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Editora Rocco

São Paulo - SP

Confira os 6.274 livros encontrados

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Onde Estivestes de Noite

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Literatura Brasileira
R$ 11,56
+frete R$ 6,82 Total: R$ 18,38
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A coletânea de textos de Onde estivestes de noite, de Clarice Lispector, foi publicada pela primeira vez em 1974. São 17 crônicas trágicas e cômicas, onde as dores e as aflições do cotidiano banal são reveladas ora por descrições angustiadas e delirantes, ora por detalhes bizarros, risíveis, bem-humorados.

O texto que dá título ao livro, "Onde estivestes de noite", por exemplo, é uma hipótese, uma visão de um ritual de magia negra ou de uma seita louca qualquer, com a participação de peregrinos fanáticos, uma viagem alucinada, atraente e atemorizante, durante uma noite improvável. Mas tudo aquilo é verdade e existe, garante a autora, quando o dia amanhece, afastando os males e as cenas do inferno, durante uma missa onde os fiéis fazem o sinal-da-cruz: "A manhã estava límpida como coisa recém-lavada", esclarece.

Há histórias hilariantes, como a da senhora Jorge B. Xavier, de "A procura de uma dignidade", uma anciã atrapalhada diariamente acometida por um fogo interior. É uma daquelas pessoas que erram o endereço do seminário e que só fazem questão de ir para cumprir o papel de atualizada, mas acaba passando mal de calor ao final do encontro.

Como os demais livros que compõem a obra de Clarice, Onde estivestes de noiterecebeu novo tratamento gráfico e foi revisado pela professora de crítica textual, Marlene Gomes Mendes, baseada em sua primeira edição.

Em Onde estivestes de noite Clarice Lispector traduz com precisão máxima a alma aflita, mas de uma forma muito, muito divertida.

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O Homem Mais Sábio do Mundo

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
R$ 11,56
+frete R$ 6,82 Total: R$ 18,38
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Quem é o homem mais sábio do mundo? Como se tornar um verdadeiro sábio? O que é, aliás, a sabedoria? Apresentando perguntas que fazem parte dos questionamentos dos grandes filósofos desde a antiguidade de forma acessível e instigante, o escritor italiano Emiliano Di Marco aproxima os leitores mais jovens do fascinante universo da filosofia em O homem mais sábio do mundo. O livro abre a coleção Pequenos Filósofos, que chega às prateleiras pelo selo Rocco Jovens Leitores.

Utilizando-se de mitos gregos, a trama de O homem mais sábio do mundo é livremente baseada no discurso público pronunciado por Sócrates há cerca de 2.500 anos e narrado por Platão na Apologia. Com ilustrações de Massimo Bacchini, o livro conta a história de um Platão ainda menino que recorre ao deus Apolo para saber onde encontrar um mestre capaz de lhe ensinar como se tornar um sábio.

Em sua busca, repleta de falsos sabichões cheios de si, o pequeno Platão é levado pelo mestre Sócrates a descobrir que a sabedoria pode estar onde menos se espera e que é preciso ouvir, em primeiro lugar, a voz da própria consciência, ou o que os gregos chamavam de “daimôn”.

Com um texto descontraído e bem-humorado e simpáticas ilustrações, Di Marco e  Bacchini apresentam um pouco do pensamento de dois dos maiores filósofos de todos os tempos – Sócrates e seu discípulo mais famoso, Platão – e levam o jovem a pensar e questionar conceitos como conhecimento, verdade, poder e aparência.

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O Homem Mais Sábio do Mundo

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
R$ 11,56
+frete R$ 6,82 Total: R$ 18,38
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Quem é o homem mais sábio do mundo? Como se tornar um verdadeiro sábio? O que é, aliás, a sabedoria? Apresentando perguntas que fazem parte dos questionamentos dos grandes filósofos desde a antiguidade de forma acessível e instigante, o escritor italiano Emiliano Di Marco aproxima os leitores mais jovens do fascinante universo da filosofia em O homem mais sábio do mundo. O livro abre a coleção Pequenos Filósofos, que chega às prateleiras pelo selo Rocco Jovens Leitores.

