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A Inconstancia da Alma Selvagem Capa ilustrativa

A Inconstância da Alma Selvagem

Eduardo Viveiros de Castro

A trajetória intelectual de Eduardo Viveiros de Castro, um dos maiores antropólogos da atualidade, é editada pela primeira vez em um único volume. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os nove ensaios revistos pelo autor buscam alcançar o pensamento indígena. Para tanto, travam um forte diálogo com a filosofia, do qual resulta, por exemplo, o conceito de "perspectivismo", que permite entender como os índios veem os animais e a si mesmos. Fechar Ler mais

A trajetória intelectual de Eduardo Viveiros de Castro, um dos maiores antropólogos da atualidade, é editada pela primeira vez em um único volume. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os nove ensaios revistos pelo autor buscam alcançar o pensamento indígena. Para tanto, travam um forte diálogo com a filosofia, do qual resulta, por exemplo, o conceito de "perspectivismo", que permite entender como os índios veem os animais e a si mesmos. Fechar Ler mais

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A Inconstância da Alma Selvagem

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A Inconstância da Alma Selvagem Capa ilustrativa

A Inconstância da Alma Selvagem

Ano:   Editora: Cosac Naify

Tipo: seminovo/usado

Livraria Conhecer Livraria Conhecer SP - Jundiaí
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Descrição Livro levemente amarelado no geral em ótimo estado de conservação. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os nove ensaios revistos pelo antropólogo Eduardo Viveiros de Castro buscam alcançar o pensamento indígena. Para tanto, travam um forte diálogo com a filosofia, do qual resulta, por exemplo, o conceito de perspectivismo, que permite entender como os índios veem os animais e a si mesmos.

Inconstância da Alma Selvagem, A

Inconstância da Alma Selvagem, A

Ano:   Editora: Ubu Editorial

Tipo: novo

B2C2 Livros B2C2 Livros SP - São Paulo
94% Positivas
1953 qualificações
R$ 52,38 + frete R$ 10,53

Total: R$ 62,91

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Descrição O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor. Conforme lembra o antropólogo no prefácio, a antropologia é sempre um exercício de tradução de uma cultura segundo outra. Reconstituir a imaginação indígena nos termos da nossa implicaria, portanto, algumas imprecisões. No entanto, se o exercício é bem feito, atinge-se o ponto em que transformamos o que entendemos em nossos termos em algo cujo significado se aproxima daquilo que os índios entendem nos termos deles. Ou seja, trata-se de um processo onde não somente a imaginação dos povos indígenas está em jogo, mas também a nossa; no qual os conceitos vão se distanciando cada vez mais de seus sentidos usuais e vão tomando novas formas. O livro traz ainda entrevista com o autor feita por jovens antropólogos da revista Sexta Feira onde ele trata de seu percurso sob uma abordagem mais concreta. Ele revela, por exemplo, como se deu sua passagem de estudioso de antropologia urbana para um de etnologia indígena, e sua entrada na Amazônia, território ainda relativamente inexplorado mesmo dentro de sua disciplina.

Inconstância da Alma Selvagem, A

Inconstância da Alma Selvagem, A

Ano:   Editora: Ubu Editorial

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Descrição O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor. Conforme lembra o antropólogo no prefácio, a antropologia é sempre um exercício de tradução de uma cultura segundo outra. Reconstituir a imaginação indígena nos termos da nossa implicaria, portanto, algumas imprecisões. No entanto, se o exercício é bem feito, atinge-se o ponto em que transformamos o que entendemos em nossos termos em algo cujo significado se aproxima daquilo que os índios entendem nos termos deles. Ou seja, trata-se de um processo onde não somente a imaginação dos povos indígenas está em jogo, mas também a nossa; no qual os conceitos vão se distanciando cada vez mais de seus sentidos usuais e vão tomando novas formas. O livro traz ainda entrevista com o autor feita por jovens antropólogos da revista Sexta Feira onde ele trata de seu percurso sob uma abordagem mais concreta. Ele revela, por exemplo, como se deu sua passagem de estudioso de antropologia urbana para um de etnologia indígena, e sua entrada na Amazônia, território ainda relativamente inexplorado mesmo dentro de sua disciplina.

