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O Mundo Como Vontade e Representacao Capa ilustrativa

Livro O Mundo Como Vontade e Representação

Arthur Schopenhauer

5 de 5 estrelas (2 avaliações)

Esta obra fundamental de Schopenhauer, escrita em estilo claro, elegante e contundente, preservado nesta tradução, abrange temas que vão da epistemologia à ética. Platão, Kant e o Vendantismo são referências permanentes ao longo de todo o texto. Assim, Schopenhauer associa a dialética de Kant - do nômeno e do fenômeno - com a visão platoniana - das idéias claras e do mundo incerto - para definir suas constantes filosóficas    

Esta obra fundamental de Schopenhauer, escrita em estilo claro, elegante e contundente, preservado nesta tradução, abrange temas que vão da epistemologia à ética. Platão, Kant e o Vendantismo são referências permanentes ao longo de todo o texto. Assim, Schopenhauer associa a dialética de Kant - do nômeno e do fenômeno - com a visão platoniana - das idéias claras e do mundo incerto - para definir suas constantes filosóficas Fechar Ler mais

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O Mundo Como Vontade e Representação

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O Mundo Como Vontade e Representação

O Mundo Como Vontade e Representação

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Livros Universo 2 Livros Universo 2 SP - São Bernardo do Campo
97% Positivas
696 qualificações
R$ 48,00 + frete R$ 14,87

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Descrição Brochura. Livro em bom estado de conservação. Capa, lombada e contracapa com sinais de uso, manuseio e desgastes. Corte escurecido e com pontos de oxidação. Páginas amareladas e com pontos de oxidação devido a ação do tempo. Sem anotações e grifos. Liv05

O Mundo Como Vontade e Representação

O Mundo Como Vontade e Representação

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Livraria de Sueños Livraria de Sueños SP - São Bernardo do Campo
100% Positivas
25 qualificações
R$ 69,90 + frete R$ 13,45

Total: R$ 83,35

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Descrição Muito bom estado, sem avaria.

O Mundo Como Vontade E Representação Capa ilustrativa

O Mundo Como Vontade E Representação

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Dickens Livraria Dickens Livraria SP - Guarulhos
97% Positivas
347 qualificações
R$ 72,00 + frete R$ 14,40

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Descrição Livro novo. Dimensão 16 x 23 cm, 432 pág. Sinopse: Chega finalmente ao Brasil uma das obras fundamentais da filosofia crítica, O mundo como vontade e representação. Schopenhauer escreveu uma obra-prima, de estilo ao mesmo tempo claro e elevado, áspero e suave, frio e apaixonado, diante do qual é impossível não sentir forte emoção. Temos uma sinfonia sobre o Nada e seus terríveis simulacros. Uma grande sinfonia sobre a condição humana, ferida pela Vontade. E as pedras. E os mares. E os planetas. Schopenhauer trouxe de volta o Nada para a cena contemporânea e demonstrou que o cosmo não é senão o véu de Maia. E dele surgiram, por vias transversas, Nietzsche e Freud, Sartre e Cioran, para consolidar novos domínios. Schopenhauer associa a visão platônica das ideias claras e do mundo incerto

O Mundo Como Vontade E Representação Capa ilustrativa

O Mundo Como Vontade E Representação

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

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Dickens Livraria Dickens Livraria SP - Guarulhos
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Descrição Livro novo. Dimensão 16 x 23 cm, 432 pág. Sinopse: Chega finalmente ao Brasil uma das obras fundamentais da filosofia crítica, O mundo como vontade e representação. Schopenhauer escreveu uma obra-prima, de estilo ao mesmo tempo claro e elevado, áspero e suave, frio e apaixonado, diante do qual é impossível não sentir forte emoção. Temos uma sinfonia sobre o Nada e seus terríveis simulacros. Uma grande sinfonia sobre a condição humana, ferida pela Vontade. E as pedras. E os mares. E os planetas. Schopenhauer trouxe de volta o Nada para a cena contemporânea e demonstrou que o cosmo não é senão o véu de Maia. E dele surgiram, por vias transversas, Nietzsche e Freud, Sartre e Cioran, para consolidar novos domínios. Schopenhauer associa a visão platônica das ideias claras e do mundo incerto