Utilizando-se de mitos gregos, a trama de O homem mais sábio do mundo é livremente baseada no discurso público pronunciado por Sócrates há cerca de 2.500 anos e narrado por Platão na Apologia. Com ilustrações de Massimo Bacchini, o livro conta a história de um Platão ainda menino que recorre ao deus Apolo para saber onde encontrar um mestre capaz de lhe ensinar como se tornar um sábio.

Em sua busca, repleta de falsos sabichões cheios de si, o pequeno Platão é levado pelo mestre Sócrates a descobrir que a sabedoria pode estar onde menos se espera e que é preciso ouvir, em primeiro lugar, a voz da própria consciência, ou o que os gregos chamavam de “daimôn”.

Com um texto descontraído e bem-humorado e simpáticas ilustrações, Di Marco e  Bacchini apresentam um pouco do pensamento de dois dos maiores filósofos de todos os tempos – Sócrates e seu discípulo mais famoso, Platão – e levam o jovem a pensar e questionar conceitos como conhecimento, verdade, poder e aparência.

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Onde Estivestes de Noite

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Literatura Brasileira
R$ 11,56
+frete R$ 6,82 Total: R$ 18,38
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A coletânea de textos de Onde estivestes de noite, de Clarice Lispector, foi publicada pela primeira vez em 1974. São 17 crônicas trágicas e cômicas, onde as dores e as aflições do cotidiano banal são reveladas ora por descrições angustiadas e delirantes, ora por detalhes bizarros, risíveis, bem-humorados.

O texto que dá título ao livro, "Onde estivestes de noite", por exemplo, é uma hipótese, uma visão de um ritual de magia negra ou de uma seita louca qualquer, com a participação de peregrinos fanáticos, uma viagem alucinada, atraente e atemorizante, durante uma noite improvável. Mas tudo aquilo é verdade e existe, garante a autora, quando o dia amanhece, afastando os males e as cenas do inferno, durante uma missa onde os fiéis fazem o sinal-da-cruz: "A manhã estava límpida como coisa recém-lavada", esclarece.

Há histórias hilariantes, como a da senhora Jorge B. Xavier, de "A procura de uma dignidade", uma anciã atrapalhada diariamente acometida por um fogo interior. É uma daquelas pessoas que erram o endereço do seminário e que só fazem questão de ir para cumprir o papel de atualizada, mas acaba passando mal de calor ao final do encontro.

Como os demais livros que compõem a obra de Clarice, Onde estivestes de noiterecebeu novo tratamento gráfico e foi revisado pela professora de crítica textual, Marlene Gomes Mendes, baseada em sua primeira edição.

Em Onde estivestes de noite Clarice Lispector traduz com precisão máxima a alma aflita, mas de uma forma muito, muito divertida.

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Uma Hora para Viver, uma Hora para Amar

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Comportamento
R$ 12,24
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Richard Carlson é autor dos best-sellers que compõem a série Não faça tempestade em copo d’água, todos publicados pela Editora Rocco. Kristine Carlson foi sua esposa por 21 anos, até que uma embolia pulmonar o matasse subitamente, em 2006, interrompendo a trajetória feliz de Richard, não apenas como o autor que conquistou milhões de fãs nos quatro cantos do mundo, mas como o marido extremamente companheiro e pai amoroso, aos 45 anos de idade.

O objetivo principal dos livros de Richard Carlson foi transmitir às pessoas a arte de diminuir a tensão nas várias situações da vida: na família, no trabalho, na adolescência, nos relacionamentos em geral. Juntamente com Kristine, escreveu Não faça tempestade em copo d’água no amor, baseado na experiência do casal que se empenhou em evitar que a rotina matasse o amor, perseguindo a fórmula ideal de se manter um relacionamento estimulante ao longo dos anos.

Durante o tempo em que viveram juntos, Richard adquiriu o hábito de escrever cartas para Kristine e uma delas lhe foi presenteada três anos antes de sua morte. Em um pacote com um grande laço de fita dourada, colocado sobre o colo de Kristine, ela pôde ver o título: “Uma hora para viver: para quem você ligaria, e por que está esperando?” , complementado pela dedicatória: “Para Kris, o amor da minha vida, em nosso 18o aniversário de casamento” .

