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Os cristais do sal
O retorno a San Andrés faz com que Victoria Baruq questione sua relação com a ilha. A foto perturbadora de seus tataravós e o raro encontro com Maa Josephine, uma idosa raizal que ela conhece em frente à Primeira Igreja Batista, são alguns dos gatilhos que começam a revelar detalhes de suas origens. Seu passado não só a coloca em contato com a história desconhecida da ilha, mas também com os movim...
2024
rumor
Poesia das entranhas, de apelo vertical, telúrico e ígneo, em permanente diálogo com o vento, o tempo e com a força incontida da expressão, os versos de Tenille falam de um corpo indócil, da quimera das navalhas, dos anzóis que esqueceram a pesca, das fontes que permanecem puras, da permanente madrugada do espírito e da solidão das obras.Seus poemas sempre me emocionam pela capacidade de metamorfo...
Não ditos populares
O cotidiano, esse monótono passar de dias e tarefas ordinárias, pode, no entanto, despertar grande interesse a depender do ângulo em que se olha. A crônica é a proposta literária para amenizar a aridez do dia a dia com lirismo e reflexões a partir de situações banais.Não Ditos Populares traz 60 crônicas de temática diversa, mas com esse espírito – o de colocar o foco no cotidiano a partir de um me...
2019
De onde estou já fui embora
“Um bom livro é o que dá margem a várias leituras: se espraia num enredo horizontal para quem quer apenas (apenas?) uma boa aventura para deleite e/ou passar do tempo; mas permite também um mergulho vertical em águas turvas, agitadas, temerárias.Desde a primeira frase deste De onde estou já fui embora, do paulista-cearense Alexandre Landim, já somos jogados, juntos com o personagem-narrador, dentr...
Um silêncio avassalador
Os contos de Lucas Barroso mimetizam os sons de um universo assustadoramente semelhante ao nosso, que pulsa ininterrupto do lado de fora destas páginas, e onde a felicidade não passa de uma farsa, uma autoinvenção, que nos assombra justamente por sabermos de sua impossibilidade.Nascer, crescer, morrer, degenerar. A vida como um processo de espera onde pessoas são meras engrenagens em que executam ...
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Dispersão & Indícios de oiro
Mário de Sá-Carneiro é um dos escritores mais conhecidos da literatura portuguesa. Foi um dos responsáveis, ao lado de Fernando Pessoa e Almada Negreiros, pelo movimento Modernista em Portugal. Mesmo tendo nos deixado muito novo, em apenas um curto período de tempo (de 1912 a 1916) conseguiu escrever uma obra significativa. Para Rafael Santana, que assina a apresentação deste livro, Sá-Carneiro “f...
doce azedo amaro
O livro de doce azedo amaro, de Theo G. Alves é uma viagem pela poesia ainda possível de encontrar num mundo feito só de brutalidades. Cabe ao poeta descobrir essas palavras generosas ao homem para tornar a vida melhor, nem que seja por um instante. Como diz o poeta, em um de seus poemas, antes da poesia era só o estampido, o soco, o tiro, o golpe, a faca, a foice. Mas a poesia tem, sim, o poder d...
Depois daquele dia
Amor é aquilo que move. A energia da energia elétrica. O que faz os metrôs se deslocarem, aviões decolarem, portas se abrirem ou fecharem. Amor é aquilo que acende, apaga, levanta, esquenta, esfria, ilumina, escurece. Amor é aquilo que gera dúvidas, certezas, anseios, medos, gozo, alegria. Eis um livro que fala de amor, com uma pequena e importante diferença, Marina Matos nos serve amores próximos...
Poemas da meia-noite (e do meio-dia)
O livro “Poemas da meia-noite (e do meio-dia)” oferece ao leitor uma extraordinária viagem pelo insólito tempo-espaço descortinado pelo poeta. O livro é divido em sete partes, cada uma das quais anunciada por uma gravura e um título. Estes são: “A dança das esferas.”, “Meia-noite.”, “A alvorada”, “Meio-dia (ou Manhãs sem sol.)”, “Três poesias do desvio”, “Tecer palavras” e “Ecos íntimos.”. As prim...
