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Felicidade Clandestina Edicao Comemorativa Capa ilustrativa

Felicidade Clandestina (Edição comemorativa)

Clarice Lispector

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Felicidade Clandestina ( Edicao Comemorativa )

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Felicidade Clandestina ( Edicao Comemorativa )

Felicidade Clandestina ( Edicao Comemorativa )

Ano:   Editora: Rocco

Tipo: novo

Idioma: Português

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99% Positivas
1024 qualificações
R$ 26,87 + frete R$ 8,24

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Descrição Desde o início, Clarice Lispector recusou a escravidão dos gêneros. Escrevia por fragmentos que depois montava. Escrevia aos arrancos, transcrevendo um ditado interior. As estruturas clássicas não faziam parte desse ditado. Seu olhar passava por cima das regras, quase voraz em sua busca da essência.Este livro bem o demonstra. É composto por contos escritos em épocas diversas da vida de Clarice. E por não contos. Muitos deles – como “Felicidade clandestina”, que dá título ao livro – foram publicados no Caderno B do Jornal do Brasil. Como crônicas. Que também não eram crônicas.Convidada em 1967 para escrever no JB, Clarice deparou-se com um fazer literário novo. Logo negou os padrões vigentes: “Vamos falar a verdade: isto aqui não é crônica coisa nenhuma. Isto é apenas. Não entra em gêneros. Gêneros não me interessam mais.”E “isto” era a mais pura e rica literatura. Nos contos / crônicas / textos – que eu, como subeditora do Caderno recebia semanalmente, Clarice se expunha em recordações familiares e de infância. Sua irmã Tania ainda se lembra da menina, filha de livreiro, que encontramos em “Felicidade clandestina”, atormentando Clarice por conta do empréstimo de um livro. O professor de “Os desastres de Sofia” realmente percebeu o tesouro que Clarice menina escondia. E “Come, meu filho” é um claro diálogo entre a autora e seu filho. Nada diferencia esses contos, escritos para serem crônicas, de outros contos que aqui estão, escritos para serem contos e publicados anteriorment

Felicidade Clandestina ( EDIÇÃO COMEMORATIVA )

Felicidade Clandestina ( EDIÇÃO COMEMORATIVA )

Ano:   Editora: Rocco

Tipo: novo

Idioma: Português

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94% Positivas
352 qualificações
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Descrição Livro novo, nunca manuseado, direto da Editora!!!! Desde o inicio, Clarice Lispector recusou a escravidao dos generos. Escrevia por fragmentos que depois montava. Escrevia aos arrancos, transcrevendo um ditado interior. As estruturas classicas nao faziam parte desse ditado. Seu olhar passava por cima das regras, quase voraz em sua busca da essencia.Este livro bem o demonstra. E composto por contos escritos em epocas diversas da vida de Clarice. E por nao contos. Muitos deles como Felicidade clandestina , que da titulo ao livro foram publicados no Caderno B do Jornal do Brasil. Como cronicas. Que tambem nao eram cronicas.Convidada em 1967 para escrever no JB, Clarice deparou-se com um fazer literario novo. Logo negou os padroes vigentes: Vamos falar a verdade: isto aqui nao e cronica coisa nenhuma. Isto e apenas. Nao entra em generos. Generos nao me interessam mais. E isto era a mais pura e rica literatura. Nos contos / cronicas / textos que eu, como subeditora do Caderno recebia semanalmente, Clarice se expunha em recordacoes familiares e de infancia. Sua irma Tania ainda se lembra da menina, filha de livreiro, que encontramos em Felicidade clandestina , atormentando Clarice por conta do emprestimo de um livro. O professor de Os desastres de Sofia realmente percebeu o tesouro que Clarice menina escondia. E Come, meu filho e um claro dialogo entre a autora e seu filho. Nada diferencia esses contos, escritos para serem cronicas, de outros contos que aqui estao, escritos para serem contos e publicados anteriormente no livro A legiao estrangeira. Seus textos podem ser desmontados, desfeitos em pedacos ate mesmo diferentes dos fragmentos originais sem que se perca sua intensidade. Cada palavra ou frase dessa escritora sem igual origina-se em camadas tao fundas do ser, que traz consigo, mais do que um testemunho, a propria voltagem da vida. MARINA COLASANTI, Jornalista e escritora. Premio Jabuti para Eu sei, mas nao devia e Rota de colisao.

