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Cansaco a Longa Estacao Capa ilustrativa

Cansaço, a Longa Estação

Luiz Bernardo Pericás

5 de 5 estrelas (1 avaliação)

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CANSAÇO A LONGA ESTAÇÃO

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CANSAÇO A LONGA ESTAÇÃO Capa ilustrativa

CANSAÇO A LONGA ESTAÇÃO

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Não Informado

Sebo Casa do Livro Sebo Casa do Livro SP - São Paulo
99% Positivas
173 qualificações
R$ 11,05 + frete R$ 8,82

Total: R$ 19,87

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Descrição BOM ESTADO

Cansaço: a Longa Estação

Cansaço: a Longa Estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Alfarrabista Corsarium Alfarrabista Corsarium SP - São Paulo
100% Positivas
20 qualificações
R$ 15,00 + frete R$ 7,61

Total: R$ 22,61

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Descrição Brochura. 92 páginas. Livro em bom estado de conservação.

Cansaço: a Longa Estação

Cansaço: a Longa Estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Merca Livros Merca Livros SP - Guarulhos
100% Positivas
440 qualificações
R$ 15,00 + frete R$ 8,24

Total: R$ 23,24

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Descrição (cod:96253) Livro em bom estado, bordas levemente sujas, capa brochura, folhas sem rasuras e textos sem grifos.

CANSACO A LONGA ESTACAO

CANSACO A LONGA ESTACAO

Ano:   Editora: Boitempo Editorial

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Não Informado

Armazém do Livro Armazém do Livro GO - Goiânia
97% Positivas
90 qualificações
R$ 16,20 + frete R$ 7,61

Total: R$ 23,81

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Descrição Mercadoria de segunda mão com caracteristicas típicas de material usado

Cansaço, a Longa Estação Capa ilustrativa

Cansaço, a Longa Estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Platao Livros Sebo Platao Livros Sebo PR - Curitiba
99% Positivas
165 qualificações
R$ 16,99 + frete R$ 8,82

Total: R$ 25,81

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Descrição Livro em ótimo estado, brochura, capa e lombada ótimo, corte e folhas limpos, sem grifo e rabisco, assinatura e dedicatória na folha de rosto, , 92 páginas.

CANSACO A LONGA ESTACAO Capa ilustrativa

CANSACO A LONGA ESTACAO

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Não Informado

Livraria Páginas Antigas Livraria Páginas Antigas GO - Goiânia
99% Positivas
70 qualificações
R$ 17,82 + frete R$ 8,24

Total: R$ 26,06

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Descrição Mercadoria de segunda mão com caracteristicas típicas de material usado

Cansaço, a Longa Estação Capa ilustrativa

Cansaço, a Longa Estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Sebo Livraria Econômica Sebo Livraria Econômica SP - Sorocaba
99% Positivas
272 qualificações
R$ 17,90 + frete R$ 8,82

Total: R$ 26,72

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Descrição Livro em excelente estado de conservação. 90p. Imagem ilustrativa.

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Cansaço, a Longa Estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Sobrallivros Sobrallivros SP - São Paulo
99% Positivas
102 qualificações
R$ 19,00 + frete R$ 11,24

Total: R$ 30,24

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Descrição LIVRO NOVO Brochura ==Luiz Bernardo Pericás, historiador e autor do elogiado Os cangaceiros: ensaios de interpretação histórica Boitempo, 2010, o qual recebeu menção honrosa do Prêmio Casa de Las Américas, de Cuba, retorna às livrarias com o romance Cansaço, a longa estação. Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro conta a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta o próprio inferno.

Cansaço, a Longa Estação Capa ilustrativa

Cansaço, a Longa Estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Sobrallivros Sobrallivros SP - São Paulo
99% Positivas
102 qualificações
R$ 19,00 + frete R$ 11,24

Total: R$ 30,24

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Descrição LIVRO NOVO Brochura ==Luiz Bernardo Pericás, historiador e autor do elogiado Os cangaceiros: ensaios de interpretação histórica Boitempo, 2010, o qual recebeu menção honrosa do Prêmio Casa de Las Américas, de Cuba, retorna às livrarias com o romance Cansaço, a longa estação. Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro conta a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta o próprio inferno.

