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O Retorno do Real Capa ilustrativa

O Retorno do Real

Hal Foster

Neste livro, Hal Foster discute os modelos críticos na arte e na teoria a partir de 1960 por meio de uma nova narrativa da vanguarda histórica e da neovanguarda. Ele argumenta que a vanguarda retorna para nós do futuro, reposicionada por práticas inovadoras do presente. Passando pela arte minimalista (anos 1960), pela obra de arte como texto (anos 1970) e como imagem (anos 1980), Foster sugere que vivenciamos agora um retorno ao real, no qual arte e teoria se fundamentam na materialidade de corpos reais e de lugares concretos. Fechar Ler mais

Neste livro, Hal Foster discute os modelos críticos na arte e na teoria a partir de 1960 por meio de uma nova narrativa da vanguarda histórica e da neovanguarda. Ele argumenta que a vanguarda retorna para nós do futuro, reposicionada por práticas inovadoras do presente. Passando pela arte minimalista (anos 1960), pela obra de arte como texto (anos 1970) e como imagem (anos 1980), Foster sugere que vivenciamos agora um retorno ao real, no qual arte e teoria se fundamentam na materialidade de corpos reais e de lugares concretos. Fechar Ler mais

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O Retorno do Real: a Vanguarda no Final do Século XX

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O Retorno do Real: a Vanguarda no Final do Século XX

O Retorno do Real: a Vanguarda no Final do Século XX

Ano:   Editora: Cosac Naify

Tipo: seminovo/usado

Buriti Sebo Literário Buriti Sebo Literário RJ - Rio de Janeiro
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R$ 30,00 + frete R$ 8,37

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Descrição Brochura, sem riscos ou sublinhados, ótimo estado de conservação, 224 páginas. Buriti Sebo Literário, localizado na Rua do Carmo, n. 9/Centro RJ. Telefones: (21)2220-5492 e WhatsApp (21) 96737-8525.

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O Retorno do Real

Ano:   Editora: Ubu

Tipo: seminovo/usado

MWR Livros MWR Livros SP - Guarulhos
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Descrição Livro semi-novo em perfeito estado de conservação. 9788592886233 - LSW

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RETORNO DO REAL, O

Ano:   Editora: Ubu Editorial

Tipo: novo

B2C2 Livros B2C2 Livros SP - São Paulo
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Descrição Tamanho: 15X23 Paginas:223 01ED/17 Livro novo comprado junto a editora

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Ano:   Editora: Ubu Editorial

Tipo: novo

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Descrição Nesse livro, Hal Foster interpreta a História da Arte como um sujeito regido pelo modelo psicanalítico lacaniano, no qual operaria o retorno do real, isto é, a alternância de antecipações e reconstruções de eventos traumáticos. Esse mecanismo se manifestaria tanto nos movimentos neovanguardistas no contexto histórico, como no próprio objeto principal da arte contemporânea o real.Para Foster, que parte de uma concepção dialética inspirada por sua leitura de Marx, a neovanguarda, longe de ser uma mera repetição tal qual a proposição de Peter Brger exposta em Teoria da Vanguarda seria uma recepção com resistência de algo que foi reprimido historicamente nas primeiras vanguardas. O construtivismo russo e o dadá duchampiano pós anos 60 seriam, portanto, um novo ciclo nos diversos ciclos que um evento histórico revolucionário acarreta. Outros exemplos seriam a teoria de Freud, seguido pela leitura de Lacan, e a de Marx, seguido por Althusser. Enquanto as vanguardas do início do século XX representaram um rompimento com as convenções estéticas, as neovanguardas direcionaram seu questionamento para a própria instituição da arte. Desse modo, elas representam um aprofundamento de sua versão anterior e cumprem um papel mais central na perspectiva da dimensão social da arte.Esse mecanismo em que um evento traumático que foi reprimido retorna também aparece no próprio conteúdo da arte contemporânea, especialmente por conta de sua obsessão em pautar suas obras em estudos antropológicos e de arquivos. A paixão da contemporaneidade pelo real seria devida, então, à necessidade de redefinir a experiência individual e histórica em termos de trauma. A dificuldade que a sociedade contemporânea tem em representar-se para além de si mesma estaria, assim, na origem da sua relação com a arte.

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Descrição Nesse livro, Hal Foster interpreta a História da Arte como um sujeito regido pelo modelo psicanalítico lacaniano, no qual operaria o retorno do real, isto é, a alternância de antecipações e reconstruções de eventos traumáticos. Esse mecanismo se manifestaria tanto nos movimentos neovanguardistas no contexto histórico, como no próprio objeto principal da arte contemporânea o real.Para Foster, que parte de uma concepção dialética inspirada por sua leitura de Marx, a neovanguarda, longe de ser uma mera repetição tal qual a proposição de Peter Brger exposta em Teoria da Vanguarda seria uma recepção com resistência de algo que foi reprimido historicamente nas primeiras vanguardas. O construtivismo russo e o dadá duchampiano pós anos 60 seriam, portanto, um novo ciclo nos diversos ciclos que um evento histórico revolucionário acarreta. Outros exemplos seriam a teoria de Freud, seguido pela leitura de Lacan, e a de Marx, seguido por Althusser. Enquanto as vanguardas do início do século XX representaram um rompimento com as convenções estéticas, as neovanguardas direcionaram seu questionamento para a própria instituição da arte. Desse modo, elas representam um aprofundamento de sua versão anterior e cumprem um papel mais central na perspectiva da dimensão social da arte.Esse mecanismo em que um evento traumático que foi reprimido retorna também aparece no próprio conteúdo da arte contemporânea, especialmente por conta de sua obsessão em pautar suas obras em estudos antropológicos e de arquivos. A paixão da contemporaneidade pelo real seria devida, então, à necessidade de redefinir a experiência individual e histórica em termos de trauma. A dificuldade que a sociedade contemporânea tem em representar-se para além de si mesma estaria, assim, na origem da sua relação com a arte.

