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Mulheres Raca e Classe Capa ilustrativa

Mulheres, Raça e Classe

Angela Davis

5 de 5 estrelas (1 avaliação)

Mais importante obra de Angela Davis, Mulheres, raça e classe traça um poderoso panorama histórico e crítico das imbricações entre a luta anticapitalista, a luta feminista, a luta antirracista e a luta antiescravagista, passando pelos dilemas contemporâneos da mulher. O livro é considerado um clássico sobre a interseccionalidade de gênero, raça e classe.    

Mais importante obra de Angela Davis, Mulheres, raça e classe traça um poderoso panorama histórico e crítico das imbricaçõ es entre a luta anticapitalista, a luta feminista, a luta antirracista e a luta antiescravagista, passando pelos dilemas contemporâneos da mulher. O livro é considerado um clássico sobre a interseccionalidade de gênero, raça e classe. Fechar Ler mais

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Mulheres, Raça e Classe

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Mulheres, Raça e Classe

Mulheres, Raça e Classe

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Super Mercado de Livros Super Mercado de Livros SP - São Paulo
100% Positivas
25 qualificações
R$ 40,90 + frete R$ 11,24

Total: R$ 52,14

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Descrição Mais importante obra de Angela Davis, Mulheres, raça e classe traça um poderoso panorama histórico e crítico das imbricações entre a luta anticapitalista, a luta feminista, a luta antirracista e a luta antiescravagista, passando pelos dilemas contemporâneos da mulher. O livro é considerado um clássico sobre a interseccionalidade de gênero, raça e classe.

MULHERES, RAÇA E CLASSE

MULHERES, RAÇA E CLASSE

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Pook Book Pook Book SP - São Paulo
99% Positivas
549 qualificações
R$ 41,04 + frete R$ 11,24

Total: R$ 52,28

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Descrição Mulheres, raça e classe, de Angela Davis, é uma obra fundamental para se entender as nuances das opressões. Começar o livro tratando da escravidão e de seus efeitos, da forma pela qual a mulher negra foi desumanizada, nos dá a dimensão da impossibilidade de se pensar um projeto de nação que desconsidere a centralidade da questão racial, já que as sociedades escravocratas foram fundadas no racismo. Além disso, a autora mostra a necessidade da não hierarquização das opressões, ou seja, o quanto é preciso considerar a intersecção de raça, classe e gênero para possibilitar um novo modelo de sociedade. Davis apresenta o debate sobre o abolicionismo penal como imprescindível para o enfrentamento do racismo institucional. Denuncia o encarceramento em massa da população negra como mecanismo de controle e dominação. Dessa forma, questiona a ideia de que a mera adesão a uma lógica punitivista traria soluções efetivas para o combate à violência, considerando-se que o sujeito negro foi aquele construído como violento e perigoso, inclusive a mulher negra, cada vez mais encarcerada. Analisar essa problemática tendo como base a questão de raça e classe permite a Davis fazer uma análise profunda e refinada do modo pelo qual essas opressões estruturam a sociedade. Neste livro, tal discussão é sinalizada pela autora por meio de sua abordagem do sistema de contratação de pessoas encarceradas nos Estados Unidos, que já durante o período escravocrata permitia às autoridades ceder homens e mulheres negros presos para o trabalho, em uma relação direta entre escravidão e encarceramento como forma de controle social.Nesse sentido, mesmo sendo marxista, Davis é uma grande crítica da esquerda ortodoxa que defende a primazia da questão de classe sobre as outras opressões. Em 'As mulheres negras na construção de uma nova utopia', a autora destaca a importância de refletir sobre de que maneira as opressões se combinam e entrecruzam:As organizações de esquerda têm argumentado dentro de uma visão marxista e ortodoxa que a classe é a coisa mais importante. Claro que classe é importante. É preciso compreender que classe informa a raça. Mas raça, também, informa a classe. E gênero informa a classe. Raça é a maneira como a classe é vivida. Da mesma forma que gênero é a maneira como a raça é vivida. A gente precisa refletir bastante para perceber as intersecções entre raça, classe e gênero, de forma a perceber que entre essas categorias existem relações que são mútuas e outras que são cruza

MULHERES, RAÇA E CLASSE

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Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

