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A unicórnia preta
Publicado em 1978, “A unicórnia preta” (The Black Unicorn) é considerado um marco na trajetória poética da ativista e poeta norte-americana Audre Lorde. Seus poemas abordam questões da negritude, do feminismo e da experiência lésbica, além de explorar elementos da cultura Iorubá e dialogar com entidades africanas, dando suporte ao que Lorde chama de “experiência arquetípica das mulheres negras”. I...
2021
38 estrelas
Quando Josefina Licitra conheceu, por acaso, o ocorrido em 30 de julho de 1971, ela se perguntou: como é possível que a maior fuga planejada em uma prisão feminina tenha permanecido em silêncio por tanto tempo? Como aconteceu? Por que ninguém fala sobre isso? A resposta está relacionada ao fato de que as mulheres foram relegadas, mesmo dentro dos movimentos de esquerda, “ao cercado das ‘pequenas c...
Forças especiais
Em Forças especiais, décimo romance de sua autora, a protagonista é uma jovem de um bairro periférico que se prostitui numa lan house, em meio a uma vida cheia de desgraças familiares. “Vou à lan house como mulher para procurar nas telas a minha comida. Todos se comem. Também me comem”. O pano de fundo é um conjunto de blocos habitacionais sitiado pelas forças especiais da polícia. Mas, num jogo d...
2021
A transmissão da psicanálise no Instituto
“Uma Escola de psicanálise é o lugar precípuo da formação do analista, da psicanálise em intensão ou da psicanálise propriamente dita, como afirma Lacan no Ato de fundação, ao estabelecer a Seção de Psicanálise Pura. O Instituto do Campo Freudiano, criado a partir da Escola, é o lugar da extensão da psicanálise, ou seja, de sua aplicação em cursos, em núcleos de pesquisas, na prática clínica, em s...
2021
O que fazer
“O que fazer” lança uma dupla de protagonistas em aventuras absurdas que começam quando um aluno de uma universidade inglesa faz uma pergunta impossível de responder. A partir daí são desencadeadas situações que se bifurcam, a cada momento com uma nova e inesperada dificuldade. Adegas, trincheiras, discotecas, lojas, bancos, barcos, aeroportos e pontes são os cenários onde se alternam estudantes, ...
O ausente
Primeiro romance de uma das principais vozes da poesia brasileira contemporânea, “O ausente” traz uma narrativa que retrata os embates dos personagens entre as exigências do destino e a ânsia da liberdade. A vida rural é o cenário vivo e atemporal onde se desenrola a trama, cenário reconstruído também pela linguagem poética e potente do narrador.Como nos diz Carolina Anglada em seu texto de orelha...
2023
Hécuba
Pobre Hécuba! Não houve mãe grega ou troiana que tenha sofrido mais que a rainha de Troia! Um a um de seus rebentos, Hécuba perdeu para a guerra infame, realizada em nome de uma “mulher que o foi de mais de um homem”, como ressoou no coro esquiliano (Ag. 63-64). A tradição deu-lhe entre quatorze e dezenove filhos. Eurípides ampliou a prole para cinquenta filhos, o que a tornou a imagem da maternid...
2022
Carta à Terra
Por quanto tempo seremos observadores dos numerosos desastres ecológicos e estaremos submetidos à administração das catástrofes e das miragens de um capitalismo verde, a ponto de testemunharmos passivamente o desenrolar de uma história futura “sem nós”, um verdadeiro exílio sem volta?Movida pela urgência de afastar esse destino, a economista e ambientalista francesa Geneviève Azam escreve uma cart...
A literatura brasileira em cenário internacional
"Este não é apenas mais um livro sobre José de Alencar e sua obra. Invertendo perspectivas e paradigmas crítico-teóricos, Valéria Bezerra mostra que o reconhecimento nacional desse escritor não foi independente de sua circulação internacional, e nem mesmo da presença de obras internacionais no campo nacional. De forma mais ampla, este estudo deixa claro que os escritores pertencentes aos campos li...