O interesse pelas coisas
O Interesse pelas Coisas traz em si o inusitado, seja na forma de contar uma história, seja em elementos que a compõem. As narrativas presentes neste livro vão sendo desenhadas por uma mão que fala, distorce e modela como uma panela de barro, de maneira quase surreal, os objetos e as histórias que observamos. Nesse contexto, a relação de um jovem com a empresa em que trabalha, ou o confronto entre...
2024
reabitar
“Este REABITAR de primorosa poesia oferece poemas reinando em contínua corrente, onde imagens e mensagens tendem a fundir-se umas nas outras, num fluxo de pensamento cujo leito salta da página para atingir a mente do leitor. É um livro prenhe de dizeres que nos remetem para outras descobertas – para outros caminhos, num sucedâneo de linguagens poéticas. Ele diz dos invisíveis enraizados em escombr...
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Ciclo do cavalo
“Autor de uma das obras poéticas mais extensas e marcantes da poesia portuguesa contemporânea” – Luís Miguel QueirósO escritor e crítico Fernando Pinto do Amaral prefere eleger como “verdadeiramente singular” em Ramos Rosa “a atmosfera muito espacial que a sua poesia, ou melhor, os seus ciclos de poemas, são capazes de criar”. Atmosfera essa que resulta de uma “conjugação precisa de palavras”: “Is...
#SemFiltro
Gustavo Fridman gosta de anjos, gosta de escrever sobre anjos, como um escritor judeu nova-iorquino de que gosto muito, Bernard Malamud. Em sala de aula, já brinquei muitas vezes de que o Gustavo é o “Malamud do Bom Fim” ou o “Malamud da Literatura Gaúcha” Mas, nessa novela, Gustavo não trata de anjos, como em seus contos. Ou trata? Um adolescente, nerd ou não, não é um anjo? O herói de #Semfiltro...
2026
Pervivência Clássica
Este livro é o resultado das atividades do Grupo de Pesquisa do CNPq “Tradução e Recepção dos Clássicos”, liderado por Robert de Brose e sediado na Universidade Federal do Ceará, em seu Programa de Pós-graduação em Estudos da Tradução (POET). Esse Grupo de Pesquisa tem produzido diversas atividades para promover a investigação e a discussão das relações entre a tradução e a recepção dos Clássicos ...
Cotidiano
O mundo não acaba com um estrondo, já sabemos por T.S. Eliot. Mas de que trama é feita esse gemido que às vezes é um final, a dissolução de algo, e às vezes é só um rumor, um ronronar interno que reverbera em cada esquina da mente e não nos deixa respirar? Os contos, as vozes de Mariana Travacio transitam por esse limite estreito, cuja única escapatória parece se materializar nas duas caras da me...
Placebo
PLACEBO é um procedimento falso, que apresenta efeitos terapêuticos devido a causas psicológicas do paciente que será tratado: é algo que alcança seu efeito máximo na subjetividade. José Maria Brindisi leva a subjetividade até o esgotamento neste livro, seja na linguagem sem fôlego, na asfixia de Becerra, o protagonista, ou na trama vertiginosa. PLACEBO é um romance que fala sobre a decadência do...
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Quem move as peças
Quem move as peças é uma novela que provoca o limiar entre a ficção e a realidade, ao evocar fatos históricos e colocar lado a lado – às vezes, em diálogo – personagens fictícios e figuras históricas. Num tom, em geral, humorístico, o autor desencava memórias coletivas e individuais, como nos casos da segunda Guerra Mundial e dos diários do próprio avô, o judeu Heinz Magnus, que migrara para a Arg...