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MULHERES, RAÇA E CLASSE

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Ano:   Editora: Boitempo

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MULHERES, RAÇA E CLASSE

MULHERES, RAÇA E CLASSE

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

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Mulheres Raca e Classe Capa ilustrativa

Mulheres Raca e Classe

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

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Mulheres Raca e Classe

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Mulheres, Raça e Classe

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Mulheres, Raça e Classe

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Ano:   Editora: Boitempo

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Mulheres, Raça e Classe Capa ilustrativa

Mulheres, Raça e Classe

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Kangoroo Web Kangoroo Web SP - São Paulo
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Mulheres, raça e classe

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Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
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Descrição Tradução de Heci Regina Candiani
Prefácio de Djamila Ribeiro

Um clássico, para o pensador Norberto Bobbio, é um intérprete único de seu tempo, com tamanha reserva de atualidade que cada época e cada geração têm a necessidade de relê-lo e, ao relê-lo, de reinterpretá-lo. Dessa forma, um clássico cria teorias-modelo com vistas à compreensão da realidade, de tal sorte que consegue até mesmo explicar contextos diferentes daquele em que foi gestado.

O livro Mulheres, raça e classe, da intelectual e feminista estadunidense Angela Davis, amolda-se, com precisão cirúrgica, a essa definição. Publicado em 1981, logo se converteu em referência obrigatória para se pensar a dinâmica da exclusão capitalista, tomando como nexo prioritário o racismo e o sexismo. Ordena-se sobre um arco de temas inescapável para compreendermos o modo de funcionamento das sociedades marcadas pela tragédia da escravidão moderna (o papel da mulher negra no trabalho escravo; classe e raça na campanha pelos direitos civis das mulheres; racismo no movimento sufragista; educação e libertação na perspectiva das mulheres negras; sufrágio feminino na virada do século; estupro e racismo; controle de natalidade e direitos reprodutivos; obsolescência das tarefas domésticas).

A perspectiva adotada por Davis realça o mérito do livro: desloca olhares viciados sobre o tema em tela e atribui centralidade ao papel das mulheres negras na luta contra as explorações que se perpetuam no presente, reelaborando-se. O reexame operado pela escrita dessa ativista mundialmente conhecida é indispensável para a compreensão da realidade do nosso país, pois reforça a práxis do feminismo negro brasileiro, segundo o qual a inobservância do lugar das mulheres negras nas ideias e projetos que pensaram e pensam o Brasil vem adiando diagnósticos mais precisos sobre desigualdade, discriminação, pobreza, entre outras variáveis. Grande parte da nossa tradição teórica e política (Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, para ficarmos em poucos exemplos) insiste em confinar as questões aqui tratadas por Davis na esfera privada, como se apenas desta proviesse sua solução.

A iniciativa da Boitempo de traduzir esta obra, ainda não publicada no Brasil, desponta como uma inestimável contribuição para disseminar as ideias imprescindíveis de Angela Davis (sabemos o quanto ela vem sendo estudada e difundida pelo feminismo negro e por setores da academia) e oferecer, assim, angulações e perspectivas pouco ou nada exploradas pelos empreendimentos voltados à compreensão da nossa intrincada realidade. Como aconselha Bobbio, para não sermos induzidos a crer que a história, a cada ciclo, recomeça do zero, é preciso ter paciência e saber escutar as lições dos clássicos. Em tempos sombrios, esse conselho soa como urgência política.

Mulheres, raça e classe

Mulheres, raça e classe

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
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Descrição Tradução de Heci Regina Candiani
Prefácio de Djamila Ribeiro

Um clássico, para o pensador Norberto Bobbio, é um intérprete único de seu tempo, com tamanha reserva de atualidade que cada época e cada geração têm a necessidade de relê-lo e, ao relê-lo, de reinterpretá-lo. Dessa forma, um clássico cria teorias-modelo com vistas à compreensão da realidade, de tal sorte que consegue até mesmo explicar contextos diferentes daquele em que foi gestado.