Kristine conta que o marido tinha lágrimas nos olhos quando lhe entregou o presente e temeu que ele estivesse despedindo-se ou em vias de confessar-lhe algo terrível, como uma doença terminal. Mas era apenas uma declaração de amor. Ele começa seu texto dizendo que “não” faria ligações, aparentemente importantes, para o seu consultor financeiro, o gerente do banco, seu advogado ou um credor. E, em seguida, dá início à sua amorosa confissão com esta frase: “Não, se eu tivesse apenas uma hora de vida e pudesse fazer apenas uma ligação, ela seria para a minha parceira de vida, Kris” .

O que teria levado Richard a escrever esta carta? Seu sentimento de gratidão, certamente. E também sua capacidade de estimar o valor do outro para sua própria vida. Contrariando a crença popular de que só se valoriza o que se perde, o autor soube avaliar a importância de sua companheira e, de certa forma, preparou-a para viver a sua perda. Não que isto tenha aliviado a dor de Kristine, mas ajudou-a na elaboração do luto, com a consciência do quanto ela e as duas filhas, Jasmine e Kenna, foram tão verdadeiramente amadas.

Ao publicar a sua carta-presente, Kristine Carlson presta, como ela mesma diz, “um tributo à autenticidade da sabedoria de Richard.” Uma hora para viver, uma hora para amar é um livro terno, delicado e profundo, que nos leva a refletir sobre como estamos vivendo. Sabemos valorizar o que temos? Somos autênticos com as pessoas a quem amamos? Olhamos com afeto e com gratidão os que nos são caros? A importante lição que se pode tirar destas páginas é que, mesmo sem passar pelo sofrimento da perda, pode-se viver inteiramente acordado, presente e emocionalmente ligado aos outros. É o que Kristine nos comunica quando diz: “A verdade é que, em meio à mágoa, à saudade e à perda, eu também vivo uma enorme gratidão pela abertura e pelo despertar dessa experiência, ao me comprometer a jamais voltar a andar pela vida como uma sonâmbula”.

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Uma Hora para Viver, uma Hora para Amar

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Comportamento
R$ 12,24
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Richard Carlson é autor dos best-sellers que compõem a série Não faça tempestade em copo d’água, todos publicados pela Editora Rocco. Kristine Carlson foi sua esposa por 21 anos, até que uma embolia pulmonar o matasse subitamente, em 2006, interrompendo a trajetória feliz de Richard, não apenas como o autor que conquistou milhões de fãs nos quatro cantos do mundo, mas como o marido extremamente companheiro e pai amoroso, aos 45 anos de idade.

O objetivo principal dos livros de Richard Carlson foi transmitir às pessoas a arte de diminuir a tensão nas várias situações da vida: na família, no trabalho, na adolescência, nos relacionamentos em geral. Juntamente com Kristine, escreveu Não faça tempestade em copo d’água no amor, baseado na experiência do casal que se empenhou em evitar que a rotina matasse o amor, perseguindo a fórmula ideal de se manter um relacionamento estimulante ao longo dos anos.

Durante o tempo em que viveram juntos, Richard adquiriu o hábito de escrever cartas para Kristine e uma delas lhe foi presenteada três anos antes de sua morte. Em um pacote com um grande laço de fita dourada, colocado sobre o colo de Kristine, ela pôde ver o título: “Uma hora para viver: para quem você ligaria, e por que está esperando?” , complementado pela dedicatória: “Para Kris, o amor da minha vida, em nosso 18o aniversário de casamento” .

Kristine conta que o marido tinha lágrimas nos olhos quando lhe entregou o presente e temeu que ele estivesse despedindo-se ou em vias de confessar-lhe algo terrível, como uma doença terminal. Mas era apenas uma declaração de amor. Ele começa seu texto dizendo que “não” faria ligações, aparentemente importantes, para o seu consultor financeiro, o gerente do banco, seu advogado ou um credor. E, em seguida, dá início à sua amorosa confissão com esta frase: “Não, se eu tivesse apenas uma hora de vida e pudesse fazer apenas uma ligação, ela seria para a minha parceira de vida, Kris” .

O que teria levado Richard a escrever esta carta? Seu sentimento de gratidão, certamente. E também sua capacidade de estimar o valor do outro para sua própria vida. Contrariando a crença popular de que só se valoriza o que se perde, o autor soube avaliar a importância de sua companheira e, de certa forma, preparou-a para viver a sua perda. Não que isto tenha aliviado a dor de Kristine, mas ajudou-a na elaboração do luto, com a consciência do quanto ela e as duas filhas, Jasmine e Kenna, foram tão verdadeiramente amadas.