A paisagem correta
Traduzido diretamente do hebraico e organizado pelo poeta e professor de literatura hebraica da USP Moacir Amâncio, “A paisagem correta” é o primeiro livro do poeta israelense Amir Or publicado no Brasil. Sua poesia contém diversas tendências, mas a ideia e a sensação da incompletude pontilham estes poemas na palavra e na cena que se articulam numa coisa só. Porque Amir posiciona-se como poeta na ...
2020
Entre filosofia e literatura
Esta obra contempla, do ponto de vista do projeto literário-filosófico de João Guimarães Rosa, a sua obra Corpo de Baile. Sob distintos enfoques, foi em torno desse texto rosiano que as pesquisas foram realizadas e seus resultados aqui condensados na forma de capítulos. Com isso, além de aprofundar os laços de proximidade entre filosofia e literatura de modo geral, realizamos uma investigação cujo...
2023
Olhos azuis, cabelos pretos & A puta da costa normanda
Olhos azuis, Cabelos pretos, romance de 1986 de Marguerite Duras, se desenrola no quarto de uma casa à beira-mar, de onde se ouve o barulho das ondas e se escuta o ruído sensual de transeuntes notívagos. Antes de tudo (ou nada) acontecer, um jovem estrangeiro de olhos azuis enigmáticos e cabelos pretos passa pelo saguão de um hotel e se mistura na multidão. Já dentro do cômodo, há um casal que se...
O espaço das palavras
O fracasso como obra define o projeto inicial do artista belga Marcel Broodthaers, que até o início dos anos 1960 era um poeta sem leitores. Então, num gesto que iria transformá-lo depois no artista dos artistas, reuniu as cópias não vendidas de seu último livro num pequeno monumento feito de papel, gesso, bola de plástico e madeira. A obra é o testemunho de uma irônica “falha de comunicação”. Ao ...
2021
Poesia reunida
Esta Poesia reunida, de Maria Lúcia Alvim, traz o arco completo de sua produção poética ao longo de aproximadamente seis décadas, reunindo as obras XX sonetos (1959), Coração incólume (1968), Pose (1968), Romanceiro de Dona Beja (1979) e A rosa malvada (1980). Na década de 1990, toda essa produção foi reunida em Vivenda: 1959-1989 (1990), volume que integra a coleção Claro Enigma. Também fazem par...
A condição precária da arte
A precariedade da arte surge de uma premissa básica: a arte não é óbvia. Sua potência nasce da lealdade cambiante que estabelece com a “verdade” do mundo. Seja qual for o modelo de compreensão que imputamos sobre a produção artística desde o pós-guerra, a arte não nos apresenta garantias de compreensão dos fenômenos sociais, culturais e políticos. Este é um livro que nos apresenta a capacidade de ...
Escrever
Escrever, de Marguerite Duras, foi publicado em setembro de 1993, apenas dois anos e meio antes de sua morte aos 82 anos. Este livro, cujo cerne é o gesto da escrita e os horizontes de sua linguagem, pode ser considerado, portanto, um dos testamentos literários da autora. O livro é composto de 5 ensaios independentes: “Escrever”, que dá título ao livro, é o primeiro deles e também o mais marcante,...
2021
E por olhar tudo, nada via
Este livro – de gênero inclassificável e que em suas mais de duzentas páginas possui apenas um único parágrafo – inicia-se e é movido pela seguinte pergunta: “Ao ler as notícias, como decidir o que é mais importante?” A partir daí, nesse universo cheio de novidades, Margo Glantz faz uma viagem pelo mundo e por suas emoções (tanto as profundas, eco da memória, quanto as banais, dos burburinhos coti...
2021
O Rio antes do Rio
Como era o Rio de antes de todos os janeiros? Era o que, desde pequeno, se perguntava o jornalista e pesquisador Rafael Freitas da Silva. O resultado de tamanha curiosidade está em O Rio antes do Rio, que agora chega à 6ª edição. Rafael segue em busca de uma história esquecida, de relíquias e pistas antes consideradas mitos ou lendas, e parte, sobretudo, de uma constatação de que muito pouco se co...