O livro Mulheres, raça e classe, da intelectual e feminista estadunidense Angela Davis, amolda-se, com precisão cirúrgica, a essa definição. Publicado em 1981, logo se converteu em referência obrigatória para se pensar a dinâmica da exclusão capitalista, tomando como nexo prioritário o racismo e o sexismo. Ordena-se sobre um arco de temas inescapável para compreendermos o modo de funcionamento das sociedades marcadas pela tragédia da escravidão moderna (o papel da mulher negra no trabalho escravo; classe e raça na campanha pelos direitos civis das mulheres; racismo no movimento sufragista; educação e libertação na perspectiva das mulheres negras; sufrágio feminino na virada do século; estupro e racismo; controle de natalidade e direitos reprodutivos; obsolescência das tarefas domésticas).

A perspectiva adotada por Davis realça o mérito do livro: desloca olhares viciados sobre o tema em tela e atribui centralidade ao papel das mulheres negras na luta contra as explorações que se perpetuam no presente, reelaborando-se. O reexame operado pela escrita dessa ativista mundialmente conhecida é indispensável para a compreensão da realidade do nosso país, pois reforça a práxis do feminismo negro brasileiro, segundo o qual a inobservância do lugar das mulheres negras nas ideias e projetos que pensaram e pensam o Brasil vem adiando diagnósticos mais precisos sobre desigualdade, discriminação, pobreza, entre outras variáveis. Grande parte da nossa tradição teórica e política (Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, para ficarmos em poucos exemplos) insiste em confinar as questões aqui tratadas por Davis na esfera privada, como se apenas desta proviesse sua solução.

A iniciativa da Boitempo de traduzir esta obra, ainda não publicada no Brasil, desponta como uma inestimável contribuição para disseminar as ideias imprescindíveis de Angela Davis (sabemos o quanto ela vem sendo estudada e difundida pelo feminismo negro e por setores da academia) e oferecer, assim, angulações e perspectivas pouco ou nada exploradas pelos empreendimentos voltados à compreensão da nossa intrincada realidade. Como aconselha Bobbio, para não sermos induzidos a crer que a história, a cada ciclo, recomeça do zero, é preciso ter paciência e saber escutar as lições dos clássicos. Em tempos sombrios, esse conselho soa como urgência política.

Mulheres, raça e classe

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Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

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Prefácio de Djamila Ribeiro

Um clássico, para o pensador Norberto Bobbio, é um intérprete único de seu tempo, com tamanha reserva de atualidade que cada época e cada geração têm a necessidade de relê-lo e, ao relê-lo, de reinterpretá-lo. Dessa forma, um clássico cria teorias-modelo com vistas à compreensão da realidade, de tal sorte que consegue até mesmo explicar contextos diferentes daquele em que foi gestado.

O livro Mulheres, raça e classe, da intelectual e feminista estadunidense Angela Davis, amolda-se, com precisão cirúrgica, a essa definição. Publicado em 1981, logo se converteu em referência obrigatória para se pensar a dinâmica da exclusão capitalista, tomando como nexo prioritário o racismo e o sexismo. Ordena-se sobre um arco de temas inescapável para compreendermos o modo de funcionamento das sociedades marcadas pela tragédia da escravidão moderna (o papel da mulher negra no trabalho escravo; classe e raça na campanha pelos direitos civis das mulheres; racismo no movimento sufragista; educação e libertação na perspectiva das mulheres negras; sufrágio feminino na virada do século; estupro e racismo; controle de natalidade e direitos reprodutivos; obsolescência das tarefas domésticas).

A perspectiva adotada por Davis realça o mérito do livro: desloca olhares viciados sobre o tema em tela e atribui centralidade ao papel das mulheres negras na luta contra as explorações que se perpetuam no presente, reelaborando-se. O reexame operado pela escrita dessa ativista mundialmente conhecida é indispensável para a compreensão da realidade do nosso país, pois reforça a práxis do feminismo negro brasileiro, segundo o qual a inobservância do lugar das mulheres negras nas ideias e projetos que pensaram e pensam o Brasil vem adiando diagnósticos mais precisos sobre desigualdade, discriminação, pobreza, entre outras variáveis. Grande parte da nossa tradição teórica e política (Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, para ficarmos em poucos exemplos) insiste em confinar as questões aqui tratadas por Davis na esfera privada, como se apenas desta proviesse sua solução.

