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Editora Rocco

São Paulo - SP

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Nas Arquibancadas

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Ficção Científica
R$ 14,70
+frete R$ 7,35 Total: R$ 22,05
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Nesse livro de John Grisham, o leitor não vai encontrar as tramas empresariais, as intrigas legais ou mesmo o número de páginas costumeiros. E não vai ter como se decepcionar. As 186 páginas de Nas arquibancadas (Bleachers, 2003) falam é da história do time de futebol americano escolar de uma pequena cidade. Neely Greenshaw é um corretor de imóveis com um joelho estourado. Mas, quinze anos atrás, era um dos grandes astros do time Spartans, da cidade de Messina, segundo alguns torcedores o maior de todos eles. Neely volta para Messina, depois de muitos anos de ausência, para acompanhar os últimos momentos de Eddie Rake, doente terminal e treinador que garantiu o sucesso dos Spartans durante décadas. Na verdade, o popularíssimo Rake é a figura principal do livro, nunca presente na ação mas citado e descrito por todos os personagens com amor ou ódio, e muitas vezes com uma incômoda combinação dos dois.

John Grisham é um advogado que usou sua experiência profissional para criar romances de suspense empresarial ou jurídico, como O dossiê pelicano, O homem que fazia chover e A firma, que o tornaram um dos mais populares autores americanos. Em Nas arquibancadas, ele usa uma outra experiência, a do garoto que jogou futebol americano no Colégio Southhaven. Grisham resgata seu passado e cria o pequeno universo da cidade de Messina, que vive em função do bem-sucedido time da escola local. E cria, também, um novo tipo de suspense. A trama do livro vai se construindo aos poucos, seguindo as memórias afetivas e raivosas de Neely Greenshaw em sua viagem de volta ao lar, o lugar onde se tornou uma celebridade antes de ter maturidade suficiente para lidar com o fato.

Durante a jornada sentimental de Neely e seus encontros com integrantes de várias gerações de jogadores dos Spartans ficamos sabendo como ele foi subornado para aceitar uma entre as muitas faculdades que o convidaram depois de completar a escola em Messina. Como ele recebia propina para continuar jogando bem. Como um acidente em campo, que arrebentou seu joelho, acabou com sua carreira de jogador e com parte de sua vida. Ficamos sabendo, também, como a sede de vitória do treinador Eddie Rake o levava a tratar seus jogadores da forma mais rigorosa possível, o que acabou causando a morte de um garoto durante um treino e a sua demissão depois de anos de sucesso profissional. Grisham esmiúça o mais popular dos esportes americanos como faz com meio empresarial e o sistema jurídico em outros livros.

Mas o romance é, em essência, sobre ilusão, ambição, fama e fracasso. E tem seus melhores momentos nas lembranças do jovem Neely, que, no auge da fama, trocou seu verdadeiro amor, a doce Cameron, pela gostosa, arrivista e popular Screamer. Nos encontros do maduro Neely com seus ex-colegas, pessoas que nunca conseguiram sair de Messina e vivem das glórias do passado. Na angústia do personagem em se confrontar com uma existência que ele tentou se convencer ter ocorrido numa vida passada. Em Nas arquibancadas, John Grisham dá o melhor de si, manipulando sentimentos da mesma forma que sempre fez com leis e estatutos, no estilo peculiar que o transformou no autor consagrado que é.

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Nesse livro de John Grisham, o leitor não vai encontrar as tramas empresariais, as intrigas legais ou mesmo o número de páginas costumeiros. E não vai ter como se decepcionar. As 186 páginas de Nas arquibancadas (Bleachers, 2003) falam é da história do time de futebol americano escolar de uma pequena cidade. Neely Greenshaw é um corretor de imóveis com um joelho estourado. Mas, quinze anos atrás, era um dos grandes astros do time Spartans, da cidade de Messina, segundo alguns torcedores o maior de todos eles. Neely volta para Messina, depois de muitos anos de ausência, para acompanhar os últimos momentos de Eddie Rake, doente terminal e treinador que garantiu o sucesso dos Spartans durante décadas. Na verdade, o popularíssimo Rake é a figura principal do livro, nunca presente na ação mas citado e descrito por todos os personagens com amor ou ódio, e muitas vezes com uma incômoda combinação dos dois.

John Grisham é um advogado que usou sua experiência profissional para criar romances de suspense empresarial ou jurídico, como O dossiê pelicano, O homem que fazia chover e A firma, que o tornaram um dos mais populares autores americanos. Em Nas arquibancadas, ele usa uma outra experiência, a do garoto que jogou futebol americano no Colégio Southhaven. Grisham resgata seu passado e cria o pequeno universo da cidade de Messina, que vive em função do bem-sucedido time da escola local. E cria, também, um novo tipo de suspense. A trama do livro vai se construindo aos poucos, seguindo as memórias afetivas e raivosas de Neely Greenshaw em sua viagem de volta ao lar, o lugar onde se tornou uma celebridade antes de ter maturidade suficiente para lidar com o fato.

Durante a jornada sentimental de Neely e seus encontros com integrantes de várias gerações de jogadores dos Spartans ficamos sabendo como ele foi subornado para aceitar uma entre as muitas faculdades que o convidaram depois de completar a escola em Messina. Como ele recebia propina para continuar jogando bem. Como um acidente em campo, que arrebentou seu joelho, acabou com sua carreira de jogador e com parte de sua vida. Ficamos sabendo, também, como a sede de vitória do treinador Eddie Rake o levava a tratar seus jogadores da forma mais rigorosa possível, o que acabou causando a morte de um garoto durante um treino e a sua demissão depois de anos de sucesso profissional. Grisham esmiúça o mais popular dos esportes americanos como faz com meio empresarial e o sistema jurídico em outros livros.

Mas o romance é, em essência, sobre ilusão, ambição, fama e fracasso. E tem seus melhores momentos nas lembranças do jovem Neely, que, no auge da fama, trocou seu verdadeiro amor, a doce Cameron, pela gostosa, arrivista e popular Screamer. Nos encontros do maduro Neely com seus ex-colegas, pessoas que nunca conseguiram sair de Messina e vivem das glórias do passado. Na angústia do personagem em se confrontar com uma existência que ele tentou se convencer ter ocorrido numa vida passada. Em Nas arquibancadas, John Grisham dá o melhor de si, manipulando sentimentos da mesma forma que sempre fez com leis e estatutos, no estilo peculiar que o transformou no autor consagrado que é.

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Nesse livro de John Grisham, o leitor não vai encontrar as tramas empresariais, as intrigas legais ou mesmo o número de páginas costumeiros. E não vai ter como se decepcionar. As 186 páginas de Nas arquibancadas (Bleachers, 2003) falam é da história do time de futebol americano escolar de uma pequena cidade. Neely Greenshaw é um corretor de imóveis com um joelho estourado. Mas, quinze anos atrás, era um dos grandes astros do time Spartans, da cidade de Messina, segundo alguns torcedores o maior de todos eles. Neely volta para Messina, depois de muitos anos de ausência, para acompanhar os últimos momentos de Eddie Rake, doente terminal e treinador que garantiu o sucesso dos Spartans durante décadas. Na verdade, o popularíssimo Rake é a figura principal do livro, nunca presente na ação mas citado e descrito por todos os personagens com amor ou ódio, e muitas vezes com uma incômoda combinação dos dois.

John Grisham é um advogado que usou sua experiência profissional para criar romances de suspense empresarial ou jurídico, como O dossiê pelicano, O homem que fazia chover e A firma, que o tornaram um dos mais populares autores americanos. Em Nas arquibancadas, ele usa uma outra experiência, a do garoto que jogou futebol americano no Colégio Southhaven. Grisham resgata seu passado e cria o pequeno universo da cidade de Messina, que vive em função do bem-sucedido time da escola local. E cria, também, um novo tipo de suspense. A trama do livro vai se construindo aos poucos, seguindo as memórias afetivas e raivosas de Neely Greenshaw em sua viagem de volta ao lar, o lugar onde se tornou uma celebridade antes de ter maturidade suficiente para lidar com o fato.

Durante a jornada sentimental de Neely e seus encontros com integrantes de várias gerações de jogadores dos Spartans ficamos sabendo como ele foi subornado para aceitar uma entre as muitas faculdades que o convidaram depois de completar a escola em Messina. Como ele recebia propina para continuar jogando bem. Como um acidente em campo, que arrebentou seu joelho, acabou com sua carreira de jogador e com parte de sua vida. Ficamos sabendo, também, como a sede de vitória do treinador Eddie Rake o levava a tratar seus jogadores da forma mais rigorosa possível, o que acabou causando a morte de um garoto durante um treino e a sua demissão depois de anos de sucesso profissional. Grisham esmiúça o mais popular dos esportes americanos como faz com meio empresarial e o sistema jurídico em outros livros.

Mas o romance é, em essência, sobre ilusão, ambição, fama e fracasso. E tem seus melhores momentos nas lembranças do jovem Neely, que, no auge da fama, trocou seu verdadeiro amor, a doce Cameron, pela gostosa, arrivista e popular Screamer. Nos encontros do maduro Neely com seus ex-colegas, pessoas que nunca conseguiram sair de Messina e vivem das glórias do passado. Na angústia do personagem em se confrontar com uma existência que ele tentou se convencer ter ocorrido numa vida passada. Em Nas arquibancadas, John Grisham dá o melhor de si, manipulando sentimentos da mesma forma que sempre fez com leis e estatutos, no estilo peculiar que o transformou no autor consagrado que é.