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Inconstância da Alma Selvagem, A

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R$ 52,60 + frete R$ 11,05

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Descrição O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, o s oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo – o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor. Conforme lembra o antropólogo no prefá cio, a antropologia é sempre um exercício de tradução de uma cultura segundo outra. Reconstituir a imaginação indígena nos termos da nossa implicaria, portanto, algumas imprecisões. No entanto, se o exercício é bem feito, atinge-se o ponto em que tra nsformamos o que entendemos em nossos termos em algo cujo significado se aproxima daquilo que os índios entendem nos termos deles. Ou seja, trata-se de um processo onde não somente a imaginação dos povos indígenas está em jogo, mas também a nossa no qual os conceitos vão se distanciando cada vez mais de seus sentidos usuais e vão tomando novas formas. O livro traz ainda entrevista com o autor – feita por jovens antropólogos da revista Sexta Feira – onde ele trata de seu percurso sob uma abordag em mais concreta. Ele revela, por exemplo, como se deu sua passagem de estudioso de antropologia urbana para um de etnologia indígena, e sua entrada na Amazônia, território ainda relativamente inexplorado mesmo dentro de sua disciplina.

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A inconstância da alma selvagem Capa ilustrativa

A inconstância da alma selvagem

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Flanarte Flanarte SP - São Paulo
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Descrição Livro novo! X 480 p. Sinopse: O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo - o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor.

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A inconstância da alma selvagem

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Descrição Livro novo. Dimensão 23 x 13, 480 pág. Sinopse: O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo - o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor. Conforme lembra o antropólogo no prefá

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INCONSTANCIA DA ALMA SELVAGEM, A Capa ilustrativa

INCONSTANCIA DA ALMA SELVAGEM, A

Ano:   Editora: Ubu Editorial

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Livrofast Livrofast SP - São Paulo
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A Inconstância da Alma Selvagem

A Inconstância da Alma Selvagem

Ano:   Editora: Cosac Naify

Tipo: seminovo/usado

Sebo José de Alencar Sebo José de Alencar SP - São Paulo
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Descrição Primeiras páginas levemente onduladas na parte superior, grifos a lápis ao longo do texto. Sinopse: A trajetória intelectual de Eduardo Viveiros de Castro, um dos maiores antropólogos da atualidade, é editada pela primeira vez em um único volume. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os nove ensaios revistos pelo autor buscam alcançar o pensamento indígena. Para tanto, travam um forte diálogo com a filosofia, do qual resulta, por exemplo, o conceito de "perspectivismo", que permite entender como os índios veem os animais e a si mesmos. - 201629462

INCONSTANCIA DA ALMA SELVAGEM, A Capa ilustrativa

INCONSTANCIA DA ALMA SELVAGEM, A

Ano:   Editora: Ubu Editorial

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Livraria Livro Vivo Livraria Livro Vivo SP - São Paulo
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Descrição livro novo nunca manuseado ct

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Livraria Livro Vivo Livraria Livro Vivo SP - São Paulo
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Inconstância da Alma Selvagem

Inconstância da Alma Selvagem

Ano:   Editora: Ubu

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Aleph Virtual Aleph Virtual PR - Curitiba
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Descrição Novo, J.

A Inconstância da Alma Selvagem

A Inconstância da Alma Selvagem

Ano:   Editora: Edicoes Ubu

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Francisco Lira4 Francisco Lira4 SP - Guarulhos
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Descrição Capa comum: 480 páginas Editora: Ubu; Edição: 1ª (7 de abril de 2017) Idioma: Português ISBN-10: 8592886279 ISBN-13: 9788592886271 Dimensões do produto: 22, 6 x 13, 2 x 2, 6 cm O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor

A Inconstância da Alma Selvagem

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Loplop Livros Loplop Livros SP - São Paulo
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Descrição Livro novo! Brochura, formato 23cm 13 cm, 480 pg. O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas, os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo – o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor.