Um circo no nevoeiro
A névoa melancólica e reflexiva que paira sobre os poemas da escritora portuguesa Renata Correia Botelho merece ser contemplada. Em pouco mais de 40 páginas, uma voz, tão incisiva quanto lírica, aproxima o/a leitor/a de questões como a morte, a ausência e seus contrários. Se, como diz um dos textos, “o poema só se forma // no fio da navalha”, temos aqui a oportunidade de divisar o abismo, sentindo...
O cacto não cresceu
Poemas sobre curtas existências, lapsos de ações, memórias e absorção. Nesse livro, o autor envereda pela imaginação e monta recordações sobre a terra, o mar, a morte, o tempo, os sentimentos e a infância. A solidão e sua ação contemplativa ganham voz, todavia, uma voz distante e quase deserta, criando atmosfera de reclusão e disciplina sobre as vontades. Trata-se não do abandono social, mas do ab...
Um dos nomes inventados para o amor
Depois de três livros de contos, Marco Severo chega à novela com um enredo vigoroso, que extrapola os temas e questionamentos já suscitados pelo autor, seja em sua obra como contista ou cronista. O cotidiano e seus entornos – suas mazelas, suas grandezas, seus personagens repletos de humor, medo, ternura, coragem – nada passa despercebido ao olhar perspicaz do autor, que observa a sociedade em sua...
Meninos & outros demônios
Neste seu livro, Pedro Salgueiro demonstra bem a artesania que caracteriza toda a sua obra: um cuidado pelas minúcias, a busca exata da palavra que faz o texto mais incisivo. Os temas circulam entre reviravoltas de vida, pessoas que retornam ou fogem, repetindo situações de trauma ou desencontro. Há muitas versões subjacentes em cada uma dessas histórias, e não à toa o cortejo dos meninos, que atr...
2026
Os escritores que eu matei
A partir da epígrafe, já se pode notar a que veio o livro de crônicas de Marco Severo. Os escritores que eu matei é uma deliciosa leitura sobre o universo da literatura e suas descobertas, e também um livro que provoca com seu humor peculiar, que fala diretamente ao leitor através de seu estilo movediço, dinâmico, reflexivo. As crônicas – parte delas publicadas anteriormente em blogs na internet e...
2017
Jazz para rinocerontes
O Avant-garde jazz, ainda que remeta à sensação de total improvisação, desenvolve uma linha narrativa sobre uma base musical preestabelecida, sobre a qual a improvisação é então elaborada. Há determinados casos em que a improvisação faz mesmo parte da composição original, nota por nota. A “orquestra do caos” que toca na mente de Paulo Monteiro associa-se à essa linha narrativa, fértil em elementos...
Olhando pro nada, lembrando de tudo
As cenas cotidianas sempre parecem não ter importância, pois elas passam rapidamente durante toda a nossa vida. É algo, de certa forma, corriqueiro. E as atividades comuns do dia a dia acabam por nos esconder sobre muito da vida.O livro Olhando pro nada, lembrando de tudo, de Bruno Braga, é uma coletânea de contos, em que o autor busca transcender os momentos comuns da vida. A escrita de Bruno nos...
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o livro das mãos
Pelas mãos da poeta Gisela Ramos Rosa, versos nascem certeiros, contam sobre o passado e o silêncio. Neles, a precisão das palavras, colocações poéticas que, mesmo em um tom etéreo, faz o leitor se ver ou se ler no poema. Por isso, acredito que gostar de poesia é algo bastante pessoal. É possível encontrar qualidade nos versos, mas a identificação é de cada um. Gisela fala não apenas por ela mesm...
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Bola de feno
A poesia de Carina está no mundo. Na diversidade de pássaros e árvores das praças argentinas. Nas cidadezinhas do interior e no que elas compartilham com as grandes capitais. Flores tímidas nos galhos da primavera, mas que se espalham preguiçosamente pelas calçadas depois da chuva ou do vento. Geada que faz embaçar os vidros nos dias de inverno. No chá quente e preciso, mesmo que lá fora seja verã...
