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Nudez

Giorgio Agamben

Tal como em Profanação, Giorgio Agamben reúne neste livro um conjunto de breves ensaios relacionados com temas actuais da sua investigação. Estes vão da festa, que o autor relaciona com a bulimia contemporânea, até à nudez, cujas ligações com a teologia são analisadas. Outros temas abordados por Agamben são o do corpo glorioso do beato, que tem estômago e órgãos sexuais e que, no entanto, não se alimenta e não faz amor, ou então a nova figura da identidade pessoal que os dispositivos biométricos estão a impor à humanidade. O ponto de fuga para que convergem todos estes temas é o da inactividade, entendida não como ócio ou inércia, mas como paradigma da acção humana e de uma nova política. O pensamento de Agamben percorre assim uma espécie de terra de ninguém, movendo-se através de uma escrita que vai delineando um universo próprio, feito de pensamento, literatura e de incursões na filologia, situando-se entre o apontamento metafísico e as anotações sobre os costumes mais recentes.    

Tal como em Profanação, Giorgio Agamben reúne neste livro um conjunto de breves ensaios relacionados com temas actuais da sua investigação. Estes vão da festa, que o autor relaciona com a bulimia contemporânea, até à nudez, cujas ligações com a teologia são analisadas. Outros temas abordados por Agamben são o do corpo glorioso do beato, que tem estômago e órgãos sexuais e que, no entanto, não se alimenta e não faz amor, ou então a nova figura da identidade pessoal que os dispositivos biométricos estão a impor à humanidade. O ponto de fuga para que convergem todos estes temas é o da inactividade, entendida não como ócio ou inércia, mas como paradigma da acção humana e de uma nova política. O pensamento de Agamben percorre assim uma espécie de terra de ninguém, movendo-se através de uma escrita que vai delineando um universo próprio, feito de pensamento, literatura e de incursões na filologia, situando-se entre o apontamento metafísico e as anotações sobre os costumes mais recentes. Fechar Ler mais

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Nudez

Ano:   Editora: Autentica

Tipo: novo

Idioma: Português

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
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241 qualificações
R$ 41,20 + frete R$ 9,40

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Descrição Livro novo. F2 184 pág. Sinopse: Giorgio Agamben, nos ensaios que compõem Nudez, desdobra um procedimento muito caro a Furio Jesi: o problema da festa, ou melhor, do tempo festivo. O paradigma com que Jesi confronta tal problema é justamente o da máquina mitológica. Agamben sabe que o que é necessário não é destruir a máquina em si, mas a situação que torna as máquinas produtivas; e o risco que se corre nessa possibilidade de destruição é exclusivamente político, pois a máquina negativa, escreve Agamben, produz o nada a partir do nada, e essa é a política em que vivemos. E, para destruir tal situação, é necessário recuperar a festa do pensamento através da inoperosidade. Porém, a inoperosidade como procedimento não significa, por exemplo, resistência de um corpo ao mov

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Ano:   Editora: Autentica

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Flanarte Flanarte SP - São Paulo
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Descrição Livro novo. F2 184 pág. Sinopse: Giorgio Agamben, nos ensaios que compõem Nudez, desdobra um procedimento muito caro a Furio Jesi: o problema da festa, ou melhor, do tempo festivo. O paradigma com que Jesi confronta tal problema é justamente o da máquina mitológica. Agamben sabe que o que é necessário não é destruir a máquina em si, mas a situação que torna as máquinas produtivas; e o risco que se corre nessa possibilidade de destruição é exclusivamente político, pois a máquina negativa, escreve Agamben, produz o nada a partir do nada, e essa é a política em que vivemos. E, para destruir tal situação, é necessário recuperar a festa do pensamento através da inoperosidade. Porém, a inoperosidade como procedimento não significa, por exemplo, resistência de um corpo ao mov

Nudez

Nudez

Ano:   Editora: Autentica

Tipo: novo

Idioma: Português

Biblioviva Biblioviva SP - São Paulo
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Descrição AA13/ Exemplar novo, com 181 páginas