Cansaco, A Longa Estacao Capa ilustrativa

Cansaco, A Longa Estacao

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

BookMarket BookMarket SP - São Paulo
94% Positivas
341 qualificações
R$ 21,00 + frete R$ 7,03

Total: R$ 28,03

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Cansaco, A Longa Estacao Capa ilustrativa

Cansaco, A Longa Estacao

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

BookMarket BookMarket SP - São Paulo
94% Positivas
341 qualificações
R$ 21,00 + frete R$ 7,03

Total: R$ 28,03

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Cansaço a Longa Estação

Cansaço a Longa Estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Só Livros Só Livros SP - São Paulo
95% Positivas
448 qualificações
R$ 21,75 + frete R$ 7,03

Total: R$ 28,78

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Descrição Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro se propõe a contar a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta (o próprio inferno). Em duas narrativas paralelas, com suas inquietações e fantasias, um triângulo amoroso e dois olhares diferentes sobre a mesma realidade, aos poucos vão se enovelando uma na outra. Possui uma narrativa e linguagem próprias do sertão, o vocabulário, explicado em um glossário, é também um protagonista na ficção do historiador.

cansaço, a longa estação Capa ilustrativa

cansaço, a longa estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Não Informado

Livraria Livro Vivo Livraria Livro Vivo SP - São Paulo
96% Positivas
1201 qualificações
R$ 21,75 + frete R$ 11,87

Total: R$ 33,62

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Descrição livro novo nunca manuseado

cansaço, a longa estação Capa ilustrativa

cansaço, a longa estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Não Informado

Livraria Livro Vivo Livraria Livro Vivo SP - São Paulo
96% Positivas
1201 qualificações
R$ 21,75 + frete R$ 11,87

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Descrição livro novo nunca manuseado

cansaço, a longa estação Capa ilustrativa

cansaço, a longa estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Não Informado

Livraria Livro Vivo Livraria Livro Vivo SP - São Paulo
96% Positivas
1201 qualificações
R$ 21,75 + frete R$ 11,87

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Descrição livro novo nunca manuseado

Cansaço, A Longa Estação Capa ilustrativa

Cansaço, A Longa Estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
389 qualificações
R$ 23,20 + frete R$ 8,24

Total: R$ 31,44

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Descrição # Livro novo. ISBN: 9788575591925. Dimensão: 13 x 21 cm. 96 págs. Sinopse: Luiz Bernardo Pericás, historiador e autor do elogiado Os cangaceiros: ensaios de interpretação histórica (Boitempo, 2010), o qual recebeu menção honrosa do Prêmio Casa de Las Américas, de Cuba, retorna às livrarias com o romance Cansaço, a longa estação. Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro conta a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta (o próprio inferno). Em duas narrativas paralelas que aos poucos vão se enovela

Cansaço, a longa estação Capa ilustrativa

Cansaço, a longa estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
389 qualificações
R$ 23,20 + frete R$ 8,24

Total: R$ 31,44

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Descrição Livro novo. ISBN: 9788575591925 . Dimensão: 13,0 x 21,0 cm. 96 págs. Sinopse: Luiz Bernardo Pericás, historiador e autor do elogiado Os cangaceiros: ensaios de interpretação histórica (Boitempo, 2010), o qual recebeu menção honrosa do Prêmio Casa de Las Américas, de Cuba, retorna às livrarias com o romance Cansaço, a longa estação. Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro conta a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta (o próprio inferno). Em duas narrativas paralelas que aos poucos vão se enovela

CANSACO, A LONGA ESTACAO Capa ilustrativa

CANSACO, A LONGA ESTACAO

Ano:   Editora: Boitempo Editorial

Tipo: novo

Idioma: Português

Sebo Simples Sebo Simples SP - São Paulo
97% Positivas
63 qualificações
R$ 23,20 + frete R$ 8,82