Ao publicar a sua carta-presente, Kristine Carlson presta, como ela mesma diz, “um tributo à autenticidade da sabedoria de Richard.” Uma hora para viver, uma hora para amar é um livro terno, delicado e profundo, que nos leva a refletir sobre como estamos vivendo. Sabemos valorizar o que temos? Somos autênticos com as pessoas a quem amamos? Olhamos com afeto e com gratidão os que nos são caros? A importante lição que se pode tirar destas páginas é que, mesmo sem passar pelo sofrimento da perda, pode-se viver inteiramente acordado, presente e emocionalmente ligado aos outros. É o que Kristine nos comunica quando diz: “A verdade é que, em meio à mágoa, à saudade e à perda, eu também vivo uma enorme gratidão pela abertura e pelo despertar dessa experiência, ao me comprometer a jamais voltar a andar pela vida como uma sonâmbula”.

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Uma Hora para Viver, uma Hora para Amar

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Comportamento
R$ 12,24
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Richard Carlson é autor dos best-sellers que compõem a série Não faça tempestade em copo d’água, todos publicados pela Editora Rocco. Kristine Carlson foi sua esposa por 21 anos, até que uma embolia pulmonar o matasse subitamente, em 2006, interrompendo a trajetória feliz de Richard, não apenas como o autor que conquistou milhões de fãs nos quatro cantos do mundo, mas como o marido extremamente companheiro e pai amoroso, aos 45 anos de idade.

O objetivo principal dos livros de Richard Carlson foi transmitir às pessoas a arte de diminuir a tensão nas várias situações da vida: na família, no trabalho, na adolescência, nos relacionamentos em geral. Juntamente com Kristine, escreveu Não faça tempestade em copo d’água no amor, baseado na experiência do casal que se empenhou em evitar que a rotina matasse o amor, perseguindo a fórmula ideal de se manter um relacionamento estimulante ao longo dos anos.

Durante o tempo em que viveram juntos, Richard adquiriu o hábito de escrever cartas para Kristine e uma delas lhe foi presenteada três anos antes de sua morte. Em um pacote com um grande laço de fita dourada, colocado sobre o colo de Kristine, ela pôde ver o título: “Uma hora para viver: para quem você ligaria, e por que está esperando?” , complementado pela dedicatória: “Para Kris, o amor da minha vida, em nosso 18o aniversário de casamento” .

Kristine conta que o marido tinha lágrimas nos olhos quando lhe entregou o presente e temeu que ele estivesse despedindo-se ou em vias de confessar-lhe algo terrível, como uma doença terminal. Mas era apenas uma declaração de amor. Ele começa seu texto dizendo que “não” faria ligações, aparentemente importantes, para o seu consultor financeiro, o gerente do banco, seu advogado ou um credor. E, em seguida, dá início à sua amorosa confissão com esta frase: “Não, se eu tivesse apenas uma hora de vida e pudesse fazer apenas uma ligação, ela seria para a minha parceira de vida, Kris” .

O que teria levado Richard a escrever esta carta? Seu sentimento de gratidão, certamente. E também sua capacidade de estimar o valor do outro para sua própria vida. Contrariando a crença popular de que só se valoriza o que se perde, o autor soube avaliar a importância de sua companheira e, de certa forma, preparou-a para viver a sua perda. Não que isto tenha aliviado a dor de Kristine, mas ajudou-a na elaboração do luto, com a consciência do quanto ela e as duas filhas, Jasmine e Kenna, foram tão verdadeiramente amadas.

Ao publicar a sua carta-presente, Kristine Carlson presta, como ela mesma diz, “um tributo à autenticidade da sabedoria de Richard.” Uma hora para viver, uma hora para amar é um livro terno, delicado e profundo, que nos leva a refletir sobre como estamos vivendo. Sabemos valorizar o que temos? Somos autênticos com as pessoas a quem amamos? Olhamos com afeto e com gratidão os que nos são caros? A importante lição que se pode tirar destas páginas é que, mesmo sem passar pelo sofrimento da perda, pode-se viver inteiramente acordado, presente e emocionalmente ligado aos outros. É o que Kristine nos comunica quando diz: “A verdade é que, em meio à mágoa, à saudade e à perda, eu também vivo uma enorme gratidão pela abertura e pelo despertar dessa experiência, ao me comprometer a jamais voltar a andar pela vida como uma sonâmbula”.