Nudez - Coleção Filô

Nudez - Coleção Filô

Ano:   Editora: Autentica

Tipo: novo

Idioma: Português

Authentic Livros Authentic Livros SP - São Paulo
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Descrição Giorgio Agamben, nos ensaios que compõem Nudez, desdobra um procedimento muito caro a Furio Jesi: o problema da festa, ou melhor, do tempo festivo. O paradigma com que Jesi confronta tal problema é justamente o da máquina mitológica. Agamben sabe que o que é necessário não é destruir a máquina em si, mas a situação que torna as máquinas produtivas e o risco que se corre nessa possibilidade de destruição é exclusivamente político, pois a “máquina negativa”, escreve Agamben, “produz o nada a part ir do nada”, e essa é a política em que vivemos. E, para destruir tal situação, é necessário recuperar a festa do pensamento através da inoperosidade. Porém, a inoperosidade como procedimento não significa, por exemplo, resistência de um corpo ao mo v imento ou ao repouso. E, nesse sentido, compreendemos melhor a presença de uma reflexão provocada por uma performance da artista Vanessa Beecroft, ou a presença de Kleist, com sua marionete que articula uma zona de não conhecimento em seu corpo: si m, tal articulação requer a presença de um não saber, de algo que nos escapa, como uma dança (aqui, dança entendida como “libertação do corpo de seus movimentos utilitários”). A inoperosidade, portanto, faz as partes inutilizáveis do corpo glorioso dan çarem. Em última análise, a potência, na inoperosidade, não está desativada: a inoperosidade coincide, portanto, com a própria festividade, com o “fazer a festa”, ou seja, com o consumir, desativar e tornar inoperosos os gestos, as ações e as obr as h umanas.

Nudez - Coleção Filô

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Ano:   Editora: Autentica

Tipo: novo

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Descrição Giorgio Agamben, nos ensaios que compõem Nudez, desdobra um procedimento muito caro a Furio Jesi: o problema da festa, ou melhor, do tempo festivo. O paradigma com que Jesi confronta tal problema é justamente o da máquina mitológica. Agamben sabe que o que é necessário não é destruir a máquina em si, mas a situação que torna as máquinas produtivas e o risco que se corre nessa possibilidade de destruição é exclusivamente político, pois a “máquina negativa”, escreve Agamben, “produz o nada a part ir do nada”, e essa é a política em que vivemos. E, para destruir tal situação, é necessário recuperar a festa do pensamento através da inoperosidade. Porém, a inoperosidade como procedimento não significa, por exemplo, resistência de um corpo ao mo v imento ou ao repouso. E, nesse sentido, compreendemos melhor a presença de uma reflexão provocada por uma performance da artista Vanessa Beecroft, ou a presença de Kleist, com sua marionete que articula uma zona de não conhecimento em seu corpo: si m, tal articulação requer a presença de um não saber, de algo que nos escapa, como uma dança (aqui, dança entendida como “libertação do corpo de seus movimentos utilitários”). A inoperosidade, portanto, faz as partes inutilizáveis do corpo glorioso dan çarem. Em última análise, a potência, na inoperosidade, não está desativada: a inoperosidade coincide, portanto, com a própria festividade, com o “fazer a festa”, ou seja, com o consumir, desativar e tornar inoperosos os gestos, as ações e as obr as h umanas.

Nudez - Coleção Filô

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Ano:   Editora: Autentica

Tipo: novo

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Descrição Giorgio Agamben, nos ensaios que compõem Nudez, desdobra um procedimento muito caro a Furio Jesi: o problema da festa, ou melhor, do tempo festivo. O paradigma com que Jesi confronta tal problema é justamente o da máquina mitológica. Agamben sabe que o que é necessário não é destruir a máquina em si, mas a situação que torna as máquinas produtivas e o risco que se corre nessa possibilidade de destruição é exclusivamente político, pois a “máquina negativa”, escreve Agamben, “produz o nada a part ir do nada”, e essa é a política em que vivemos. E, para destruir tal situação, é necessário recuperar a festa do pensamento através da inoperosidade. Porém, a inoperosidade como procedimento não significa, por exemplo, resistência de um corpo ao mo v imento ou ao repouso. E, nesse sentido, compreendemos melhor a presença de uma reflexão provocada por uma performance da artista Vanessa Beecroft, ou a presença de Kleist, com sua marionete que articula uma zona de não conhecimento em seu corpo: si m, tal articulação requer a presença de um não saber, de algo que nos escapa, como uma dança (aqui, dança entendida como “libertação do corpo de seus movimentos utilitários”). A inoperosidade, portanto, faz as partes inutilizáveis do corpo glorioso dan çarem. Em última análise, a potência, na inoperosidade, não está desativada: a inoperosidade coincide, portanto, com a própria festividade, com o “fazer a festa”, ou seja, com o consumir, desativar e tornar inoperosos os gestos, as ações e as obr as h umanas.

Nudez - Coleção Filô

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Ano:   Editora: Autentica

Tipo: novo

Idioma: Português

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Descrição Giorgio Agamben, nos ensaios que compõem Nudez, desdobra um procedimento muito caro a Furio Jesi: o problema da festa, ou melhor, do tempo festivo. O paradigma com que Jesi confronta tal problema é justamente o da máquina mitológica. Agamben sabe que o que é necessário não é destruir a máquina em si, mas a situação que torna as máquinas produtivas e o risco que se corre nessa possibilidade de destruição é exclusivamente político, pois a “máquina negativa”, escreve Agamben, “produz o nada a part ir do nada”, e essa é a política em que vivemos. E, para destruir tal situação, é necessário recuperar a festa do pensamento através da inoperosidade. Porém, a inoperosidade como procedimento não significa, por exemplo, resistência de um corpo ao mo v imento ou ao repouso. E, nesse sentido, compreendemos melhor a presença de uma reflexão provocada por uma performance da artista Vanessa Beecroft, ou a presença de Kleist, com sua marionete que articula uma zona de não conhecimento em seu corpo: si m, tal articulação requer a presença de um não saber, de algo que nos escapa, como uma dança (aqui, dança entendida como “libertação do corpo de seus movimentos utilitários”). A inoperosidade, portanto, faz as partes inutilizáveis do corpo glorioso dan çarem. Em última análise, a potência, na inoperosidade, não está desativada: a inoperosidade coincide, portanto, com a própria festividade, com o “fazer a festa”, ou seja, com o consumir, desativar e tornar inoperosos os gestos, as ações e as obr as h umanas.

