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Em Nome do Corpo

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Em Nome do Corpo

Em Nome do Corpo

Ano:   Editora: Atelie Editorial

Tipo: seminovo/usado

Letra L Letra L CE - Fortaleza
98% Positivas
60 qualificações
R$ 30,00 + frete R$ 8,53

Total: R$ 38,53

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Descrição Livro em bom estado de conservação, brochura, 203 páginas. Possui marcas de manuseio.

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Em Nome do Corpo

Ano:   Editora: Atelie

Tipo: novo

A Livraria A Livraria SP - São Paulo
99% Positivas
1445 qualificações
R$ 42,80 + frete R$ 9,63

Total: R$ 52,43

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Descrição Livro novo. ISBN 8574802956. Dimensão 15,0 X 20,0 , 208 pág. Sinopse: O renascentista Iacopo Carrucci, aluno de Da Vinci, distanciou-se do classicismo e tornou-se um dos principais representantes do maneirismo toscano. Nos últimos anos de vida, enclausurado numa torre, ele escreveu um Diário com detalhes do cotidiano e desenhos de sua última obra - os afrescos da Basílica de San Lorenzo. Em Nome do Corpo recupera e discute a obra desse artista controverso e inovador. Além da edição bilíngue do Diário, este volume traz ilustrações e ensaios críticos.

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Descrição Livro novo. ISBN 8574802956. Dimensão 15,0 X 20,0 , 208 pág. Sinopse: O renascentista Iacopo Carrucci, aluno de Da Vinci, distanciou-se do classicismo e tornou-se um dos principais representantes do maneirismo toscano. Nos últimos anos de vida, enclausurado numa torre, ele escreveu um Diário com detalhes do cotidiano e desenhos de sua última obra - os afrescos da Basílica de San Lorenzo. Em Nome do Corpo recupera e discute a obra desse artista controverso e inovador. Além da edição bilíngue do Diário, este volume traz ilustrações e ensaios críticos.

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Ano:   Editora: Atelie

Tipo: novo

Livraria 30porcento Livraria 30porcento SP - São Paulo
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R$ 46,87 + frete R$ 8,53

Total: R$ 55,40

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Descrição Renascentista italiano menos conhecido entre nós do que seus pares, Iacopo Carucci (1494-1557) nasceu em Pontorme de Empoli, na província toscana, e mudou-se para Florença em 1508, ao ficar órfão. Pintor e retratista, Iacopo da Pontormo, como ficou conhecido, teve inicialmente como mestres Da Vinci, Mariotto Albertinelli, Piero di Cosimo e Andrea del Sarto, na oficina do qual ingressou em 1512, passando a trabalhar ao lado de Rosso Fiorentino. Autor de afrescos e quadros nas principais igrejas, capelas e claustros de Florença, foi aos poucos se distanciando do classicismo. Artista experimental e inovador, Pontormo é considerado um dos principais representantes do maneirismo toscano. As formas esculturais, o movimento dos gestos e dos olhares, a audácia da gama cromática, a intensidade do patético, que caracterizam sua pintura, remetem a uma arte maneirista, desvinculada de qualquer referência imediata ao real. A não ser por raras visitas a Roma, com o objetivo de estudar as obras de Michelangelo, que sempre o elogiava, ele viveu sempre em Florença. Segundo Giorgio Vasari, Iacopo Carucci morava no alto de uma torre, acessível apenas por uma escada móvel, controlada por um sistema de correias e roldanas. Foi ali que nos três derradeiros anos de vida ele escreveu seu Diário, ou Meu Livro (título dado por S. Nigro à edição crítica que fez do manuscrito). Descoberto no início do século XX, além de ser único escrito autógrafo de Iacopo Pontormo a chegar aos nossos dias, é na realidade um produto híbrido, tanto no sentido estrutural como no conceitual. Nele se mesclam registros da dieta alimentar a que se submetia, anotações sobre atividades cotidianas, com desenhos indicativos do andamento de seu último trabalho artístico, os afrescos do coro da Basílica de San Lorenzo, em Florença. O Pontormo que salta dessas páginas e da "Carta ao Acadêmico Benedetto Varchi", na qual discorre sobre pintura, escultura e desenho, é tão genial, controverso e inesperado quanto o pintor, cuja obra vem sendo nas últimas décadas redescoberta e reavaliada pela crítica especializada.

