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A Inconstancia da Alma Selvagem Capa ilustrativa

A Inconstância da Alma Selvagem

Eduardo Viveiros de Castro

A trajetória intelectual de Eduardo Viveiros de Castro, um dos maiores antropólogos da atualidade, é editada pela primeira vez em um único volume. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os nove ensaios revistos pelo autor buscam alcançar o pensamento indígena. Para tanto, travam um forte diálogo com a filosofia, do qual resulta, por exemplo, o conceito de "perspectivismo", que permite entender como os índios veem os animais e a si mesmos. Fechar Ler mais

A trajetória intelectual de Eduardo Viveiros de Castro, um dos maiores antropólogos da atualidade, é editada pela primeira vez em um único volume. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os nove ensaios revistos pelo autor buscam alcançar o pensamento indígena. Para tanto, travam um forte diálogo com a filosofia, do qual resulta, por exemplo, o conceito de "perspectivismo", que permite entender como os índios veem os animais e a si mesmos. Fechar Ler mais

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A Inconstância da Alma Selvagem

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A Inconstância da Alma Selvagem

A Inconstância da Alma Selvagem

Ano:   Editora: Ubu Editora

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Cultura Livraria Cultura SP - São Paulo
99% Positivas
1374 qualificações
R$ 47,40 + frete R$ 14,08

Total: R$ 61,48

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Descrição O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo – o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor. Conforme lembra o antropólogo no prefácio, a antropologia é sempre um exercício de tradução de uma cultura segundo outra. Reconstituir a imaginação indígena nos termos da nossa implicaria, portanto, algumas imprecisões. No entanto, se o exercício é bem feito, atinge-se o ponto em que transformamos o que entendemos em nossos termos em algo cujo significado se aproxima daquilo que os índios entendem nos termos deles. Ou seja, trata-se de um processo onde não somente a imaginação dos povos indígenas está em jogo, mas também a nossa; no qual os conceitos vão se distanciando cada vez mais de seus sentidos usuais e vão tomando novas formas. O livro traz ainda entrevista com o autor – feita por jovens antropólogos da revista Sexta Feira – onde ele trata de seu percurso sob uma abordagem mais concreta. Ele revela, por exemplo, como se deu sua passagem de estudioso de antropologia urbana para um de etnologia indígena, e sua entrada na Amazônia, território ainda relativamente inexplorado mesmo dentro de sua disciplina.

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Descrição O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo – o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor. Conforme lembra o antropólogo no prefácio, a antropologia é sempre um exercício de tradução de uma cultura segundo outra. Reconstituir a imaginação indígena nos termos da nossa implicaria, portanto, algumas imprecisões. No entanto, se o exercício é bem feito, atinge-se o ponto em que transformamos o que entendemos em nossos termos em algo cujo significado se aproxima daquilo que os índios entendem nos termos deles. Ou seja, trata-se de um processo onde não somente a imaginação dos povos indígenas está em jogo, mas também a nossa; no qual os conceitos vão se distanciando cada vez mais de seus sentidos usuais e vão tomando novas formas. O livro traz ainda entrevista com o autor – feita por jovens antropólogos da revista Sexta Feira – onde ele trata de seu percurso sob uma abordagem mais concreta. Ele revela, por exemplo, como se deu sua passagem de estudioso de antropologia urbana para um de etnologia indígena, e sua entrada na Amazônia, território ainda relativamente inexplorado mesmo dentro de sua disciplina.

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Descrição Livro novo. Dimensão 23 x 13 cm, 480 pág. Sinopse: O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo - o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor. Conforme lembra o antropólogo no pr

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Flanarte Flanarte SP - São Paulo
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Descrição O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor. Conforme lembra o antropólogo no prefácio, a antropologia é sempre um exercício de tradução de uma cultura segundo outra. Reconstituir a imaginação indígena nos termos da nossa implicaria, portanto, algumas imprecisões. No entanto, se o exercício é bem feito, atinge-se o ponto em que transformamos o que entendemos em nossos termos em algo cujo significado se aproxima daquilo que os índios entendem nos termos deles. Ou seja, trata-se de um processo onde não somente a imaginação dos povos indígenas está em jogo, mas também a nossa; no qual os conceitos vão se distanciando cada vez mais de seus sentidos usuais e vão tomando novas formas. O livro traz ainda entrevista com o autor feita por jovens antropólogos da revista Sexta Feira onde ele trata de seu percurso sob uma abordagem mais concreta. Ele revela, por exemplo, como se deu sua passagem de estudioso de antropologia urbana para um de etnologia indígena, e sua entrada na Amazônia, território ainda relativamente inexplorado mesmo dentro de sua disciplina.