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John Grisham é um advogado que usou sua experiência profissional para criar romances de suspense empresarial ou jurídico, como O dossiê pelicano, O homem que fazia chover e A firma, que o tornaram um dos mais populares autores americanos. Em Nas arquibancadas, ele usa uma outra experiência, a do garoto que jogou futebol americano no Colégio Southhaven. Grisham resgata seu passado e cria o pequeno universo da cidade de Messina, que vive em função do bem-sucedido time da escola local. E cria, também, um novo tipo de suspense. A trama do livro vai se construindo aos poucos, seguindo as memórias afetivas e raivosas de Neely Greenshaw em sua viagem de volta ao lar, o lugar onde se tornou uma celebridade antes de ter maturidade suficiente para lidar com o fato.

Durante a jornada sentimental de Neely e seus encontros com integrantes de várias gerações de jogadores dos Spartans ficamos sabendo como ele foi subornado para aceitar uma entre as muitas faculdades que o convidaram depois de completar a escola em Messina. Como ele recebia propina para continuar jogando bem. Como um acidente em campo, que arrebentou seu joelho, acabou com sua carreira de jogador e com parte de sua vida. Ficamos sabendo, também, como a sede de vitória do treinador Eddie Rake o levava a tratar seus jogadores da forma mais rigorosa possível, o que acabou causando a morte de um garoto durante um treino e a sua demissão depois de anos de sucesso profissional. Grisham esmiúça o mais popular dos esportes americanos como faz com meio empresarial e o sistema jurídico em outros livros.

Mas o romance é, em essência, sobre ilusão, ambição, fama e fracasso. E tem seus melhores momentos nas lembranças do jovem Neely, que, no auge da fama, trocou seu verdadeiro amor, a doce Cameron, pela gostosa, arrivista e popular Screamer. Nos encontros do maduro Neely com seus ex-colegas, pessoas que nunca conseguiram sair de Messina e vivem das glórias do passado. Na angústia do personagem em se confrontar com uma existência que ele tentou se convencer ter ocorrido numa vida passada. Em Nas arquibancadas, John Grisham dá o melhor de si, manipulando sentimentos da mesma forma que sempre fez com leis e estatutos, no estilo peculiar que o transformou no autor consagrado que é.

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John Grisham é um advogado que usou sua experiência profissional para criar romances de suspense empresarial ou jurídico, como O dossiê pelicano, O homem que fazia chover e A firma, que o tornaram um dos mais populares autores americanos. Em Nas arquibancadas, ele usa uma outra experiência, a do garoto que jogou futebol americano no Colégio Southhaven. Grisham resgata seu passado e cria o pequeno universo da cidade de Messina, que vive em função do bem-sucedido time da escola local. E cria, também, um novo tipo de suspense. A trama do livro vai se construindo aos poucos, seguindo as memórias afetivas e raivosas de Neely Greenshaw em sua viagem de volta ao lar, o lugar onde se tornou uma celebridade antes de ter maturidade suficiente para lidar com o fato.

Durante a jornada sentimental de Neely e seus encontros com integrantes de várias gerações de jogadores dos Spartans ficamos sabendo como ele foi subornado para aceitar uma entre as muitas faculdades que o convidaram depois de completar a escola em Messina. Como ele recebia propina para continuar jogando bem. Como um acidente em campo, que arrebentou seu joelho, acabou com sua carreira de jogador e com parte de sua vida. Ficamos sabendo, também, como a sede de vitória do treinador Eddie Rake o levava a tratar seus jogadores da forma mais rigorosa possível, o que acabou causando a morte de um garoto durante um treino e a sua demissão depois de anos de sucesso profissional. Grisham esmiúça o mais popular dos esportes americanos como faz com meio empresarial e o sistema jurídico em outros livros.

Mas o romance é, em essência, sobre ilusão, ambição, fama e fracasso. E tem seus melhores momentos nas lembranças do jovem Neely, que, no auge da fama, trocou seu verdadeiro amor, a doce Cameron, pela gostosa, arrivista e popular Screamer. Nos encontros do maduro Neely com seus ex-colegas, pessoas que nunca conseguiram sair de Messina e vivem das glórias do passado. Na angústia do personagem em se confrontar com uma existência que ele tentou se convencer ter ocorrido numa vida passada. Em Nas arquibancadas, John Grisham dá o melhor de si, manipulando sentimentos da mesma forma que sempre fez com leis e estatutos, no estilo peculiar que o transformou no autor consagrado que é.

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Sr. Avesso

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
R$ 16,00
+frete R$ 6,35 Total: R$ 22,35
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Com simplicidade e muita graça, a escritora Angélica Lopes promete divertir a garotada com Sr. Avesso. O livro  é a primeira incursão no gênero infantil da autora, bastante conhecida do público juvenil pelos títulos da coleção Melhores Amigas (Plano B – Missão namoro; Fotos secretas – Missão viagem e Conspiração astral – Missão amizade) e Vida de modelo.

Na divertida trama, o pequeno Matheus Linhares, encantado com as excentricidades do vizinho da casa número 8 na Rua dos Guararapes, Otto Sallas, resolve trocar o nome para Suehtam Serahnil – o contrário. Otto era conhecido na vizinhança como Sr. Avesso, embora não se achasse uma pessoa do contra, pelo contrário, tinha absoluta certeza "de que era tudo ao seu redor que andava mesmo de cabeça pra baixo". Mesmo antes de conhecê-lo e decidir trocar de nome, Matheus já tinha descoberto que o mundo dos adultos era totalmente o avesso do mundo das crianças – adultos não passam o dia inteiro jogando videogame.

Já que Otto não queria proximidade nem ensinar seus truques de avessice, Matheus, ou melhor, Suehtam, junto de sua grande amiga Letícia, ou Aicítel, passou a observar de binóculos a rotina invertida de Sr. Avesso que o inspirou: entrar em casa andando sobre as mãos, tomar café no pires, vestir a meia por cima do sapato, dormir de dia, usar smoking em casa, começar a tomar sorvete pela casquinha (essa sim uma grande idéia).

Quem não gosta de nada disso é dona Lindalva, mãe do menino, que vai tirar satisfações com "aquele sujeitinho da casa 8" que "meteu essas idéias" na cabeça de seu filho, o que resulta num surpreendente desfecho para a história. Sr. Avesso é um livro gostoso e fácil de ler que agradará em cheio a todas as crianças, ensinando em suas entrelinhas valiosas lições de amizade e tolerância.

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Sr. Avesso

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
R$ 16,00
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Com simplicidade e muita graça, a escritora Angélica Lopes promete divertir a garotada com Sr. Avesso. O livro  é a primeira incursão no gênero infantil da autora, bastante conhecida do público juvenil pelos títulos da coleção Melhores Amigas (Plano B – Missão namoro; Fotos secretas – Missão viagem e Conspiração astral – Missão amizade) e Vida de modelo.

Na divertida trama, o pequeno Matheus Linhares, encantado com as excentricidades do vizinho da casa número 8 na Rua dos Guararapes, Otto Sallas, resolve trocar o nome para Suehtam Serahnil – o contrário. Otto era conhecido na vizinhança como Sr. Avesso, embora não se achasse uma pessoa do contra, pelo contrário, tinha absoluta certeza "de que era tudo ao seu redor que andava mesmo de cabeça pra baixo". Mesmo antes de conhecê-lo e decidir trocar de nome, Matheus já tinha descoberto que o mundo dos adultos era totalmente o avesso do mundo das crianças – adultos não passam o dia inteiro jogando videogame.

Já que Otto não queria proximidade nem ensinar seus truques de avessice, Matheus, ou melhor, Suehtam, junto de sua grande amiga Letícia, ou Aicítel, passou a observar de binóculos a rotina invertida de Sr. Avesso que o inspirou: entrar em casa andando sobre as mãos, tomar café no pires, vestir a meia por cima do sapato, dormir de dia, usar smoking em casa, começar a tomar sorvete pela casquinha (essa sim uma grande idéia).

Quem não gosta de nada disso é dona Lindalva, mãe do menino, que vai tirar satisfações com "aquele sujeitinho da casa 8" que "meteu essas idéias" na cabeça de seu filho, o que resulta num surpreendente desfecho para a história. Sr. Avesso é um livro gostoso e fácil de ler que agradará em cheio a todas as crianças, ensinando em suas entrelinhas valiosas lições de amizade e tolerância.

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Com simplicidade e muita graça, a escritora Angélica Lopes promete divertir a garotada com Sr. Avesso. O livro  é a primeira incursão no gênero infantil da autora, bastante conhecida do público juvenil pelos títulos da coleção Melhores Amigas (Plano B – Missão namoro; Fotos secretas – Missão viagem e Conspiração astral – Missão amizade) e Vida de modelo.

Na divertida trama, o pequeno Matheus Linhares, encantado com as excentricidades do vizinho da casa número 8 na Rua dos Guararapes, Otto Sallas, resolve trocar o nome para Suehtam Serahnil – o contrário. Otto era conhecido na vizinhança como Sr. Avesso, embora não se achasse uma pessoa do contra, pelo contrário, tinha absoluta certeza "de que era tudo ao seu redor que andava mesmo de cabeça pra baixo". Mesmo antes de conhecê-lo e decidir trocar de nome, Matheus já tinha descoberto que o mundo dos adultos era totalmente o avesso do mundo das crianças – adultos não passam o dia inteiro jogando videogame.

Já que Otto não queria proximidade nem ensinar seus truques de avessice, Matheus, ou melhor, Suehtam, junto de sua grande amiga Letícia, ou Aicítel, passou a observar de binóculos a rotina invertida de Sr. Avesso que o inspirou: entrar em casa andando sobre as mãos, tomar café no pires, vestir a meia por cima do sapato, dormir de dia, usar smoking em casa, começar a tomar sorvete pela casquinha (essa sim uma grande idéia).