Além da tradução para o português dos escritos do pintor e de outros materiais de caráter informativo, Em Nome do Corpo (organização, tradução e notas de Homero Freitas de Andrade) traz ensaios críticos do próprio tradutor, do historiador de arte e artista plástico Iacopo Cassigoli e do professor-leitor de língua e cultura italiana Paolo Spedicato, que propiciam ao leitor brasileiro uma visão da literatura e da pintura de Iacopo Pontormo, sobre o fundo do maneirismo toscano da primeira metade do século XVI.

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Descrição Renascentista italiano menos conhecido entre nós do que seus pares, Iacopo Carucci (1494-1557) nasceu em Pontorme de Empoli, na província toscana, e mudou-se para Florença em 1508, ao ficar órfão. Pintor e retratista, Iacopo da Pontormo, como ficou conhecido, teve inicialmente como mestres Da Vinci, Mariotto Albertinelli, Piero di Cosimo e Andrea del Sarto, na oficina do qual ingressou em 1512, passando a trabalhar ao lado de Rosso Fiorentino. Autor de afrescos e quadros nas principais igrejas, capelas e claustros de Florença, foi aos poucos se distanciando do classicismo. Artista experimental e inovador, Pontormo é considerado um dos principais representantes do maneirismo toscano. As formas esculturais, o movimento dos gestos e dos olhares, a audácia da gama cromática, a intensidade do patético, que caracterizam sua pintura, remetem a uma arte maneirista, desvinculada de qualquer referência imediata ao real. A não ser por raras visitas a Roma, com o objetivo de estudar as obras de Michelangelo, que sempre o elogiava, ele viveu sempre em Florença. Segundo Giorgio Vasari, Iacopo Carucci morava no alto de uma torre, acessível apenas por uma escada móvel, controlada por um sistema de correias e roldanas. Foi ali que nos três derradeiros anos de vida ele escreveu seu Diário, ou Meu Livro (título dado por S. Nigro à edição crítica que fez do manuscrito). Descoberto no início do século XX, além de ser único escrito autógrafo de Iacopo Pontormo a chegar aos nossos dias, é na realidade um produto híbrido, tanto no sentido estrutural como no conceitual. Nele se mesclam registros da dieta alimentar a que se submetia, anotações sobre atividades cotidianas, com desenhos indicativos do andamento de seu último trabalho artístico, os afrescos do coro da Basílica de San Lorenzo, em Florença. O Pontormo que salta dessas páginas e da "Carta ao Acadêmico Benedetto Varchi", na qual discorre sobre pintura, escultura e desenho, é tão genial, controverso e inesperado quanto o pintor, cuja obra vem sendo nas últimas décadas redescoberta e reavaliada pela crítica especializada.

Além da tradução para o português dos escritos do pintor e de outros materiais de caráter informativo, Em Nome do Corpo (organização, tradução e notas de Homero Freitas de Andrade) traz ensaios críticos do próprio tradutor, do historiador de arte e artista plástico Iacopo Cassigoli e do professor-leitor de língua e cultura italiana Paolo Spedicato, que propiciam ao leitor brasileiro uma visão da literatura e da pintura de Iacopo Pontormo, sobre o fundo do maneirismo toscano da primeira metade do século XVI.

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Além da tradução para o português dos escritos do pintor e de outros materiais de caráter informativo, Em Nome do Corpo (organização, tradução e notas de Homero Freitas de Andrade) traz ensaios críticos do próprio tradutor, do historiador de arte e artista plástico Iacopo Cassigoli e do professor-leitor de língua e cultura italiana Paolo Spedicato, que propiciam ao leitor brasileiro uma visão da literatura e da pintura de Iacopo Pontormo, sobre o fundo do maneirismo toscano da primeira metade do século XVI.

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Além da tradução para o português dos escritos do pintor e de outros materiais de caráter informativo, Em Nome do Corpo (organização, tradução e notas de Homero Freitas de Andrade) traz ensaios críticos do próprio tradutor, do historiador de arte e artista plástico Iacopo Cassigoli e do professor-leitor de língua e cultura italiana Paolo Spedicato, que propiciam ao leitor brasileiro uma visão da literatura e da pintura de Iacopo Pontormo, sobre o fundo do maneirismo toscano da primeira metade do século XVI.

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