O Mundo Como Vontade E Representação Capa ilustrativa

O Mundo Como Vontade E Representação

Ano:   Editora: Contraponto

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Idioma: Português

Dickens Livraria Dickens Livraria SP - Guarulhos
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Descrição Livro novo. Dimensão 16 x 23 cm, 432 pág. Sinopse: Chega finalmente ao Brasil uma das obras fundamentais da filosofia crítica, O mundo como vontade e representação. Schopenhauer escreveu uma obra-prima, de estilo ao mesmo tempo claro e elevado, áspero e suave, frio e apaixonado, diante do qual é impossível não sentir forte emoção. Temos uma sinfonia sobre o Nada e seus terríveis simulacros. Uma grande sinfonia sobre a condição humana, ferida pela Vontade. E as pedras. E os mares. E os planetas. Schopenhauer trouxe de volta o Nada para a cena contemporânea e demonstrou que o cosmo não é senão o véu de Maia. E dele surgiram, por vias transversas, Nietzsche e Freud, Sartre e Cioran, para consolidar novos domínios. Schopenhauer associa a visão platônica das ideias claras e do mundo incerto

O Mundo Como Vontade E Representação Capa ilustrativa

O Mundo Como Vontade E Representação

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Dickens Livraria Dickens Livraria SP - Guarulhos
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Descrição Livro novo. Dimensão 16 x 23 cm, 432 pág. Sinopse: Chega finalmente ao Brasil uma das obras fundamentais da filosofia crítica, O mundo como vontade e representação. Schopenhauer escreveu uma obra-prima, de estilo ao mesmo tempo claro e elevado, áspero e suave, frio e apaixonado, diante do qual é impossível não sentir forte emoção. Temos uma sinfonia sobre o Nada e seus terríveis simulacros. Uma grande sinfonia sobre a condição humana, ferida pela Vontade. E as pedras. E os mares. E os planetas. Schopenhauer trouxe de volta o Nada para a cena contemporânea e demonstrou que o cosmo não é senão o véu de Maia. E dele surgiram, por vias transversas, Nietzsche e Freud, Sartre e Cioran, para consolidar novos domínios. Schopenhauer associa a visão platônica das ideias claras e do mundo incerto

O Mundo Como Vontade e Representação

O Mundo Como Vontade e Representação

Ano:   Editora: Res

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Roberto Oliveira Livros Roberto Oliveira Livros BA - Salvador
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145 qualificações
R$ 76,00 + frete R$ 14,87

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Descrição Bom estado, capa conservada, assinatura a caneta do antigo dono na segunda folha, amarelados nos cortes e miolo sem grifos, 552 p.

O Mundo Como Vontade e Representação Capa ilustrativa

O Mundo Como Vontade e Representação

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Sebo Cata Livros Natalrn Sebo Cata Livros Natalrn RN - Natal
93% Positivas
75 qualificações
R$ 80,00 + frete R$ 13,87

Total: R$ 93,87

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Descrição Perfeito estado. Foto real

O Mundo Como Vontade e Representação

O Mundo Como Vontade e Representação

Ano:   Editora: Res

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Livraria Opção Cultural II Livraria Opção Cultural II GO - Goiânia
100% Positivas
42 qualificações
R$ 80,00 + frete R$ 14,87

Total: R$ 94,87

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Descrição Livro conservado, com grifos, alguns carimbos com nome, 548 páginas, imagem meramente ilustrativa.

Mundo como vontade e representação, O

Mundo como vontade e representação, O

Ano:   Editora: Editora Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Mdx Livros Mdx Livros RJ - Rio de Janeiro
99% Positivas
148 qualificações
R$ 81,00 + frete R$ 12,92