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Descrição Nesse livro, Hal Foster interpreta a História da Arte como um sujeito regido pelo modelo psicanalítico lacaniano, no qual operaria o retorno do real, isto é, a alternância de antecipações e reconstruções de eventos traumáticos. Esse mecanismo se manifestaria tanto nos movimentos neovanguardistas no contexto histórico, como no próprio objeto principal da arte contemporânea o real.Para Foster, que parte de uma concepção dialética inspirada por sua leitura de Marx, a neovanguarda, longe de ser uma mera repetição tal qual a proposição de Peter Brger exposta em Teoria da Vanguarda seria uma recepção com resistência de algo que foi reprimido historicamente nas primeiras vanguardas. O construtivismo russo e o dadá duchampiano pós anos 60 seriam, portanto, um novo ciclo nos diversos ciclos que um evento histórico revolucionário acarreta. Outros exemplos seriam a teoria de Freud, seguido pela leitura de Lacan, e a de Marx, seguido por Althusser. Enquanto as vanguardas do início do século XX representaram um rompimento com as convenções estéticas, as neovanguardas direcionaram seu questionamento para a própria instituição da arte. Desse modo, elas representam um aprofundamento de sua versão anterior e cumprem um papel mais central na perspectiva da dimensão social da arte.Esse mecanismo em que um evento traumático que foi reprimido retorna também aparece no próprio conteúdo da arte contemporânea, especialmente por conta de sua obsessão em pautar suas obras em estudos antropológicos e de arquivos. A paixão da contemporaneidade pelo real seria devida, então, à necessidade de redefinir a experiência individual e histórica em termos de trauma. A dificuldade que a sociedade contemporânea tem em representar-se para além de si mesma estaria, assim, na origem da sua relação com a arte.

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O Retorno do Real

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Miguilim Livros Miguilim Livros SP - Diadema
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Aleph Virtual Aleph Virtual PR - Curitiba
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Descrição Livro novo! Nunca manuseado. SKU: L99121637 ISBN: 9788592886233 SINOPSE: Nesse livro, Hal Foster interpreta a História da Arte como um sujeito regido pelo modelo psicanalítico lacaniano, no qual operaria o retorno do real, isto é, a alternância de antecipações e reconstruções de eventos traumáticos. Esse mecanismo se manifestaria tanto nos movimentos neovanguardistas no contexto histórico, como no próprio objeto principal da arte contemporânea - o real. Para Foster, que parte de uma concepção dialética inspirada por sua leitura de Marx, a neovanguarda, longe de ser uma mera repetição - tal qual a proposição de Peter Bürger exposta em Teoria da Vanguarda - seria uma recepção com resistência de algo que foi reprimido historicamente nas primeiras vanguardas. O construtivismo russo e o dadá duchampiano pós anos 60 seriam, portanto, um novo ciclo nos diversos ciclos que um evento histórico revolucionário acarreta. Outros exemplos seriam a teoria de Freud, seguido pela leitura de Lacan, e a de Marx, seguido por Althusser. Enquanto as vanguardas do início do século XX representaram um rompimento com as convenções estéticas, as neovanguardas direcionaram seu questionamento para a própria instituição da arte. Desse modo, elas representam um aprofundamento de sua versão anterior e cumprem um papel mais central na perspectiva da dimensão social da arte. Esse mecanismo em que um evento traumático que foi reprimido retorna também aparece no próprio conteúdo da arte contemporânea, especialmente por conta de sua obsessão em pautar suas obras em estudos antropológicos e de arquivos. A paixão da contemporaneidade pelo real seria devida, então, à necessidade de redefinir a experiência individual e histórica em termos de trauma. A dificuldade que a sociedade contemporânea tem em representar-se para além de si mesma estaria, assim, na origem da sua relação com a arte.

O retorno do real

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Ano:   Editora: Ubu

Tipo: novo

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Descrição Livro novo. ISBN 9788592886233. Dimensão 23 x 15, 224 pág. Sinopse: Nesse livro, Hal Foster interpreta a História da Arte como um sujeito regido pelo modelo psicanalítico lacaniano, no qual operaria o retorno do real, isto é, a alternância de antecipações e reconstruções de eventos traumáticos. Esse mecanismo se manifestaria tanto nos movimentos neovanguardistas no contexto histórico, como no próprio objeto principal da arte contemporânea - o real. Para Foster, que parte de uma concepção dialética inspirada por sua leitura de Marx, a neovanguarda, longe de ser uma mera repetição - tal qual a proposição de Peter Bürger exposta em Teoria da Vanguarda - seria uma recepção com resistência de algo que foi reprimido historicamente nas primeiras vanguardas. O construtivismo russo e o dadá ducha

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