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Nova Teoria Atomica Capa ilustrativa

Nova Teoria Atômica

Luiz G. Spoladore

A NOVA TEORIA ATÔMICA proposta fundamenta-se na hipótese de que o espaço está ocupado por lêntons e que a agregação deles entre si origina energia e matéria simples, como próton e elétron, dando a cada um uma estrutura em placas com interstícios entre elas, as quais podem armazenar energia eletromagnética estacionária (fótons). O elétron, o próton e o nêutron, como partículas atômicas, constituem as unidades básicas do capacitor atômico. Este possui as propriedades físicas fundamentais do capacitor industrial: armazena energia, filtra exesso de tensão elétrica, evita ou atenua o centelhamento e seleciona o tipo de corrente elétrica. As duas possibilidades de arranjo dos capacitores, em série e em paralelo, estão presentes, de forma equivalente, nos elementos que vão desde o hélio (He2/4) até o xenônio (Xe54/138), em série, e do césio (Cs55) em diante, em paralelo. Os arranjos em paralelo-equivalente nos deuterótomos pós-xenônio geraram a teoria da "fornalha eletrônica", que é uma forma de concentração de 32 elétrons no interior de um deuterótomo pesado, como, por exemplo, o urânio (U92). Os elétrons da fornalha, dotados de energia cinética, chocam-se contra a face interna da parede do deuterôtomo e emitem fótons, dando fluorescência a muitos deuterótomos pesados radioativos. A identificação de dois pólos, um genético e um químico, nos deuterótomos permitiu desdobrar e ampliar a Nova Teoria. É, assim, uma proposta alternativa para o modo de se entender como prótons e nêutrons se dispõem para constituir os átomos de hidrogênio (deutério e trítio) e os deuterótomos com seus isótopos. Essa alternativa permitiu formular um mecanismo microscópio de emissão radioativa de partículas alfa (a) e beta (b) e de radiação gama (g) para as famílias radioativas do actínio (Ac89), do rádio (Ra88), do urânio-235 (U92) e do tório (Th90). O modelo atômico de Rutherford-Bohr para o hidrogênio é mantido, porém a proposta da Teoria do capacitor atômico, dentro da nova Teoria Atômica, forçosamente desloca os conceitos de núcleo atômico e de orbitais de elétrons como têm sido colocados, até agora, pela Física moderna. Fechar Ler mais

A NOVA TEORIA ATÔMICA proposta fundamenta-se na hipótese de que o espaço está ocupado por lêntons e que a agregação deles entre si origina energia e matéria simples, como próton e elétron, dando a cada um uma estrutura em placas com interstícios entre elas, as quais podem armazenar energia eletromagnética estacionária (fótons). O elétron, o próton e o nêutron, como partículas atômicas, constituem as unidades básicas do capacitor atômico. Este possui as propriedades físicas fundamentais do capacitor industrial: armazena energia, filtra exesso de tensão elétrica, evita ou atenua o centelhamento e seleciona o tipo de corrente elétrica. As duas possibilidades de arranjo dos capacitores, em série e em paralelo, estão presentes, de forma equivalente, nos elementos que vão desde o hélio (He2/4) até o xenônio (Xe54/138), em série, e do césio (Cs55) em diante, em paralelo. Os arranjos em paralelo-equivalente nos deuterótomos pós-xenônio geraram a teoria da "fornalha eletrônica", que é uma forma de concentração de 32 elétrons no interior de um deuterótomo pesado, como, por exemplo, o urânio (U92). Os elétrons da fornalha, dotados de energia cinética, chocam-se contra a face interna da parede do deuterôtomo e emitem fótons, dando fluorescência a muitos deuterótomos pesados radioativos. A identificação de dois pólos, um genético e um químico, nos deuterótomos permitiu desdobrar e ampliar a Nova Teoria. É, assim, uma proposta alternativa para o modo de se entender como prótons e nêutrons se dispõem para constituir os átomos de hidrogênio (deutério e trítio) e os deuterótomos com seus isótopos. Essa alternativa permitiu formular um mecanismo microscópio de emissão radioativa de partículas alfa (a) e beta (b) e de radiação gama (g) para as famílias radioativas do actínio (Ac89), do rádio (Ra88), do urânio-235 (U92) e do tório (Th90). O modelo atômico de Rutherford-Bohr para o hidrogênio é mantido, porém a proposta da Teoria do capacitor atômico, dentro da nova Teoria Atômica, forçosamente desloca os conceitos de núcleo atômico e de orbitais de elétrons como têm sido colocados, até agora, pela Física moderna. Fechar Ler mais