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Descrição Chega finalmente ao Brasil uma das obras fundamentais da filosofia crítica, "O mundo como vontade e representação". Schopenhauer escreveu uma obra-prima, de estilo ao mesmo tempo claro e elevado, áspero e suave, frio e apaixonado, diante do qual é impossível não sentir forte emoção. Temos uma sinfonia sobre o Nada e seus terríveis simulacros. Uma grande sinfonia sobre a condição humana, ferida pela Vontade. E as pedras. E os mares. E os planetas. Schopenhauer trouxe de volta o Nada para a cena contemporânea e demonstrou que o cosmo não é senão o véu de Maia. E dele surgiram, por vias transversas, Nietzsche e Freud, Sartre e Cioran, para consolidar novos domínios. Schopenhauer associa a visão platônica das ideias claras e do mundo incerto com a dialética de Kant do nômeno e do fenômeno, para definir suas constantes filosóficas. E da esfera da representação (do que existe apenas para o sujeito), alcança a vontade, como a essência íntima do mundo e, por extensão, dos corpos. Mas o que importa é a dissonância radical entre vontade e representação, prelúdio da filosofia trágica. Para atenuar o abismo kantiano, Schopenhauer define primeiramente a vontade como coisa em si, reconsiderando-a, pouco mais tarde, como raiz de todos os fenômenos e, por isso, abordável. Volta-se, de modo especial, para a vontade de viver, entendida como força obscura e cega, como impulso terrível e dramático, que move os indivíduos de forma dolorosa e brutal. Não a vontade temperada pela razão (a boúlesis), mas o desejo rude e irrefletido (a thélêma), condicionado pelo instinto de conservação. As forças múltiplas da natureza são os tentáculos da Vontade universal. A cada estágio de satisfação alcançada, a demanda não diminui. O desejo é omnívoro e incessante. Para Schopenhauer, a vida é um perene combate, em que cada indivíduo é um instrumento da Vontade. E cada qual luta para impor o que lhe parece próprio e necessário. Os animais destroem as plantas, que, por sua vez, consomem água e ar. Todos são inimigos mais ou menos declarados, até a consumação provisória de suas vontades, pois, a cada desejo satisfeito, dez são contrariados. E o mundo não conhece trégua. O escravo da voluntas tira a água do tonel das Danaides e rola a pedra de Sísifo, num jogo infame e cruel. Pagamos a vontade de viver, esse estranho sonho de uma sombra. Notamos a dor, mas não a sua falta; a angústia, mas não a serenidade: o bem-estar, portanto, é absolutamente negativo e compõe uma das parcelas do Nada (se o Nada fosse divisível!). Por isso, o otimismo é uma opinião ímpia, uma zombaria odiosa, em face das inexprimíveis dores da humanidade. Mesmo assim, Schopenhauer vislumbra uma saída, um atalho do nada para o Nada, da vontade à desvontade, da voluntas para a noluntas. Não estranha que Schopenhauer mostre um enorme interesse pelo budismo e pelo cristianismo primitivo, onde predomina o conceito de libertação sobre o de criação. Destruir a vontade. Trabalhar para o Nirvana. Superar o puro instinto, para atingir uma piedade cósmica, eis a saída possível. Assim, numa realidade de escombros como os da modernidade tardia e sem história, segundo Sloterdijk, surge um mundo em que brilham os raios do Nada, com suas estrelas e galáxias, e que iluminam paradoxalmente na vida plena do pensamento as maravilhosas páginas de "O mundo como vontade e representação".

