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Livro Arquivida do Senciente e do Sentido

Jean Luc Nancy

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Arquivida do Senciente e do Sentido

Ano:   Editora: Iluminuras

Tipo: seminovo/usado

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Namoa Livros Namoa Livros SP - São Paulo
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Descrição Livro em bom estado de conservação. Brochura, formato 21 cm x 14 cm, 95 p., sem grifos ou anotações. Páginas e laterais das páginas amareladas especialmente primeira e última páginas que apresentam manchas (oxidadas pela ação do tempo).

Arquivida - Do Senciente E Do Sentido

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Ano:   Editora: Iluminuras Editora

Tipo: novo

Idioma: Português

Cliquebooks Cliquebooks SP - São Paulo
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Descrição ARQUIVIDA - DO SENCIENTE E DO SENTIDO

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Ano:   Editora: Iluminuras Editora

Tipo: novo

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Ano:   Editora: Iluminuras Editora

Tipo: novo

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Ano:   Editora: Iluminuras Editora

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Tipo: novo

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Ano:   Editora: Iluminuras Editora

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Livrofast Livrofast SP - São Paulo
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Descrição NOVO DIRETO DO FABRICANTE

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Ano:   Editora: Iluminuras Editora

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Ano:   Editora: Iluminuras

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Descrição Jean-Luc Nancy é um filósofo sutil, que ao invés de confrontar a tradição para justificar uma posição 'própria', encontra nessa mesma tradição elementos que a relativizam, liberando nela pistas para o presente. É o que acontece nos quatro textos aqui reunidos, e que abordam domínios tão diversos como a tecnologia, a divindade, o toque, a democracia. Que o leitor não se deixe enganar por essa aparente dispersão, já que uma questão tão simples quanto aguda volta na pluma do autor a saber, o que significa essa partícula com, à qual Heidegger, pela primeira vez na história da filosofia, deu um estatuto filosófico maior. O que faz com que ela não indique uma mera justaposição de coisas ou pessoas, mas faça sentido, faça mundo? E como assegurar um tal mundo sem impor-lhe desde cima qualquer unidade teológica, política, tecnológica, cuidando para que a vizinhança entre coisas e pessoas e máquinas ao mesmo tempo assegure uma circulação dos sentidos, sem abolir as distâncias e a separação? No último ensaio, dedicado à política, isso fica claro, ali onde a democracia só pode ser pensada como ser-com, justa-posição, dis-posição, a partir de uma tópica existencial que permite a circulação de sentido. O com não é apenas indício de igualdade, mas sobretudo de compartilhamento e circulação de sentido. É assim que se pode redefinir o povo, não como entidade política, mas como realidade antropológica ou ontológica, onde o sentido, ao mesmo tempo que circula, se interrompe, é suspenso, reaberto, tornado infinito, comunicado, singularíssimo. Assim, a ilimitação que o autor encontra no mundo contemporâneo, com a proliferação de objetos e finalidades, construções e destruições, não é apenas signo de niilismo. Se tal errância prescinde da hipótese de um Designer inteligente, ela não nos dispensa de uma exigência redobrada em acompanhar o sentido dessa errância de sentido.O leitor encontrará neste livro pistas para uma leitura de nosso presente, sem recurso a doutrinas prontas ou totalizantes. Ao repensar o estatuto do sujeito como 'exposto ao fora', ao outro, ao toque do outro, o autor retoma a relação à alteridade como definição primordial do sujeito. Talvez seja a partir desse ponto o 'poder de ser afetado' - que o esboço de uma outra ética pode ser vislumbrada, nas condições do ecossistema atual. Peter Pál Pelbart

