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Vozes ancestrais
Daniel Munduruku costuma afirmar: “Escrevo para me manter índio”. Foi com essa motivação que o autor teve a ideia de procurar indígenas de dez povos e coletar os contos tradicionais transcritos nesta obra, trazendo para o leitor um pouco das crenças e tradições das populações que habitam o território brasileiro.“Como o Sol ressuscitou o Lua” é uma destas histórias. E, não, você não leu errado: ent...
2016
Tempo de histórias
Daniel Munduruku relata, pela primeira vez, sua experiência como professor no Ensino Médio em uma escola paulistana. Mestre de jovens, ou melhor, "confessor de seus sonhos", como ele mesmo se autodenomina, Daniel relata intensas experiências de troca afetiva e intelectual por meio das quais ele aprendeu que "para ensinar é preciso estar cheio não de conhecimentos, mas de futuro, de esperança, de t...
Crônicas indígenas para refletir
Para que servem estes pequenos textos que aqui lhes apresento? Para que possamos nos espantar com aquilo que nos parece óbvio, mas não é. Não é, porque pouco sabemos sobre essas populações. O que nos ensinaram tem a ver com a tal da história única contada por uma voz estridente que nunca nos ofereceu outras versões e por conta disso acabamos por aceitar o que nos era ensinado. Daniel ...
A caveira-rolante, a mulher-lesma e outras histórias indígenas de assustar
“Os caçadores e o Duende Arranca-Olho”, “O duende de olhos postiços”, Kanoé ” A história do morcego”, “A mulher-lesma”, “A caveira-rolante”, As amantes feiticeiras” são seis histórias de diferentes povos indígenas Tukano, Ajuru, Macurap, Tembé, Karajá. Segundo Daniel Muduruku, “este tipo de história é narrado pelos adultos ou pelos mais velhos da aldeia, já que são os guardiões da memória de nossa...
2024
Você lembra, pai?
De um modo informal, como se estivesse conversando, o autor, Daniel Munduruku (do povo indígena Munduruku), conta sobre a forte presença do pai em sua vida. A narrativa segue a linha do tempo. Você lembra quando eu era bem pequeno, nem conseguia andar, e você me carregava no colo para todos os lugares, apenas para me mostrar o pôr do sol? Um percurso pela memória, marcado por muitos momentos junto...
O homem que roubava horas
“Eu roubo as horas para lhes dar tempo. Tempo de aprender a usar o tempo. Quem tem hora não tem tempo: tempo de olhar o tempo.”O novo livro de Daniel Munduruku conta a história de um homem sem nome, sem casa, cuja família era composta por um monte de cachorros. Ele tinha uma personalidade tão peculiar que mudou a forma das pessoas se relacionarem com o tempo e consigo mesmas.
2007
A primeira estrela que vejo é a estrela do meu desejo e outras histórias indígenas de amor
“A estrela das águas”, “Candiê-Cuei”, “Só o amor é tão forte”, “A primeira estrela que vejo é a estrela do meu desejo” e “O perfume enlouquecedor”, cinco histórias que, segundo o autor, Daniel Mundukuru, são para serem lidas com o coração. A leitura dessas narrativas indígenas possibilita o resgate de outras histórias afetivas do universo do aluno-leitor. O amor é fundamental para nossas vidas. (…...
Catando piolhos, contando histórias
“Ali, contávamos para todos os adultos presentes tudo o que havíamos feito durante o dia. Embora não parecesse, todos nos ouviam com atenção e respeito. Aquele era um exercício de participação na vida de nossa comunidade familiar.” Memórias de infância de um menino indígena que nos fala das tradições de seu povo Munduruku transmitidas pela narrativa oral nos momentos felizes quando, sentado na ald...
2014
O Olho Bom do Menino
SKU: 31247012. Condição: SEMINOVO. Acabamento: Brochura. capa mole em otimo estado
2007
1 usado
R$ 78,89
O banquete dos deuses
Este livro reúne uma série de artigos escritos pelo autor em que ele, como educador, exprime sua principal preocupação: a necessidade de uma educação libertadora, que eduque para a vida e valorize a cultura indígena, sem deformá-la, cultura da qual descendemos e que faz parte do nosso cotidiano, pois todos nós somos o alimento do banquete dos deuses.
Sabedoria das águas
A história vivida pelo índio Koru prende a atenção. A narrativa envolve pela determinação do personagem na busca da verdade. Durante uma caçada, Koru passou por uma estranha experiência na clareira das árvores. Meu espanto cresceu quando outros bichos iguais a ele apareceram e começaram a conversar em uma língua estranha (…) Um deles levantou a mão que começou a brilhar de forma tão intensa, que e...