Mundo como vontade e representação, O

Mundo como vontade e representação, O

Ano:   Editora: Editora Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Mdx Livros Mdx Livros RJ - Rio de Janeiro
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Descrição Chega finalmente ao Brasil uma das obras fundamentais da filosofia crítica, "O mundo como vontade e representação". Schopenhauer escreveu uma obra-prima, de estilo ao mesmo tempo claro e elevado, áspero e suave, frio e apaixonado, diante do qual é impossível não sentir forte emoção. Temos uma sinfonia sobre o Nada e seus terríveis simulacros. Uma grande sinfonia sobre a condição humana, ferida pela Vontade. E as pedras. E os mares. E os planetas. Schopenhauer trouxe de volta o Nada para a cena contemporânea e demonstrou que o cosmo não é senão o véu de Maia. E dele surgiram, por vias transversas, Nietzsche e Freud, Sartre e Cioran, para consolidar novos domínios. Schopenhauer associa a visão platônica das ideias claras e do mundo incerto com a dialética de Kant do nômeno e do fenômeno, para definir suas constantes filosóficas. E da esfera da representação (do que existe apenas para o sujeito), alcança a vontade, como a essência íntima do mundo e, por extensão, dos corpos. Mas o que importa é a dissonância radical entre vontade e representação, prelúdio da filosofia trágica. Para atenuar o abismo kantiano, Schopenhauer define primeiramente a vontade como coisa em si, reconsiderando-a, pouco mais tarde, como raiz de todos os fenômenos e, por isso, abordável. Volta-se, de modo especial, para a vontade de viver, entendida como força obscura e cega, como impulso terrível e dramático, que move os indivíduos de forma dolorosa e brutal. Não a vontade temperada pela razão (a boúlesis), mas o desejo rude e irrefletido (a thélêma), condicionado pelo instinto de conservação. As forças múltiplas da natureza são os tentáculos da Vontade universal. A cada estágio de satisfação alcançada, a demanda não diminui. O desejo é omnívoro e incessante. Para Schopenhauer, a vida é um perene combate, em que cada indivíduo é um instrumento da Vontade. E cada qual luta para impor o que lhe parece próprio e necessário. Os animais destroem as plantas, que, por sua vez, consomem água e ar. Todos são inimigos mais ou menos declarados, até a consumação provisória de suas vontades, pois, a cada desejo satisfeito, dez são contrariados. E o mundo não conhece trégua. O escravo da voluntas tira a água do tonel das Danaides e rola a pedra de Sísifo, num jogo infame e cruel. Pagamos a vontade de viver, esse estranho sonho de uma sombra. Notamos a dor, mas não a sua falta; a angústia, mas não a serenidade: o bem-estar, portanto, é absolutamente negativo e compõe uma das parcelas do Nada (se o Nada fosse divisível!). Por isso, o otimismo é uma opinião ímpia, uma zombaria odiosa, em face das inexprimíveis dores da humanidade. Mesmo assim, Schopenhauer vislumbra uma saída, um atalho do nada para o Nada, da vontade à desvontade, da voluntas para a noluntas. Não estranha que Schopenhauer mostre um enorme interesse pelo budismo e pelo cristianismo primitivo, onde predomina o conceito de libertação sobre o de criação. Destruir a vontade. Trabalhar para o Nirvana. Superar o puro instinto, para atingir uma piedade cósmica, eis a saída possível. Assim, numa realidade de escombros como os da modernidade tardia e sem história, segundo Sloterdijk, surge um mundo em que brilham os raios do Nada, com suas estrelas e galáxias, e que iluminam paradoxalmente na vida plena do pensamento as maravilhosas páginas de "O mundo como vontade e representação".

Mundo como vontade e representação, O

Mundo como vontade e representação, O

Ano:   Editora: Editora Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Mdx Livros Mdx Livros RJ - Rio de Janeiro
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Descrição Chega finalmente ao Brasil uma das obras fundamentais da filosofia crítica, "O mundo como vontade e representação". Schopenhauer escreveu uma obra-prima, de estilo ao mesmo tempo claro e elevado, áspero e suave, frio e apaixonado, diante do qual é impossível não sentir forte emoção. Temos uma sinfonia sobre o Nada e seus terríveis simulacros. Uma grande sinfonia sobre a condição humana, ferida pela Vontade. E as pedras. E os mares. E os planetas. Schopenhauer trouxe de volta o Nada para a cena contemporânea e demonstrou que o cosmo não é senão o véu de Maia. E dele surgiram, por vias transversas, Nietzsche e Freud, Sartre e Cioran, para consolidar novos domínios. Schopenhauer associa a visão platônica das ideias claras e do mundo incerto com a dialética de Kant do nômeno e do fenômeno, para definir suas constantes filosóficas. E da esfera da representação (do que existe apenas para o sujeito), alcança a vontade, como a essência íntima do mundo e, por extensão, dos corpos. Mas o que importa é a dissonância radical entre vontade e representação, prelúdio da filosofia trágica. Para atenuar o abismo kantiano, Schopenhauer define primeiramente a vontade como coisa em si, reconsiderando-a, pouco mais tarde, como raiz de todos os fenômenos e, por isso, abordável. Volta-se, de modo especial, para a vontade de viver, entendida como força obscura e cega, como impulso terrível e dramático, que move os indivíduos de forma dolorosa e brutal. Não a vontade temperada pela razão (a boúlesis), mas o desejo rude e irrefletido (a thélêma), condicionado pelo instinto de conservação. As forças múltiplas da natureza são os tentáculos da Vontade universal. A cada estágio de satisfação alcançada, a demanda não diminui. O desejo é omnívoro e incessante. Para Schopenhauer, a vida é um perene combate, em que cada indivíduo é um instrumento da Vontade. E cada qual luta para impor o que lhe parece próprio e necessário. Os animais destroem as plantas, que, por sua vez, consomem água e ar. Todos são inimigos mais ou menos declarados, até a consumação provisória de suas vontades, pois, a cada desejo satisfeito, dez são contrariados. E o mundo não conhece trégua. O escravo da voluntas tira a água do tonel das Danaides e rola a pedra de Sísifo, num jogo infame e cruel. Pagamos a vontade de viver, esse estranho sonho de uma sombra. Notamos a dor, mas não a sua falta; a angústia, mas não a serenidade: o bem-estar, portanto, é absolutamente negativo e compõe uma das parcelas do Nada (se o Nada fosse divisível!). Por isso, o otimismo é uma opinião ímpia, uma zombaria odiosa, em face das inexprimíveis dores da humanidade. Mesmo assim, Schopenhauer vislumbra uma saída, um atalho do nada para o Nada, da vontade à desvontade, da voluntas para a noluntas. Não estranha que Schopenhauer mostre um enorme interesse pelo budismo e pelo cristianismo primitivo, onde predomina o conceito de libertação sobre o de criação. Destruir a vontade. Trabalhar para o Nirvana. Superar o puro instinto, para atingir uma piedade cósmica, eis a saída possível. Assim, numa realidade de escombros como os da modernidade tardia e sem história, segundo Sloterdijk, surge um mundo em que brilham os raios do Nada, com suas estrelas e galáxias, e que iluminam paradoxalmente na vida plena do pensamento as maravilhosas páginas de "O mundo como vontade e representação".

