudo fascinante, o autor reconstrói em detalhes a vida dos monges, de Pacômio a São Francisco, para abordar duas dimensões da vida, geralmente apresentadas como contrapostas: o ser e o parecer. O objetivo principal ao analisar o caso exemplar do monasticismo é a tentativa de construir uma forma-de-vida, “ou seja, uma vida que se vincule tão estreitamente a sua forma a ponto de ser inseparável dela”, afirma nas primeiras linhas do prefácio. É nessa perspectiva que a investigação se confronta sobretudo com o problema da relação entre regra e vida, que define o dispositivo pelo qual os monges tentaram realizar seu ideal de uma forma de vida comum, na qual tanto “regra” quanto “vida” perdem seu significado ordinário para apontar na direção de uma terceira via.

Para compreender a forma de vida monástica, o experimento crucial da investigação é a análise dos movimentos espirituais dos séculos XII e XIII, que culminaram no franciscanismo, ao qual Agamben dedica grande parte do livro. A aspiração originária dos franciscanos era reivindicar uma vida e não uma regra, uma forma vitae e não um sistema mais ou menos coerente de ideias e doutrinas – ou, mais precisamente, propor uma pura e simples identificação do texto sagrado com a vida, como se mais do que ler e interpretar o Evangelho, quisessem apenas vivê-lo. Com os franciscanos elabora-se uma vivência em comum pela indiferenciação entre vida e regra: uma forma de vida que não é doutrina, nem conselho, nem moral, nem ciência, nem lei, mas funciona como o cânone de uma comunidade. Por tais movimentos não situarem sua experiência central no plano da doutrina e da lei, mas no da vida, se apresentam no momento decisivo e de maior tensão na história do monasticismo.

Com a escolha da "altíssima pobreza" para definir a vida de seus seguidores, o movimento dos franciscanos subverte a esfera do direito ao abdicar de todo direito, tanto de propriedade quanto de uso, conservando apenas o simples uso de fato sobre as coisas. Essa atitude cria um conflito com o clero secular e a Cúria, sob o pontificado de João XXII, que afirma a inseparabilidade entre uso e propriedade. "Contudo, a atenção dos estudiosos focalizou-se de tal maneira na história da ordem e de suas atormentadas relações com a Cúria que raramente houve quem procurasse analisar no plano da teoria o que estava em jogo nesses conflitos. Para além da diversidade das posições e da sutileza dos argumentos teológicos e jurídicos dos franciscanos que intervêm na controvérsia, o princípio que, do início ao fim, se mantém inalterado e inegociável para eles pode ser resumido nos seguintes termos: o que está em questão, seja para a ordem, seja para seu fundador, é a abdicatio omnis iuris, isto é, a possibilidade de uma existência humana fora do direito", escreve Agamben.

Pensar a vida como aquilo de que nunca se dá propriedade, mas apenas um uso comum, é, para o filósofo, o legado mais precioso do franciscanismo com o qual, tantas vezes, o Ocidente voltará a confrontar-se como se fosse sua tarefa indeferível.

ALTISSIMA POBREZA Capa ilustrativa

ALTISSIMA POBREZA

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Livros e Livros Livraria Livros e Livros SC - Florianópolis
100% Positivas
249 qualificações
R$ 33,60 + frete R$ 12,19

Total: R$ 45,79

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo, com garantia SKU: L99122252 ISBN: 9788575593882 N de páginas = 160 Sinopse: Em 'Altíssima pobreza', Giorgio Agamben aprofunda as reflexões sobre o universo sacerdotal iniciadas em obras anteriores da série Homo Sacer e se lança em uma pesquisa sobre as regras monásticas, ou seja, a obediência a um conjunto de comportamentos, princípios, hierarquias e hábitos - práticas repetidas todos os dias para marcar o tempo da comunidade. O filósofo italiano propõe uma rigorosa genealogia das formas monásticas, originárias da Idade Média, relacionando-as às liturgias, à vida comum, às instituições de poder, para construir um duplo caminho. Em um profundo mergulho na história do pensamento religioso, o autor nos remete diretamente aos dilemas do contemporâneo.