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Uma Hora para Viver, uma Hora para Amar

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Comportamento
R$ 12,24
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Richard Carlson é autor dos best-sellers que compõem a série Não faça tempestade em copo d’água, todos publicados pela Editora Rocco. Kristine Carlson foi sua esposa por 21 anos, até que uma embolia pulmonar o matasse subitamente, em 2006, interrompendo a trajetória feliz de Richard, não apenas como o autor que conquistou milhões de fãs nos quatro cantos do mundo, mas como o marido extremamente companheiro e pai amoroso, aos 45 anos de idade.

O objetivo principal dos livros de Richard Carlson foi transmitir às pessoas a arte de diminuir a tensão nas várias situações da vida: na família, no trabalho, na adolescência, nos relacionamentos em geral. Juntamente com Kristine, escreveu Não faça tempestade em copo d’água no amor, baseado na experiência do casal que se empenhou em evitar que a rotina matasse o amor, perseguindo a fórmula ideal de se manter um relacionamento estimulante ao longo dos anos.

Durante o tempo em que viveram juntos, Richard adquiriu o hábito de escrever cartas para Kristine e uma delas lhe foi presenteada três anos antes de sua morte. Em um pacote com um grande laço de fita dourada, colocado sobre o colo de Kristine, ela pôde ver o título: “Uma hora para viver: para quem você ligaria, e por que está esperando?” , complementado pela dedicatória: “Para Kris, o amor da minha vida, em nosso 18o aniversário de casamento” .

Kristine conta que o marido tinha lágrimas nos olhos quando lhe entregou o presente e temeu que ele estivesse despedindo-se ou em vias de confessar-lhe algo terrível, como uma doença terminal. Mas era apenas uma declaração de amor. Ele começa seu texto dizendo que “não” faria ligações, aparentemente importantes, para o seu consultor financeiro, o gerente do banco, seu advogado ou um credor. E, em seguida, dá início à sua amorosa confissão com esta frase: “Não, se eu tivesse apenas uma hora de vida e pudesse fazer apenas uma ligação, ela seria para a minha parceira de vida, Kris” .

O que teria levado Richard a escrever esta carta? Seu sentimento de gratidão, certamente. E também sua capacidade de estimar o valor do outro para sua própria vida. Contrariando a crença popular de que só se valoriza o que se perde, o autor soube avaliar a importância de sua companheira e, de certa forma, preparou-a para viver a sua perda. Não que isto tenha aliviado a dor de Kristine, mas ajudou-a na elaboração do luto, com a consciência do quanto ela e as duas filhas, Jasmine e Kenna, foram tão verdadeiramente amadas.

Ao publicar a sua carta-presente, Kristine Carlson presta, como ela mesma diz, “um tributo à autenticidade da sabedoria de Richard.” Uma hora para viver, uma hora para amar é um livro terno, delicado e profundo, que nos leva a refletir sobre como estamos vivendo. Sabemos valorizar o que temos? Somos autênticos com as pessoas a quem amamos? Olhamos com afeto e com gratidão os que nos são caros? A importante lição que se pode tirar destas páginas é que, mesmo sem passar pelo sofrimento da perda, pode-se viver inteiramente acordado, presente e emocionalmente ligado aos outros. É o que Kristine nos comunica quando diz: “A verdade é que, em meio à mágoa, à saudade e à perda, eu também vivo uma enorme gratidão pela abertura e pelo despertar dessa experiência, ao me comprometer a jamais voltar a andar pela vida como uma sonâmbula”.

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Uma Hora para Viver, uma Hora para Amar

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Richard Carlson é autor dos best-sellers que compõem a série Não faça tempestade em copo d’água, todos publicados pela Editora Rocco. Kristine Carlson foi sua esposa por 21 anos, até que uma embolia pulmonar o matasse subitamente, em 2006, interrompendo a trajetória feliz de Richard, não apenas como o autor que conquistou milhões de fãs nos quatro cantos do mundo, mas como o marido extremamente companheiro e pai amoroso, aos 45 anos de idade.