O Mundo Como Vontade e Como Representação - Tomo I Capa ilustrativa

O Mundo Como Vontade e Como Representação - Tomo I

Ano:   Editora: Unesp

Tipo: novo

Idioma: Português

Helder Livros Helder Livros SP - São Paulo
98% Positivas
64 qualificações
R$ 82,60 + frete R$ 22,19

Total: R$ 104,79

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Descrição Livro novo. 696 p. Sinopse: Com tradução revisada, o primeiro tomo de O mundo como vontade e como representação é a mais completa edição em língua portuguesa deste grande clássico da filosofia alemã. Imprescindível para o vislumbre do horizonte em que se movem as chamadas filosofias do impulso, com reflexões sobre o irracional e o inconsciente. A crítica do irracional neste tratado também passa pela crítica da razão.

Mundo Como Vontade e Representação. Tomo 1- Ed. Unesp

Mundo Como Vontade e Representação. Tomo 1- Ed. Unesp

Ano:   Editora: Unesp

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Lerbookssp Livraria Lerbookssp SP - São Paulo
97% Positivas
33 qualificações
R$ 85,00 + frete R$ 22,19

Total: R$ 107,19

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Descrição sem uso ou manuseio. Capa dura. A mais completa edição em língua portuguesa do grande clássico da filosofia alemã, O Mundo Como Vontade e como Representação, traduzido por Jair Barboza. É imprescindível para o vislumbre do horizonte em que se movem as chamadas filosofia do impulso com sua reflexão sobre o irracional e o inconsciente, bem como uma crítica a esse irracional que também passa por uma crítica da razão. A obra se subdivide em quatro livros. Dois elegem o tema da Representação e dois, o tema da Vontade e cada livro assume um ponto de vista diferente da consideração

Mundo Como Vontade e Representação. Tomo 1- Ed. Unesp

Mundo Como Vontade e Representação. Tomo 1- Ed. Unesp

Ano:   Editora: Unesp

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Lerbookssp Livraria Lerbookssp SP - São Paulo
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Descrição sem uso ou manuseio. Capa dura. A mais completa edição em língua portuguesa do grande clássico da filosofia alemã, O Mundo Como Vontade e como Representação, traduzido por Jair Barboza. É imprescindível para o vislumbre do horizonte em que se movem as chamadas filosofia do impulso com sua reflexão sobre o irracional e o inconsciente, bem como uma crítica a esse irracional que também passa por uma crítica da razão. A obra se subdivide em quatro livros. Dois elegem o tema da Representação e dois, o tema da Vontade e cada livro assume um ponto de vista diferente da consideração

O Mundo Como Vontade e Como Representação Capa ilustrativa

O Mundo Como Vontade e Como Representação

Ano:   Editora: Unesp

Tipo: novo

Idioma: Português

Sebo Caieiras Sebo Caieiras SP - Caieiras
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10 qualificações
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Descrição Com tradução revisada, o primeiro tomo de O mundo como vontade e como representação é a mais completa edição em língua portuguesa deste grande clássico da filosofia alemã. Imprescindível para o vislumbre do horizonte em que se movem as chamadas filosofias do impulso, com reflexões sobre o irracional e o inconsciente. A crítica do irracional neste tratado também passa pela crítica da razão. - 2016896

O Mundo Como Vontade e Como Representação - Tomo Ii Capa ilustrativa

O Mundo Como Vontade e Como Representação - Tomo Ii

Ano:   Editora: Unesp

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Porto dos Livros Porto dos Livros BA - Salvador
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16 qualificações
R$ 95,00 + frete R$ 22,19

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Descrição CAPA DURA. Livro em ótimo estado. Sem grifos ou anotações. Leves sinais de uso.