Quem não gosta de nada disso é dona Lindalva, mãe do menino, que vai tirar satisfações com "aquele sujeitinho da casa 8" que "meteu essas idéias" na cabeça de seu filho, o que resulta num surpreendente desfecho para a história. Sr. Avesso é um livro gostoso e fácil de ler que agradará em cheio a todas as crianças, ensinando em suas entrelinhas valiosas lições de amizade e tolerância.

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Com simplicidade e muita graça, a escritora Angélica Lopes promete divertir a garotada com Sr. Avesso. O livro  é a primeira incursão no gênero infantil da autora, bastante conhecida do público juvenil pelos títulos da coleção Melhores Amigas (Plano B – Missão namoro; Fotos secretas – Missão viagem e Conspiração astral – Missão amizade) e Vida de modelo.

Na divertida trama, o pequeno Matheus Linhares, encantado com as excentricidades do vizinho da casa número 8 na Rua dos Guararapes, Otto Sallas, resolve trocar o nome para Suehtam Serahnil – o contrário. Otto era conhecido na vizinhança como Sr. Avesso, embora não se achasse uma pessoa do contra, pelo contrário, tinha absoluta certeza "de que era tudo ao seu redor que andava mesmo de cabeça pra baixo". Mesmo antes de conhecê-lo e decidir trocar de nome, Matheus já tinha descoberto que o mundo dos adultos era totalmente o avesso do mundo das crianças – adultos não passam o dia inteiro jogando videogame.

Já que Otto não queria proximidade nem ensinar seus truques de avessice, Matheus, ou melhor, Suehtam, junto de sua grande amiga Letícia, ou Aicítel, passou a observar de binóculos a rotina invertida de Sr. Avesso que o inspirou: entrar em casa andando sobre as mãos, tomar café no pires, vestir a meia por cima do sapato, dormir de dia, usar smoking em casa, começar a tomar sorvete pela casquinha (essa sim uma grande idéia).

Quem não gosta de nada disso é dona Lindalva, mãe do menino, que vai tirar satisfações com "aquele sujeitinho da casa 8" que "meteu essas idéias" na cabeça de seu filho, o que resulta num surpreendente desfecho para a história. Sr. Avesso é um livro gostoso e fácil de ler que agradará em cheio a todas as crianças, ensinando em suas entrelinhas valiosas lições de amizade e tolerância.

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Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
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Com simplicidade e muita graça, a escritora Angélica Lopes promete divertir a garotada com Sr. Avesso. O livro  é a primeira incursão no gênero infantil da autora, bastante conhecida do público juvenil pelos títulos da coleção Melhores Amigas (Plano B – Missão namoro; Fotos secretas – Missão viagem e Conspiração astral – Missão amizade) e Vida de modelo.

Na divertida trama, o pequeno Matheus Linhares, encantado com as excentricidades do vizinho da casa número 8 na Rua dos Guararapes, Otto Sallas, resolve trocar o nome para Suehtam Serahnil – o contrário. Otto era conhecido na vizinhança como Sr. Avesso, embora não se achasse uma pessoa do contra, pelo contrário, tinha absoluta certeza "de que era tudo ao seu redor que andava mesmo de cabeça pra baixo". Mesmo antes de conhecê-lo e decidir trocar de nome, Matheus já tinha descoberto que o mundo dos adultos era totalmente o avesso do mundo das crianças – adultos não passam o dia inteiro jogando videogame.

Já que Otto não queria proximidade nem ensinar seus truques de avessice, Matheus, ou melhor, Suehtam, junto de sua grande amiga Letícia, ou Aicítel, passou a observar de binóculos a rotina invertida de Sr. Avesso que o inspirou: entrar em casa andando sobre as mãos, tomar café no pires, vestir a meia por cima do sapato, dormir de dia, usar smoking em casa, começar a tomar sorvete pela casquinha (essa sim uma grande idéia).

Quem não gosta de nada disso é dona Lindalva, mãe do menino, que vai tirar satisfações com "aquele sujeitinho da casa 8" que "meteu essas idéias" na cabeça de seu filho, o que resulta num surpreendente desfecho para a história. Sr. Avesso é um livro gostoso e fácil de ler que agradará em cheio a todas as crianças, ensinando em suas entrelinhas valiosas lições de amizade e tolerância.

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Calico Joe

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Ficção Científica
R$ 14,70
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Ternos e togas dão lugar a camisetas e bonés no mais novo sucesso do mestre dos thrillers de tribunais. Em Calico Joe, John Grisham constrói um romance que vai muito além dos arremessos de beisebol. Ele se aproveita da paixão nacional dos americanos para contar uma história sobre pais e filhos, perdão e redenção. O título estreou em primeiro lugar na lista dos mais vendidos do The New York Times, mostrando que Grisham continua um contador de histórias imbatível, nos tribunais ou nos campos.

A trama começa no verão de 1973, quando o Cubs, time de Chicago, busca um novo jogador. O escolhido é um jovem promissor de Calico Rock, pequena cidade de Arkansas, Joe Castle. Com uma carreira em ascensão nas ligas menores, Joe rapidamente vira a sensação do beisebol norte-americano.

Quebrando todos os recordes possíveis para um novato, Castle se torna o novo ídolo e queridinho da América, inclusive do jovem Paul Tracey, filho de um veterano pitcher (arremessador) dos Mets, de Nova York.

De temperamento difícil, com uma carreira irregular e em queda, Warren Tracey fica ainda mais ressentido com a idolatria de seu filho por Joe Castle. Quando os Cubs vão a Nova York para jogar contra os Mets, toda a raiva e amargura vêm à tona. E um arremesso despropositado encerra uma das mais brilhantes carreiras do beisebol e muda a vida de todos para sempre.

John Grisham sempre sonhou em ser jogador de beisebol, e nunca escondeu isto de ninguém. Fã inveterado do esporte, ele o usou como pano de fundo de diversos de seus livros, como em O homem que fazia chover e A casa pintada. Em Calico Joe, no entanto, é o beisebol que move a história.

Pelos olhos de Paul Tracey, o autor leva seus leitores a uma emocionante viagem, acompanhando a carreira de Joe e de seu pai, e dos rumos que suas vidas tomam após o arremesso desmedido. Calico Joe é um John Grisham de primeira e o final surpreendente é uma prova disso. E quem não entende nada de beisebol não precisa se preocupar, o próprio autor escreve um posfácio onde decifra o jogo para o resto do mundo.

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Calico Joe

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Ternos e togas dão lugar a camisetas e bonés no mais novo sucesso do mestre dos thrillers de tribunais. Em Calico Joe, John Grisham constrói um romance que vai muito além dos arremessos de beisebol. Ele se aproveita da paixão nacional dos americanos para contar uma história sobre pais e filhos, perdão e redenção. O título estreou em primeiro lugar na lista dos mais vendidos do The New York Times, mostrando que Grisham continua um contador de histórias imbatível, nos tribunais ou nos campos.

A trama começa no verão de 1973, quando o Cubs, time de Chicago, busca um novo jogador. O escolhido é um jovem promissor de Calico Rock, pequena cidade de Arkansas, Joe Castle. Com uma carreira em ascensão nas ligas menores, Joe rapidamente vira a sensação do beisebol norte-americano.

Quebrando todos os recordes possíveis para um novato, Castle se torna o novo ídolo e queridinho da América, inclusive do jovem Paul Tracey, filho de um veterano pitcher (arremessador) dos Mets, de Nova York.

De temperamento difícil, com uma carreira irregular e em queda, Warren Tracey fica ainda mais ressentido com a idolatria de seu filho por Joe Castle. Quando os Cubs vão a Nova York para jogar contra os Mets, toda a raiva e amargura vêm à tona. E um arremesso despropositado encerra uma das mais brilhantes carreiras do beisebol e muda a vida de todos para sempre.

John Grisham sempre sonhou em ser jogador de beisebol, e nunca escondeu isto de ninguém. Fã inveterado do esporte, ele o usou como pano de fundo de diversos de seus livros, como em O homem que fazia chover e A casa pintada. Em Calico Joe, no entanto, é o beisebol que move a história.

Pelos olhos de Paul Tracey, o autor leva seus leitores a uma emocionante viagem, acompanhando a carreira de Joe e de seu pai, e dos rumos que suas vidas tomam após o arremesso desmedido. Calico Joe é um John Grisham de primeira e o final surpreendente é uma prova disso. E quem não entende nada de beisebol não precisa se preocupar, o próprio autor escreve um posfácio onde decifra o jogo para o resto do mundo.

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Ternos e togas dão lugar a camisetas e bonés no mais novo sucesso do mestre dos thrillers de tribunais. Em Calico Joe, John Grisham constrói um romance que vai muito além dos arremessos de beisebol. Ele se aproveita da paixão nacional dos americanos para contar uma história sobre pais e filhos, perdão e redenção. O título estreou em primeiro lugar na lista dos mais vendidos do The New York Times, mostrando que Grisham continua um contador de histórias imbatível, nos tribunais ou nos campos.

A trama começa no verão de 1973, quando o Cubs, time de Chicago, busca um novo jogador. O escolhido é um jovem promissor de Calico Rock, pequena cidade de Arkansas, Joe Castle. Com uma carreira em ascensão nas ligas menores, Joe rapidamente vira a sensação do beisebol norte-americano.

Quebrando todos os recordes possíveis para um novato, Castle se torna o novo ídolo e queridinho da América, inclusive do jovem Paul Tracey, filho de um veterano pitcher (arremessador) dos Mets, de Nova York.