INCONSTANCIA DA ALMA SELVAGEM, A

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Cliquebooks Cliquebooks SP - São Paulo
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Descrição O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas,os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor.Conforme lembra o antropólogo no prefácio, a antropologia é sempre um exercício de tradução de uma cultura segundo outra. Reconstituir a imaginação indígena nos termos da nossa implicaria, portanto, algumas imprecisões. No entanto, se o exercício é bem feito, atinge-se o ponto em que transformamos o que entendemos em nossos termos em algo cujo significado se aproxima daquilo que os índios entendem nos termos deles. Ou seja, trata-se de um processo onde não somente a imaginação dos povos indígenas está em jogo, mas também a nossa no qual os conceitos vão se distanciando cada vez mais de seus sentidos usuais e vão tomando novas formas.O livro traz ainda entrevista com o autor feita por jovens antropólogos da revista Sexta Feira onde ele trata de seu percurso sob uma abordagem mais concreta. Ele revela, por exemplo, como se deu sua passagem de estudioso de antropologia urbana para um de etnologia indígena, e sua entrada na Amazônia, território ainda relativamente inexplorado mesmo dentro de sua disciplina.

INCONSTANCIA DA ALMA SELVAGEM, A

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Ano:   Editora: Ubu Ubu Editora

Tipo: novo

Cliquebooks Cliquebooks SP - São Paulo
99% Positivas
473 qualificações
R$ 67,15 + frete R$ 11,05

Total: R$ 78,20

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Descrição O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas,os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor.Conforme lembra o antropólogo no prefácio, a antropologia é sempre um exercício de tradução de uma cultura segundo outra. Reconstituir a imaginação indígena nos termos da nossa implicaria, portanto, algumas imprecisões. No entanto, se o exercício é bem feito, atinge-se o ponto em que transformamos o que entendemos em nossos termos em algo cujo significado se aproxima daquilo que os índios entendem nos termos deles. Ou seja, trata-se de um processo onde não somente a imaginação dos povos indígenas está em jogo, mas também a nossa no qual os conceitos vão se distanciando cada vez mais de seus sentidos usuais e vão tomando novas formas.O livro traz ainda entrevista com o autor feita por jovens antropólogos da revista Sexta Feira onde ele trata de seu percurso sob uma abordagem mais concreta. Ele revela, por exemplo, como se deu sua passagem de estudioso de antropologia urbana para um de etnologia indígena, e sua entrada na Amazônia, território ainda relativamente inexplorado mesmo dentro de sua disciplina.

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Descrição O volume inclui os principais textos que tornaram Eduardo Viveiros de Castro um dos mais influentes pensadores brasileiros da atualidade, no período que vai desde seu mestrado, em 1976, até 2000. Em grande parte centrados nas sociedades amazônicas,os oito ensaios são baseados em artigos publicados que foram selecionados e revistos pelo autor. Do forte diálogo entre a antropologia e a filosofia resultam conceitos-chave da obra do autor, como predação, troca, afinidade potencial e perspectivismo o qual permite entender como os índios enxergam os animais e a si próprios. A disposição cronológica dos ensaios revela ao leitor o processo de amadurecimento de tais conceitos ao longo da trajetória do autor.Conforme lembra o antropólogo no prefácio, a antropologia é sempre um exercício de tradução de uma cultura segundo outra. Reconstituir a imaginação indígena nos termos da nossa implicaria, portanto, algumas imprecisões. No entanto, se o exercício é bem feito, atinge-se o ponto em que transformamos o que entendemos em nossos termos em algo cujo significado se aproxima daquilo que os índios entendem nos termos deles. Ou seja, trata-se de um processo onde não somente a imaginação dos povos indígenas está em jogo, mas também a nossa no qual os conceitos vão se distanciando cada vez mais de seus sentidos usuais e vão tomando novas formas.O livro traz ainda entrevista com o autor feita por jovens antropólogos da revista Sexta Feira onde ele trata de seu percurso sob uma abordagem mais concreta. Ele revela, por exemplo, como se deu sua passagem de estudioso de antropologia urbana para um de etnologia indígena, e sua entrada na Amazônia, território ainda relativamente inexplorado mesmo dentro de sua disciplina.

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A Inconstância da Alma Selvagem Capa ilustrativa

A Inconstância da Alma Selvagem

Ano:   Editora: Cosac Naify

Tipo: novo

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