O mundo como vontade e como representação - Tomo I Capa ilustrativa

O mundo como vontade e como representação - Tomo I

Ano:   Editora: Unesp

Tipo: novo

Idioma: Português

Livrofast Livrofast SP - São Paulo
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Descrição NOVO DIRETO DO FABRICANTE

O Mundo  Como Vontade e Como Representação Vol. Ll

O Mundo Como Vontade e Como Representação Vol. Ll

Ano:   Editora: Unesp

Tipo: novo

Idioma: Português

Sebo Isquisito Sebo Isquisito MG - Belo Horizonte
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R$ 98,00 + frete R$ 22,19

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Descrição LIvro Novo, capa dura, 801 pgs.

Mundo Como Vontade e Representação. Tomo 2- Ed. Unesp

Mundo Como Vontade e Representação. Tomo 2- Ed. Unesp

Ano:   Editora: Unesp

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Lerbookssp Livraria Lerbookssp SP - São Paulo
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Descrição Capa dura. Ao articular, em 1818, o seu sistema filosófico em O mundo como vontade e como representação, Arthur Schopenhauer (1788-1860) contrapôs-se às correntes racionalistas do pensamento ocidental de então. Em 1844, o autor alemão retorna às mesmas questões metafísicas de sua obra mais conhecida, agora mais maduro, expressando-se com mais liberdade e franqueza, sem fazer tantas concessões às tradições universitárias, como revelou em correspondência pessoal. Este Tomo II pode ser entendido como uma nova forma que o pensador encontrou para expor suas ideias filosóficas, aproximando a metafísica da psicologia. Esses "suplementos", como o autor os denominava, não constituem tão somente uma revisão madura do texto da juventude, mas uma outra obra escrita desde a mesma estrutura...

Mundo Como Vontade e Representação. Tomo 2- Ed. Unesp

Mundo Como Vontade e Representação. Tomo 2- Ed. Unesp

Ano:   Editora: Unesp

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Lerbookssp Livraria Lerbookssp SP - São Paulo
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Descrição Capa dura. Ao articular, em 1818, o seu sistema filosófico em O mundo como vontade e como representação, Arthur Schopenhauer (1788-1860) contrapôs-se às correntes racionalistas do pensamento ocidental de então. Em 1844, o autor alemão retorna às mesmas questões metafísicas de sua obra mais conhecida, agora mais maduro, expressando-se com mais liberdade e franqueza, sem fazer tantas concessões às tradições universitárias, como revelou em correspondência pessoal. Este Tomo II pode ser entendido como uma nova forma que o pensador encontrou para expor suas ideias filosóficas, aproximando a metafísica da psicologia. Esses "suplementos", como o autor os denominava, não constituem tão somente uma revisão madura do texto da juventude, mas uma outra obra escrita desde a mesma estrutura...

O Mundo Como Vontade e Como Representação - Tomo II

O Mundo Como Vontade e Como Representação - Tomo II

Ano:   Editora: Unesp

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Taverna Livraria Taverna RS - Porto Alegre
95% Positivas
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R$ 100,00 + frete R$ 22,19

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Descrição Livro novo, 824 páginas. Edição em capa dura. O mundo como vontade e como representação - Tomo II / Em Tomo II, o filósofo alemão aprofunda reflexões de O mundo como vontade e como representação, expressando-se com mais liberdade e franqueza. Ao articular, em 1818, o seu sistema filosófico em O mundo como vontade e como representação, Arthur Schopenhauer (1788-1860) contrapôs-se às correntes racionalistas do pensamento ocidental.