De temperamento difícil, com uma carreira irregular e em queda, Warren Tracey fica ainda mais ressentido com a idolatria de seu filho por Joe Castle. Quando os Cubs vão a Nova York para jogar contra os Mets, toda a raiva e amargura vêm à tona. E um arremesso despropositado encerra uma das mais brilhantes carreiras do beisebol e muda a vida de todos para sempre.

John Grisham sempre sonhou em ser jogador de beisebol, e nunca escondeu isto de ninguém. Fã inveterado do esporte, ele o usou como pano de fundo de diversos de seus livros, como em O homem que fazia chover e A casa pintada. Em Calico Joe, no entanto, é o beisebol que move a história.

Pelos olhos de Paul Tracey, o autor leva seus leitores a uma emocionante viagem, acompanhando a carreira de Joe e de seu pai, e dos rumos que suas vidas tomam após o arremesso desmedido. Calico Joe é um John Grisham de primeira e o final surpreendente é uma prova disso. E quem não entende nada de beisebol não precisa se preocupar, o próprio autor escreve um posfácio onde decifra o jogo para o resto do mundo.

Saiba mais

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Calico Joe

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Ficção Científica
R$ 14,70
+frete R$ 7,87 Total: R$ 22,57
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Ternos e togas dão lugar a camisetas e bonés no mais novo sucesso do mestre dos thrillers de tribunais. Em Calico Joe, John Grisham constrói um romance que vai muito além dos arremessos de beisebol. Ele se aproveita da paixão nacional dos americanos para contar uma história sobre pais e filhos, perdão e redenção. O título estreou em primeiro lugar na lista dos mais vendidos do The New York Times, mostrando que Grisham continua um contador de histórias imbatível, nos tribunais ou nos campos.

A trama começa no verão de 1973, quando o Cubs, time de Chicago, busca um novo jogador. O escolhido é um jovem promissor de Calico Rock, pequena cidade de Arkansas, Joe Castle. Com uma carreira em ascensão nas ligas menores, Joe rapidamente vira a sensação do beisebol norte-americano.

Quebrando todos os recordes possíveis para um novato, Castle se torna o novo ídolo e queridinho da América, inclusive do jovem Paul Tracey, filho de um veterano pitcher (arremessador) dos Mets, de Nova York.

De temperamento difícil, com uma carreira irregular e em queda, Warren Tracey fica ainda mais ressentido com a idolatria de seu filho por Joe Castle. Quando os Cubs vão a Nova York para jogar contra os Mets, toda a raiva e amargura vêm à tona. E um arremesso despropositado encerra uma das mais brilhantes carreiras do beisebol e muda a vida de todos para sempre.

John Grisham sempre sonhou em ser jogador de beisebol, e nunca escondeu isto de ninguém. Fã inveterado do esporte, ele o usou como pano de fundo de diversos de seus livros, como em O homem que fazia chover e A casa pintada. Em Calico Joe, no entanto, é o beisebol que move a história.

Pelos olhos de Paul Tracey, o autor leva seus leitores a uma emocionante viagem, acompanhando a carreira de Joe e de seu pai, e dos rumos que suas vidas tomam após o arremesso desmedido. Calico Joe é um John Grisham de primeira e o final surpreendente é uma prova disso. E quem não entende nada de beisebol não precisa se preocupar, o próprio autor escreve um posfácio onde decifra o jogo para o resto do mundo.

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Esquecer o Natal

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Ficção Científica
R$ 14,70
+frete R$ 7,87 Total: R$ 22,57
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John Grisham, consagrado no mundo inteiro como o mestre do thriller, está lançando pela Editora Rocco seu mais recente livro, Esquecer o Natal, que já ocupa o segundo lugar nas listas dos best sellers dos Estados Unidos.

É uma surpresa. Grisham, que é advogado e já foi deputado, especializara-se em thrillers sobre advogados, corruptos ou não. Seus livros transformaram-se em filmes arrasadores, como A firma, dirigido por Sydney Pollack, com o advogado Tom Cruise enfrentando colegas mais ou menos mafiosos. A crítica americana o apontou como um dos melhores filmes dos anos 90. O livro ficou 47 semanas na lista dos mais vendidos de The New York Times, que deu os números definitivos: foi o best seller por excelência de todo o ano de 1991.

Já em Esquecer o Natal, nada de advogados, nem de suspense ou de máfia. Este novo livro apresenta aos leitores um John Grisham fazendo comédia, além de mostrar o que o ser humano tem de melhor, especialmente a amizade, o amor e o impulso para a solidariedade.

O livro conta a história de Nora e Luther Krunk, que planejam fazer um cruzeiro pelo Caribe para fugir do Natal. Escândalo e pasmo gerais, pois moram num bairro chique, onde todo mundo festeja o Natal com todo o brilho que tem a maior festa cristã. Só que, na véspera do embarque, sua filha volta do Peru, impossibilitando o cruzeiro. Em poucas horas, os Krunk são obrigados a improvisar uma festa que exigiria semanas e até meses de preparo. O atropelo é tão grande que o desastrado Luther sobe ao telhado para colocar um homem de neve — feito de plástico — junto à chaminé e acaba caindo lá de cima, sendo salvo por um fio elétrico enrolado ao seu pé. É aí que os vizinhos, que antes zombavam dos Krunk e suas trapalhadas, entram com a amizade e a solidariedade. A festa estava estragada? Os vizinhos fazem a festa. O rabugento Luther Krunk reconcilia-se com os vizinhos, com o Natal e com o mundo.

Autor de livros que grudam o leitor da primeira linha ao ponto final, como A firma, O cliente e O dossiê Pelicano, o lançamento de Esquecer o Natal transformou-se em um grande sucesso entre os leitores americanos. Mas quem conhece John Grisham talvez não se surpreenda tanto com esta reviravolta na bibliografia do mestre do thriller. O advogado Grisham, que abandonou os tribunais para trabalhar exclusivamente nos seus livros, recentemente voltou à cena para defender, com sucesso, os interesses da família de um ferroviário que morreu esmagado entre dois vagões. Fora este caso, nada de tribunais. Mas Grisham tem outra atividade. Quando não está escrevendo, dedica o tempo à caridade e faz viagens missionárias com um grupo da sua igreja evangélica.

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Esquecer o Natal

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Ficção Científica
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John Grisham, consagrado no mundo inteiro como o mestre do thriller, está lançando pela Editora Rocco seu mais recente livro, Esquecer o Natal, que já ocupa o segundo lugar nas listas dos best sellers dos Estados Unidos.

É uma surpresa. Grisham, que é advogado e já foi deputado, especializara-se em thrillers sobre advogados, corruptos ou não. Seus livros transformaram-se em filmes arrasadores, como A firma, dirigido por Sydney Pollack, com o advogado Tom Cruise enfrentando colegas mais ou menos mafiosos. A crítica americana o apontou como um dos melhores filmes dos anos 90. O livro ficou 47 semanas na lista dos mais vendidos de The New York Times, que deu os números definitivos: foi o best seller por excelência de todo o ano de 1991.

Já em Esquecer o Natal, nada de advogados, nem de suspense ou de máfia. Este novo livro apresenta aos leitores um John Grisham fazendo comédia, além de mostrar o que o ser humano tem de melhor, especialmente a amizade, o amor e o impulso para a solidariedade.

O livro conta a história de Nora e Luther Krunk, que planejam fazer um cruzeiro pelo Caribe para fugir do Natal. Escândalo e pasmo gerais, pois moram num bairro chique, onde todo mundo festeja o Natal com todo o brilho que tem a maior festa cristã. Só que, na véspera do embarque, sua filha volta do Peru, impossibilitando o cruzeiro. Em poucas horas, os Krunk são obrigados a improvisar uma festa que exigiria semanas e até meses de preparo. O atropelo é tão grande que o desastrado Luther sobe ao telhado para colocar um homem de neve — feito de plástico — junto à chaminé e acaba caindo lá de cima, sendo salvo por um fio elétrico enrolado ao seu pé. É aí que os vizinhos, que antes zombavam dos Krunk e suas trapalhadas, entram com a amizade e a solidariedade. A festa estava estragada? Os vizinhos fazem a festa. O rabugento Luther Krunk reconcilia-se com os vizinhos, com o Natal e com o mundo.

Autor de livros que grudam o leitor da primeira linha ao ponto final, como A firma, O cliente e O dossiê Pelicano, o lançamento de Esquecer o Natal transformou-se em um grande sucesso entre os leitores americanos. Mas quem conhece John Grisham talvez não se surpreenda tanto com esta reviravolta na bibliografia do mestre do thriller. O advogado Grisham, que abandonou os tribunais para trabalhar exclusivamente nos seus livros, recentemente voltou à cena para defender, com sucesso, os interesses da família de um ferroviário que morreu esmagado entre dois vagões. Fora este caso, nada de tribunais. Mas Grisham tem outra atividade. Quando não está escrevendo, dedica o tempo à caridade e faz viagens missionárias com um grupo da sua igreja evangélica.

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Esquecer o Natal

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Ficção Científica
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John Grisham, consagrado no mundo inteiro como o mestre do thriller, está lançando pela Editora Rocco seu mais recente livro, Esquecer o Natal, que já ocupa o segundo lugar nas listas dos best sellers dos Estados Unidos.

É uma surpresa. Grisham, que é advogado e já foi deputado, especializara-se em thrillers sobre advogados, corruptos ou não. Seus livros transformaram-se em filmes arrasadores, como A firma, dirigido por Sydney Pollack, com o advogado Tom Cruise enfrentando colegas mais ou menos mafiosos. A crítica americana o apontou como um dos melhores filmes dos anos 90. O livro ficou 47 semanas na lista dos mais vendidos de The New York Times, que deu os números definitivos: foi o best seller por excelência de todo o ano de 1991.