Total: R$ 32,02

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Descrição Livro novo, direto da editora

Cansaço a longa estaçao Capa ilustrativa

Cansaço a longa estaçao

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Não Informado

Sociedade dos Livros Sociedade dos Livros SP - São Paulo
96% Positivas
160 qualificações
R$ 25,50 + frete R$ 13,87

Total: R$ 39,37

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Descrição Livro novo, em excelente estado de conservação. Brochura fabio

CANSACO, A LONGA ESTACAO Capa ilustrativa

CANSACO, A LONGA ESTACAO

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Livros e Livros Livraria Livros e Livros SC - Florianópolis
99% Positivas
171 qualificações
R$ 26,10 + frete R$ 11,87

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Descrição Livro Novo, SKU: L55556022 ISBN: 9788575591925 Sinopse: Pericás presenteia o leitor com uma narrativa e linguagem próprias do sertão, cobrindo de estranheza e mistério a realidade. O vocabulário, explicado em um extenso e instigante glossário, é também um protagonista na ficção do historiador, que, imerso na experiência sertaneja e cangaceira, traz à tona um rico repertório de palavras reunidas num fraseado melódico ao mesmo tempo fluido e truncado como, de resto, é a vida no sertão , conforme explica no texto de orelha o professor de literatura brasileira e pesquisador da USP Flávio Aguiar. É uma viagem no espaço e no tempo, e também nos vários registros linguísticos de nosso país, em particular do seu mundo rústico. O universo sertanejo de Pericás está no agrume (aquilo que é agre, amargo), na garrucha (arma de fogo que se carregava pela boca) e na girumba (cachaça), entre tantas outras palavras de raiz popular que revelam a cultura e a história regionais. Ao final, se o leitor quiser, poderá comparar texto e glossário. Mas primeiro se deixe envolver pela prosa original e segura de Luiz Bernardo Pericás , aconselha Aguiar.

Cansaço, a longa estação

Cansaço, a longa estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
99% Positivas
180 qualificações
R$ 26,68 + frete R$ 7,03

Total: R$ 33,71

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Descrição Luiz Bernardo Pericás, historiador e autor do elogiado Os cangaceiros: ensaios de interpretação histórica (Boitempo, 2010), o qual recebeu menção honrosa do Premio Casa de Las Américas, de Cuba, retorna às livrarias com o romance Cansaço, a longa estação. Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro conta a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta (o próprio inferno). Em duas narrativas paralelas que aos poucos vão se enovelando uma na outra, Punaré e Baraúna comovem com suas inquietações e fantasias, um triângulo amoroso e dois olhares diferentes sobre a mesma realidade.

Pericás presenteia o leitor com uma narrativa e linguagem próprias do sertão, cobrindo de estranheza e mistério a realidade. O vocabulário, explicado em um extenso e instigante glossário, é também um protagonista na ficção do historiador, que, imerso na experiência sertaneja e cangaceira, traz à tona um rico repertório de “palavras reunidas num fraseado melódico ao mesmo tempo fluido e truncado como, de resto, é a vida no sertão”, conforme explica no texto de orelha o professor de literatura brasileira e pesquisador da USP Flávio Aguiar. “É uma viagem no espaço e no tempo, e também nos vários registros linguísticos de nosso país, em particular do seu mundo rústico.”

O universo sertanejo de Pericás está no agrume (aquilo que é agre, amargo), na garrucha (arma de fogo que se carregava pela boca) e na girumba (cachaça), entre tantas outras palavras de raiz popular que revelam a cultura e a história regionais. “Ao final, se o leitor quiser, poderá comparar texto e glossário. Mas primeiro se deixe envolver pela prosa original e segura de Luiz Bernardo Pericás”, aconselha Aguiar.

As xilogravuras que ilustram a capa e o texto são de Fabrício Lopez.