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Nova Teoria Atômica - Clássica e Deuterotômica

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Nova Teoria Atômica - Clássica e Deuterotômica

Nova Teoria Atômica - Clássica e Deuterotômica

Ano:   Editora: Interciencia

Tipo: seminovo/usado

José Dacri José Dacri RJ - Rio de Janeiro
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12 qualificações
R$ 12,67 + frete R$ 11,05

Total: R$ 23,72

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Descrição Brochura em muito bom estado

Nova Teoria Atômica

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Ano:   Editora: Interciencia

Tipo: seminovo/usado

Sebo Brandão São Paulo Sebo Brandão São Paulo SP - São Paulo
100% Positivas
130 qualificações
R$ 25,50 + frete R$ 8,53

Total: R$ 34,03

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Descrição Fornalha eletronica, capacitor atomico, polo genetico, apendice-alfa, polo quimico, codigo filogenetico, eletron-projetil, tunel magnetico etc... 223pgs. 25cms. Brochura. Exemplar em otimo estado de conservação. SL- 175 / 3

Nova Teoria Atômica

Nova Teoria Atômica

Ano:   Editora: Interciencia

Tipo: seminovo/usado

Sebo Santo Antonio Sebo Santo Antonio SP - Botucatu
100% Positivas
8 qualificações
R$ 27,90 + frete R$ 11,89

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Descrição Livro brochura em bom estado, medindo 18 x 25 cm, com 224 páginas; não possui nenhuma rasura ou rasgo, apenas superficiais raladinhos nas extremidades da capa e leves pigmentos de amarelamento na lateral das páginas devido a ação do tempo.

Nova Teoria Atômica

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Ano:   Editora: Interciencia

Tipo: novo

Zamboni Books Zamboni Books SP - São Paulo
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Descrição A NOVA TEORIA ATÔMICA proposta fundamenta-se na hipótese de que o espaço está ocupado por lêntons e que a agregação deles entre si origina energia e matéria simples,como próton e elétron,dando a cada um uma estrutura em placas com interstícios entre elas,as quais podem armazenar energia eletromagnética estacionária (fótons).O elétron,o próton e o nêutron,como partículas atômicas,constituem as unidades básicas do capacitor atômico.Este possui as propriedades físicas fundamentais do capacitor industrial: armazena energia,filtra exesso de tensão elétrica,evita ou atenua o centelhamento e seleciona o tipo de corrente elétrica.As duas possibilidades de arranjo dos capacitores,em série e em paralelo,estão presentes,de forma equivalente,nos elementos que vão desde o hélio (He2/4)até o xenônio (Xe54/138),em série,e do césio (Cs55)em diante,em paralelo.Os arranjos em paralelo-equivalente nos deuterótomos pós-xenônio geraram a teoria da "fornalha eletrônica",que é uma forma de concentração de 32 elétrons no interior de um deuterótomo pesado,como,por exemplo,o urânio (U92).Os elétrons da fornalha,dotados de energia cinética,chocam-se contra a face interna da parede do deuterôtomo e emitem fótons,dando fluorescência a muitos deuterótomos pesados radioativos.A identificação de dois pólos,um genético e um químico,nos deuterótomos permitiu desdobrar e ampliar a Nova Teoria.É,assim,uma proposta alternativa para o modo de se entender como prótons e nêutrons se dispõem para constituir os átomos de hidrogênio (deutério e trítio)e os deuterótomos com seus isótopos.Essa alternativa permitiu formular um mecanismo microscópio de emissão radioativa de partículas alfa (a)e beta (b)e de radiação gama (g)para as famílias radioativas do actínio (Ac89),do rádio (Ra88),do urânio-235 (U92)e do tório (Th90).O modelo atômico de Rutherford-Bohr para o hidrogênio é mantido,porém a proposta da Teoria do capacitor atômico,dentro da nova Teoria Atômica,forçosamente desloca os conceitos de núcleo atômico e de orbitais de elétrons como têm sido colocados,até agora,pela Física moderna.

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