ALTISSIMA POBREZA Capa ilustrativa

ALTISSIMA POBREZA

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Livros e Livros Livraria Livros e Livros SC - Florianópolis
100% Positivas
249 qualificações
R$ 33,60 + frete R$ 12,19

Total: R$ 45,79

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo, com garantia SKU: L99122252 ISBN: 9788575593882 N de páginas = 160 Sinopse: Em 'Altíssima pobreza', Giorgio Agamben aprofunda as reflexões sobre o universo sacerdotal iniciadas em obras anteriores da série Homo Sacer e se lança em uma pesquisa sobre as regras monásticas, ou seja, a obediência a um conjunto de comportamentos, princípios, hierarquias e hábitos - práticas repetidas todos os dias para marcar o tempo da comunidade. O filósofo italiano propõe uma rigorosa genealogia das formas monásticas, originárias da Idade Média, relacionando-as às liturgias, à vida comum, às instituições de poder, para construir um duplo caminho. Em um profundo mergulho na história do pensamento religioso, o autor nos remete diretamente aos dilemas do contemporâneo.

Altissima Pobreza Capa ilustrativa

Altissima Pobreza

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Dédalus Livraria Dédalus MG - Belo Horizonte
100% Positivas
59 qualificações
R$ 46,00 Frete grátis
Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo, lacrado, adquirido diretamente da editora, 160 páginas, isbn 9788575593882. Estante As74.

Altissima Pobreza Capa ilustrativa

Altissima Pobreza

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Dédalus Livraria Dédalus MG - Belo Horizonte
100% Positivas
59 qualificações
R$ 46,00 Frete grátis
Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo, lacrado, adquirido diretamente da editora, 160 páginas, isbn 9788575593882. Estante As74.

Altissima Pobreza Capa ilustrativa

Altissima Pobreza

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Dédalus Livraria Dédalus MG - Belo Horizonte
100% Positivas
59 qualificações
R$ 46,00 Frete grátis
Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo, lacrado, adquirido diretamente da editora, 160 páginas, isbn 9788575593882. Estante As74.

Altissima Pobreza Capa ilustrativa

Altissima Pobreza

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Dédalus Livraria Dédalus MG - Belo Horizonte
100% Positivas
59 qualificações
R$ 46,00 Frete grátis
Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo, lacrado, adquirido diretamente da editora, 160 páginas, isbn 9788575593882. Estante As74.

Altíssima Pobreza

Altíssima Pobreza

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

In Books In Books RJ - Rio de Janeiro
100% Positivas
72 qualificações
R$ 35,70 + frete R$ 10,82

Total: R$ 46,52

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo em folha!! Sem uso!!

ALTISSIMA POBREZA Capa ilustrativa

ALTISSIMA POBREZA

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livros na Web Livros na Web MG - Belo Horizonte
94% Positivas
140 qualificações
R$ 39,90 + frete R$ 9,93

Total: R$ 49,83

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro Novo, Impresso

Altíssima pobreza Capa ilustrativa

Altíssima pobreza

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Vertov Livraria Vertov PR - Curitiba
100% Positivas
27 qualificações
R$ 42,00 + frete R$ 8,35

Total: R$ 50,35

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. Em Altíssima pobreza, Giorgio Agamben aprofunda as reflexões sobre o universo sacerdotal iniciadas em obras anteriores da série Homo sacer e se lança em uma pesquisa sobre as regras monásticas, ou seja, a obediência a um conjunto de comportamentos, princípios, hierarquias e hábitos, práticas repetidas todos os dias para marcar o tempo da comunidade. O filósofo italiano propõe uma rigorosa genealogia das formas monásticas, originárias da Idade Média, relacionando-as às liturgias, à vida comum, às instituições de poder, para construir um duplo caminho: em um profundo mergulho na histórica do pensamento religioso, o autor nos remete diretamente aos dilemas do contemporâneo.

ALTISSIMA POBREZA

ALTISSIMA POBREZA

Ano:   Editora: Boitempo Editorial

Tipo: novo

Idioma: Não Informado

Livraria da Amelia Livraria da Amelia MG - Belo Horizonte
99% Positivas
75 qualificações
R$ 42,00 + frete R$ 8,82

Total: R$ 50,82

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro Novo - COD: 9788575593882

Altissima Pobreza Coleção Estado de Sítio Capa ilustrativa

Altissima Pobreza Coleção Estado de Sítio

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Sebo Kapricho III Curitiba Sebo Kapricho III Curitiba PR - Curitiba
100% Positivas
116 qualificações
R$ 42,00 + frete R$ 8,82

Total: R$ 50,82

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo, lacrado.

