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Cinema (ao vivo) e memória
A memória se inscreve neste livro como um caleidoscópio. Seus fragmentos temporais, advindos de diferentes passados e em coexistência com o presente, subvertem a sucessividade cronológica e instauram no contemporâneo uma multiplicidade em movimento. Trata-se de uma memória viva, que, através de um instigante jogo entre o arquivo e a invenção, é tomada pelo estudioso Wilson Oliveira Filho...
2024
Imagens insurgentes
Tendo em tela o enlace entre as artes e as culturas, os textos aqui reunidos pretendem pôr em relevo não somente os seus usos em diferentes contextos sociais, mas o necessário trânsito que se opera na natureza das imagens quando postas em contato e disputa nos espaços de representação das artes metropolitanas. De fato, a imagem, seja em seus suportes tradicionais, seja nos tecnológicos, to...
2023
A ideia de cinema na arte contemporânea brasileira
São quase verbetes. Maciel reune entrevistas e textos curtos escritos sobre experiências propostas por artistas que expandem ideias de cinema na arte, e procura o acompanhar o circuito de arte contemporânea. O que explica a razão pela qual a maioria dos trabalhos analisados ter sido vista em museus e galerias cariocas, embora um ou outro tenha sido visitado em outros estados e países. São muitas a...
2024
Natali Tubenchlak
Entendo que se possa ler a obra da artista niteroiense Natali Tubenchlak essencialmente a partir do seu lugar de fala: o de uma mulher numa sociedade latino-americana e, mais especificamente, brasileira. Eu diria que é como uma expressão e uma explicitação desse lugar de fala que toda a sua obra é construída, desde os primeiros trabalhos até os atuais. Esses trabalhos exprimem e explicitam esse lu...
2024
Aríete
A poesia de Ricardo Vieira Lima é — num nível que raramente encontramos — uma estrutura erguida sobre os dados imediatos da vida. É uma poesia que não filtra o real inumerável em peneiras estreitas. Ao contrário, nos conduz, sempre, à fluente leitura. Irônico, crítico, com uma consciência sempre atenta ao que nos cerca, Ricardo, em sua posição de poeta da vida presente, possui uma long...
2022
Artistas e seus livros
O livro apresenta conversas com Cristina Salgado, José Resende, Carlos Zílio, Cildo Meirelles, Anna Maiolino, Nelson Felix e Leila Danziger, conduzidas pela artista e teórica da arte Iracema Barbosa, realizadas entre setembro de 2019 e abril de 2020. São registros relevantes que nos dão uma ideia de acontecimentos, desencontros e encontros na história das artes visuais no Brasil, nos últimos...
Vitrines de moda e a alteridade da intervenção
Manan Terra Cabo trata de caminhos nos quais a ideia de marketing e de alteridade se aliam. Por que, cada vez mais, a moda se interessa por questões decoloniais? De que modo trabalhos bastante complexos de arte contemporânea se tornam populares, reproduzidos em um mundo globalizado? Essas e outras questões são atiçadas em um texto que aborda fontes poucas vezes consultadas por teóricos da arte. Ma...
Nós, o outro, o distante na arte brasileira contemporânea
Este livro, fruto de anos de estudos da crítica de arte Marisa Flórido Cesar, atualiza para o contexto da arte brasileira, em si única em sua contribuição para a contemporaneidade, questões de fundamental importância para a compreensão da arte e do mundo de hoje, na contaminação entre arte, política, pensamento e afeto, interrogando o esgotamento de seus repertórios e buscando meios de rearticular...
2024
Corpo Lab Palavra
Este livro aparece num momento de renascimento das potências criativas, sufocadas nos últimos anos, forçadas a resistir, criando meios respirituais de deixar que a dança das palavras possa seguir a linha de fuga que vai sendo traçada no chão das práticas de escritas dançadas. Aline Bernardi e Lígia Tourinho reuniram um conjunto de textos, de autorias sensíveis a essa experimentação corpoética da e...
2023
Nove tiros em Chef Lidu
Esta apresentação, redigida por mim, João Anzanello Carrascoza, tem um só objetivo: incentivar você, leitor, a saltar logo para as páginas de Nove Tiros em Chef Lidu, romance policial de Paula Bajer Fernandes. Uma obra que tem tudo para magnetizar a imaginação de quem gosta de tramas engenhosas, mas que, dispensando os cenários exóticos – o desfecho todavia será em Paris –, emergem do cotidiano de...