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Descrição Jean-Luc Nancy é um filósofo sutil, que ao invés de confrontar a tradição para justificar uma posição 'própria', encontra nessa mesma tradição elementos que a relativizam, liberando nela pistas para o presente. É o que acontece nos quatro textos aqui reunidos, e que abordam domínios tão diversos como a tecnologia, a divindade, o toque, a democracia. Que o leitor não se deixe enganar por essa aparente dispersão, já que uma questão tão simples quanto aguda volta na pluma do autor a saber, o que significa essa partícula com, à qual Heidegger, pela primeira vez na história da filosofia, deu um estatuto filosófico maior. O que faz com que ela não indique uma mera justaposição de coisas ou pessoas, mas faça sentido, faça mundo? E como assegurar um tal mundo sem impor-lhe desde cima qualquer unidade teológica, política, tecnológica, cuidando para que a vizinhança entre coisas e pessoas e máquinas ao mesmo tempo assegure uma circulação dos sentidos, sem abolir as distâncias e a separação? No último ensaio, dedicado à política, isso fica claro, ali onde a democracia só pode ser pensada como ser-com, justa-posição, dis-posição, a partir de uma tópica existencial que permite a circulação de sentido. O com não é apenas indício de igualdade, mas sobretudo de compartilhamento e circulação de sentido. É assim que se pode redefinir o povo, não como entidade política, mas como realidade antropológica ou ontológica, onde o sentido, ao mesmo tempo que circula, se interrompe, é suspenso, reaberto, tornado infinito, comunicado, singularíssimo. Assim, a ilimitação que o autor encontra no mundo contemporâneo, com a proliferação de objetos e finalidades, construções e destruições, não é apenas signo de niilismo. Se tal errância prescinde da hipótese de um Designer inteligente, ela não nos dispensa de uma exigência redobrada em acompanhar o sentido dessa errância de sentido.O leitor encontrará neste livro pistas para uma leitura de nosso presente, sem recurso a doutrinas prontas ou totalizantes. Ao repensar o estatuto do sujeito como 'exposto ao fora', ao outro, ao toque do outro, o autor retoma a relação à alteridade como definição primordial do sujeito. Talvez seja a partir desse ponto o 'poder de ser afetado' - que o esboço de uma outra ética pode ser vislumbrada, nas condições do ecossistema atual. Peter Pál Pelbart

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Tipo: novo

Idioma: Não especificado

Livraria Livro Vivo Livraria Livro Vivo SP - São Paulo
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Tipo: novo

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Grazilivros Sebos e Afins Grazilivros Sebos e Afins SP - São Paulo
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Descrição Livro novo lacrado adquirido da editora em estoque

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Ano:   Editora: Iluminuras

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Livraria Livro Vivo Livraria Livro Vivo SP - São Paulo
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Descrição livro novo nunca manuseado y

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Ano:   Editora: Iluminuras

Tipo: novo

Idioma: Português

Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
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Descrição Tradução de Marcela Vieira e Maria Paula Gurgel Ribeiro <br /><br /> Jean-Luc Nancy é um filósofo sutil, que ao invés de confrontar a tradição para justificar uma posição “própria”, encontra nessa mesma tradição elementos que a relativizam, liberando nela pistas para o presente. É o que acontece nos quatro textos aqui reunidos, e que abordam domínios tão diversos como a tecnologia, a divindade, o toque, a democracia. <br /><br /> Que o leitor não se deixe enganar por essa aparente dispersão, já que uma questão tão simples quanto aguda volta na pluma do autor – a saber, o que significa essa partícula com, à qual Heidegger, pela primeira vez na história da filosofia, deu um estatuto filosófico maior. O que faz com que ela não indique uma mera justaposição de coisas ou pessoas, mas faça sentido, faça mundo? E como assegurar um tal mundo sem impor-lhe desde cima qualquer unidade teológica, política, tecnológica, cuidando para que a vizinhança entre coisas e pessoas e máquinas ao mesmo tempo assegure uma circulação dos sentidos, sem abolir as distâncias e a separação? <br /><br /> No último ensaio, dedicado à política, isso fica claro, ali onde a democracia só pode ser pensada como ser-com, justa-posição, dis-posição, a partir de uma tópica existencial que permite a circulação de sentido. O com não é apenas indício de igualdade, mas sobretudo de compartilhamento e circulação de sentido. É assim que se pode redefinir o povo, não como entidade política, mas como realidade antropológica ou ontológica, onde o sentido, ao mesmo tempo que circula, se interrompe, é suspenso, reaberto, tornado infinito, comunicado, singularíssimo. Assim, a ilimitação que o autor encontra no mundo contemporâneo, com a proliferação de objetos e finalidades, construções e destruições, não é apenas signo de niilismo. Se tal errância prescinde da hipótese de um Designer inteligente, ela não nos dispensa de uma exigência redobrada em acompanhar o sentido dessa errância de sentido. <br /><br /> O leitor encontrará neste livro pistas para uma leitura de nosso presente, sem recurso a doutrinas prontas ou totalizantes. Ao repensar o estatuto do sujeito como “exposto ao fora”, ao outro, ao toque do outro, o autor retoma a relação à alteridade como definição primordial do sujeito. Talvez seja a partir desse ponto – o “poder de ser afetado” - que o esboço de uma outra ética pode ser vislumbrada, nas condições do ecossistema atual.<br /> (Peter Pál Pelbart)