Nudez

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Ano:   Editora: Autentica

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Pontes Livros Pontes Livros SP - Campinas
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Descrição Livro em excelente estado, bordas, capa e lombada levemente amarelada pelo tempo. Sem sinais de uso.

NUDEZ

NUDEZ

Ano:   Editora: Editora Autentica

Tipo: novo

Idioma: Português

Uai livros Uai livros MG - Belo Horizonte
99% Positivas
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Descrição Giorgio Agamben, nos ensaios que compõem Nudez, desdobra um procedimento muito caro a Furio Jesi: o problema da festa, ou melhor, do tempo festivo. O paradigma com que Jesi confronta tal problema é justamente o da máquina mitológica. Agamben sabe que o que é necessário não é destruir a máquina em si, mas a situação que torna as máquinas produtivas; e o risco que se corre nessa possibilidade de destruição é exclusivamente político, pois a máquina negativa, escreve Agamben, produz o nada a partir do nada, e essa é a política em que vivemos. E, para destruir tal situação, é necessário recuperar a festa do pensamento através da inoperosidade. Porém, a inoperosidade como procedimento não significa, por exemplo, resistência de um corpo ao movimento ou ao repouso. E, nesse sentido, compreendemos melhor a presença de uma reflexão provocada por uma performance da artista Vanessa Beecroft, ou a presença de Kleist, com sua marionete que articula uma zona de não conhecimento em seu corpo: sim, tal articulação requer a presença de um não saber, de algo que nos escapa, como uma dança (aqui, dança entendida como libertação do corpo de seus movimentos utilitários). A inoperosidade, portanto, faz as partes inutilizáveis do corpo glorioso dançarem. Em última análise, a potência, na inoperosidade, não está desativada: a inoperosidade coincide, portanto, com a própria festividade, com o fazer a festa, ou seja, com o consumir, desativar e tornar inoperosos os gestos, as ações e as obras humanas. Davi Pessoa

Nudez

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Ano:   Editora: Relogio Dagua

Tipo: seminovo/usado

Idioma: Português

Buriti Sebo Literário Buriti Sebo Literário RJ - Rio de Janeiro
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Descrição Brochura, em muito bom estado, levemente amarelado, sem riscos ou sublinhados, 137 págs. Acervo Fabio.

Nudez

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Ano:   Editora: Autentica

Tipo: novo

Idioma: Português

Livros na Web Livros na Web MG - Belo Horizonte
90% Positivas
130 qualificações
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Descrição Livro Novo, Impresso - 201627095

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Ano:   Editora: Autentica

Tipo: novo

Idioma: Português

Livros na Web Livros na Web MG - Belo Horizonte
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130 qualificações
R$ 49,41 + frete R$ 9,40

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Descrição Giorgio Agamben, nos ensaios que compõem Nudez, desdobra um procedimento muito caro a Furio Jesi: o problema da festa, ou melhor, do tempo festivo. O paradigma com que Jesi confronta tal problema é justamente o da máquina mitológica. Agamben sabe que o que é necessário não é destruir a máquina em si, mas a situação que torna as máquinas produtivas; e o risco que se corre nessa possibilidade de destruição é exclusivamente político, pois a máquina negativa, escreve Agamben, produz o nada a partir do nada, e essa é a política em que vivemos. E, para destruir tal situação, é necessário recuperar a festa do pensamento através da inoperosidade. Porém, a inoperosidade como procedimento não significa, por exemplo, resistência de um corpo ao movimento ou ao repouso. E, nesse sentido, compreendemos melhor a presença de uma reflexão provocada por uma performance da artista Vanessa Beecroft, ou a presença de Kleist, com sua marionete que articula uma zona de não conhecimento em seu corpo: sim, tal articulação requer a presença de um não saber, de algo que nos escapa, como uma dança (aqui, dança entendida como libertação do corpo de seus movimentos utilitários). A inoperosidade, portanto, faz as partes inutilizáveis do corpo glorioso dançarem. Em última análise, a potência, na inoperosidade, não está desativada: a inoperosidade coincide, portanto, com a própria festividade, com o fazer a festa, ou seja, com o consumir, desativar e tornar inoperosos os gestos, as ações e as obras humanas. Davi Pessoa

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