Já em Esquecer o Natal, nada de advogados, nem de suspense ou de máfia. Este novo livro apresenta aos leitores um John Grisham fazendo comédia, além de mostrar o que o ser humano tem de melhor, especialmente a amizade, o amor e o impulso para a solidariedade.

O livro conta a história de Nora e Luther Krunk, que planejam fazer um cruzeiro pelo Caribe para fugir do Natal. Escândalo e pasmo gerais, pois moram num bairro chique, onde todo mundo festeja o Natal com todo o brilho que tem a maior festa cristã. Só que, na véspera do embarque, sua filha volta do Peru, impossibilitando o cruzeiro. Em poucas horas, os Krunk são obrigados a improvisar uma festa que exigiria semanas e até meses de preparo. O atropelo é tão grande que o desastrado Luther sobe ao telhado para colocar um homem de neve — feito de plástico — junto à chaminé e acaba caindo lá de cima, sendo salvo por um fio elétrico enrolado ao seu pé. É aí que os vizinhos, que antes zombavam dos Krunk e suas trapalhadas, entram com a amizade e a solidariedade. A festa estava estragada? Os vizinhos fazem a festa. O rabugento Luther Krunk reconcilia-se com os vizinhos, com o Natal e com o mundo.

Autor de livros que grudam o leitor da primeira linha ao ponto final, como A firma, O cliente e O dossiê Pelicano, o lançamento de Esquecer o Natal transformou-se em um grande sucesso entre os leitores americanos. Mas quem conhece John Grisham talvez não se surpreenda tanto com esta reviravolta na bibliografia do mestre do thriller. O advogado Grisham, que abandonou os tribunais para trabalhar exclusivamente nos seus livros, recentemente voltou à cena para defender, com sucesso, os interesses da família de um ferroviário que morreu esmagado entre dois vagões. Fora este caso, nada de tribunais. Mas Grisham tem outra atividade. Quando não está escrevendo, dedica o tempo à caridade e faz viagens missionárias com um grupo da sua igreja evangélica.

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Calico Joe

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Ficção Científica
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Ternos e togas dão lugar a camisetas e bonés no mais novo sucesso do mestre dos thrillers de tribunais. Em Calico Joe, John Grisham constrói um romance que vai muito além dos arremessos de beisebol. Ele se aproveita da paixão nacional dos americanos para contar uma história sobre pais e filhos, perdão e redenção. O título estreou em primeiro lugar na lista dos mais vendidos do The New York Times, mostrando que Grisham continua um contador de histórias imbatível, nos tribunais ou nos campos.

A trama começa no verão de 1973, quando o Cubs, time de Chicago, busca um novo jogador. O escolhido é um jovem promissor de Calico Rock, pequena cidade de Arkansas, Joe Castle. Com uma carreira em ascensão nas ligas menores, Joe rapidamente vira a sensação do beisebol norte-americano.

Quebrando todos os recordes possíveis para um novato, Castle se torna o novo ídolo e queridinho da América, inclusive do jovem Paul Tracey, filho de um veterano pitcher (arremessador) dos Mets, de Nova York.

De temperamento difícil, com uma carreira irregular e em queda, Warren Tracey fica ainda mais ressentido com a idolatria de seu filho por Joe Castle. Quando os Cubs vão a Nova York para jogar contra os Mets, toda a raiva e amargura vêm à tona. E um arremesso despropositado encerra uma das mais brilhantes carreiras do beisebol e muda a vida de todos para sempre.

John Grisham sempre sonhou em ser jogador de beisebol, e nunca escondeu isto de ninguém. Fã inveterado do esporte, ele o usou como pano de fundo de diversos de seus livros, como em O homem que fazia chover e A casa pintada. Em Calico Joe, no entanto, é o beisebol que move a história.

Pelos olhos de Paul Tracey, o autor leva seus leitores a uma emocionante viagem, acompanhando a carreira de Joe e de seu pai, e dos rumos que suas vidas tomam após o arremesso desmedido. Calico Joe é um John Grisham de primeira e o final surpreendente é uma prova disso. E quem não entende nada de beisebol não precisa se preocupar, o próprio autor escreve um posfácio onde decifra o jogo para o resto do mundo.

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Esquecer o Natal

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Ficção Científica
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John Grisham, consagrado no mundo inteiro como o mestre do thriller, está lançando pela Editora Rocco seu mais recente livro, Esquecer o Natal, que já ocupa o segundo lugar nas listas dos best sellers dos Estados Unidos.

É uma surpresa. Grisham, que é advogado e já foi deputado, especializara-se em thrillers sobre advogados, corruptos ou não. Seus livros transformaram-se em filmes arrasadores, como A firma, dirigido por Sydney Pollack, com o advogado Tom Cruise enfrentando colegas mais ou menos mafiosos. A crítica americana o apontou como um dos melhores filmes dos anos 90. O livro ficou 47 semanas na lista dos mais vendidos de The New York Times, que deu os números definitivos: foi o best seller por excelência de todo o ano de 1991.

Já em Esquecer o Natal, nada de advogados, nem de suspense ou de máfia. Este novo livro apresenta aos leitores um John Grisham fazendo comédia, além de mostrar o que o ser humano tem de melhor, especialmente a amizade, o amor e o impulso para a solidariedade.

O livro conta a história de Nora e Luther Krunk, que planejam fazer um cruzeiro pelo Caribe para fugir do Natal. Escândalo e pasmo gerais, pois moram num bairro chique, onde todo mundo festeja o Natal com todo o brilho que tem a maior festa cristã. Só que, na véspera do embarque, sua filha volta do Peru, impossibilitando o cruzeiro. Em poucas horas, os Krunk são obrigados a improvisar uma festa que exigiria semanas e até meses de preparo. O atropelo é tão grande que o desastrado Luther sobe ao telhado para colocar um homem de neve — feito de plástico — junto à chaminé e acaba caindo lá de cima, sendo salvo por um fio elétrico enrolado ao seu pé. É aí que os vizinhos, que antes zombavam dos Krunk e suas trapalhadas, entram com a amizade e a solidariedade. A festa estava estragada? Os vizinhos fazem a festa. O rabugento Luther Krunk reconcilia-se com os vizinhos, com o Natal e com o mundo.

Autor de livros que grudam o leitor da primeira linha ao ponto final, como A firma, O cliente e O dossiê Pelicano, o lançamento de Esquecer o Natal transformou-se em um grande sucesso entre os leitores americanos. Mas quem conhece John Grisham talvez não se surpreenda tanto com esta reviravolta na bibliografia do mestre do thriller. O advogado Grisham, que abandonou os tribunais para trabalhar exclusivamente nos seus livros, recentemente voltou à cena para defender, com sucesso, os interesses da família de um ferroviário que morreu esmagado entre dois vagões. Fora este caso, nada de tribunais. Mas Grisham tem outra atividade. Quando não está escrevendo, dedica o tempo à caridade e faz viagens missionárias com um grupo da sua igreja evangélica.

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Esquecer o Natal

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John Grisham, consagrado no mundo inteiro como o mestre do thriller, está lançando pela Editora Rocco seu mais recente livro, Esquecer o Natal, que já ocupa o segundo lugar nas listas dos best sellers dos Estados Unidos.

É uma surpresa. Grisham, que é advogado e já foi deputado, especializara-se em thrillers sobre advogados, corruptos ou não. Seus livros transformaram-se em filmes arrasadores, como A firma, dirigido por Sydney Pollack, com o advogado Tom Cruise enfrentando colegas mais ou menos mafiosos. A crítica americana o apontou como um dos melhores filmes dos anos 90. O livro ficou 47 semanas na lista dos mais vendidos de The New York Times, que deu os números definitivos: foi o best seller por excelência de todo o ano de 1991.

Já em Esquecer o Natal, nada de advogados, nem de suspense ou de máfia. Este novo livro apresenta aos leitores um John Grisham fazendo comédia, além de mostrar o que o ser humano tem de melhor, especialmente a amizade, o amor e o impulso para a solidariedade.

O livro conta a história de Nora e Luther Krunk, que planejam fazer um cruzeiro pelo Caribe para fugir do Natal. Escândalo e pasmo gerais, pois moram num bairro chique, onde todo mundo festeja o Natal com todo o brilho que tem a maior festa cristã. Só que, na véspera do embarque, sua filha volta do Peru, impossibilitando o cruzeiro. Em poucas horas, os Krunk são obrigados a improvisar uma festa que exigiria semanas e até meses de preparo. O atropelo é tão grande que o desastrado Luther sobe ao telhado para colocar um homem de neve — feito de plástico — junto à chaminé e acaba caindo lá de cima, sendo salvo por um fio elétrico enrolado ao seu pé. É aí que os vizinhos, que antes zombavam dos Krunk e suas trapalhadas, entram com a amizade e a solidariedade. A festa estava estragada? Os vizinhos fazem a festa. O rabugento Luther Krunk reconcilia-se com os vizinhos, com o Natal e com o mundo.

Autor de livros que grudam o leitor da primeira linha ao ponto final, como A firma, O cliente e O dossiê Pelicano, o lançamento de Esquecer o Natal transformou-se em um grande sucesso entre os leitores americanos. Mas quem conhece John Grisham talvez não se surpreenda tanto com esta reviravolta na bibliografia do mestre do thriller. O advogado Grisham, que abandonou os tribunais para trabalhar exclusivamente nos seus livros, recentemente voltou à cena para defender, com sucesso, os interesses da família de um ferroviário que morreu esmagado entre dois vagões. Fora este caso, nada de tribunais. Mas Grisham tem outra atividade. Quando não está escrevendo, dedica o tempo à caridade e faz viagens missionárias com um grupo da sua igreja evangélica.