O silêncio daqueles que vencem as guerras
Prepare-se para conhecer Henakandaya, a cidade mítica criada por Marco Severo. Desde sua fundação por Elias Carcará, em 1820, e ao longo de mais 300 anos, o leitor adentrará um lugar como nenhum outro: Henakandaya tem suas próprias vontades, faz acontecer e desacontecer ao longo do tempo, alterando o rumo de seus moradores e de si mesma, transformando em lenda quem quer que atravesse sua História....
2021
Sangrem os porcos, depenem os frangos
Os contos de “Sangrem os porcos, depenem os frangos” carregam consigo não só a crueza de um país em ruínas, mas também personagens que tentam sobreviver em um meio miserável e brutal. Aqui, Deus escutou seus filhos insaciáveis por justiça e lhes entregou de bandeja vingança e ira. Não há esperança neste universo, nem nas tramas secas e afiadas como facão, nem na linguagem imperdoável e que em algu...
Poesia de geladeira
“Poesia de Geladeira” é um soco no estômago. E se você é leitor de tira-gosto ou imaginou poemas com um quê de recadinhos colados à porta esmaltada, se enganou: a poesia aqui se come fria e crua. São poemas de dentro da geladeira, não de fora. Viviane de Freitas estreia na literatura com um livro dedicado aos analfabetos, disléxicos, cegos, dementes, bárbaros, bêbados e gagos, porque, ao que parec...
Baleia morta e outras fomes
Este livro esbanja a capacidade de nos fazer sentir carinho, raiva e estranhamento, tudo conforme nos guia a mão hábil do autor. Por isso não surpreende que nos vejamos na situação de sentir empatia por um assassino ou medo de uma mulher encantadora. Todos os contos aqui reunidos são breves e certeiros: eles miram na jugular e nunca erram o alvo. Alguns nos deixam comovidos, outros despertam uma p...
2024
Nasci sem um caminho de volta
Nasci sem um caminho de volta é a jornada de um filho para se libertar da casa/útero da mãe. Mas também é a história íntima de um menino sobre sua homossexualidade demonizada, do corpo/casa como espaço de pertencimento, resistência e perdição, da violência soturna das relações familiares. Numa casa dominada pela presença feminina, construída para servir aos homens distantes e brutos, nasce o anti...
2021
águas abundantes de um planeta recém-nascido
este é um livro-cântico. dizem os antigos que a palavra é o instrumento primeiro da comunhão entre devotos e deusas. em águas abundantes de um planeta recém-nascido, Kah Dantas é devota do verbo, navega pela linguagem e se apropria das metáforas religiosas para compor um corpo-instrumento que nos leva a devorar a palavra: E eu disse ao meu amado “vou” Como o maná atravessando as nuvens E pousan...
Tempo de fantasmas
Como dirá Gustavo Rubim, pesquisador sobre sua obra, “Em certo sentido, portanto, ‘Tempo de Fantasmas’ concentra-se no exorcismo dos próprios fantasmas da poesia, monstros inconciliáveis com a vida terrestre nas dimensões lisboetas que a única referência a André Breton veio trazer para dentro do livro. Mas O’Neill nunca será um poeta estritamente ocupado com os fantasmas do seu ofício. Ou seja, nu...
2020
No reino da Dinamarca
Como dirá Joana Meirim, pesquisadora sobre a obra do poeta, ler “No Reino da Dinamarca é uma oportunidade de perceber o diagnóstico e de testar a terapêutica, utilizando os termos de António Franco Alexandre. Também há algo de podre No Reino da Dinamarca de O’Neill, na óbvia alusão ao Hamlet, de Shakespeare, não só do ponto de vista moral, mas também na forma como se escreve. Neste livro, o leitor...
2024
Impossível sair da Terra
Os dez contos e a nouvelle aqui reunidos são Alejandra Costamagna em estado puro. Ou seja: uma autora com pleno e total domínio da melhor técnica narrativa, com olhos de pescador atento diante da vida, suas contradições e surpresas. E, claro, atentos para os desastres do amor. Já com seu primeiro livro, o romance En voz baja, de 1996 – quando ela tinha 26 anos – Alejandra Costamagna chamou, e muit...