Trechos da apresentação e da orelha

"Toda a literatura anterior de Pericás já nos deixava diante de um dos maiores do Brasil, e agora surge esse novo autor, para o qual tenho de segurar pelo menos uns vinte qualificativos elogiosos."– Antonio Abujamra

“Três são as vidas que protagonizam essa melodia exasperada, enovelando-se umas nas outras: o caboclo esperançoso num amor distante, o renegado que também almeja um amor para si e a moça desejosa, que gostaria de viver num mundo onde o amor-próprio fosse possível.” – Flávio Aguiar

Trecho do livro

“Se decidir alguém procurar, nas antigas lendas do passado ou nos fatos esquecidos de outrora, a verdadeira história de João Baraúna, conseguirá desentranhar o fio das tradições perdidas do velho setentrião, pois ouvirá da boca dos sertanejos mais do que apenas a saga de um homem terrível, assassino e sorrateiro. No torvelinho dos acontecimentos, em meio a verdades e desditas, será possível encontrar a epopeia de toda uma geração de homens e mulheres que viveram naqueles confins, muitos lustros atrás. Baraúna, bandido! Daquele monstro, assim davam a descrição... Testa larga e franzida na grimaça de caburé; os poucos dentes que lhe restavam, podres e acuminados, escurecidos pelo tabaco, despontando como puas nas grossas gengivas escarlates. Um cavaleiro do apocalipse, soltando fogo pelas narinas e vomitando gafanhotos da bocarra bafienta: levava a peste por onde passava.”

Sobre o autor

Luiz Bernardo Pericás é escritor e historiador formado pela George Washington University, doutor em História Econômica pela USP e pós-doutor em Ciência Política pela Flacso (México). É autor de Che Guevara and the Economic Debate in Cuba (Nova York, Atropos Press, 2009) e Mystery Train (São Paulo, Brasiliense, 2007), entre vários outros. Recebeu menção honrosa do Premio Literario Casa de las Américas 2012, de Cuba, com seu livro Os cangaceiros: ensaio de interpretação histórica (Boitempo, 2010), que será publicado ainda este ano naquele país.

Cansaço, a longa estação

Cansaço, a longa estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
99% Positivas
180 qualificações
R$ 26,68 + frete R$ 7,03

Total: R$ 33,71

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Descrição Luiz Bernardo Pericás, historiador e autor do elogiado Os cangaceiros: ensaios de interpretação histórica (Boitempo, 2010), o qual recebeu menção honrosa do Premio Casa de Las Américas, de Cuba, retorna às livrarias com o romance Cansaço, a longa estação. Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro conta a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta (o próprio inferno). Em duas narrativas paralelas que aos poucos vão se enovelando uma na outra, Punaré e Baraúna comovem com suas inquietações e fantasias, um triângulo amoroso e dois olhares diferentes sobre a mesma realidade.

Pericás presenteia o leitor com uma narrativa e linguagem próprias do sertão, cobrindo de estranheza e mistério a realidade. O vocabulário, explicado em um extenso e instigante glossário, é também um protagonista na ficção do historiador, que, imerso na experiência sertaneja e cangaceira, traz à tona um rico repertório de “palavras reunidas num fraseado melódico ao mesmo tempo fluido e truncado como, de resto, é a vida no sertão”, conforme explica no texto de orelha o professor de literatura brasileira e pesquisador da USP Flávio Aguiar. “É uma viagem no espaço e no tempo, e também nos vários registros linguísticos de nosso país, em particular do seu mundo rústico.”

O universo sertanejo de Pericás está no agrume (aquilo que é agre, amargo), na garrucha (arma de fogo que se carregava pela boca) e na girumba (cachaça), entre tantas outras palavras de raiz popular que revelam a cultura e a história regionais. “Ao final, se o leitor quiser, poderá comparar texto e glossário. Mas primeiro se deixe envolver pela prosa original e segura de Luiz Bernardo Pericás”, aconselha Aguiar.

As xilogravuras que ilustram a capa e o texto são de Fabrício Lopez.