Sombras longas
“Articulando o semântico ao semiótico, a visualidade à sonoridade e ao deslocamento, esse movimento chama a atenção do leitor para o caráter performativo de palavras, imagens e pensamentos. Estes, em sua mútua afetação, focalizados muitas vezes narrativamente, enquanto produção contínua, descontínua e hesitante, nos transportam do mito à filosofia e à poesia, através de mãos, vozes e línguas vária...
2023
Alucinações autobiográficas
Neste livro, a compositora e autora Jocy de Oliveira mergulha nas profundezas de seu trabalho como compositora e de suas primeiras lembranças, explorando as impressões, imagens, sons, cheiros e sonhos que marcaram sua infância. O livro é um verdadeiro entrelaçar entre o real e o ficcional, onde personagens da sua juventude convivem com figuras de suas “postoperas”. O ponto de partida é o retorno d...
Eisejuaz
“Eisejuaz”, da escritora argentina Sara Gallardo, é um caso raro na literatura hispano-americana. Publicado em 1971, permaneceu à margem do chamado “boom”, seja pelo espaço limitado que uma escritora tinha então, seja por sua linguagem enigmática e heterodoxa, talvez incompreendida na época. Nos anos 2000, a obra é recuperada por Ricardo Piglia, que a inclui entre os 24 títulos de sua biblioteca e...
2021
Árvore de Diana
"Publicado em 1962, este quarto livro de Alejandra Pizarnik constitui uma espécie de salto inaugural, já que traz a marca do que será seu estilo dali em diante. Entre 1960 e 64, a autora passou uma temporada em Paris e esses poemas explicitam alguns dos diálogos que ela estabelece na altura, por exemplo com Octavio Paz, que escreve o prefácio do livro, ou Julio Cortázar, que tem um poema dedicado ...
2025
Eu nunca fui ao Brasil
Ernst Jandl (1925-2000), poeta, tradutor e professor austríaco pertence a uma geração de escritores em língua alemã cujos membros, após o término da II Guerra Mundial, encontraram na experimentação literária a possibilidade de desenvolvimento de uma nova linguagem a salvo de seu passado histórico recente. Ao lado dos poetas do chamado Wiener Gruppe, “Grupo de Viena” (constituido por H.C. Artmann e...
Quem desloca tem preferência
Este livro faz um drible no senso comum sobre a história e a importância do futebol na sociedade brasileira. O que temos nesses vinte e um ensaios de Marcelino Rodrigues da Silva não é uma simples narrativa histórica do futebol ou mesmo uma análise que vai ao encontro de opiniões tão difundidas no imaginário intelectual, mas a complexificação do fenômeno futebolístico em nosso país. Poucas vezes é...
A promessa cultural do estético
A promessa cultural do estético fundamenta a experiência estética em redes de relacionalidade, com o intuito de elucidar os significados complexos, por vezes ambivalentes, das práticas estéticas. Obras de arte e atividades cotidianas fazem promessas e ameaças que moldam nossas respostas e desejos estéticos ao indicarem o que as culturas podem ser e vir a ser. Em sua nova abordagem do estético, Mon...
2023
O vivo
“O vivo” é o quarto volume de poesia de Adriana Lisboa, premiada romancista, contista e tradutora brasileira. Pela Relicário Adriana publicou, em 2019, “Deriva”, volume de poesia finalista nos prêmios Oceanos e Jabuti 2020.“O vivo” conta com prefácio de Cláudia Roquette-Pinto e texto de orelha de Prisca Agustoni.“(…) É assim que os reinos animal (répteis, vaga-lumes, aves, moscas, rãs, porcos, abe...