O objetivo principal dos livros de Richard Carlson foi transmitir às pessoas a arte de diminuir a tensão nas várias situações da vida: na família, no trabalho, na adolescência, nos relacionamentos em geral. Juntamente com Kristine, escreveu Não faça tempestade em copo d’água no amor, baseado na experiência do casal que se empenhou em evitar que a rotina matasse o amor, perseguindo a fórmula ideal de se manter um relacionamento estimulante ao longo dos anos.

Durante o tempo em que viveram juntos, Richard adquiriu o hábito de escrever cartas para Kristine e uma delas lhe foi presenteada três anos antes de sua morte. Em um pacote com um grande laço de fita dourada, colocado sobre o colo de Kristine, ela pôde ver o título: “Uma hora para viver: para quem você ligaria, e por que está esperando?” , complementado pela dedicatória: “Para Kris, o amor da minha vida, em nosso 18o aniversário de casamento” .

Kristine conta que o marido tinha lágrimas nos olhos quando lhe entregou o presente e temeu que ele estivesse despedindo-se ou em vias de confessar-lhe algo terrível, como uma doença terminal. Mas era apenas uma declaração de amor. Ele começa seu texto dizendo que “não” faria ligações, aparentemente importantes, para o seu consultor financeiro, o gerente do banco, seu advogado ou um credor. E, em seguida, dá início à sua amorosa confissão com esta frase: “Não, se eu tivesse apenas uma hora de vida e pudesse fazer apenas uma ligação, ela seria para a minha parceira de vida, Kris” .

O que teria levado Richard a escrever esta carta? Seu sentimento de gratidão, certamente. E também sua capacidade de estimar o valor do outro para sua própria vida. Contrariando a crença popular de que só se valoriza o que se perde, o autor soube avaliar a importância de sua companheira e, de certa forma, preparou-a para viver a sua perda. Não que isto tenha aliviado a dor de Kristine, mas ajudou-a na elaboração do luto, com a consciência do quanto ela e as duas filhas, Jasmine e Kenna, foram tão verdadeiramente amadas.

Ao publicar a sua carta-presente, Kristine Carlson presta, como ela mesma diz, “um tributo à autenticidade da sabedoria de Richard.” Uma hora para viver, uma hora para amar é um livro terno, delicado e profundo, que nos leva a refletir sobre como estamos vivendo. Sabemos valorizar o que temos? Somos autênticos com as pessoas a quem amamos? Olhamos com afeto e com gratidão os que nos são caros? A importante lição que se pode tirar destas páginas é que, mesmo sem passar pelo sofrimento da perda, pode-se viver inteiramente acordado, presente e emocionalmente ligado aos outros. É o que Kristine nos comunica quando diz: “A verdade é que, em meio à mágoa, à saudade e à perda, eu também vivo uma enorme gratidão pela abertura e pelo despertar dessa experiência, ao me comprometer a jamais voltar a andar pela vida como uma sonâmbula”.

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Antônio Conselheiro - Nem Santo, Nem Pecador

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
R$ 12,58
+frete R$ 6,35 Total: R$ 18,93
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No ano do centenário de morte do escritor Euclides da Cunha, autor do clássico Os sertões, sobre a Guerra de Canudos, o professor de história Marcelo Biar envereda-se pela ficção para contar a trajetória de um dos mais célebres e fascinantes personagens deste episódio, em Antônio Conselheiro – Nem santo, nem pecador. Messias? Louco? Mártir? Quem, afinal, foi Antônio Vicente Mendes Maciel?

Ilustrada pelas xilogravuras da série Canudos, gravadas entre 1978 e 1998 pelo renomado artista Adir Botelho, a biografia romanceada acompanha os passos do sertanejo nascido em Quixeramobim, no Ceará, que entrou para a história brasileira como Antônio Conselheiro, ícone maior da Guerra de Canudos, ocorrida entre 1896 e 1897, no sertão da Bahia. Um homem de convicções fortes, extremamente religioso, que lançou mão de inteligência, generosidade e honestidade para ajudar os mais necessitados.

Da infância sofrida, marcada pelo convívio com o pai alcoólatra e a madrasta agressiva, passando pelos estudos a que teve acesso – sorte de poucos num Nordeste miserável e povoado por analfabetos – a fim de estar apto a ser ordenado padre, conforme sonhara sua família, até as peregrinações pelo sertão que o levaram ao Arraial de Canudos – nada escapa ao historiador Marcelo Biar fazendo as vezes de romancista neste livro.