Altissima Pobreza Coleção Estado de Sítio Capa ilustrativa

Altissima Pobreza Coleção Estado de Sítio

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Sebo Kapricho III Curitiba Sebo Kapricho III Curitiba PR - Curitiba
100% Positivas
116 qualificações
R$ 42,00 + frete R$ 8,82

Total: R$ 50,82

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo, lacrado.

Altissima Pobreza Coleção Estado de Sítio Capa ilustrativa

Altissima Pobreza Coleção Estado de Sítio

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Sebo Kapricho III Curitiba Sebo Kapricho III Curitiba PR - Curitiba
100% Positivas
116 qualificações
R$ 42,00 + frete R$ 8,82

Total: R$ 50,82

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo, lacrado.

Altissima Pobreza Coleção Estado de Sítio Capa ilustrativa

Altissima Pobreza Coleção Estado de Sítio

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Sebo Kapricho III Curitiba Sebo Kapricho III Curitiba PR - Curitiba
100% Positivas
116 qualificações
R$ 42,00 + frete R$ 8,82

Total: R$ 50,82

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo, lacrado.

Altissima Pobreza Capa ilustrativa

Altissima Pobreza

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Cultura Livraria Cultura SP - São Paulo
99% Positivas
1125 qualificações
R$ 42,00 + frete R$ 9,93

Total: R$ 51,93

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Em 'Altíssima pobreza', Giorgio Agamben aprofunda as reflexões sobre o universo sacerdotal iniciadas em obras anteriores da série Homo Sacer e se lança em uma pesquisa sobre as regras monásticas, ou seja, a obediência a um conjunto de comportamentos, princípios, hierarquias e hábitos - práticas repetidas todos os dias para marcar o tempo da comunidade. O filósofo italiano propõe uma rigorosa genealogia das formas monásticas, originárias da Idade Média, relacionando-as às liturgias, à vida comum, às instituições de poder, para construir um duplo caminho. Em um profundo mergulho na história do pensamento religioso, o autor nos remete diretamente aos dilemas do contemporâneo.

Altissima Pobreza Capa ilustrativa

Altissima Pobreza

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Cultura Livraria Cultura SP - São Paulo
99% Positivas
1125 qualificações
R$ 42,00 + frete R$ 9,93

Total: R$ 51,93

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Em 'Altíssima pobreza', Giorgio Agamben aprofunda as reflexões sobre o universo sacerdotal iniciadas em obras anteriores da série Homo Sacer e se lança em uma pesquisa sobre as regras monásticas, ou seja, a obediência a um conjunto de comportamentos, princípios, hierarquias e hábitos - práticas repetidas todos os dias para marcar o tempo da comunidade. O filósofo italiano propõe uma rigorosa genealogia das formas monásticas, originárias da Idade Média, relacionando-as às liturgias, à vida comum, às instituições de poder, para construir um duplo caminho. Em um profundo mergulho na história do pensamento religioso, o autor nos remete diretamente aos dilemas do contemporâneo.

Altíssima Pobreza: Regras Monásticas e Forma de Vida

Altíssima Pobreza: Regras Monásticas e Forma de Vida

Ano:   Editora: Boi Tempo

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Livraria Sebo Panorama Livraria Sebo Panorama RJ - Niterói
98% Positivas
143 qualificações
R$ 49,98 + frete R$ 10,45

Total: R$ 60,43

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro usado em ótimo estado. Brochura, 160 páginas. Formato: 14 x 21. Em Altíssima pobreza, Giorgio Agamben aprofunda as reflexões sobre o universo sacerdotal iniciadas em obras anteriores da série Homo sacer e se lança em uma pesquisa sobre as regras monásticas, ou seja, a obediência a um conjunto de comportamentos, princípios, hierarquias e hábitos, práticas repetidas todos os dias para marcar o tempo da comunidade.11/12/2017 LO

ALTISIMA POBREZA

ALTISIMA POBREZA

Ano:   Editora: Adriana Hidalgo

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Espanhol

Byblos Virtual Byblos Virtual SC - São José
100% Positivas
107 qualificações
R$ 103,50 + frete R$ 8,82

Total: R$ 112,32

Comprar ler descrição ocultar

Descrição Favor contactarnos para consultar disponibilidade antes de efetuar a compra. Livro sem uso! Idioma Espanhol.

Avaliações do livro

Ainda não há avaliações para este título, seja o primeiro a avaliar.

Avalie o livro