Inconstância da Alma Selvagem, A Capa ilustrativa

Inconstância da Alma Selvagem, A

Ano:   Editora: Ubu Editorial

Tipo: novo

Idioma: Português

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Descrição O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor. Conforme lembra o antropólogo no prefácio, a antropologia é sempre um exercício de tradução de uma cultura segundo outra. Reconstituir a imaginação indígena nos termos da nossa implicaria, portanto, algumas imprecisões. No entanto, se o exercício é bem feito, atinge-se o ponto em que transformamos o que entendemos em nossos termos em algo cujo significado se aproxima daquilo que os índios entendem nos termos deles. Ou seja, trata-se de um processo onde não somente a imaginação dos povos indígenas está em jogo, mas também a nossa; no qual os conceitos vão se distanciando cada vez mais de seus sentidos usuais e vão tomando novas formas. O livro traz ainda entrevista com o autor feita por jovens antropólogos da revista Sexta Feira onde ele trata de seu percurso sob uma abordagem mais concreta. Ele revela, por exemplo, como se deu sua passagem de estudioso de antropologia urbana para um de etnologia indígena, e sua entrada na Amazônia, território ainda relativamente inexplorado mesmo dentro de sua disciplina.

Inconstância da Alma Selvagem, A

Inconstância da Alma Selvagem, A

Ano:   Editora: Ubu Editorial

Tipo: novo

Idioma: Português

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Descrição O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor. Conforme lembra o antropólogo no prefácio, a antropologia é sempre um exercício de tradução de uma cultura segundo outra. Reconstituir a imaginação indígena nos termos da nossa implicaria, portanto, algumas imprecisões. No entanto, se o exercício é bem feito, atinge-se o ponto em que transformamos o que entendemos em nossos termos em algo cujo significado se aproxima daquilo que os índios entendem nos termos deles. Ou seja, trata-se de um processo onde não somente a imaginação dos povos indígenas está em jogo, mas também a nossa; no qual os conceitos vão se distanciando cada vez mais de seus sentidos usuais e vão tomando novas formas. O livro traz ainda entrevista com o autor feita por jovens antropólogos da revista Sexta Feira onde ele trata de seu percurso sob uma abordagem mais concreta. Ele revela, por exemplo, como se deu sua passagem de estudioso de antropologia urbana para um de etnologia indígena, e sua entrada na Amazônia, território ainda relativamente inexplorado mesmo dentro de sua disciplina.

A Inconstância da Alma Selvagem Capa ilustrativa

A Inconstância da Alma Selvagem

Ano:   Editora: Cosacnaify

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Hamurabi Livraria Hamurabi Livraria MS - Campo Grande
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Descrição Bom estado; cinta da capa com alguns desgastes; capa dura e miolo conservados; nome na folha falsa; bordas pouco sujas.

A inconstância da alma selvagem Capa ilustrativa

A inconstância da alma selvagem

Ano:   Editora: Ubu

Tipo: novo

Idioma: Português

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
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Descrição Livro novo. L5 480 páginas 13x23cm Sinopse: O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo - o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor. Conforme lembra o antropólogo no prefácio, a antropologia é sempre um exercício de tradução de uma cultura segundo outra. Reconstituir a imaginação indígena nos termos da nossa implicaria, portanto, algumas imprecisões. No entanto, se o exercício é bem feito, atinge-se o ponto em que transformamos o que entendemos em nossos termos em algo cujo significado se aproxima daquilo que os índios entendem nos termos deles. Ou seja, trata-se de um processo onde não somente a imaginação dos povos indígenas está em jogo, mas também a nossa; no qual os conceitos vão se distanciando cada vez mais de seus sentidos usuais e vão tomando novas formas. O livro traz ainda entrevista com o autor - feita por jovens antropólogos da revista Sexta Feira - onde ele trata de seu percurso sob uma abordagem mais concreta. Ele revela, por exemplo, como se deu sua passagem de estudioso de antropologia urbana para um de etnologia indígena, e sua entrada na Amazônia, território ainda relativamente inexplorado mesmo dentro de sua disciplina.

