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Sentidos de Milicia Entre a Lei e o Crime Capa ilustrativa

Sentidos de Milícia: Entre a Lei e o Crime

Greciely Cristina da Costa

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SENTIDOS DE MILICIA

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SENTIDOS DE MILICIA Capa ilustrativa

SENTIDOS DE MILICIA

Ano:   Editora: Unicamp

Tipo: novo

Mdx Livros Mdx Livros RJ - Rio de Janeiro
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SENTIDOS DE MILICIA Capa ilustrativa

SENTIDOS DE MILICIA

Ano:   Editora: Unicamp

Tipo: novo

Luana Livros Luana Livros RJ - Rio de Janeiro
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33 qualificações
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Descrição Livro em bom estado para leitura

SENTIDOS DE MELICIA - ENTRE A LEI E O CRIME Capa ilustrativa

SENTIDOS DE MELICIA - ENTRE A LEI E O CRIME

Ano:   Editora: Unicamp

Tipo: novo

Livraria Livros e Livros Livraria Livros e Livros SC - Florianópolis
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657 qualificações
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Descrição Livro novo. SKU: L55670518 ISBN: 9788526810778 Sinopse: Este trabalho analisa os processos discursivos desencadeados pelo funcionamento da denominação milícia. Essa denominação começou a circular na mídia, em 2006, para se referir à polícia (junto a outros agentes de segurança pública) que invade áreas de favelas, impondo um domínio, inter-vindo nas relações sociais, a partir da instauração de um dispositivo normativo. Diante desse acontecimento discursivo, pergunta-se: por que chamar a polícia de milícia? A partir dessa questão, a autora perscruta quatro efeitos produzidos pela substituição de uma denominação por outra: 1) o de que, em certa instância, a denominação milícia recobre a violência policial ao dar outro nome à polícia, ou seja, desvincula milícia da Instituição Polícia; 2) por outro lado, é o lugar de policial que configura e sustenta o sentido de milícia enquanto protetora; 3) todavia, tem sua prática associada a grupos criminosos, é então significada como criminosa, um desdobramento da polícia; 4) e a existência da milícia está ligada a um espaço material político-simbólico determinado, a favela, pois é nesse espaço que ela instaura sua prática (sua lei).

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SENTIDOS DE MELICIA - ENTRE A LEI E O CRIME

Ano:   Editora: Unicamp

Tipo: novo

Livraria Livros e Livros Livraria Livros e Livros SC - Florianópolis
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Descrição Livro novo. SKU: L55670518 ISBN: 9788526810778 Sinopse: Este trabalho analisa os processos discursivos desencadeados pelo funcionamento da denominação milícia. Essa denominação começou a circular na mídia, em 2006, para se referir à polícia (junto a outros agentes de segurança pública) que invade áreas de favelas, impondo um domínio, inter-vindo nas relações sociais, a partir da instauração de um dispositivo normativo. Diante desse acontecimento discursivo, pergunta-se: por que chamar a polícia de milícia? A partir dessa questão, a autora perscruta quatro efeitos produzidos pela substituição de uma denominação por outra: 1) o de que, em certa instância, a denominação milícia recobre a violência policial ao dar outro nome à polícia, ou seja, desvincula milícia da Instituição Polícia; 2) por outro lado, é o lugar de policial que configura e sustenta o sentido de milícia enquanto protetora; 3) todavia, tem sua prática associada a grupos criminosos, é então significada como criminosa, um desdobramento da polícia; 4) e a existência da milícia está ligada a um espaço material político-simbólico determinado, a favela, pois é nesse espaço que ela instaura sua prática (sua lei).

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Ano:   Editora: Unicamp

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Ano:   Editora: Unicamp

Tipo: novo

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Descrição Livro novo. SKU: L55670518 ISBN: 9788526810778 Sinopse: Este trabalho analisa os processos discursivos desencadeados pelo funcionamento da denominação milícia. Essa denominação começou a circular na mídia, em 2006, para se referir à polícia (junto a outros agentes de segurança pública) que invade áreas de favelas, impondo um domínio, inter-vindo nas relações sociais, a partir da instauração de um dispositivo normativo. Diante desse acontecimento discursivo, pergunta-se: por que chamar a polícia de milícia? A partir dessa questão, a autora perscruta quatro efeitos produzidos pela substituição de uma denominação por outra: 1) o de que, em certa instância, a denominação milícia recobre a violência policial ao dar outro nome à polícia, ou seja, desvincula milícia da Instituição Polícia; 2) por outro lado, é o lugar de policial que configura e sustenta o sentido de milícia enquanto protetora; 3) todavia, tem sua prática associada a grupos criminosos, é então significada como criminosa, um desdobramento da polícia; 4) e a existência da milícia está ligada a um espaço material político-simbólico determinado, a favela, pois é nesse espaço que ela instaura sua prática (sua lei).

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Descrição Livro novo. SKU: L55670518 ISBN: 9788526810778 Sinopse: Este trabalho analisa os processos discursivos desencadeados pelo funcionamento da denominação milícia. Essa denominação começou a circular na mídia, em 2006, para se referir à polícia (junto a outros agentes de segurança pública) que invade áreas de favelas, impondo um domínio, inter-vindo nas relações sociais, a partir da instauração de um dispositivo normativo. Diante desse acontecimento discursivo, pergunta-se: por que chamar a polícia de milícia? A partir dessa questão, a autora perscruta quatro efeitos produzidos pela substituição de uma denominação por outra: 1) o de que, em certa instância, a denominação milícia recobre a violência policial ao dar outro nome à polícia, ou seja, desvincula milícia da Instituição Polícia; 2) por outro lado, é o lugar de policial que configura e sustenta o sentido de milícia enquanto protetora; 3) todavia, tem sua prática associada a grupos criminosos, é então significada como criminosa, um desdobramento da polícia; 4) e a existência da milícia está ligada a um espaço material político-simbólico determinado, a favela, pois é nesse espaço que ela instaura sua prática (sua lei).

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