2014
A reflexão atuante
De acordo com Fred Coelho, no prefácio do livro, “se tivéssemos que amarrar o conteúdo do que lemos em A reflexão atuante, teríamos sua síntese na definição de um “poeta libertário” no comando de suas escritas… a trajetória de Sergio e da Azougue se confundem com a trajetória de uma geração de poetas brasileiros que tiveram nos anos 1990 o momento chave de inserção e circulação de suas obras.”
Conversas transversais com Yuri Firmeza
Antologia de textos críticos sobre a obra do artista Yuri Firmeza.
2025
Noturno Europeu
De acordo com Hugo Pinto Santos, “Noturno Europeu (…) descreve “uma Europa comum, loura, atlética, que uiva pelo seu guia», e resume, na escolha fixada pelo título, uma situação e determinado posicionamento que é identitário da própria escrita.
2025
Lira dos sentidos
Para Ivan Junqueira, em CHC, a poesia, em vez de aceitar como causa mortis o lugar-comum, “Preferiu moradia / em lugar mais fecundo: / lugar-nenhum.” É com base nesse tom satírico e de brevidade expressiva que deve ser entendida a lírica do autor, consciente de que “somos perfeitos em nossa imperfeição” e também de que, contrariamente ao preceito sartriano segundo o qual “l’enfer c’est les autres”...
2014
Diários de Vincent
"Diários de Vincent: Impressões do estrangeiro" é um ensaio-ficção de Evando Nascimento. A vida-obra de Van Gogh vem inspirando criadores há um século pelo menos. A escrita de um diário ficcional é um novo lance neste tabuleiro que mistura fascínio e interrogação.
Fotografia e pintura como imagens em confluência
A coleção Mosaico: Estudos Contemporâneos das Artes é destinada à circulação das pesquisas originais em torno da produção das artes visuais, dança, teatro, música, artes digitais, cinema e performance. São produções de autores nacionais ou estrangeiros, que tratam de questões pertinentes às artes na contemporaneidade de forma substantiva, a partir de uma perspectiva transdisciplinar. Vinculada a...
2024
A grande marcha
Com A Grande Marcha, o jovem escritor Ewerton Martins Ribeiro está debutando no cenário literário brasileiro. A novela é uma grata surpresa em vários sentidos, a começar pelo próprio projeto literário do autor, que extraiu argumentos do romance A insustentável leveza do ser, de Milan Kundera, sobretudo em relação à marcha, à manifestação coletiva e à discussão em torno do conceito de kitsch, atual...
2024
O ser-se
Ambientado no Rio de Janeiro e em Lisboa, o livro fala da busca de identidade de uma mulher, após um intenso processo de psicanálise e da traição de seu grande amor. De acordo com Nádia Batella Gotlib, que assina o prefácio, “a personagem tal como, pela mão de Clarice Lispector, percorre porões da condição humana – o melhor e o pior de si – num exercício de ensaiar este perigoso e difícil ‘ser-se’...
2024
Entre vales, montanhas e bares
Este livro nasceu do desejo de rememorar e comemorar com Luiz Bicca por sua trajetória de filósofo e de professor, assim como pela amizade que com ele desfrutamos. A este chamado comemorativo responderam muitos, pronta e potentemente. É sensível a alegria que emana desta celebração, extensiva a todos que compartilham o caminho do pensador. O livro contém artigos originais dedicados a Luiz Bicca. A...
2024
Auréola
Auréola é a terceira e última narrativa da Trilogia da Fantasia, série de três textos em prosa do poeta Renato Rezende, iniciada em 2011 com o romance Amarração e em 2012 com a novela Caroço. As três narrativas dialogam com os conceitos de real, simbólico e imaginário de Lacan, sendo que Auréola faz referência ao simbólico.
2025
A loucura branca
De acordo com António Cabrita, em A loucura branca, Jaime Rocha “apresenta-nos um texto que mergulha no quotidiano e no mundo trivial com uma demência quase surreal, cruzando Kafka com os filmes de David Lynch. Um misto de mistério, sedução e humor sutil.” Para Miguel Real, “A capacidade de descrever situações claustrofóbicas de um modo estético, não recorrendo a símbolos narrativos neorromânticos...
2024
Vertigens
Um escritor dedicado às histórias de terror fala do seu cotidiano, relações familiares, dificuldades financeiras, novo amor e, especialmente, da criação de uma novo livro que o faz acreditar no sucesso.Essa é apenas uma das histórias de Vertigens, terceiro romance da escritora Fernanda de Mello Gentil, com duas narrativas intercaladas. A segunda é a própria história de terror que o protagonista es...