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Descrição Livro Novo, nunca manuseado, direto da editora!!! Desde o inicio, Clarice Lispector recusou a escravidao dos generos. Escrevia por fragmentos que depois montava. Escrevia aos arrancos, transcrevendo um ditado interior. As estruturas classicas nao faziam parte desse ditado. Seu olhar passava por cima das regras, quase voraz em sua busca da essencia.Este livro bem o demonstra. E composto por contos escritos em epocas diversas da vida de Clarice. E por nao contos. Muitos deles como Felicidade clandestina , que da titulo ao livro foram publicados no Caderno B do Jornal do Brasil. Como cronicas. Que tambem nao eram cronicas.Convidada em 1967 para escrever no JB, Clarice deparou-se com um fazer literario novo. Logo negou os padroes vigentes: Vamos falar a verdade: isto aqui nao e cronica coisa nenhuma. Isto e apenas. Nao entra em generos. Generos nao me interessam mais. E isto era a mais pura e rica literatura. Nos contos / cronicas / textos que eu, como subeditora do Caderno recebia semanalmente, Clarice se expunha em recordacoes familiares e de infancia. Sua irma Tania ainda se lembra da menina, filha de livreiro, que encontramos em Felicidade clandestina , atormentando Clarice por conta do emprestimo de um livro. O professor de Os desastres de Sofia realmente percebeu o tesouro que Clarice menina escondia. E Come, meu filho e um claro dialogo entre a autora e seu filho. Nada diferencia esses contos, escritos para serem cronicas, de outros contos que aqui estao, escritos para serem contos e publicados anteriormente no livro A legiao estrangeira. Seus textos podem ser desmontados, desfeitos em pedacos ate mesmo diferentes dos fragmentos originais sem que se perca sua intensidade. Cada palavra ou frase dessa escritora sem igual origina-se em camadas tao fundas do ser, que traz consigo, mais do que um testemunho, a propria voltagem da vida. MARINA COLASANTI, Jornalista e escritora. Premio Jabuti para Eu sei, mas nao devia e Rota de colisao.

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Descrição Livro novo, nunca manuseado, direto da Editora!!!! Desde o inicio, Clarice Lispector recusou a escravidao dos generos. Escrevia por fragmentos que depois montava. Escrevia aos arrancos, transcrevendo um ditado interior. As estruturas classicas nao faziam parte desse ditado. Seu olhar passava por cima das regras, quase voraz em sua busca da essencia.Este livro bem o demonstra. E composto por contos escritos em epocas diversas da vida de Clarice. E por nao contos. Muitos deles como Felicidade clandestina , que da titulo ao livro foram publicados no Caderno B do Jornal do Brasil. Como cronicas. Que tambem nao eram cronicas.Convidada em 1967 para escrever no JB, Clarice deparou-se com um fazer literario novo. Logo negou os padroes vigentes: Vamos falar a verdade: isto aqui nao e cronica coisa nenhuma. Isto e apenas. Nao entra em generos. Generos nao me interessam mais. E isto era a mais pura e rica literatura. Nos contos / cronicas / textos que eu, como subeditora do Caderno recebia semanalmente, Clarice se expunha em recordacoes familiares e de infancia. Sua irma Tania ainda se lembra da menina, filha de livreiro, que encontramos em Felicidade clandestina , atormentando Clarice por conta do emprestimo de um livro. O professor de Os desastres de Sofia realmente percebeu o tesouro que Clarice menina escondia. E Come, meu filho e um claro dialogo entre a autora e seu filho. Nada diferencia esses contos, escritos para serem cronicas, de outros contos que aqui estao, escritos para serem contos e publicados anteriormente no livro A legiao estrangeira. Seus textos podem ser desmontados, desfeitos em pedacos ate mesmo diferentes dos fragmentos originais sem que se perca sua intensidade. Cada palavra ou frase dessa escritora sem igual origina-se em camadas tao fundas do ser, que traz consigo, mais do que um testemunho, a propria voltagem da vida. MARINA COLASANTI, Jornalista e escritora. Premio Jabuti para Eu sei, mas nao devia e Rota de colisao.

