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O Pobre de Pedir Capa ilustrativa

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O Pobre de Pedir

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O Pobre de Pedir

O Pobre de Pedir

Ano:   Editora: Chao de Feira

Tipo: seminovo/usado

Crisálida Livraria Crisálida Livraria MG - Belo Horizonte
98% Positivas
253 qualificações
R$ 28,00 + frete R$ 7,32

Total: R$ 35,32

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Descrição brochura 13, 5 x 17, 5 cm 240 pgs; muito bom estado de conservação

O Pobre de Pedir

O Pobre de Pedir

Ano:   Editora: Chao da Feira

Tipo: seminovo/usado

Livraria dos Moura Livraria dos Moura RJ - São Gonçalo
98% Positivas
120 qualificações
R$ 28,00 + frete R$ 7,79

Total: R$ 35,79

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Descrição Brochura, em ótimo estado de conservação, sem sinais de manuseio, miolo claro, texto sem marcações.

O Pobre de Pedir

O Pobre de Pedir

Ano:   Editora: Chao de Feira

Tipo: seminovo/usado

Crisálida Livraria Crisálida Livraria MG - Belo Horizonte
98% Positivas
253 qualificações
R$ 29,00 + frete R$ 7,32

Total: R$ 36,32

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Descrição Brochura 13,5 x 18 cm 240 pgs; miolo sem amarelados; sem marcas, grifos, anotações no texto

O Pobre de Pedir

O Pobre de Pedir

Ano:   Editora: Chao da Feira

Tipo: novo

Relicário Relicário MG - Abadia dos Dourados
100% Positivas
1 qualificações
R$ 30,00 + frete R$ 7,32

Total: R$ 37,32

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Descrição Escrito próximo da morte de Raul Brandão (Porto/Portugal, 1867-1930) O Pobre de Pedir não teve revisão do autor, que foi um dos escritores mais estimados por Herberto Helder. Editado postumamente em 1931, o livro começa com a chegada de um pobre à aldeia. Se, por um lado, o pobre de pedir é uma imagem aterradora pela sua impotência, a sua chegada é também sinal de uma catástrofe iminente, individual ou comunitária: Sou um monstro que existe para traduzir a vida em palavras e mais nada, até chegar ao automatismo de suprimir a realidade a todos os sentimentos que não impressionam a máquina em que me transformo e que bem queria agora inutilizar. É tarde. É sempre tarde para mim. Fixação do texto e posfácio de Gustavo Rubim.

O Pobre de Pedir

O Pobre de Pedir

Ano:   Editora: Chao da Feira

Tipo: novo

Relicário Relicário MG - Abadia dos Dourados
100% Positivas
1 qualificações
R$ 30,00 + frete R$ 7,32

Total: R$ 37,32

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Descrição Escrito próximo da morte de Raul Brandão (Porto/Portugal, 1867-1930) O Pobre de Pedir não teve revisão do autor, que foi um dos escritores mais estimados por Herberto Helder. Editado postumamente em 1931, o livro começa com a chegada de um pobre à aldeia. Se, por um lado, o pobre de pedir é uma imagem aterradora pela sua impotência, a sua chegada é também sinal de uma catástrofe iminente, individual ou comunitária: Sou um monstro que existe para traduzir a vida em palavras e mais nada, até chegar ao automatismo de suprimir a realidade a todos os sentimentos que não impressionam a máquina em que me transformo e que bem queria agora inutilizar. É tarde. É sempre tarde para mim. Fixação do texto e posfácio de Gustavo Rubim.

O Pobre de Pedir

O Pobre de Pedir

Ano:   Editora: Chao da Feira

Tipo: novo

Relicário Relicário MG - Abadia dos Dourados
100% Positivas
1 qualificações
R$ 30,00 + frete R$ 7,32

Total: R$ 37,32

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Descrição Escrito próximo da morte de Raul Brandão (Porto/Portugal, 1867-1930) O Pobre de Pedir não teve revisão do autor, que foi um dos escritores mais estimados por Herberto Helder. Editado postumamente em 1931, o livro começa com a chegada de um pobre à aldeia. Se, por um lado, o pobre de pedir é uma imagem aterradora pela sua impotência, a sua chegada é também sinal de uma catástrofe iminente, individual ou comunitária: Sou um monstro que existe para traduzir a vida em palavras e mais nada, até chegar ao automatismo de suprimir a realidade a todos os sentimentos que não impressionam a máquina em que me transformo e que bem queria agora inutilizar. É tarde. É sempre tarde para mim. Fixação do texto e posfácio de Gustavo Rubim.

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