Trechos da apresentação e da orelha

"Toda a literatura anterior de Pericás já nos deixava diante de um dos maiores do Brasil, e agora surge esse novo autor, para o qual tenho de segurar pelo menos uns vinte qualificativos elogiosos."– Antonio Abujamra

“Três são as vidas que protagonizam essa melodia exasperada, enovelando-se umas nas outras: o caboclo esperançoso num amor distante, o renegado que também almeja um amor para si e a moça desejosa, que gostaria de viver num mundo onde o amor-próprio fosse possível.” – Flávio Aguiar

Trecho do livro

“Se decidir alguém procurar, nas antigas lendas do passado ou nos fatos esquecidos de outrora, a verdadeira história de João Baraúna, conseguirá desentranhar o fio das tradições perdidas do velho setentrião, pois ouvirá da boca dos sertanejos mais do que apenas a saga de um homem terrível, assassino e sorrateiro. No torvelinho dos acontecimentos, em meio a verdades e desditas, será possível encontrar a epopeia de toda uma geração de homens e mulheres que viveram naqueles confins, muitos lustros atrás. Baraúna, bandido! Daquele monstro, assim davam a descrição... Testa larga e franzida na grimaça de caburé; os poucos dentes que lhe restavam, podres e acuminados, escurecidos pelo tabaco, despontando como puas nas grossas gengivas escarlates. Um cavaleiro do apocalipse, soltando fogo pelas narinas e vomitando gafanhotos da bocarra bafienta: levava a peste por onde passava.”

Sobre o autor

Luiz Bernardo Pericás é escritor e historiador formado pela George Washington University, doutor em História Econômica pela USP e pós-doutor em Ciência Política pela Flacso (México). É autor de Che Guevara and the Economic Debate in Cuba (Nova York, Atropos Press, 2009) e Mystery Train (São Paulo, Brasiliense, 2007), entre vários outros. Recebeu menção honrosa do Premio Literario Casa de las Américas 2012, de Cuba, com seu livro Os cangaceiros: ensaio de interpretação histórica (Boitempo, 2010), que será publicado ainda este ano naquele país.

Cansaço, a longa estação

Cansaço, a longa estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
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Descrição Luiz Bernardo Pericás, historiador e autor do elogiado Os cangaceiros: ensaios de interpretação histórica (Boitempo, 2010), o qual recebeu menção honrosa do Premio Casa de Las Américas, de Cuba, retorna às livrarias com o romance Cansaço, a longa estação. Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro conta a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta (o próprio inferno). Em duas narrativas paralelas que aos poucos vão se enovelando uma na outra, Punaré e Baraúna comovem com suas inquietações e fantasias, um triângulo amoroso e dois olhares diferentes sobre a mesma realidade.

Pericás presenteia o leitor com uma narrativa e linguagem próprias do sertão, cobrindo de estranheza e mistério a realidade. O vocabulário, explicado em um extenso e instigante glossário, é também um protagonista na ficção do historiador, que, imerso na experiência sertaneja e cangaceira, traz à tona um rico repertório de “palavras reunidas num fraseado melódico ao mesmo tempo fluido e truncado como, de resto, é a vida no sertão”, conforme explica no texto de orelha o professor de literatura brasileira e pesquisador da USP Flávio Aguiar. “É uma viagem no espaço e no tempo, e também nos vários registros linguísticos de nosso país, em particular do seu mundo rústico.”

O universo sertanejo de Pericás está no agrume (aquilo que é agre, amargo), na garrucha (arma de fogo que se carregava pela boca) e na girumba (cachaça), entre tantas outras palavras de raiz popular que revelam a cultura e a história regionais. “Ao final, se o leitor quiser, poderá comparar texto e glossário. Mas primeiro se deixe envolver pela prosa original e segura de Luiz Bernardo Pericás”, aconselha Aguiar.

As xilogravuras que ilustram a capa e o texto são de Fabrício Lopez.