2024
Práticas contemporâneas do mover-se
“Práticas Contemporâneas do Mover-‐se”, com organização de Michelle Sommer, é fruto de pesquisa curatorial que toma o movimento como impulso para proposições artísticas recentes na arte brasileira. Resultante da premiação pública Rumos Itaú Cultural 2013-‐2014, a curadora lança a pergunta à 10 duplas formadas por artistas e pesquisadores/ curadores/ críticos de arte: de que ...
2025
Romance
Romance é a reunião da poesia completa de Caio Meira até o momento, desde sua estréia com No oco da mão em 1993; e inclui os poemas mais recentes, até então inéditos. São, portanto, 20 anos de poesia deste que é um dos mais significativos poetas de sua geração. Do lugar negativo a partir do qual o poeta cria sua obra, brota uma poesia de primeira grandeza, facilmente comprovada pela leitura dos po...
2013
Levantem lentamente o lençol
De acordo com Maria Isabel Borja, que assina a orelha, “se tivesse que dizer algo sobre o livro em uma frase, diria que é a oração de uma espiritualidade sensorial e nada óbvia.”
2025
As artes do cover
Essa obra questiona a noção de origem, original, único, essência originária. Afinal, o que afirmamos quando dizemos que algo é original? Desde Aristóteles já sabemos que a imitação – ou mímesis – deveria recriar a potência de vida e não sua forma. É com base nesse pensamento que o autor pode afirmar que o cover cria COM sua base precedente e, sem qualquer hierarquia preestabelecida, inventa outro ...
2024
Éter
Em Éter, António Cabrita reúne sete narrativas urbanas, que se localizam nos dois países em que tem alternado a sua vida: Portugal e Moçambique. São sete histórias com distintas estratégias narrativas, tal como são variados os seus temas, sendo contudo transversal uma idêntica tensão entre a memória pessoal e o esquecimento colectivo, bem como a escrita peculiar do autor.
2024
Até ano que vem em Jerusalém
A história do encontro entre Maria Luís e David, em Até o ano que vem em Jerusalém é também, nas palavras de Rui Nunes, “uma história de desamparo que os leva numa espécie de peregrinatio ad loca infecta, de Lisboa aos Açores, ao Brasil, à memória de um tempo alemão passado, mas tão presente. Para estes dois, toda a terra é uma expulsão: a Europa expulsa os judeus, os Açores expulsam o exilado, o ...
As ruínas de junho
"As ruínas de junho" investiga o que restou de junho de 2013: seus destroços, resíduos e rastros. Diante dos espectros e fantasmas da grande política, os acontecimentos do período permanecem como um campo aberto. Uma série de convulsões sociais e políticas que, em disputa, reconfiguraram e ressignificaram os espaços institucionais de uma democracia liberal. Os estilhaços da destituição ficaram gra...
2024
Filosofia Black Bloc
Em junho de 2013, data da maior erupção social das últimas décadas, o movimento Black Bloc ganhou os holofotes como nova prática de luta e manifestação. Analistas à direita e à esquerda foram forçados a tentar compreender o movimento, normalmente municiando um repertório conceitual incompatível com os significados do Black Bloc, sem entendê-lo em seus próprios termos. Procurando supr...
2025
Daniel Acosta
Livro da obra do artista gaúcho Daniel Acosta, com textos críticos de Tadeu Chiarelli, Martin Grossman, Angélica de Moraes, Agnaldo Farias e Carla Zaccagnini, entre outros.
2024
Escrever sobre escrever poesia
Eduardo Milán é um dos poetas e ensaístas mais criativos, sutis e influentes da América Latina. Um “raro”, como os que descrevia o nicaraguense Rubén Darío. Nasceu no Uruguai em 1952, numa cidade pequena chamada Rivera, separada por uma rua de outra cidadezinha: Santana do Livramento, no Brasil. Sua mãe, brasileira, morreu quando ele tinha dois anos. Dela herdou a primeira língua, e de sua própria...
2025
Romance de asilo
O que o narrador, digo, Narrador deste livro quer mesmo é “outra coisa”. Outra coisa que não o real imediato. Que não o mundo terraplanado, corrompido, prostituído e bolsomorizado. Que não o Brasil-asilo, brasilo. Que não a vida ordinária que ele, Narrador deste livro, vive “se é certo que vive”, poetaria CDA. Que não os limites da prosa, da poesia, da filosofia ou do baralho a quatro. Que não o f...
