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O Sol do Brasil

Lilia Moritz Schwarcz

Nicolas-Antoine Taunay foi um artista acadêmico, do círculo íntimo de Napoleão e Josefina, que desembarcou no Brasil em 1816, acompanhado de outros pintores como Jean-Baptiste Debret e Grandjean de Montigny. Considerado o membro mais importante do grupo, trazia na bagagem a intenção de se transformar em pintor do rei. Nunca existiu, porém, uma “missão francesa” nos moldes como a historiografia a caracterizou: D. João jamais contratou artistas para a sua corte, muito menos artífices do antigo inimigo francês, que forçara a vinda do monarca ao Brasil. Ao contrário, foram os artistas que se autoconvidaram, com o propósito de criar aqui uma Academia, igual à que existia no México. Como a vinda desses pintores não era oficial, a eles só restaria a agenda da corte: as exéquias de d.Maria, a coroação de D. João e o casamento de d. Pedro, para os quais construíram cenários frágeis e misturaram os trópicos com modelos da Antiguidade grega e romana. A vida de Taunay entre nós não foi fácil. Como homem da Ilustração, ele não encontrou lugar para os escravos em suas pinturas: se a natureza era imensa, já os escravos surgiam cada vez mais diminutos, quase borrões no meio da tela. Os trópicos pareciam difíceis de representar, e Taunay sempre reclamou da luz brilhante demais da América, dos verdes “excessivos” das florestas e do céu do Rio de Janeiro, que considerava absolutamente “exagerado”. Por outro lado, a tão sonhada Academia não saía do papel, e, quando finalmente foi fundada, o pintor acabou preterido na estrutura da instituição. Fartamente ilustrado — são 103 imagens em preto-e-branco e mais dois cadernos coloridos com 45 telas que Taunay realizou na Europa e no Brasil —, O sol do Brasil chega no momento em que ocorrerão duas grandes exposições internacionais sobre a obra do artista: no Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro (de maio a junho de 2008) e na Pinacoteca de São Paulo (de julho a setembro do mesmo ano), ambas com curadoria de Lilia Moritz Schwarcz. Fechar Ler mais

Nicolas-Antoine Taunay foi um artista acadêmico, do círculo íntimo de Napoleão e Josefina, que desembarcou no Brasil em 18 16, acompanhado de outros pintores como Jean-Baptiste Debret e Grandjean de Montigny. Considerado o membro mais importante do grupo, trazia na bagagem a intenção de se transformar em pintor do rei. Nunca existiu, porém, uma “missão francesa” nos moldes como a historiografia a caracterizou: D. João jamais contratou artistas para a sua corte, muito menos artífices do antigo inimigo francês, que forçara a vinda do monarca ao Brasil. Ao contrário, foram os artistas que se autoconvidaram, com o propósito de criar aqui uma Academia, igual à que existia no México. Como a vinda desses pintores não era oficial, a eles só restaria a agenda da corte: as exéquias de d.Maria, a coroação de D. João e o casamento de d. Pedro, para os quais construíram cenários frágeis e misturaram os trópicos com modelos da Antiguidade grega e romana. A vida de Taunay entre nós não foi fácil. Como homem da Ilustração, ele não encontrou lugar para os escravos em suas pinturas: se a natureza era imensa, já os escravos surgiam cada vez mais diminutos, quase borrões no meio da tela. Os trópicos pareciam difíceis de representar, e Taunay sempre reclamou da luz brilhante demais da América, dos verdes “excessivos” das florestas e do céu do Rio de Janeiro, que considerava absolutamente “exagerado”. Por outro lado, a tão sonhada Academia não saía do papel, e, quando finalmente foi fundada, o pintor acabou preterido na estrutura da instituição. Fartamente ilustrado — são 103 imagens em preto-e-branco e mais dois cadernos coloridos com 45 telas que Taunay realizou na Europa e no Brasil —, O sol do Brasil chega no momento em que ocorrerão duas grandes exposições internacionais sobre a obra do artista: no Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro (de maio a junho de 2008) e na Pinacoteca de São Paulo (de julho a setembro do mesmo ano), ambas com curadoria de Lilia Moritz Schwarcz. Fechar Ler mais

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O Sol do Brasil

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O Sol do Brasil

Ano:   Editora: Companhia das Letras

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

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Descrição material em brochura 23x 16cm 412 pgs, bom estado de conservação, leve amarelado pelo tempo, sinais de manuseio leve e desgaste na capa e dorso, sem comprometer o conteúdo do livro.

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Ano:   Editora: Companhia das Letras

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Releitura Livros Releitura Livros RJ - Rio de Janeiro
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Descrição livro em muito bom estado de conservação; miolo perfeito---conteúdo preservado; texto apresenta marcações, anotações e sublinhados a lápis; capas em excelente estado; folhas claras e limpas; laterais/corte apresentam leves sinais de armazenamento/manuseio, em especial no corte superior!!!; brochura; 17x24cm; 412 págs; isbn: 9788535911855; livro em português; cód.sep: 85892 / cód.int: 83537

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Ano:   Editora: Cia das Letras

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Travessia Livros Travessia Livros SP - São Paulo
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Descrição Brochura, em bom estado de conservação. Cortes com sujidade. Possui 412 páginas. M 57.548

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Ano:   Editora: Companhia das Letras

Tipo: seminovo/usado

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Livros da estante Livros da estante SP - São Paulo
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Descrição 411 pgs Livro em muito bom estado 26-02-19

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Ano:   Editora: Companhia das Letras

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Não Informado

Mar Livros Sebo Mar Livros Sebo RJ - Rio de Janeiro
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Descrição Livro usado em bom estado, brochura, 416 páginas, 16.5cm x 23.5cm. Sem marcações ou sublinhados, corte com pigmentação, desgastes nas bordas, contracapa com restos de adesivo na parte inferior. Nicolas-Antoine Taunay e as Desventuras dos Artistas Franceses na Corte de D. João. MA69.