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FELICIDADE CLANDESTINA ( EDICAO COMEMORATIVA )

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Astro dos Livros 2 Astro dos Livros 2 SP - São Paulo
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Descrição Desde o inicio, Clarice Lispector recusou a escravidao dos generos. Escrevia por fragmentos que depois montava. Escrevia aos arrancos, transcrevendo um ditado interior. As estruturas classicas nao faziam parte desse ditado. Seu olhar passava por cima das regras, quase voraz em sua busca da essencia.Este livro bem o demonstra. E composto por contos escritos em epocas diversas da vida de Clarice. E por nao contos. Muitos deles como Felicidade clandestina , que da titulo ao livro foram publicados no Caderno B do Jornal do Brasil. Como cronicas. Que tambem nao eram cronicas.Convidada em 1967 para escrever no JB, Clarice deparou-se com um fazer literario novo. Logo negou os padroes vigentes: Vamos falar a verdade: isto aqui nao e cronica coisa nenhuma. Isto e apenas. Nao entra em generos. Generos nao me interessam mais. E isto era a mais pura e rica literatura. Nos contos / cronicas / textos que eu, como subeditora do Caderno recebia semanalmente, Clarice se expunha em recordacoes familiares e de infancia. Sua irma Tania ainda se lembra da menina, filha de livreiro, que encontramos em Felicidade clandestina , atormentando Clarice por conta do emprestimo de um livro. O professor de Os desastres de Sofia realmente percebeu o tesouro que Clarice menina escondia. E Come, meu filho e um claro dialogo entre a autora e seu filho. Nada diferencia esses contos, escritos para serem cronicas, de outros contos que aqui estao, escritos para serem contos e publicados anteriormente no livro A legiao estrangeira. Seus textos podem ser desmontados, desfeitos em pedacos ate mesmo diferentes dos fragmentos originais sem que se perca sua intensidade. Cada palavra ou frase dessa escritora sem igual origina-se em camadas tao fundas do ser, que traz consigo, mais do que um testemunho, a propria voltagem da vida. MARINA COLASANTI, Jornalista e escritora. Premio Jabuti para Eu sei, mas nao devia e Rota de colisao.

FELICIDADE CLANDESTINA ( EDICAO COMEMORATIVA )

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Ano:   Editora: Rocco

Tipo: novo

Idioma: Português

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Descrição Desde o inicio, Clarice Lispector recusou a escravidao dos generos. Escrevia por fragmentos que depois montava. Escrevia aos arrancos, transcrevendo um ditado interior. As estruturas classicas nao faziam parte desse ditado. Seu olhar passava por cima das regras, quase voraz em sua busca da essencia.Este livro bem o demonstra. E composto por contos escritos em epocas diversas da vida de Clarice. E por nao contos. Muitos deles como Felicidade clandestina , que da titulo ao livro foram publicados no Caderno B do Jornal do Brasil. Como cronicas. Que tambem nao eram cronicas.Convidada em 1967 para escrever no JB, Clarice deparou-se com um fazer literario novo. Logo negou os padroes vigentes: Vamos falar a verdade: isto aqui nao e cronica coisa nenhuma. Isto e apenas. Nao entra em generos. Generos nao me interessam mais. E isto era a mais pura e rica literatura. Nos contos / cronicas / textos que eu, como subeditora do Caderno recebia semanalmente, Clarice se expunha em recordacoes familiares e de infancia. Sua irma Tania ainda se lembra da menina, filha de livreiro, que encontramos em Felicidade clandestina , atormentando Clarice por conta do emprestimo de um livro. O professor de Os desastres de Sofia realmente percebeu o tesouro que Clarice menina escondia. E Come, meu filho e um claro dialogo entre a autora e seu filho. Nada diferencia esses contos, escritos para serem cronicas, de outros contos que aqui estao, escritos para serem contos e publicados anteriormente no livro A legiao estrangeira. Seus textos podem ser desmontados, desfeitos em pedacos ate mesmo diferentes dos fragmentos originais sem que se perca sua intensidade. Cada palavra ou frase dessa escritora sem igual origina-se em camadas tao fundas do ser, que traz consigo, mais do que um testemunho, a propria voltagem da vida. MARINA COLASANTI, Jornalista e escritora. Premio Jabuti para Eu sei, mas nao devia e Rota de colisao.

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