2025
Folia carioca
Coletânea de resenhas, textos curatoriais e memórias do escritor Renato Rezende, que abrangem o período das primeiras décadas do novo século no Rio de Janeiro.
Almas selvagens
Almas selvagens é a mais ousada aventura literária de André Gardel. O risco, no texto, é a combustão (até literal) do verbo, essa matéria volátil que concentra a grandeza e a ruína do homem, e inclusive o que se queira representar para além ou aquém do humano. Os demônios interiores do artista se exibem em contraponto aos demônios exteriores dos valores civilizatórios. Máquina de trituração e repr...
2025
Arte contemporânea brasileira (1970–1999)
"Arte contemporânea brasileira: texturas, dicções, ficções, estratégias" reúne 39 ensaios de artistas, críticos de arte e historiadores da arte contemporâneos. Os artigos se concentram nas produções artísticas realizadas nas últimas três décadas do século XX, de 1970 a 1999. Apesar das diferenças entre os textos — que seguem o caráter heterogêneo da arte — seus autores propõem um recorte que confi...
2024
Impunidade
Uma estranha beleza, melancólica, nimba de luz estas personagens. Não é exagero se dissermos, como o autor o diz, no final do livro, que ela irradia do “esplendor das coisas ameaçadas”, como a beleza dos condenados, nos romances de Kafka. Essa é a linhagem de H. G. Cancela, o negrume de Dostoiévski ou de Thomas Bernard. O mundo em que a escrita tem o poder de dar a ver o lado mais obscuro do human...
Nós somos uma correspondência
O aparecimento de novas tecnologias, como a fotografia e o cinema, ampliou nossa capacidade de reproduzir e elaborar artisticamente o real, gerando novas linguagens e novas formas de arte. É possível que uma ruptura como esta também venha a ocorrer com a literatura num futuro não muito distante.Hoje, computadores, smarthphones e tablets estão mudando não só nossa maneira de ler, como de narrar uma...
2024
O homem sem relógio
Não fosse o subtítulo, "Sonetos dissonantes", dificilmente o leitor perceberia que "O homem sem relógio", de Carlos Henrique Costa, é composto integralmente por eles. Aliás, muito aceitável reduzirmos a definição da forma a uma de suas características basilares: ser composta por 14 versos. O poeta, com domínio técnico dos mais evidentes, faz variações sobre a forma, como um músico po...
2024
Todos os lugares
"Todos os lugares" trata-se de um glossário, escrito e ilustrado pelas talentosas mãos de Alex Ceverny, artista plástico, desenhista, gravador, escultor, ilustrador e pintor. Percorre cidades e lugares onde esteve, tecendo comentários “de uma observação ferina e fértil, aguda sensibilidade e humor irônico quase mordaz”, engendrando assim “espaços e situações singulares, quase oníricos ...
S.O.S. Poesia
Catálogo da exposição S.O.S. Poesia da dupla de artistas Renato Rezende e Dirk Vollenbroich no MAR – Museu de Arte do Rio. De acordo com o curador Paulo Herkenhoff, o projeto S.O.S. Poesia inaugura o programa MAR Extracúbico, propõe abrigar experiências e projetos que demandam uma apresentação para além dos limites físicos e institucionais de suas próprias galerias de exposição no formato do “cubo...
2024
Naxos
A poética de Elsa Cross, de elevado teor espiritual, entronca-se tanto na tradição da mística ibérica como na mutação que os filhos do Ocidente sofrem, há séculos, quando se abrem a experiências vitais e de estudo das religiões da Índia, que incluem a prática da meditação. Daí o caráter eminentemente sincrético desse olhar/sentir da poeta sobre o tempo e as culturas que absorve em sua escritura po...
2025
Quarenta e quatro
Quarentaequatro é o primeiro livro de poemas de Mauricio Cardozo. E o jogo numerado que se desenha aqui é um convite a um passeio entre as ruínas de uma estrutura em queda que vai do nome aos impasses da passagem do tempo e, depois, numa conjunção, se rearma e se desdobra nos embaraços da letra e da língua. (Manoel Ricardo de Lima na orelha).
2025
Dezembro
Em seu texto “Cinco mais cinco mais cinco e tudo mudou na poesia brasileira”, que serve como introdução à antologia Inquietação-Guia (Azougue, 2009), Ítalo Moriconi aponta para a necessidade de se repensar e expandir o leque da crítica literária brasileira – em relação à poesia contemporânea – para além do “cânone crítico universitário pautado por critérios como rigor, elipse, metaironia, metaling...
2025