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Meu nome é Amanda

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Literatura Estrangeira
R$ 15,60
+frete R$ 7,35 Total: R$ 22,95
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Amanda pode ser a menina da porta ao lado. É bonita, inteligente, articulada e confiante. No entanto, nem sempre foi assim. Quando encarava o espelho, Amanda simplesmente não se identificava com o que via. O motivo não era simples: Amanda foi designada homem ao nascer. Seu corpo dito masculino não se ajustava a sua identidade feminina. Quando criança, a mãe perguntava o que ela mais gostaria: “de ser menina”, dizia. Ao longo de sua juventude, ela buscou ajustar-se ao que para ela era fato: ela não queria ser uma mulher. Ela sempre foi uma.
 
Meu nome é Amanda, lançamento do selo de entretenimento Fábrica231, é o relato em primeira pessoa de Amanda Guimarães, 27 anos, uma mulher transexual e um fenômeno da internet. Seu canal no youtube Mandy Candy (www.youtube.com/mandyparamaiores) está prestes a alcançar a marca de 300 mil assinaturas. Nela, Mandy fala sobre temas de interesse dos jovens, como namoro, músicas – ela não vive sem uma trilha sonora – e video games – sim, ela é viciada e herdou o gosto da mãe. E claro, fala de sua experiência como mulher transexual, os dilemas e as inadequações, conquistas e alegrias para superar as dificuldades e se tornar quem sempre desejou.
 
Com linguagem informal e direta, Amanda conta a trajetória em família, caçula com muitos irmãos, com uma mãe que sustentava a todos com dificuldade num lar cheio de amor. E a dificuldade com o ambiente escolar, primeira fronteira de bullying e preconceito. Por medo e inadequação, repetiu dois anos por faltas. Ela fingia ir à escola, mas ficava em casa quando a mãe e os irmãos saíam. Na vida adulta, fala sobre o bullying no emprego – com fofocas sobre sua identidade de gênero – e na constante necessidade de reafirmar sua identidade, em conflito com seu nome masculino nos documentos oficiais.
 
Amanda enfrentou diversos conflitos na busca por sua verdadeira identidade. O desânimo era quase mortal e pensamentos suicidas a tomavam de assalto. “Vocês sabiam que a taxa mundial de suicídio entre transexuais é VINTE E SEIS VEZES MAIOR que entre pessoas cis? Entendam que preconceito LITERALMENTE mata pessoas trans, e a nossa expectativa de vida é baixíssima”, alerta. De homem homossexual – identidade com a qual não se identificava, pois se via como mulher – a mulher transexual, foram muitos anos de sofrimento e discriminação, inclusive entre alguns gays, que não curtiam “travecos”. Ao descobrir a transexualidade, e que não era a única no mundo a sentir o que sentia, Amanda passou pela transição para alinhar seu corpo a seu gênero e, por fim, realizou a cirurgia de redesignação sexual, na Tailândia, em 2012.
 
Para Amanda, adolescentes deveriam ser orientados e informados sobre sexualidade pela sociedade, família e escolas. No Brasil, já existem políticas públicas voltadas para essa parcela da população, mas Amanda assinala que o processo é ainda muito demorado, o que só prolonga o sofrimento. Vivendo em Hong Kong, casada e trabalhando, Amanda superou suas dúvidas com sucesso, mas ela ainda é uma exceção. Que sua história sirva de farol para outros jovens na mesma situação.

 
 


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Meu nome é Amanda

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Literatura Estrangeira
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Amanda pode ser a menina da porta ao lado. É bonita, inteligente, articulada e confiante. No entanto, nem sempre foi assim. Quando encarava o espelho, Amanda simplesmente não se identificava com o que via. O motivo não era simples: Amanda foi designada homem ao nascer. Seu corpo dito masculino não se ajustava a sua identidade feminina. Quando criança, a mãe perguntava o que ela mais gostaria: “de ser menina”, dizia. Ao longo de sua juventude, ela buscou ajustar-se ao que para ela era fato: ela não queria ser uma mulher. Ela sempre foi uma.
 
Meu nome é Amanda, lançamento do selo de entretenimento Fábrica231, é o relato em primeira pessoa de Amanda Guimarães, 27 anos, uma mulher transexual e um fenômeno da internet. Seu canal no youtube Mandy Candy (www.youtube.com/mandyparamaiores) está prestes a alcançar a marca de 300 mil assinaturas. Nela, Mandy fala sobre temas de interesse dos jovens, como namoro, músicas – ela não vive sem uma trilha sonora – e video games – sim, ela é viciada e herdou o gosto da mãe. E claro, fala de sua experiência como mulher transexual, os dilemas e as inadequações, conquistas e alegrias para superar as dificuldades e se tornar quem sempre desejou.
 
Com linguagem informal e direta, Amanda conta a trajetória em família, caçula com muitos irmãos, com uma mãe que sustentava a todos com dificuldade num lar cheio de amor. E a dificuldade com o ambiente escolar, primeira fronteira de bullying e preconceito. Por medo e inadequação, repetiu dois anos por faltas. Ela fingia ir à escola, mas ficava em casa quando a mãe e os irmãos saíam. Na vida adulta, fala sobre o bullying no emprego – com fofocas sobre sua identidade de gênero – e na constante necessidade de reafirmar sua identidade, em conflito com seu nome masculino nos documentos oficiais.
 
Amanda enfrentou diversos conflitos na busca por sua verdadeira identidade. O desânimo era quase mortal e pensamentos suicidas a tomavam de assalto. “Vocês sabiam que a taxa mundial de suicídio entre transexuais é VINTE E SEIS VEZES MAIOR que entre pessoas cis? Entendam que preconceito LITERALMENTE mata pessoas trans, e a nossa expectativa de vida é baixíssima”, alerta. De homem homossexual – identidade com a qual não se identificava, pois se via como mulher – a mulher transexual, foram muitos anos de sofrimento e discriminação, inclusive entre alguns gays, que não curtiam “travecos”. Ao descobrir a transexualidade, e que não era a única no mundo a sentir o que sentia, Amanda passou pela transição para alinhar seu corpo a seu gênero e, por fim, realizou a cirurgia de redesignação sexual, na Tailândia, em 2012.
 
Para Amanda, adolescentes deveriam ser orientados e informados sobre sexualidade pela sociedade, família e escolas. No Brasil, já existem políticas públicas voltadas para essa parcela da população, mas Amanda assinala que o processo é ainda muito demorado, o que só prolonga o sofrimento. Vivendo em Hong Kong, casada e trabalhando, Amanda superou suas dúvidas com sucesso, mas ela ainda é uma exceção. Que sua história sirva de farol para outros jovens na mesma situação.

 
 


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Meu nome é Amanda

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Literatura Estrangeira
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Amanda pode ser a menina da porta ao lado. É bonita, inteligente, articulada e confiante. No entanto, nem sempre foi assim. Quando encarava o espelho, Amanda simplesmente não se identificava com o que via. O motivo não era simples: Amanda foi designada homem ao nascer. Seu corpo dito masculino não se ajustava a sua identidade feminina. Quando criança, a mãe perguntava o que ela mais gostaria: “de ser menina”, dizia. Ao longo de sua juventude, ela buscou ajustar-se ao que para ela era fato: ela não queria ser uma mulher. Ela sempre foi uma.
 
Meu nome é Amanda, lançamento do selo de entretenimento Fábrica231, é o relato em primeira pessoa de Amanda Guimarães, 27 anos, uma mulher transexual e um fenômeno da internet. Seu canal no youtube Mandy Candy (www.youtube.com/mandyparamaiores) está prestes a alcançar a marca de 300 mil assinaturas. Nela, Mandy fala sobre temas de interesse dos jovens, como namoro, músicas – ela não vive sem uma trilha sonora – e video games – sim, ela é viciada e herdou o gosto da mãe. E claro, fala de sua experiência como mulher transexual, os dilemas e as inadequações, conquistas e alegrias para superar as dificuldades e se tornar quem sempre desejou.
 
Com linguagem informal e direta, Amanda conta a trajetória em família, caçula com muitos irmãos, com uma mãe que sustentava a todos com dificuldade num lar cheio de amor. E a dificuldade com o ambiente escolar, primeira fronteira de bullying e preconceito. Por medo e inadequação, repetiu dois anos por faltas. Ela fingia ir à escola, mas ficava em casa quando a mãe e os irmãos saíam. Na vida adulta, fala sobre o bullying no emprego – com fofocas sobre sua identidade de gênero – e na constante necessidade de reafirmar sua identidade, em conflito com seu nome masculino nos documentos oficiais.
 
Amanda enfrentou diversos conflitos na busca por sua verdadeira identidade. O desânimo era quase mortal e pensamentos suicidas a tomavam de assalto. “Vocês sabiam que a taxa mundial de suicídio entre transexuais é VINTE E SEIS VEZES MAIOR que entre pessoas cis? Entendam que preconceito LITERALMENTE mata pessoas trans, e a nossa expectativa de vida é baixíssima”, alerta. De homem homossexual – identidade com a qual não se identificava, pois se via como mulher – a mulher transexual, foram muitos anos de sofrimento e discriminação, inclusive entre alguns gays, que não curtiam “travecos”. Ao descobrir a transexualidade, e que não era a única no mundo a sentir o que sentia, Amanda passou pela transição para alinhar seu corpo a seu gênero e, por fim, realizou a cirurgia de redesignação sexual, na Tailândia, em 2012.
 
