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Poder Direito e Ordem Ensaios Sobre Carl Schmitt Capa ilustrativa

Poder, Direito e Ordem Ensaios Sobre Carl Schmitt

Alexandre Franco de Sá

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Poder, Direito e Ordem: ensaios sobre Carl Schmitt

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Poder, Direito e Ordem: ensaios sobre Carl Schmitt

Poder, Direito e Ordem: ensaios sobre Carl Schmitt

Ano:   Editora: Via Verita

Tipo: novo

Idioma: Português

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Descrição Muito mais que um Epimeteu cristão ou um renascido Hobbes, Carl Schmitt é o profeta do novo nómos da terra. Afirmar o valor científico e a profundidade – às vezes, abissal – de seu pensamento já é um lugar comum, tendo sua obra recebido nos últimos anos a acolhida que merece, uma vez superada a fase de ostracismo ao qual o jurista foi relegado em razão de sua aproximação inicial do partido social-nacionalista. Todavia, nunca é demasiado lembrar que ler Schmitt é arriscado exatamente devido à dimensão da sua atualidade. Schmitt soube captar como ninguém o éthos decadente dos nossos tempos, quando a racionalidade técnico-econômica se sobrepõe ao político, tido como “não-objetivo”, e ameaça concretamente, talvez pela primeira vez na história do planeta, transformar Estados e sociedades em uma única e gigantesca empresa. Ademais, Schmitt diagnosticou a indecisão que assola o sistema político liberal do Ocidente, enxergando nos Parlamentos signos da ausência, dado que neles não é possível a representação e, portanto, a construção de uma ideia substantiva de ordem. Há outras duas importantes intuições de Schmitt que comprovam sua atualidade: a tentativa de conformar uma teoria da exceção, algo essencial para autores como Agamben, e a ideia segundo a qual a dominação do ares será a verdadeira face do poder, que agora se revela, esgotadas as explorações do mar e da terra, na tomada dos espaços virtuais. Entretanto, a um pensador polêmico não basta apontar os problemas, sendo necessário tomar posições e oferecer saídas. Isso significa, como demonstra a biografia de Schmitt, comprometer-se até às raízes com um projeto político de (re)ordenação no qual se articula uma complexa dialética entre violência e poder cujo vértice se radica na ordem, como ensina Alexandre Franco de Sá, uma das maiores autoridades em língua portuguesa no que diz respeito à obra schmittiana. Neste livro, terceiro volume da série nómos basileús, Alexandre Sá apresenta vários trabalhos nos quais analisa com rigor e clareza diversos temas schmittianos, destacando-se a discussão sobre a suposta incoerência e oportunismo que teriam marcado a obra de Schmitt, conforme a interpretação canônica de Löwith, a qual é convincentemente rejeitada pelo professor português. No decorrer da obra, Alexandre Sá reconstroi os argumentos de Carl Schmitt à luz dos textos e contextos originais, tendo sempre em vista a totalidade do corpus schmittiano. Ao final, ele conclui que o jurista alemão teria sido um grande ficcionista, eis que lançou mão de estruturas teóricas “fingidas” para criar algo que não é dado, mas que, como artifício, só pode ser imaginado: a frágil e precária ordem político-jurídica, que não sendo divina – ainda que nela necessariamente deva se inspirar –, nos separa das bestas por nos fazer humanos, esse algo que, sugeria Aristóteles, está a meio caminho entre a redenção e a queda, situação que sintetiza perfeitamente essa figura esfíngica que foi Carl Schmitt.

Poder, Direito e Ordem: ensaios sobre Carl Schmitt

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Descrição Muito mais que um Epimeteu cristão ou um renascido Hobbes, Carl Schmitt é o profeta do novo nómos da terra. Afirmar o valor científico e a profundidade – às vezes, abissal – de seu pensamento já é um lugar comum, tendo sua obra recebido nos últimos anos a acolhida que merece, uma vez superada a fase de ostracismo ao qual o jurista foi relegado em razão de sua aproximação inicial do partido social-nacionalista. Todavia, nunca é demasiado lembrar que ler Schmitt é arriscado exatamente devido à dimensão da sua atualidade. Schmitt soube captar como ninguém o éthos decadente dos nossos tempos, quando a racionalidade técnico-econômica se sobrepõe ao político, tido como “não-objetivo”, e ameaça concretamente, talvez pela primeira vez na história do planeta, transformar Estados e sociedades em uma única e gigantesca empresa. Ademais, Schmitt diagnosticou a indecisão que assola o sistema político liberal do Ocidente, enxergando nos Parlamentos signos da ausência, dado que neles não é possível a representação e, portanto, a construção de uma ideia substantiva de ordem. Há outras duas importantes intuições de Schmitt que comprovam sua atualidade: a tentativa de conformar uma teoria da exceção, algo essencial para autores como Agamben, e a ideia segundo a qual a dominação do ares será a verdadeira face do poder, que agora se revela, esgotadas as explorações do mar e da terra, na tomada dos espaços virtuais. Entretanto, a um pensador polêmico não basta apontar os problemas, sendo necessário tomar posições e oferecer saídas. Isso significa, como demonstra a biografia de Schmitt, comprometer-se até às raízes com um projeto político de (re)ordenação no qual se articula uma complexa dialética entre violência e poder cujo vértice se radica na ordem, como ensina Alexandre Franco de Sá, uma das maiores autoridades em língua portuguesa no que diz respeito à obra schmittiana. Neste livro, terceiro volume da série nómos basileús, Alexandre Sá apresenta vários trabalhos nos quais analisa com rigor e clareza diversos temas schmittianos, destacando-se a discussão sobre a suposta incoerência e oportunismo que teriam marcado a obra de Schmitt, conforme a interpretação canônica de Löwith, a qual é convincentemente rejeitada pelo professor português. No decorrer da obra, Alexandre Sá reconstroi os argumentos de Carl Schmitt à luz dos textos e contextos originais, tendo sempre em vista a totalidade do corpus schmittiano. Ao final, ele conclui que o jurista alemão teria sido um grande ficcionista, eis que lançou mão de estruturas teóricas “fingidas” para criar algo que não é dado, mas que, como artifício, só pode ser imaginado: a frágil e precária ordem político-jurídica, que não sendo divina – ainda que nela necessariamente deva se inspirar –, nos separa das bestas por nos fazer humanos, esse algo que, sugeria Aristóteles, está a meio caminho entre a redenção e a queda, situação que sintetiza perfeitamente essa figura esfíngica que foi Carl Schmitt.

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