Trechos da apresentação e da orelha

"Toda a literatura anterior de Pericás já nos deixava diante de um dos maiores do Brasil, e agora surge esse novo autor, para o qual tenho de segurar pelo menos uns vinte qualificativos elogiosos."– Antonio Abujamra

“Três são as vidas que protagonizam essa melodia exasperada, enovelando-se umas nas outras: o caboclo esperançoso num amor distante, o renegado que também almeja um amor para si e a moça desejosa, que gostaria de viver num mundo onde o amor-próprio fosse possível.” – Flávio Aguiar

Trecho do livro

“Se decidir alguém procurar, nas antigas lendas do passado ou nos fatos esquecidos de outrora, a verdadeira história de João Baraúna, conseguirá desentranhar o fio das tradições perdidas do velho setentrião, pois ouvirá da boca dos sertanejos mais do que apenas a saga de um homem terrível, assassino e sorrateiro. No torvelinho dos acontecimentos, em meio a verdades e desditas, será possível encontrar a epopeia de toda uma geração de homens e mulheres que viveram naqueles confins, muitos lustros atrás. Baraúna, bandido! Daquele monstro, assim davam a descrição... Testa larga e franzida na grimaça de caburé; os poucos dentes que lhe restavam, podres e acuminados, escurecidos pelo tabaco, despontando como puas nas grossas gengivas escarlates. Um cavaleiro do apocalipse, soltando fogo pelas narinas e vomitando gafanhotos da bocarra bafienta: levava a peste por onde passava.”

Sobre o autor

Luiz Bernardo Pericás é escritor e historiador formado pela George Washington University, doutor em História Econômica pela USP e pós-doutor em Ciência Política pela Flacso (México). É autor de Che Guevara and the Economic Debate in Cuba (Nova York, Atropos Press, 2009) e Mystery Train (São Paulo, Brasiliense, 2007), entre vários outros. Recebeu menção honrosa do Premio Literario Casa de las Américas 2012, de Cuba, com seu livro Os cangaceiros: ensaio de interpretação histórica (Boitempo, 2010), que será publicado ainda este ano naquele país.

Cansaço, a Longa Estação

Cansaço, a Longa Estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Sebo Atitude Sebo Atitude SP - São Paulo
100% Positivas
42 qualificações
R$ 26,99 Frete grátis
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Descrição :LIVRO NOVO Brochura ==Luiz Bernardo Pericás, historiador e autor do elogiado Os cangaceiros: ensaios de interpretação histórica Boitempo, 2010, o qual recebeu menção honrosa do Prêmio "Casa de Las Américas", de Cuba, retorna às livrarias com o romance Cansaço, a longa estação. Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro conta a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta o próprio inferno.

Cansaço, a Longa Estação

Cansaço, a Longa Estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Sebo Atitude Sebo Atitude SP - São Paulo
100% Positivas
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R$ 26,99 Frete grátis
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Descrição LIVRO NOVO Brochura ==Luiz Bernardo Pericás, historiador e autor do elogiado Os cangaceiros: ensaios de interpretação histórica Boitempo, 2010, o qual recebeu menção honrosa do Prêmio "Casa de Las Américas", de Cuba, retorna às livrarias com o romance Cansaço, a longa estação. Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro conta a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta o próprio inferno.

Cansaço, a Longa Estação

Cansaço, a Longa Estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

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Descrição :LIVRO NOVO Brochura ==Luiz Bernardo Pericás, historiador e autor do elogiado Os cangaceiros: ensaios de interpretação histórica Boitempo, 2010, o qual recebeu menção honrosa do Prêmio "Casa de Las Américas", de Cuba, retorna às livrarias com o romance Cansaço, a longa estação. Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro conta a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta o próprio inferno.