2021
Jamais o fogo nunca
“Jamais o fogo nunca” é o primeiro romance da escritora chilena Diamela Eltit traduzido para o público brasileiro. Com um título que provém de um enigmático verso de César Vallejo, o romance se constitui pela voz, em primeira pessoa, de uma mulher cujo dado biográfico essencial é ter sido uma sobrevivente da luta política no período do regime militar, luta que trouxe consigo a delação, o cárcere e...
2021
Bicicletas nas cidades
Com eixos temáticos de diversidade, tecnologia, acessibilidade e qualidade de vida, Bicicletas nas Cidades revela que os sistemas de bicicletas compartilhadas têm se provado eficientes na transformação global em prol de cidades mais sustentáveis. O livro reúne um time de especialistas, com análises e estudos de caso sobre metrópoles brasileiras e cidades globais, abordando o uso desses serviços, c...
2023
O nervo do poema
Com poemas de Ana Martins Marques, Paula Glenadel, Josely Vianna Baptista, Lu Menezes, Patrícia Lavelle, Leila Danziger, Marcos Siscar, Masé Lemos, Marília Garcia, Laura Erber, Edimilson de Almeida Pereira, Prisca Agustoni, Alice Sant’ana, Heitor Ferraz Mello, Tarso de Melo, Katia Maciel, Simone Brantes, Ricardo Domeneck, Mônica de Aquino, Claudia Roquette-Pinto, Paulo Henriques Britto, Ricardo Al...
2021
Canção de amor para João Gilberto Noll
“Canção de amor para João Gilberto Noll” é um livro singular, que desafia definições. Ele se situa entre a crítica literária, que interpela a rica e originalíssima obra do escritor brasileiro João Gilberto Noll, e o exercício poético e ficcional, deliberadamente se misturando com a obra literária em foco, dela buscando incorporar o caráter pulsional e perturbador. O livro é também um depoimento de...
2021
Fator Alencar
Se há uma palavra que dá o tom de Fator Alencar é a palavra equilíbrio. É sabido que a figura de Alencar, e por ressonância a sua obra, viu-se cercada por inúmeras polêmicas, o que, aliás, ocorre com todos aqueles que ultrapassam a linha imaginária que separa os ícones dos que se misturam em um nível inferior. Daí que muitos imprudentes buscassem desqualificar a obra do escritor cearense, esgrimin...
2023
Cadernos do povo brasileiro
“Cadernos do Povo Brasileiro”, de Leila Danziger, é uma uma espécie de arca que recolhe alguns dos livros censurados ou apreendidos na ditadura civil-militar brasileira, associando-os aos rostos, rastros e nomes dos que foram vítimas da violência de Estado, não apenas sob os governos militares, mas também, recentemente, nas periferias das grandes cidades. A publicação apresenta uma versão da inst...
2022
A queda do aventureiro
Raízes do Brasil é um livro formador, tanto para a trajetória de seu autor, quanto para se pensar o país. Mas nem só de homem cordial vive um livro. A malha conceitual que sustenta a imaginação de Sérgio Buarque de Holanda é insuspeitadamente rica e diversa.A queda do aventureiro foi o primeiro livro (1999) inteiramente dedicado a entender Raízes do Brasil. Nesta nova edição, o texto original foi ...
2021
Viver entre línguas
"Viver entre línguas" é uma coleção de textos breves que podem ser lidos como ensaios ou peças de ficção autobiográfica. Neles, uma mulher narra memórias e anedotas de sua vida enquanto reflete sobre língua, linguagem, plurilinguismo. Relatos sobre Jules Supervielle, Guillermo Hudson, George Steiner e Elias Canetti são intercalados com episódios de sua infância, atravessados por diferentes idiomas...
2021
As desordens da biblioteca
A partir de uma imagem de biblioteca contida no primeiro livro de fotografia de que se tem notícia, "The pencil of nature", de William Henry Fox Talbot, publicado em 1844, Muriel Pic realiza uma série de fotomontagens e, em seguida, desenvolve uma ficção crítica fundamental para entendermos a relação que temos com imagens, textos, objetos e bibliotecas. Suas fotomontagens realizam uma investigação...