Rebatizada como Belo Monte após a chegada do já então Conselheiro e seus seguidores, em 1893, Canudos passou a crescer vertiginosamente, atraindo milhares de camponeses, índios e escravos recém-libertos. Recebendo de braços abertos os desabrigados do sertão e as vítimas da seca com terra e trabalho para todos, sem os castigos impingidos pelos capatazes das grandes fazendas, a comunidade liderada pelo “Bom Jesus” – como Antônio Conselheiro passara a ser chamado – chegou a contar cerca de 25 mil habitantes.

O “lugar santo”, no entanto, acabou incomodando os poderosos de sempre, pois representava uma ameaça aos mandos e desmandos, a todo controle e influência do clero e dos fazendeiros, o que culminou na Guerra de Canudos, com a vitória do Exército da República somente em sua quarta expedição, tamanho o espírito de luta dos “fanáticos” de Conselheiro. Assim fora dizimado um sonho de liberdade, Belo Monte e sua população.

Agora, a trajetória controversa de Antônio Conselheiro chega às mãos de crianças e jovens num livro imperdível, mesmo que o sertão vire mar ou o mar vire sertão.

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Antônio Conselheiro - Nem Santo, Nem Pecador

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
R$ 12,58
+frete R$ 6,35 Total: R$ 18,93
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No ano do centenário de morte do escritor Euclides da Cunha, autor do clássico Os sertões, sobre a Guerra de Canudos, o professor de história Marcelo Biar envereda-se pela ficção para contar a trajetória de um dos mais célebres e fascinantes personagens deste episódio, em Antônio Conselheiro – Nem santo, nem pecador. Messias? Louco? Mártir? Quem, afinal, foi Antônio Vicente Mendes Maciel?

Ilustrada pelas xilogravuras da série Canudos, gravadas entre 1978 e 1998 pelo renomado artista Adir Botelho, a biografia romanceada acompanha os passos do sertanejo nascido em Quixeramobim, no Ceará, que entrou para a história brasileira como Antônio Conselheiro, ícone maior da Guerra de Canudos, ocorrida entre 1896 e 1897, no sertão da Bahia. Um homem de convicções fortes, extremamente religioso, que lançou mão de inteligência, generosidade e honestidade para ajudar os mais necessitados.

Da infância sofrida, marcada pelo convívio com o pai alcoólatra e a madrasta agressiva, passando pelos estudos a que teve acesso – sorte de poucos num Nordeste miserável e povoado por analfabetos – a fim de estar apto a ser ordenado padre, conforme sonhara sua família, até as peregrinações pelo sertão que o levaram ao Arraial de Canudos – nada escapa ao historiador Marcelo Biar fazendo as vezes de romancista neste livro.

Rebatizada como Belo Monte após a chegada do já então Conselheiro e seus seguidores, em 1893, Canudos passou a crescer vertiginosamente, atraindo milhares de camponeses, índios e escravos recém-libertos. Recebendo de braços abertos os desabrigados do sertão e as vítimas da seca com terra e trabalho para todos, sem os castigos impingidos pelos capatazes das grandes fazendas, a comunidade liderada pelo “Bom Jesus” – como Antônio Conselheiro passara a ser chamado – chegou a contar cerca de 25 mil habitantes.

O “lugar santo”, no entanto, acabou incomodando os poderosos de sempre, pois representava uma ameaça aos mandos e desmandos, a todo controle e influência do clero e dos fazendeiros, o que culminou na Guerra de Canudos, com a vitória do Exército da República somente em sua quarta expedição, tamanho o espírito de luta dos “fanáticos” de Conselheiro. Assim fora dizimado um sonho de liberdade, Belo Monte e sua população.

Agora, a trajetória controversa de Antônio Conselheiro chega às mãos de crianças e jovens num livro imperdível, mesmo que o sertão vire mar ou o mar vire sertão.

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Antônio Conselheiro - Nem Santo, Nem Pecador

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
R$ 12,58
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No ano do centenário de morte do escritor Euclides da Cunha, autor do clássico Os sertões, sobre a Guerra de Canudos, o professor de história Marcelo Biar envereda-se pela ficção para contar a trajetória de um dos mais célebres e fascinantes personagens deste episódio, em Antônio Conselheiro – Nem santo, nem pecador. Messias? Louco? Mártir? Quem, afinal, foi Antônio Vicente Mendes Maciel?