O Mundo Como Vontade e Como Representação - Tomo II

O Mundo Como Vontade e Como Representação - Tomo II

Ano:   Editora: Unesp

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Machado de Assis Livraria Machado de Assis SP - São Carlos
96% Positivas
51 qualificações
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Descrição postagem imediata !! - novo ! - em estoque - sinopse ao articular, em 1818, o seu sistema filosófico em o mundo como vontade e como representação, arthur schopenhauer (1788-1860) contrapôs-se às correntes racionalistas do pensamento ocidental de então. em 1844, o autor alemão retorna às mesmas questões metafísicas de sua obra mais conhecida, agora mais maduro, expressando-se com mais liberdade e franqueza, sem fazer tantas concessões às tradições universitárias, como revelou em correspondência pessoal.este tomo ii pode ser entendido como uma nova forma que o pensador encontrou para expor suas ideias filosóficas, aproximando a metafísica da psicologia. leia mais na livraria machado de assis

MUNDO COMO VONTADE E COMO REPRESENTACAO V. 1 Capa ilustrativa

MUNDO COMO VONTADE E COMO REPRESENTACAO V. 1

Ano:   Editora: Unesp

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Livros e Livros Livraria Livros e Livros SC - Florianópolis
99% Positivas
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R$ 106,20 + frete R$ 22,19

Total: R$ 128,39

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Descrição Livro Novo, SKU: L55677539 ISBN: 9788539305629 SINOPSE: Com traducao revisada, o primeiro tomo de O mundo como vontade e como representacao e a mais completa edicao em lingua portuguesa deste grande classico da filosofia alema. Imprescindivel para o vislumbre do horizonte em que se movem as chamadas filos

O mundo como vontade e como representação - Tomo I

O mundo como vontade e como representação - Tomo I

Ano:   Editora: Unesp

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Vertov Livraria Vertov PR - Curitiba
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85 qualificações
R$ 108,00 + frete R$ 22,19

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Descrição Livro novo, capa dura. Com tradução revisada, o primeiro tomo de O mundo como vontade e como representação é a mais completa edição em língua portuguesa deste grande clássico da filosofia alemã. Imprescindível para o vislumbre do horizonte em que se movem as chamadas filosofias do impulso, com reflexões sobre o irracional e o inconsciente. A crítica do irracional neste tratado também passa pela crítica da razão.

O Mundo Como Vontade e Representação

O Mundo Como Vontade e Representação

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Livraria Sebo Panorama Livraria Sebo Panorama RJ - Niterói
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227 qualificações
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Descrição livro usado. brochura. 16 x 23 cm. 431 pág. capa com marcas de uso. lateral e miolo com pigmentações amareladas, mas em bom estado. lombada em bom estado. 17/07/19 m.i

O mundo como vontade e como representação - Tomo II

O mundo como vontade e como representação - Tomo II

Ano:   Editora: Unesp

Tipo: novo

Idioma: Português

Authentic Livros Authentic Livros SP - São Paulo
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Descrição Em Tomo II, o filósofo alemão aprofunda reflexões de O mundo como vontade e como representação, expressando-se com mais liberdade e franqueza Ao articular, em 1818, o seu sistema filosófico em O mundo como vontade e como representação, Arthur Scho penhauer (1788-1860) contrapôs-se às correntes racionalistas do pensamento ocidental. Em 1844, o autor alemão retorna às mesmas questões metafísicas de sua obra mais conhecida, agora mais maduro, expressando-se com mais “liberdade e franqueza”, sem f azer tantas concessões às tradições universitárias, como revelou em uma correspondência pessoal. O resultado é esse Tomo II, cuja tradução, direta do alemão, realizada durante cinco anos pelo professor Jair Barboza, é lançada pela Editora Unesp, reed itando a parceria que resultou no Tomo I (2005). Essa obra pode ser entendida como uma nova forma que Schopenhauer encontrou para expor suas ideias filosóficas, aproximando a metafísica da psicologia. Esses “suplementos”, como o autor os denominava, não constituem tão somente uma revisão madura do texto da juventude, mas uma outra obra escrita desde a mesma estrutura, em que aprofunda a noção de representação: de que toda a existência objetiva das cosias depende do ser que as representa. As r efinadas observações psicológicas, observa Jair Barboza na introdução desta edição, ao aprofundarem as teses do Tomo I, chegam até as fronteiras “da vontade como puro ímpeto cego e inconsciente”. Assim, Schopenhauer aprofunda sua tese com respeito à relação entre o racional e o intuitivo, afirmando que “a pura vontade irracional cega e inconsciente” é primária, e a razão, secundária, um mero momento dessa vontade em sua “manifestação cosmológica”. Crítico mordaz das tradições de sua época, Schop enhauer não poupa pensadores consagrados, opondo-se sem concessões a pensadores que, na sua perspectiva, são responsáveis por “corromper” inteligências, entre eles Hegel, a quem classifica de “charlatão repugnante”. Schopenhauer percorre uma vasta gama de temas, apresentando reflexões para a fi