INCONSTANCIA DA ALMA SELVAGEM, A Capa ilustrativa

INCONSTANCIA DA ALMA SELVAGEM, A

Ano:   Editora: Ubu Editorial

Tipo: novo

Idioma: Português

Estrela dos Livros Estrela dos Livros SP - São Paulo
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Descrição Livro Novo. Direto da Editora. Maiores informações pelo tel (11) 98621-7098. ''PODE RETIRAR EM MÃOS.''

INCONSTANCIA DA ALMA SELVAGEM, A Capa ilustrativa

INCONSTANCIA DA ALMA SELVAGEM, A

Ano:   Editora: Ubu Editorial

Tipo: novo

Idioma: Português

Estrela dos Livros Estrela dos Livros SP - São Paulo
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INCONSTANCIA DA ALMA SELVAGEM, A

Ano:   Editora: Ubu Editorial

Tipo: novo

Idioma: Português

Estrela dos Livros Estrela dos Livros SP - São Paulo
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INCONSTANCIA DA ALMA SELVAGEM, A

Ano:   Editora: Ubu Editorial

Tipo: novo

Idioma: Português

Estrela dos Livros Estrela dos Livros SP - São Paulo
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ARGONAUTAS

ARGONAUTAS

Ano:   Editora: Ubu Editora

Tipo: novo

Idioma: Português

Pook Book Pook Book SP - São Paulo
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Descrição O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo - o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor.Conforme lembra o antropólogo no prefácio, a antropologia é sempre um exercício de tradução de uma cultura segundo outra. Reconstituir a imaginação indígena nos termos da nossa implicaria, portanto, algumas imprecisões. No entanto, se o exercício é bem feito, atinge-se o ponto em que transformamos o que entendemos em nossos termos em algo cujo significado se aproxima daquilo que os índios entendem nos termos deles. Ou seja, trata-se de um processo onde não somente a imaginação dos povos indígenas está em jogo, mas também a nossa; no qual os conceitos vão se distanciando cada vez mais de seus sentidos usuais e vão tomando novas formas.O livro traz ainda entrevista com o autor - feita por jovens antropólogos da revista Sexta Feira - onde ele trata de seu percurso sob uma abordagem mais concreta. Ele revela, por exemplo, como se deu sua passagem de estudioso de antropologia urbana para um de etnologia indígena, e sua entrada na Amazônia, território ainda relativamente inexplorado mesmo dentro de sua disciplina.

A INCONSTÂNCIA DA ALMA SELVAGEM

A INCONSTÂNCIA DA ALMA SELVAGEM

Ano:   Editora: Ubu Editora

Tipo: novo

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A INCONSTÂNCIA DA ALMA SELVAGEM

A INCONSTÂNCIA DA ALMA SELVAGEM

Ano:   Editora: Ubu Editora

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A inconstância da alma selvagem

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Ano:   Editora: Ubu

Tipo: novo

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Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
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Conforme lembra o antropólogo no prefácio, a antropologia é sempre um exercício de tradução de uma cultura segundo outra. Reconstituir a imaginação indígena nos termos da nossa implicaria, portanto, algumas imprecisões. No entanto, se o exercício é bem feito, atinge-se o ponto em que transformamos o que entendemos em nossos termos em algo cujo significado se aproxima daquilo que os índios entendem nos termos deles. Ou seja, trata-se de um processo onde não somente a imaginação dos povos indígenas está em jogo, mas também a nossa; no qual os conceitos vão se distanciando cada vez mais de seus sentidos usuais e vão tomando novas formas.

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Conforme lembra o antropólogo no prefácio, a antropologia é sempre um exercício de tradução de uma cultura segundo outra. Reconstituir a imaginação indígena nos termos da nossa implicaria, portanto, algumas imprecisões. No entanto, se o exercício é bem feito, atinge-se o ponto em que transformamos o que entendemos em nossos termos em algo cujo significado se aproxima daquilo que os índios entendem nos termos deles. Ou seja, trata-se de um processo onde não somente a imaginação dos povos indígenas está em jogo, mas também a nossa; no qual os conceitos vão se distanciando cada vez mais de seus sentidos usuais e vão tomando novas formas.

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