Cansaço, a longa estação

Cansaço, a longa estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

Mdx Livros Mdx Livros RJ - Rio de Janeiro
98% Positivas
133 qualificações
R$ 27,60 + frete R$ 7,61

Total: R$ 35,21

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Descrição Luiz Bernardo Pericás, historiador e autor do elogiado Os cangaceiros: ensaios de interpretação histórica (Boitempo, 2010), o qual recebeu menção honrosa do Premio Casa de Las Américas, de Cuba, retorna às livrarias com o romance Cansaço, a longa estação. Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro conta a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta (o próprio inferno). Em duas narrativas paralelas que aos poucos vão se enovelando uma na outra, Punaré e Baraúna comovem com suas inquietações e fantasias, um triângulo amoroso e dois olhares diferentes sobre a mesma realidade. Pericás presenteia o leitor com uma narrativa e linguagem próprias do sertão, cobrindo de estranheza e mistério a realidade. O vocabulário, explicado em um extenso e instigante glossário, é também um protagonista na ficção do historiador, que, imerso na experiência sertaneja e cangaceira, traz à tona um rico repertório de “palavras reunidas num fraseado melódico ao mesmo tempo fluido e truncado como, de resto, é a vida no sertão”, conforme explica no texto de orelha o professor de literatura brasileira e pesquisador da USP Flávio Aguiar. “É uma viagem no espaço e no tempo, e também nos vários registros linguísticos de nosso país, em particular do seu mundo rústico.” O universo sertanejo de Pericás está no agrume (aquilo que é agre, amargo), na garrucha (arma de fogo que se carregava pela boca) e na girumba (cachaça), entre tantas outras palavras de raiz popular que revelam a cultura e a história regionais. “Ao final, se o leitor quiser, poderá comparar texto e glossário. Mas primeiro se deixe envolver pela prosa original e segura de Luiz Bernardo Pericás”, aconselha Aguiar. As xilogravuras que ilustram a capa e o texto são de Fabrício Lopez.

Cansaço, a longa estação

Cansaço, a longa estação

Ano:   Editora: Boitempo

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Descrição Luiz Bernardo Pericás, historiador e autor do elogiado Os cangaceiros: ensaios de interpretação histórica (Boitempo, 2010), o qual recebeu menção honrosa do Premio Casa de Las Américas, de Cuba, retorna às livrarias com o romance Cansaço, a longa estação. Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro conta a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta (o próprio inferno). Em duas narrativas paralelas que aos poucos vão se enovelando uma na outra, Punaré e Baraúna comovem com suas inquietações e fantasias, um triângulo amoroso e dois olhares diferentes sobre a mesma realidade. Pericás presenteia o leitor com uma narrativa e linguagem próprias do sertão, cobrindo de estranheza e mistério a realidade. O vocabulário, explicado em um extenso e instigante glossário, é também um protagonista na ficção do historiador, que, imerso na experiência sertaneja e cangaceira, traz à tona um rico repertório de “palavras reunidas num fraseado melódico ao mesmo tempo fluido e truncado como, de resto, é a vida no sertão”, conforme explica no texto de orelha o professor de literatura brasileira e pesquisador da USP Flávio Aguiar. “É uma viagem no espaço e no tempo, e também nos vários registros linguísticos de nosso país, em particular do seu mundo rústico.” O universo sertanejo de Pericás está no agrume (aquilo que é agre, amargo), na garrucha (arma de fogo que se carregava pela boca) e na girumba (cachaça), entre tantas outras palavras de raiz popular que revelam a cultura e a história regionais. “Ao final, se o leitor quiser, poderá comparar texto e glossário. Mas primeiro se deixe envolver pela prosa original e segura de Luiz Bernardo Pericás”, aconselha Aguiar. As xilogravuras que ilustram a capa e o texto são de Fabrício Lopez.