2021
Membrana
Ano 2100: o Museu do Século XXI abre suas portas para revelar uma jornada fascinante pela história da humanidade e sua relação com a tecnologia. A narradora, uma inteligência artificial, nos guia pela exposição permanente, tecendo uma reflexão crítica e poética sobre a teia que conecta a humanidade às ferramentas que criamos. Mais do que uma exposição, o museu se transforma em um espaço para grand...
Calvino em jornadas
Os percursos textuais empreendidos nesta coletânea perpassam por literatura, crítica literária, cinema, filosofia, teatro; todo o arsenal de letras e imagens que compõe a matéria da qual Italo Calvino se serviu em sua literatura e em seu pensamento. Os estudos, assim, procuram conduzir-se pelas múltiplas linhas propostas nas reflexões teóricas e literárias de Calvino acerca de um mundo que, por ol...
Continuar a nascer
"A experiência da gestação, do corpo em mutação, vivido desde dentro, desde seus mínimos estalos e grandes mergulhos, esse tema tão intrinsecamente feminino e universal não está, entretanto, muito presente na literatura brasileira ou, se está, raramente se apresenta com a delicada violência que nos oferta a poeta Mônica de Aquino no livro Continuar a nascer. Uma terna violência, se assim podemos d...
2019
Pequenas coisas como estas
Ambientado na Irlanda, em 1985, a história de Pequenas coisas como estas gira em torno de Bill Furlong, um respeitável comerciante de carvão e madeira, filho de uma mãe solteira, que leva uma vida simples com a família. Durante o período de Natal, ele faz uma descoberta perturbadora sobre um convento local e as jovens mulheres que ali vivem. A revelação obriga Bill a enfrentar as consequências mor...
2025
Nós somos muitas
Os textos reunidos em Nós somos muitas: ensaios sobre crise, cultura e esperança foram escritos por Pedro Meira Monteiro ao longo de mais de uma década. Boa parte deles foi concebida quando a atual guinada autoritária ainda não havia se desenhado, testemunhos de um tempo em que ainda era possível colher, no presente, a promessa de uma sociedade menos desigual. O autor nos conduz por temas como a l...
2022
Limites do belo
As amplas reflexões estético-filosóficas desenvolvidas por Schiller respondiam às exigências da Aufklärung e de duas revoluções: a kantiana e a francesa. Para Schiller, chegara a hora de fazer com que a esfera estética fosse finalmente atingida pela “revolução no modo de pensar” iniciada por Kant. Ainda que a "Crítica da faculdade do juízo" tivesse lançado as bases para isso, muito restava a ser f...
Gosto, interpretação e crítica
Este livro investiga três conceitos intimamente relacionados - gosto, interpretação e crítica, que possuem também suas distinções, gravitando em torno de nosso posicionamento valorativo do objeto estético, seja ele uma obra ou evento de arte contemporânea, um produto de indústria cultural ou um objeto da natureza. Todos os três podem ser considerados na polarização entre a postura meramente subjet...
2021
Feminino e linguagem
Existe uma relação entre a tagarelice e a posição feminina na linguagem? Por que, na tradição ocidental, as mulheres estão comumente associadas ou à posição silenciosa ou à posição verborrágica, muitas vezes esta última compreendida como excessiva, tagarela? Existe uma linguagem feminina? Walter Benjamin parecia também estar às voltas com essas perguntas quando escreve “Metafísica da juventude”, e...
A paixão da igualdade
As democracias parlamentares têm de assegurar certo grau de igualdade e de liberdade entre seus membros para se legitimarem. Sem isso, não garantiriam aos cidadãos privacidade, liberdade de crença, diversidade de comportamentos ou iniciativa econômica, nem promoveriam justiça social, arruinando o sentimento de pertença a um mundo comum. Mas a articulação entre liberdade e igualdade é mais complic...
2021