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Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
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Descrição Tradução de Marcela Vieira e Maria Paula Gurgel Ribeiro <br /><br /> Jean-Luc Nancy é um filósofo sutil, que ao invés de confrontar a tradição para justificar uma posição “própria”, encontra nessa mesma tradição elementos que a relativizam, liberando nela pistas para o presente. É o que acontece nos quatro textos aqui reunidos, e que abordam domínios tão diversos como a tecnologia, a divindade, o toque, a democracia. <br /><br /> Que o leitor não se deixe enganar por essa aparente dispersão, já que uma questão tão simples quanto aguda volta na pluma do autor – a saber, o que significa essa partícula com, à qual Heidegger, pela primeira vez na história da filosofia, deu um estatuto filosófico maior. O que faz com que ela não indique uma mera justaposição de coisas ou pessoas, mas faça sentido, faça mundo? E como assegurar um tal mundo sem impor-lhe desde cima qualquer unidade teológica, política, tecnológica, cuidando para que a vizinhança entre coisas e pessoas e máquinas ao mesmo tempo assegure uma circulação dos sentidos, sem abolir as distâncias e a separação? <br /><br /> No último ensaio, dedicado à política, isso fica claro, ali onde a democracia só pode ser pensada como ser-com, justa-posição, dis-posição, a partir de uma tópica existencial que permite a circulação de sentido. O com não é apenas indício de igualdade, mas sobretudo de compartilhamento e circulação de sentido. É assim que se pode redefinir o povo, não como entidade política, mas como realidade antropológica ou ontológica, onde o sentido, ao mesmo tempo que circula, se interrompe, é suspenso, reaberto, tornado infinito, comunicado, singularíssimo. Assim, a ilimitação que o autor encontra no mundo contemporâneo, com a proliferação de objetos e finalidades, construções e destruições, não é apenas signo de niilismo. Se tal errância prescinde da hipótese de um Designer inteligente, ela não nos dispensa de uma exigência redobrada em acompanhar o sentido dessa errância de sentido. <br /><br /> O leitor encontrará neste livro pistas para uma leitura de nosso presente, sem recurso a doutrinas prontas ou totalizantes. Ao repensar o estatuto do sujeito como “exposto ao fora”, ao outro, ao toque do outro, o autor retoma a relação à alteridade como definição primordial do sujeito. Talvez seja a partir desse ponto – o “poder de ser afetado” - que o esboço de uma outra ética pode ser vislumbrada, nas condições do ecossistema atual.<br /> (Peter Pál Pelbart)

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Solario Livraria Solario Livraria RJ - Rio de Janeiro
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Descrição livro novo. lacrado. jean-luc nancy é um filósofo sutil, que ao invés de confrontar a tradição para justificar uma posição “própria”, encontra nessa mesma tradição elementos que a relativizam, liberando nela pistas para o presente. É o que acontece nos quatro textos aqui reunidos, e que abordam domínios tão diversos como a tecnologia, a divindade, o toque, a democracia.

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Livraria Livro Vivo Livraria Livro Vivo SP - São Paulo
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Descrição livro novo nunca manuseado i

ARQUIVIDA - DO SENCIENTE E DO SENTIDO Capa ilustrativa

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Ano:   Editora: Iluminuras

Tipo: novo

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Livraria da Amelia Livraria da Amelia MG - Belo Horizonte
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Descrição Livro Novo - COD: 9788573214444 - Data de Lançamento: 2014 - Páginas: 96