Para Amanda, adolescentes deveriam ser orientados e informados sobre sexualidade pela sociedade, família e escolas. No Brasil, já existem políticas públicas voltadas para essa parcela da população, mas Amanda assinala que o processo é ainda muito demorado, o que só prolonga o sofrimento. Vivendo em Hong Kong, casada e trabalhando, Amanda superou suas dúvidas com sucesso, mas ela ainda é uma exceção. Que sua história sirva de farol para outros jovens na mesma situação.

 
 


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Amanda pode ser a menina da porta ao lado. É bonita, inteligente, articulada e confiante. No entanto, nem sempre foi assim. Quando encarava o espelho, Amanda simplesmente não se identificava com o que via. O motivo não era simples: Amanda foi designada homem ao nascer. Seu corpo dito masculino não se ajustava a sua identidade feminina. Quando criança, a mãe perguntava o que ela mais gostaria: “de ser menina”, dizia. Ao longo de sua juventude, ela buscou ajustar-se ao que para ela era fato: ela não queria ser uma mulher. Ela sempre foi uma.
 
Meu nome é Amanda, lançamento do selo de entretenimento Fábrica231, é o relato em primeira pessoa de Amanda Guimarães, 27 anos, uma mulher transexual e um fenômeno da internet. Seu canal no youtube Mandy Candy (www.youtube.com/mandyparamaiores) está prestes a alcançar a marca de 300 mil assinaturas. Nela, Mandy fala sobre temas de interesse dos jovens, como namoro, músicas – ela não vive sem uma trilha sonora – e video games – sim, ela é viciada e herdou o gosto da mãe. E claro, fala de sua experiência como mulher transexual, os dilemas e as inadequações, conquistas e alegrias para superar as dificuldades e se tornar quem sempre desejou.
 
Com linguagem informal e direta, Amanda conta a trajetória em família, caçula com muitos irmãos, com uma mãe que sustentava a todos com dificuldade num lar cheio de amor. E a dificuldade com o ambiente escolar, primeira fronteira de bullying e preconceito. Por medo e inadequação, repetiu dois anos por faltas. Ela fingia ir à escola, mas ficava em casa quando a mãe e os irmãos saíam. Na vida adulta, fala sobre o bullying no emprego – com fofocas sobre sua identidade de gênero – e na constante necessidade de reafirmar sua identidade, em conflito com seu nome masculino nos documentos oficiais.
 
Amanda enfrentou diversos conflitos na busca por sua verdadeira identidade. O desânimo era quase mortal e pensamentos suicidas a tomavam de assalto. “Vocês sabiam que a taxa mundial de suicídio entre transexuais é VINTE E SEIS VEZES MAIOR que entre pessoas cis? Entendam que preconceito LITERALMENTE mata pessoas trans, e a nossa expectativa de vida é baixíssima”, alerta. De homem homossexual – identidade com a qual não se identificava, pois se via como mulher – a mulher transexual, foram muitos anos de sofrimento e discriminação, inclusive entre alguns gays, que não curtiam “travecos”. Ao descobrir a transexualidade, e que não era a única no mundo a sentir o que sentia, Amanda passou pela transição para alinhar seu corpo a seu gênero e, por fim, realizou a cirurgia de redesignação sexual, na Tailândia, em 2012.
 
Para Amanda, adolescentes deveriam ser orientados e informados sobre sexualidade pela sociedade, família e escolas. No Brasil, já existem políticas públicas voltadas para essa parcela da população, mas Amanda assinala que o processo é ainda muito demorado, o que só prolonga o sofrimento. Vivendo em Hong Kong, casada e trabalhando, Amanda superou suas dúvidas com sucesso, mas ela ainda é uma exceção. Que sua história sirva de farol para outros jovens na mesma situação.

 
 


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Meu nome é Amanda

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Literatura Estrangeira
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+frete R$ 7,35 Total: R$ 22,95
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Amanda pode ser a menina da porta ao lado. É bonita, inteligente, articulada e confiante. No entanto, nem sempre foi assim. Quando encarava o espelho, Amanda simplesmente não se identificava com o que via. O motivo não era simples: Amanda foi designada homem ao nascer. Seu corpo dito masculino não se ajustava a sua identidade feminina. Quando criança, a mãe perguntava o que ela mais gostaria: “de ser menina”, dizia. Ao longo de sua juventude, ela buscou ajustar-se ao que para ela era fato: ela não queria ser uma mulher. Ela sempre foi uma.
 
Meu nome é Amanda, lançamento do selo de entretenimento Fábrica231, é o relato em primeira pessoa de Amanda Guimarães, 27 anos, uma mulher transexual e um fenômeno da internet. Seu canal no youtube Mandy Candy (www.youtube.com/mandyparamaiores) está prestes a alcançar a marca de 300 mil assinaturas. Nela, Mandy fala sobre temas de interesse dos jovens, como namoro, músicas – ela não vive sem uma trilha sonora – e video games – sim, ela é viciada e herdou o gosto da mãe. E claro, fala de sua experiência como mulher transexual, os dilemas e as inadequações, conquistas e alegrias para superar as dificuldades e se tornar quem sempre desejou.
 
Com linguagem informal e direta, Amanda conta a trajetória em família, caçula com muitos irmãos, com uma mãe que sustentava a todos com dificuldade num lar cheio de amor. E a dificuldade com o ambiente escolar, primeira fronteira de bullying e preconceito. Por medo e inadequação, repetiu dois anos por faltas. Ela fingia ir à escola, mas ficava em casa quando a mãe e os irmãos saíam. Na vida adulta, fala sobre o bullying no emprego – com fofocas sobre sua identidade de gênero – e na constante necessidade de reafirmar sua identidade, em conflito com seu nome masculino nos documentos oficiais.
 
Amanda enfrentou diversos conflitos na busca por sua verdadeira identidade. O desânimo era quase mortal e pensamentos suicidas a tomavam de assalto. “Vocês sabiam que a taxa mundial de suicídio entre transexuais é VINTE E SEIS VEZES MAIOR que entre pessoas cis? Entendam que preconceito LITERALMENTE mata pessoas trans, e a nossa expectativa de vida é baixíssima”, alerta. De homem homossexual – identidade com a qual não se identificava, pois se via como mulher – a mulher transexual, foram muitos anos de sofrimento e discriminação, inclusive entre alguns gays, que não curtiam “travecos”. Ao descobrir a transexualidade, e que não era a única no mundo a sentir o que sentia, Amanda passou pela transição para alinhar seu corpo a seu gênero e, por fim, realizou a cirurgia de redesignação sexual, na Tailândia, em 2012.
 
Para Amanda, adolescentes deveriam ser orientados e informados sobre sexualidade pela sociedade, família e escolas. No Brasil, já existem políticas públicas voltadas para essa parcela da população, mas Amanda assinala que o processo é ainda muito demorado, o que só prolonga o sofrimento. Vivendo em Hong Kong, casada e trabalhando, Amanda superou suas dúvidas com sucesso, mas ela ainda é uma exceção. Que sua história sirva de farol para outros jovens na mesma situação.

 
 


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Jogando por Pizza

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Ficção Científica
R$ 14,70
+frete R$ 8,82 Total: R$ 23,52
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Rick Dockery era um perdedor nato. Terceiro reserva do time de futebol americano Cleveland Browns, ele errou três vezes nos últimos 11 minutos da partida contra o Denver Broncos e tirou de sua equipe a chance de participar do Super Bowl. Com o apelido de “maior mico do futebol americano de todos os tempos”, só resta a Rick partir para outra. E ele escolhe a Itália como destino. Em Jogando por pizza, John Grisham surpreende o leitor com uma viagem de descoberta dos prazeres e sabores da Itália e prova que, nos tribunais ou em campo, ele é um insuperável contador de histórias, responsável por mais de 250 milhões de exemplares de livros vendidos em todo o mundo.

Antes de ser levado à região da Toscana, o leitor é apresentado ao protagonista Rick Dockery. Depois de permanecer apagado em uma cama de hospital por mais de 24 horas por conta de uma concussão, Rick descobre que é um jogador condenado a amargar o eterno anonimato, banido dos campos para sempre. Seu empresário, Ernie, tenta ao máximo recolocá-lo em um time da segunda divisão da liga. Depois de dezenas de telefonemas mal-sucedidos, ele consegue uma vaga para Rick no Panthers. Não o Carolina Panthers, dos Estados Unidos, mas sim o italiano Parma Panthers.

Sem saber nada do novo país e sequer uma frase de italiano, Rick chega à cidade como uma promessa. Para os Panthers, pouco interessa se o novo quarterback é o maior desastre da liga nacional norte-americana, pois ali ele é infinitamente superior a qualquer um dos jogadores que já tiveram. E eles esperam ganhar nada menos que o Super Bowl italiano. Deixando a frustração de lado, Rick vai aos poucos conhecendo melhor a cidade, a maneira como os italianos encaram a vida e, principalmente, as comidas parmigianas.

Grisham explica no epílogo do livro que o Parma Panthers realmente existe e faz parte da liga italiana de futebol americano. Apesar de não alcançar a divulgação que tem o futebol tradicional, o futebol americano na Itália tem fãs apaixonados e times que lutam de verdade para conquistar o campeonato. Para apurar os detalhes das partidas, dos longos jantares dos jogadores e da rotina de uma cidade como Parma, o autor contou com preciosas ajudas do time verdadeiro, dos jogadores americanos que vivem lá e dos próprios italianos.

Na passagem por Parma, o escritor foi o convidado de honra do prefeito na apresentação de Otelo, no Teatro Régio – experiência retratada no livro. Com tom leve e mostrando um pouco do que há de melhor na Itália, Grisham conduz o leitor num passeio por belas cidades, restaurantes e locais históricos, além de mostrar a integração de um típico norte-americano ao estilo italiano de viver. Assim, vai valer muito a pena ficar longe dos tribunais por uma temporada.