Cansaço, a longa estação

Cansaço, a longa estação

Ano:   Editora: Boitempo

Tipo: novo

Idioma: Português

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Descrição Luiz Bernardo Pericás, historiador e autor do elogiado Os cangaceiros: ensaios de interpretação histórica (Boitempo, 2010), o qual recebeu menção honrosa do Premio Casa de Las Américas, de Cuba, retorna às livrarias com o romance Cansaço, a longa estação. Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro conta a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta (o próprio inferno). Em duas narrativas paralelas que aos poucos vão se enovelando uma na outra, Punaré e Baraúna comovem com suas inquietações e fantasias, um triângulo amoroso e dois olhares diferentes sobre a mesma realidade. Pericás presenteia o leitor com uma narrativa e linguagem próprias do sertão, cobrindo de estranheza e mistério a realidade. O vocabulário, explicado em um extenso e instigante glossário, é também um protagonista na ficção do historiador, que, imerso na experiência sertaneja e cangaceira, traz à tona um rico repertório de “palavras reunidas num fraseado melódico ao mesmo tempo fluido e truncado como, de resto, é a vida no sertão”, conforme explica no texto de orelha o professor de literatura brasileira e pesquisador da USP Flávio Aguiar. “É uma viagem no espaço e no tempo, e também nos vários registros linguísticos de nosso país, em particular do seu mundo rústico.” O universo sertanejo de Pericás está no agrume (aquilo que é agre, amargo), na garrucha (arma de fogo que se carregava pela boca) e na girumba (cachaça), entre tantas outras palavras de raiz popular que revelam a cultura e a história regionais. “Ao final, se o leitor quiser, poderá comparar texto e glossário. Mas primeiro se deixe envolver pela prosa original e segura de Luiz Bernardo Pericás”, aconselha Aguiar. As xilogravuras que ilustram a capa e o texto são de Fabrício Lopez.

CANSAÇO, A LONGA ESTAÇÃO

CANSAÇO, A LONGA ESTAÇÃO

Ano:   Editora: Boitempo Editorial

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria Martins Fontes Paulista Livraria Martins Fontes Paulista SP - São Paulo
97% Positivas
1533 qualificações
R$ 29,00 + frete R$ 7,03

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Descrição Luiz Bernardo Pericás, historiador e autor do elogiado Os cangaceiros: ensaios de interpretação histórica (Boitempo, 2010), o qual recebeu menção honrosa do Prêmio Casa de Las Américas , de Cuba, retorna às livrarias com o romance Cansaço, a longa estação. Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro conta a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta (o próprio inferno). Em duas narrativas paralelas que aos poucos vão se enovelando uma na outra, Punaré e Baraúna comovem com suas inquietações e fantasias, um triângulo amoroso e dois olhares diferentes sobre a mesma realidade.Pericás presenteia o leitor com uma narrativa e linguagem próprias do sertão, cobrindo de estranheza e mistério a realidade. O vocabulário, explicado em um extenso e instigante glossário, é também um protagonista na ficção do historiador, que, imerso na experiência sertaneja e cangaceira, traz à tona um rico repertório de palavras reunidas num fraseado melódico ao mesmo tempo fluido e truncado como, de resto, é a vida no sertão , conforme explica no texto de orelha o professor de literatura brasileira e pesquisador da USP Flávio Aguiar. É uma viagem no espaço e no tempo, e também nos vários registros linguísticos de nosso país, em particular do seu mundo rústico. O universo sertanejo de Pericás está no agrume (aquilo que é agre, amargo), na garrucha (arma de fogo que se carregava pela boca) e na girumba (cachaça), entre tantas outras palavras de raiz popular que revelam a cultura e a história regionais. Ao final, se o leitor quiser, poderá comparar texto e glossário. Mas primeiro se deixe envolver pela prosa original e segura de Luiz Bernardo Pericás , aconselha Aguiar. As xilogravuras que ilustram a capa e o texto são de Fabrício Lopez.

Avaliações do livro

5 de 5 estrelas (1 avaliação)

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  • Cansaco

    Por: Ana Luiza Xavier Strang , em 16/05/2020 Eu recomendo este livro

    O livro prende a atencao e algumas vezes deixa sem folego. Pega forte nas emocoes. Para os nascidos nos anos 40 a 60 eh um espelho.que pode levar a depressao ou a catarse. Vale muito ler.

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