Arquivida - do senciente e do sentido

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Ano:   Editora: Iluminuras

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Boa Viagem Distribuidora Boa Viagem Distribuidora MG - Belo Horizonte
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Descrição Jean-Luc Nancy é um filósofo sutil, que ao invés de confrontar a tradição para justificar uma posição ''própria'', encontra nessa mesma tradição elementos que a relativizam, liberando nela pistas para o presente. É o que acontece nos quatro textos aq ui reunidos, e que abordam domínios tão diversos como a tecnologia, a divindade, o toque, a democracia. Que o leitor não se deixe enganar por essa aparente dispersão, já que uma questão tão simples quanto aguda volta na pluma do autor a saber, o qu e significa essa partícula com, à qual Heidegger, pela primeira vez na história da filosofia, deu um estatuto filosófico maior. O que faz com que ela não indique uma mera justaposição de coisas ou pessoas, mas faça sentido, faça mundo? E como assegur ar um tal mundo sem impor-lhe desde cima qualquer unidade teológica, política, tecnológica, cuidando para que a vizinhança entre coisas e pessoas e máquinas ao mesmo tempo assegure uma circulação dos sentidos, sem abolir as distâncias e a separação? No último ensaio, dedicado à política, isso fica claro, ali onde a democracia só pode ser pensada como ser-com, justa-posição, dis-posição, a partir de uma tópica existencial que permite a circulação de sentido. O com não é apenas indício de igualdad e, mas sobretudo de compartilhamento e circulação de sentido. É assim que se pode redefinir o povo, não como entidade política, mas como realidade antropológica ou ontológica, onde o sentido, ao mesmo tempo que circula, se interrompe, é suspenso, rea berto, tornado infinito, comunicado, singularíssimo. Assim, a ilimitação que o autor encontra no mundo contemporâneo, com a proliferação de objetos e finalidades, construções e destruições, não é apenas signo de niilismo. Se tal errância prescinde da hipótese de um Designer inteligente, ela não nos dispensa de uma exigência redobrada em acompanhar o sentido dessa errância de sentido.O leitor encontrará neste livro pistas para uma leitura de nosso presente, sem recurso a doutrinas prontas ou tota lizantes. Ao repensar o estatuto do sujeito como ''exposto ao fora'', ao outro, ao toque do outro, o autor retoma a relação à alteridade como definição primordial do sujeito. Talvez seja a partir desse ponto o ''poder de ser afetado'' - que o esb oço de uma outra ética pode ser vislumbrada, nas condições do ecossistema atual. Peter Pál Pelbart

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Boa Viagem Distribuidora Boa Viagem Distribuidora MG - Belo Horizonte
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Descrição Jean-Luc Nancy é um filósofo sutil, que ao invés de confrontar a tradição para justificar uma posição ''própria'', encontra nessa mesma tradição elementos que a relativizam, liberando nela pistas para o presente. É o que acontece nos quatro textos aq ui reunidos, e que abordam domínios tão diversos como a tecnologia, a divindade, o toque, a democracia. Que o leitor não se deixe enganar por essa aparente dispersão, já que uma questão tão simples quanto aguda volta na pluma do autor a saber, o qu e significa essa partícula com, à qual Heidegger, pela primeira vez na história da filosofia, deu um estatuto filosófico maior. O que faz com que ela não indique uma mera justaposição de coisas ou pessoas, mas faça sentido, faça mundo? E como assegur ar um tal mundo sem impor-lhe desde cima qualquer unidade teológica, política, tecnológica, cuidando para que a vizinhança entre coisas e pessoas e máquinas ao mesmo tempo assegure uma circulação dos sentidos, sem abolir as distâncias e a separação? No último ensaio, dedicado à política, isso fica claro, ali onde a democracia só pode ser pensada como ser-com, justa-posição, dis-posição, a partir de uma tópica existencial que permite a circulação de sentido. O com não é apenas indício de igualdad e, mas sobretudo de compartilhamento e circulação de sentido. É assim que se pode redefinir o povo, não como entidade política, mas como realidade antropológica ou ontológica, onde o sentido, ao mesmo tempo que circula, se interrompe, é suspenso, rea berto, tornado infinito, comunicado, singularíssimo. Assim, a ilimitação que o autor encontra no mundo contemporâneo, com a proliferação de objetos e finalidades, construções e destruições, não é apenas signo de niilismo. Se tal errância prescinde da hipótese de um Designer inteligente, ela não nos dispensa de uma exigência redobrada em acompanhar o sentido dessa errância de sentido.O leitor encontrará neste livro pistas para uma leitura de nosso presente, sem recurso a doutrinas prontas ou tota lizantes. Ao repensar o estatuto do sujeito como ''exposto ao fora'', ao outro, ao toque do outro, o autor retoma a relação à alteridade como definição primordial do sujeito. Talvez seja a partir desse ponto o ''poder de ser afetado'' - que o esb oço de uma outra ética pode ser vislumbrada, nas condições do ecossistema atual. Peter Pál Pelbart