O belo e a besta
Este é um livro escrito para o leitor rir de si mesmo. Ou melhor, rir de sua patética humanidade. Seja com ironia, espanto ou escracho, estes textos breves retomam uma questão que atravessa as fábulas de Esopo, os bestiários medievais, os seres imaginários de Borges, a bicharada de Guimarães Rosa, qual seja: há diferença entre nós e eles? “Predicamos ‘homem’ de um homem; assim, de ‘homem’ predica...
2024
Simão sem medo
Simão sem medo, de autor português Miguel Granja, é um romance que, pode-se dizer, segue a linha de Alice no País das Maravilhas. Simão, o protagonista, se vê partindo do mundo real para um outro em que a fantasia é o ponto de partida. O prazer da leitura aqui se dá por meio da nossa relação com o mundo vivo, a alteridade, as emoções menos felizes, e as descobertas. Escrito por Miguel Granja, com ...
2024
Agosto
A melhor amiga da vida não está mais aqui. Na verdade, faz cinco anos. Tanto é que os pais de Andrea convidaram Emilia a voltar à Esquel, na Patagônia, para a cerimônia de espargimento das cinzas. Sair de Buenos Aires, em pleno e tórrido verão da capital, parece fácil: seu relacionamento com Manuel está bom, pero no mucho, e para completar, Emi e seu irmão – que vivem juntos – acabaram de descobr...
O período formativo
O período formativo é um livro que acrescenta na leitura da obra de José Saramago. A obviedade da constatação pode ser, mas não é, gratuita. Quando assistimos os usos do texto literário num contínuo rebaixamento à superfície dos conteúdos ideológicos ora dos leitores ora dos autores (na delicada incapacidade de compreender as implicâncias do jogo literário), recaindo no vazio analítico, o que, por...
2024
Comemadre
Disseminada pelo mundo naquele início de século XX e fundamental para o sucesso de ideias que resultaram em capítulos que estão entre os mais vergonhosos de nossa história, o relincho de que alguns seres humanos são superiores a outros está no centro do que se passa num sanatório a poucos quilômetros de Buenos Aires. Se homens de boa formação desejam sanar suas dúvidas científicas, qual é o proble...
2025
A telepatia nacional
O insólito literário é a chave de leitura que consegue dar conta dos absurdos da história recente humana, perpetrados pelos processos de colonização europeus. E Roque Larraquy tece com maestria seu insólito, adicionando temas caros à ficção científica nesta crítica a facetas argentinas que esse país desejaria esquecer. A telepatia nacional, como nas melhores histórias da literatura fantástica, in...
2023
Sistema do tato
Um pequeno romance sobre os abismos entre familiares próximos e países vizinhos: as pontes que não construímos, os mal entendidos que vemos serem nutridos aos poucos, as memórias criadas, sublimadas ou dominadas pelas impressões. E aqueles reiterados silêncios. Como lembra Eduardo Halfon, “Hacer literatura es el arte de manipular el recuerdo” (Biblioteca Bizarra). Ania, filha única e órfã de mãe ...
Não acredito no eco dos trovões
Considerado o poeta chinês mais eminente da atualidade, Bei Dao é uma voz incontornável e a mais representativa da poesia contemporânea chinesa. Na China, tornou-se num ídolo dos leitores da sua geração e posteriores, mantendo sempre viva a memória de como um novo estilo de poesia se pretendia livrar do discurso convencionado pela política, trazendo uma lufada de ar fresco à poesia contemporânea c...
2024
Escobar
Após a trágica morte de um amigo, Escobar, o narrador que dá nome ao primeiro romance do jornalista Márwio Câmara, resolve escrever alguns fatos que marcaram seus últimos meses. Dentro desse processo de expurgação terapêutica, o professor de Literatura revive uma série de questões de seio amoroso, sexual e familiar, que perscrutará toda a engenharia labiríntica da trama. Dividido em cenas, o roma...
2026