O mundo como vontade e como representação - Tomo II

O mundo como vontade e como representação - Tomo II

Ano:   Editora: Unesp

Tipo: novo

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Descrição Em Tomo II, o filósofo alemão aprofunda reflexões de O mundo como vontade e como representação, expressando-se com mais liberdade e franqueza Ao articular, em 1818, o seu sistema filosófico em O mundo como vontade e como representação, Arthur Scho penhauer (1788-1860) contrapôs-se às correntes racionalistas do pensamento ocidental. Em 1844, o autor alemão retorna às mesmas questões metafísicas de sua obra mais conhecida, agora mais maduro, expressando-se com mais “liberdade e franqueza”, sem f azer tantas concessões às tradições universitárias, como revelou em uma correspondência pessoal. O resultado é esse Tomo II, cuja tradução, direta do alemão, realizada durante cinco anos pelo professor Jair Barboza, é lançada pela Editora Unesp, reed itando a parceria que resultou no Tomo I (2005). Essa obra pode ser entendida como uma nova forma que Schopenhauer encontrou para expor suas ideias filosóficas, aproximando a metafísica da psicologia. Esses “suplementos”, como o autor os denominava, não constituem tão somente uma revisão madura do texto da juventude, mas uma outra obra escrita desde a mesma estrutura, em que aprofunda a noção de representação: de que toda a existência objetiva das cosias depende do ser que as representa. As r efinadas observações psicológicas, observa Jair Barboza na introdução desta edição, ao aprofundarem as teses do Tomo I, chegam até as fronteiras “da vontade como puro ímpeto cego e inconsciente”. Assim, Schopenhauer aprofunda sua tese com respeito à relação entre o racional e o intuitivo, afirmando que “a pura vontade irracional cega e inconsciente” é primária, e a razão, secundária, um mero momento dessa vontade em sua “manifestação cosmológica”. Crítico mordaz das tradições de sua época, Schop enhauer não poupa pensadores consagrados, opondo-se sem concessões a pensadores que, na sua perspectiva, são responsáveis por “corromper” inteligências, entre eles Hegel, a quem classifica de “charlatão repugnante”. Schopenhauer percorre uma vasta gama de temas, apresentando reflexões para a fi

O Mundo Como Vontade e Como Representaçao - Tomo 2

O Mundo Como Vontade e Como Representaçao - Tomo 2

Ano:   Editora: Unesp

Tipo: novo

Idioma: Português

Solario Livraria Solario Livraria RJ - Rio de Janeiro
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Descrição LIVRO NOVO CAPA DURA. Este Tomo II pode ser entendido como uma nova forma que o pensador encontrou para expor suas ideias filosóficas, aproximando a metafísica da psicologia. Esses “suplementos”, como o autor os denominava, não constituem tão somente uma revisão madura do texto da juventude, mas uma outra obra escrita desde a mesma estrutura, em que aprofunda a noção de representação: de que toda a existência objetiva das coisas depende do ser que as representa.

O Mundo Como Vontade e Representação

O Mundo Como Vontade e Representação

Ano:   Editora: Contraponto

Tipo: novo

Idioma: Português

Pontes Livros Pontes Livros SP - Campinas
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Descrição 5º Reimpressão, tiragem de apenas 1000 exemplares. Livro em excelente estado, sem sinais de uso. Conteúdo livre de alterações. 431 páginas. Bordas e capa levemente amareladas.

Avaliações do livro

5 de 5 estrelas (2 avaliações)

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  • Por: DIEGO FRANCISCO BARBOSA MAGALHÃES , em 06/03/2012 Eu recomendo este livro

    "O Mundo como Vontade e Representação", de Arthur Schopenhauer é uma ótima obra. Recomendo!

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  • Por: Jonas Uberti , em 05/05/2010 Eu recomendo este livro

    Obra prima. Para além de ser um monumento do pensamento, é um primor literário. Ninguém, na filosofia, escreveu melhor que Shopenhauer.

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