Arquivida - do senciente e do sentido

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Ano:   Editora: Iluminuras

Tipo: novo

Idioma: Português

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Descrição Jean-Luc Nancy é um filósofo sutil, que ao invés de confrontar a tradição para justificar uma posição ''própria'', encontra nessa mesma tradição elementos que a relativizam, liberando nela pistas para o presente. É o que acontece nos quatro textos aq ui reunidos, e que abordam domínios tão diversos como a tecnologia, a divindade, o toque, a democracia. Que o leitor não se deixe enganar por essa aparente dispersão, já que uma questão tão simples quanto aguda volta na pluma do autor a saber, o qu e significa essa partícula com, à qual Heidegger, pela primeira vez na história da filosofia, deu um estatuto filosófico maior. O que faz com que ela não indique uma mera justaposição de coisas ou pessoas, mas faça sentido, faça mundo? E como assegur ar um tal mundo sem impor-lhe desde cima qualquer unidade teológica, política, tecnológica, cuidando para que a vizinhança entre coisas e pessoas e máquinas ao mesmo tempo assegure uma circulação dos sentidos, sem abolir as distâncias e a separação? No último ensaio, dedicado à política, isso fica claro, ali onde a democracia só pode ser pensada como ser-com, justa-posição, dis-posição, a partir de uma tópica existencial que permite a circulação de sentido. O com não é apenas indício de igualdad e, mas sobretudo de compartilhamento e circulação de sentido. É assim que se pode redefinir o povo, não como entidade política, mas como realidade antropológica ou ontológica, onde o sentido, ao mesmo tempo que circula, se interrompe, é suspenso, rea berto, tornado infinito, comunicado, singularíssimo. Assim, a ilimitação que o autor encontra no mundo contemporâneo, com a proliferação de objetos e finalidades, construções e destruições, não é apenas signo de niilismo. Se tal errância prescinde da hipótese de um Designer inteligente, ela não nos dispensa de uma exigência redobrada em acompanhar o sentido dessa errância de sentido.O leitor encontrará neste livro pistas para uma leitura de nosso presente, sem recurso a doutrinas prontas ou tota lizantes. Ao repensar o estatuto do sujeito como ''exposto ao fora'', ao outro, ao toque do outro, o autor retoma a relação à alteridade como definição primordial do sujeito. Talvez seja a partir desse ponto o ''poder de ser afetado'' - que o esb oço de uma outra ética pode ser vislumbrada, nas condições do ecossistema atual. Peter Pál Pelbart

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ARQUIVIDA: DO SENCIENTE E DO SENTIDO

ARQUIVIDA: DO SENCIENTE E DO SENTIDO

Ano:   Editora: Geral

Tipo: novo

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Descrição Jean-Luc Nancy e um filosofo sutil, que ao inves de confrontar a tradicao para justificar uma posicao propria , encontra nessa mesma tradicao elementos que a relativizam, liberando nela pistas para o presente. E o que acontece nos quatro textos aqui reunidos, e que abordam dominios tao diversos como a tecnologia, a divindade, o toque, a democracia. Que o leitor nao se deixe enganar por essa aparente dispersao, ja que uma questao tao simples quanto aguda volta na pluma do autor - a saber, o que significa essa particula com, a qual Heidegger, pela primeira vez na historia da filosofia, deu um estatuto filosofico maior. O que faz com que ela nao indique uma mera justaposicao de coisas ou pessoas, mas faca sentido, faca mundo? E como assegurar um tal mundo sem impor-lhe desde cima qualquer unidade teologica, politica, tecnologica, cuidando para que a vizinhanca entre coisas e pessoas e maquinas ao mesmo tempo assegure uma circulacao dos sentidos, sem abolir as distancias e a separacao? No ultimo ensaio, dedicado a politica, isso fica claro, ali onde a democracia so pode ser pensada como ser-com , justa-posicao , dis-posicao , a partir de uma topica existencial que permite a circulacao de sentido. O com nao e apenas indicio de igualdade, mas sobretudo de compartilhamento e circulacao de sentido. E assim que se pode redefinir o povo, nao como entidade politica, mas como realidade antropologica ou ontologica, onde o sentido, ao mesmo tempo que circula, se interrompe, e suspenso, reaberto, tornado infinito, comunicado, singularissimo. Assim, a ilimitacao que o autor encontra no mundo contemporaneo, com a proliferacao de objetos e finalidades, construcoes e destruicoes, nao e apenas signo de niilismo. Se tal errancia prescinde da hipotese de um designer inteligente, ela nao nos dispensa de uma exigencia redobrada em acompanhar o sentido dessa errancia de sentido. O leitor encontrara neste livro pistas para uma leitura de nosso presente, sem recurso a doutrinas prontas ou totalizantes. Ao repensar o estatuto do sujeito como exposto ao fora , ao outro, ao toque do outro, o autor retoma a relacao a alteridade como definicao primordial do sujeito. Talvez seja a partir desse ponto o poder de ser afetado - que o esboco de uma outra etica pode ser vislumbrada, nas condicoes do ecossistema atual. - Peter Pal Pelbart.

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