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Rick Dockery era um perdedor nato. Terceiro reserva do time de futebol americano Cleveland Browns, ele errou três vezes nos últimos 11 minutos da partida contra o Denver Broncos e tirou de sua equipe a chance de participar do Super Bowl. Com o apelido de “maior mico do futebol americano de todos os tempos”, só resta a Rick partir para outra. E ele escolhe a Itália como destino. Em Jogando por pizza, John Grisham surpreende o leitor com uma viagem de descoberta dos prazeres e sabores da Itália e prova que, nos tribunais ou em campo, ele é um insuperável contador de histórias, responsável por mais de 250 milhões de exemplares de livros vendidos em todo o mundo.

Antes de ser levado à região da Toscana, o leitor é apresentado ao protagonista Rick Dockery. Depois de permanecer apagado em uma cama de hospital por mais de 24 horas por conta de uma concussão, Rick descobre que é um jogador condenado a amargar o eterno anonimato, banido dos campos para sempre. Seu empresário, Ernie, tenta ao máximo recolocá-lo em um time da segunda divisão da liga. Depois de dezenas de telefonemas mal-sucedidos, ele consegue uma vaga para Rick no Panthers. Não o Carolina Panthers, dos Estados Unidos, mas sim o italiano Parma Panthers.

Sem saber nada do novo país e sequer uma frase de italiano, Rick chega à cidade como uma promessa. Para os Panthers, pouco interessa se o novo quarterback é o maior desastre da liga nacional norte-americana, pois ali ele é infinitamente superior a qualquer um dos jogadores que já tiveram. E eles esperam ganhar nada menos que o Super Bowl italiano. Deixando a frustração de lado, Rick vai aos poucos conhecendo melhor a cidade, a maneira como os italianos encaram a vida e, principalmente, as comidas parmigianas.

Grisham explica no epílogo do livro que o Parma Panthers realmente existe e faz parte da liga italiana de futebol americano. Apesar de não alcançar a divulgação que tem o futebol tradicional, o futebol americano na Itália tem fãs apaixonados e times que lutam de verdade para conquistar o campeonato. Para apurar os detalhes das partidas, dos longos jantares dos jogadores e da rotina de uma cidade como Parma, o autor contou com preciosas ajudas do time verdadeiro, dos jogadores americanos que vivem lá e dos próprios italianos.

Na passagem por Parma, o escritor foi o convidado de honra do prefeito na apresentação de Otelo, no Teatro Régio – experiência retratada no livro. Com tom leve e mostrando um pouco do que há de melhor na Itália, Grisham conduz o leitor num passeio por belas cidades, restaurantes e locais históricos, além de mostrar a integração de um típico norte-americano ao estilo italiano de viver. Assim, vai valer muito a pena ficar longe dos tribunais por uma temporada.

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Rick Dockery era um perdedor nato. Terceiro reserva do time de futebol americano Cleveland Browns, ele errou três vezes nos últimos 11 minutos da partida contra o Denver Broncos e tirou de sua equipe a chance de participar do Super Bowl. Com o apelido de “maior mico do futebol americano de todos os tempos”, só resta a Rick partir para outra. E ele escolhe a Itália como destino. Em Jogando por pizza, John Grisham surpreende o leitor com uma viagem de descoberta dos prazeres e sabores da Itália e prova que, nos tribunais ou em campo, ele é um insuperável contador de histórias, responsável por mais de 250 milhões de exemplares de livros vendidos em todo o mundo.

Antes de ser levado à região da Toscana, o leitor é apresentado ao protagonista Rick Dockery. Depois de permanecer apagado em uma cama de hospital por mais de 24 horas por conta de uma concussão, Rick descobre que é um jogador condenado a amargar o eterno anonimato, banido dos campos para sempre. Seu empresário, Ernie, tenta ao máximo recolocá-lo em um time da segunda divisão da liga. Depois de dezenas de telefonemas mal-sucedidos, ele consegue uma vaga para Rick no Panthers. Não o Carolina Panthers, dos Estados Unidos, mas sim o italiano Parma Panthers.

Sem saber nada do novo país e sequer uma frase de italiano, Rick chega à cidade como uma promessa. Para os Panthers, pouco interessa se o novo quarterback é o maior desastre da liga nacional norte-americana, pois ali ele é infinitamente superior a qualquer um dos jogadores que já tiveram. E eles esperam ganhar nada menos que o Super Bowl italiano. Deixando a frustração de lado, Rick vai aos poucos conhecendo melhor a cidade, a maneira como os italianos encaram a vida e, principalmente, as comidas parmigianas.

Grisham explica no epílogo do livro que o Parma Panthers realmente existe e faz parte da liga italiana de futebol americano. Apesar de não alcançar a divulgação que tem o futebol tradicional, o futebol americano na Itália tem fãs apaixonados e times que lutam de verdade para conquistar o campeonato. Para apurar os detalhes das partidas, dos longos jantares dos jogadores e da rotina de uma cidade como Parma, o autor contou com preciosas ajudas do time verdadeiro, dos jogadores americanos que vivem lá e dos próprios italianos.

Na passagem por Parma, o escritor foi o convidado de honra do prefeito na apresentação de Otelo, no Teatro Régio – experiência retratada no livro. Com tom leve e mostrando um pouco do que há de melhor na Itália, Grisham conduz o leitor num passeio por belas cidades, restaurantes e locais históricos, além de mostrar a integração de um típico norte-americano ao estilo italiano de viver. Assim, vai valer muito a pena ficar longe dos tribunais por uma temporada.

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Antes de ser levado à região da Toscana, o leitor é apresentado ao protagonista Rick Dockery. Depois de permanecer apagado em uma cama de hospital por mais de 24 horas por conta de uma concussão, Rick descobre que é um jogador condenado a amargar o eterno anonimato, banido dos campos para sempre. Seu empresário, Ernie, tenta ao máximo recolocá-lo em um time da segunda divisão da liga. Depois de dezenas de telefonemas mal-sucedidos, ele consegue uma vaga para Rick no Panthers. Não o Carolina Panthers, dos Estados Unidos, mas sim o italiano Parma Panthers.

Sem saber nada do novo país e sequer uma frase de italiano, Rick chega à cidade como uma promessa. Para os Panthers, pouco interessa se o novo quarterback é o maior desastre da liga nacional norte-americana, pois ali ele é infinitamente superior a qualquer um dos jogadores que já tiveram. E eles esperam ganhar nada menos que o Super Bowl italiano. Deixando a frustração de lado, Rick vai aos poucos conhecendo melhor a cidade, a maneira como os italianos encaram a vida e, principalmente, as comidas parmigianas.

Grisham explica no epílogo do livro que o Parma Panthers realmente existe e faz parte da liga italiana de futebol americano. Apesar de não alcançar a divulgação que tem o futebol tradicional, o futebol americano na Itália tem fãs apaixonados e times que lutam de verdade para conquistar o campeonato. Para apurar os detalhes das partidas, dos longos jantares dos jogadores e da rotina de uma cidade como Parma, o autor contou com preciosas ajudas do time verdadeiro, dos jogadores americanos que vivem lá e dos próprios italianos.

Na passagem por Parma, o escritor foi o convidado de honra do prefeito na apresentação de Otelo, no Teatro Régio – experiência retratada no livro. Com tom leve e mostrando um pouco do que há de melhor na Itália, Grisham conduz o leitor num passeio por belas cidades, restaurantes e locais históricos, além de mostrar a integração de um típico norte-americano ao estilo italiano de viver. Assim, vai valer muito a pena ficar longe dos tribunais por uma temporada.

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Antes de ser levado à região da Toscana, o leitor é apresentado ao protagonista Rick Dockery. Depois de permanecer apagado em uma cama de hospital por mais de 24 horas por conta de uma concussão, Rick descobre que é um jogador condenado a amargar o eterno anonimato, banido dos campos para sempre. Seu empresário, Ernie, tenta ao máximo recolocá-lo em um time da segunda divisão da liga. Depois de dezenas de telefonemas mal-sucedidos, ele consegue uma vaga para Rick no Panthers. Não o Carolina Panthers, dos Estados Unidos, mas sim o italiano Parma Panthers.

Sem saber nada do novo país e sequer uma frase de italiano, Rick chega à cidade como uma promessa. Para os Panthers, pouco interessa se o novo quarterback é o maior desastre da liga nacional norte-americana, pois ali ele é infinitamente superior a qualquer um dos jogadores que já tiveram. E eles esperam ganhar nada menos que o Super Bowl italiano. Deixando a frustração de lado, Rick vai aos poucos conhecendo melhor a cidade, a maneira como os italianos encaram a vida e, principalmente, as comidas parmigianas.

Grisham explica no epílogo do livro que o Parma Panthers realmente existe e faz parte da liga italiana de futebol americano. Apesar de não alcançar a divulgação que tem o futebol tradicional, o futebol americano na Itália tem fãs apaixonados e times que lutam de verdade para conquistar o campeonato. Para apurar os detalhes das partidas, dos longos jantares dos jogadores e da rotina de uma cidade como Parma, o autor contou com preciosas ajudas do time verdadeiro, dos jogadores americanos que vivem lá e dos próprios italianos.

Na passagem por Parma, o escritor foi o convidado de honra do prefeito na apresentação de Otelo, no Teatro Régio – experiência retratada no livro. Com tom leve e mostrando um pouco do que há de melhor na Itália, Grisham conduz o leitor num passeio por belas cidades, restaurantes e locais históricos, além de mostrar a integração de um típico norte-americano ao estilo italiano de viver. Assim, vai valer muito a pena ficar longe dos tribunais por uma temporada.

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