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Ano:   Editora: Companhia das Letras

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Livraria e Sebo Opção II Livraria e Sebo Opção II MG - Belo Horizonte
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Descrição livro em bom estado de conservação, capa brochura * 412 * páginas cod 30206

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Ano:   Editora: Companhia das Letras

Tipo: seminovo/usado

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Sebo Amigo do Livro Sebo Amigo do Livro SP - Campinas
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Descrição Livro em ótimo estado, capa, miolo e paginas em ótimo estado, sem grifos e em rasuras, apresentando leve sinais de manuseio nas bordas . Brochura 411 paginas.

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Ano:   Editora: Companhia das Letras

Tipo: seminovo/usado

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Sebo Invisível Sebo Invisível SP - São Paulo
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Descrição O Sol Do Brasil - 1 Edição Autor: Lilia Moritz Schwarcz Editora: Cia. das Letras Assunto: História Idioma: Português Encadernação: Cartonada Formato: 16X23 cm Páginas: 412 Ano: 2008 ISBN: 9788535911855 Livro usado em Perfeito estado de conservação, sem marcas de manuseio (como novo) 100% Garantido

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Descrição Nicolas-Antoine Taunay foi um artista academico, do circulo intimo de Napoleao e Josefina, que desembarcou no Brasil em 1816, acompanhado de outros pintores como Jean-Baptiste Debret e Grandjean de Montigny. Considerado o membro mais importante do grupo, trazia na bagagem a intencao de se transformar em pintor do rei. Os tropicos pareciam dificeis de representar, e Taunay sempre reclamou da luz brilhante demais da America, dos verdes excessivos das florestas e do ceu do Rio de Janeiro, que considerava absolutamente exagerado . Este livro, fartamente ilustrado, traz 103 imagens em preto-e-branco e mais dois cadernos coloridos com 45 telas que o pintor realizou na Europa e no Brasil.

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O SOL DO BRASIL

Ano:   Editora: Companhia das Letras

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Descrição Livro Novo - COD: 9788535911855 - Data de Lançamento: 2008 - Páginas: 464 - Formato: LIVRO IMPRESSO - Acabamento: BROCHURA - Idioma: PORTUGUÊS

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Descrição A vida de Taunay entre nós não foi fácil. Como homem da Ilustração, ele não encontrou lugar para os escravos em suas pinturas: se a natureza era imensa, já os escravos surgiam cada vez mais diminutos, quase borrões no meio da tela. Os trópicos pareciam difíceis de representar, e Taunay sempre reclamou da luz brilhante demais da América, dos verdes "excessivos" das florestas e do céu do Rio de Janeiro, que considerava absolutamente "exagerado". Por outro lado, a tão sonhada Academia não saía do papel, e, quando finalmente foi fundada, Taunay acabou preterido na estrutura da instituição. Fartamente ilustrado - são 103 imagens em preto-e-branco e mais dois cadernos coloridos com 45 telas que o pintor realizou na Europa e no Brasil.

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Descrição Nicolas-Antoine Taunay foi um artista acadêmico, do círculo íntimo de Napoleão e Josefina, que desembarcou no Brasil em 1816, acompanhado de outros pintores como Jean-Baptiste Debret e Grandjean de Montigny. Considerado o membro mais importante do grupo, trazia na bagagem a intenção de se transformar em pintor do rei. Nunca existiu, porém, uma "missão francesa" nos moldes como a historiografia a caracterizou: d. João jamais contratou artistas para a sua corte, muito menos artífices do antigo inimigo francês, que forçara a vinda do monarca ao Brasil. Ao contrário, foram os artistas que se autoconvidaram, com o propósito de criar aqui uma Academia, igual à que existia no México. Como a vinda desses pintores não era oficial, a eles só restaria a agenda da corte: as exéquias de d. Maria, a coroação de d. João e o casamento de d. Pedro, para os quais construíram cenários frágeis e misturaram os trópicos com modelos da Antiguidade grega e romana. A vida de Taunay entre nós não foi fácil. Como homem da Ilustração, ele não encontrou lugar para os escravos em suas pinturas: se a natureza era imensa, já os escravos surgiam cada vez mais diminutos, quase borrões no meio da tela. Os trópicos pareciam difíceis de representar, e Taunay sempre reclamou da luz brilhante demais da América, dos verdes "excessivos" das florestas e do céu do Rio de Janeiro, que considerava absolutamente "exagerado". Por outro lado, a tão sonhada Academia não saía do papel, e, quando finalmente foi fundada, Taunay acabou preterido na estrutura da instituição. Fartamente ilustrado - são 103 imagens em preto-e-branco e mais dois cadernos coloridos com 45 telas que o pintor realizou na Europa e no Brasil.

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