A iniciativa da Boitempo de traduzir esta obra, ainda não publicada no Brasil, desponta como uma inestimável contribuição para disseminar as ideias imprescindíveis de Angela Davis (sabemos o quanto ela vem sendo estudada e difundida pelo feminismo negro e por setores da academia) e oferecer, assim, angulações e perspectivas pouco ou nada exploradas pelos empreendimentos voltados à compreensão da nossa intrincada realidade. Como aconselha Bobbio, para não sermos induzidos a crer que a história, a cada ciclo, recomeça do zero, é preciso ter paciência e saber escutar as lições dos clássicos. Em tempos sombrios, esse conselho soa como urgência política.

Mulheres, Raça e Classe

Mulheres, Raça e Classe

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Sebo Continental Sebo Continental SP - São Paulo
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66 qualificações
R$ 45,00 + frete R$ 11,87

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Descrição Livro novo não lacrado, capa brochura. "Mulheres, Raça e Classe" Mais importante obra de Angela Davis, Mulheres, raça e classe traça um poderoso panorama histórico e crítico das imbricações entre a luta anticapitalista, a luta feminista, a luta antirracista e a luta antiescravagista, passando pelos dilemas contemporâneos da mulher. O livro é considerado um clássico sobre a interseccionalidade de gênero, raça e classe.

Mulheres, Raça e Classe

Mulheres, Raça e Classe

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Miguilim Livros Miguilim Livros SP - Diadema
98% Positivas
102 qualificações
R$ 46,80 + frete R$ 10,61

Total: R$ 57,41

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Descrição Livro novo. 248pp.

Mulheres, Raça e Classe

Mulheres, Raça e Classe

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Miguilim Livros Miguilim Livros SP - Diadema
98% Positivas
102 qualificações
R$ 46,80 + frete R$ 10,61

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Descrição Livro novo. 248pp.

Mulheres, Raça e Classe

Mulheres, Raça e Classe

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Miguilim Livros Miguilim Livros SP - Diadema
98% Positivas
102 qualificações
R$ 46,80 + frete R$ 10,61

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Descrição Livro novo. 248pp.

Mulheres. Raça e Classe

Mulheres. Raça e Classe

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Sebo Caieiras Sebo Caieiras SP - Caieiras
100% Positivas
14 qualificações
R$ 45,90 + frete R$ 12,29

Total: R$ 58,19

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Descrição Mais importante obra de Angela Davis, "Mulheres, raça e classe" traça um poderoso panorama histórico e crítico das imbricações entre a luta anticapitalista, a luta feminista, a luta antirracista e a luta antiescravagista, passando pelos dilemas contemporâneos da mulher. O livro é considerado um clássico sobre a interseccionalidade de gênero, raça e classe. - 20161159

Mulheres. Raça e Classe

Mulheres. Raça e Classe

Ano:   Editora: Boitempo

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Descrição Mais importante obra de Angela Davis, "Mulheres, raça e classe" traça um poderoso panorama histórico e crítico das imbricações entre a luta anticapitalista, a luta feminista, a luta antirracista e a luta antiescravagista, passando pelos dilemas contemporâneos da mulher. O livro é considerado um clássico sobre a interseccionalidade de gênero, raça e classe. - 20161160

Mulheres, Raça e Classe

Mulheres, Raça e Classe

Ano:   Editora: Boitempo

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Mulheres, Raça e Classe

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Mulheres, Raça e Classe

Mulheres, Raça e Classe

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Mulheres, Raça e Classe

Mulheres, Raça e Classe

Ano:   Editora: Boitempo Editorial

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Descrição Livro novo! Brochura, formato 23cm 16cm, 244pg.

Mulheres, Raça e Classe

Mulheres, Raça e Classe

Ano:   Editora: Boitempo

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5 de 5 estrelas (1 avaliação)

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  • Excelente. Um livro raro e muito bom.

    Por: Paulo Alfredo Duarte Filho , em 30/05/2018 Eu recomendo este livro

    Angela Davis, foi uma mulher negra americana, simpatizante do socialismo e lutadora contra o racismo. Esse livro dela é muito bom, excelente, e todas as pessoas deveriam ler esse livro. Na minha opinião este é um dos melhores livros já publicados, um livro histórico em defesa da mulher e dos negros. Angela Davis foi candidata a Presidente dos Estados Unidos há alguns anos atrás, pelo Partido Comunista Americano.

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