Ilustrada pelas xilogravuras da série Canudos, gravadas entre 1978 e 1998 pelo renomado artista Adir Botelho, a biografia romanceada acompanha os passos do sertanejo nascido em Quixeramobim, no Ceará, que entrou para a história brasileira como Antônio Conselheiro, ícone maior da Guerra de Canudos, ocorrida entre 1896 e 1897, no sertão da Bahia. Um homem de convicções fortes, extremamente religioso, que lançou mão de inteligência, generosidade e honestidade para ajudar os mais necessitados.

Da infância sofrida, marcada pelo convívio com o pai alcoólatra e a madrasta agressiva, passando pelos estudos a que teve acesso – sorte de poucos num Nordeste miserável e povoado por analfabetos – a fim de estar apto a ser ordenado padre, conforme sonhara sua família, até as peregrinações pelo sertão que o levaram ao Arraial de Canudos – nada escapa ao historiador Marcelo Biar fazendo as vezes de romancista neste livro.

Rebatizada como Belo Monte após a chegada do já então Conselheiro e seus seguidores, em 1893, Canudos passou a crescer vertiginosamente, atraindo milhares de camponeses, índios e escravos recém-libertos. Recebendo de braços abertos os desabrigados do sertão e as vítimas da seca com terra e trabalho para todos, sem os castigos impingidos pelos capatazes das grandes fazendas, a comunidade liderada pelo “Bom Jesus” – como Antônio Conselheiro passara a ser chamado – chegou a contar cerca de 25 mil habitantes.

O “lugar santo”, no entanto, acabou incomodando os poderosos de sempre, pois representava uma ameaça aos mandos e desmandos, a todo controle e influência do clero e dos fazendeiros, o que culminou na Guerra de Canudos, com a vitória do Exército da República somente em sua quarta expedição, tamanho o espírito de luta dos “fanáticos” de Conselheiro. Assim fora dizimado um sonho de liberdade, Belo Monte e sua população.

Agora, a trajetória controversa de Antônio Conselheiro chega às mãos de crianças e jovens num livro imperdível, mesmo que o sertão vire mar ou o mar vire sertão.

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Antônio Conselheiro - Nem Santo, Nem Pecador

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
R$ 12,58
+frete R$ 6,35 Total: R$ 18,93
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No ano do centenário de morte do escritor Euclides da Cunha, autor do clássico Os sertões, sobre a Guerra de Canudos, o professor de história Marcelo Biar envereda-se pela ficção para contar a trajetória de um dos mais célebres e fascinantes personagens deste episódio, em Antônio Conselheiro – Nem santo, nem pecador. Messias? Louco? Mártir? Quem, afinal, foi Antônio Vicente Mendes Maciel?

Ilustrada pelas xilogravuras da série Canudos, gravadas entre 1978 e 1998 pelo renomado artista Adir Botelho, a biografia romanceada acompanha os passos do sertanejo nascido em Quixeramobim, no Ceará, que entrou para a história brasileira como Antônio Conselheiro, ícone maior da Guerra de Canudos, ocorrida entre 1896 e 1897, no sertão da Bahia. Um homem de convicções fortes, extremamente religioso, que lançou mão de inteligência, generosidade e honestidade para ajudar os mais necessitados.

Da infância sofrida, marcada pelo convívio com o pai alcoólatra e a madrasta agressiva, passando pelos estudos a que teve acesso – sorte de poucos num Nordeste miserável e povoado por analfabetos – a fim de estar apto a ser ordenado padre, conforme sonhara sua família, até as peregrinações pelo sertão que o levaram ao Arraial de Canudos – nada escapa ao historiador Marcelo Biar fazendo as vezes de romancista neste livro.

Rebatizada como Belo Monte após a chegada do já então Conselheiro e seus seguidores, em 1893, Canudos passou a crescer vertiginosamente, atraindo milhares de camponeses, índios e escravos recém-libertos. Recebendo de braços abertos os desabrigados do sertão e as vítimas da seca com terra e trabalho para todos, sem os castigos impingidos pelos capatazes das grandes fazendas, a comunidade liderada pelo “Bom Jesus” – como Antônio Conselheiro passara a ser chamado – chegou a contar cerca de 25 mil habitantes.

O “lugar santo”, no entanto, acabou incomodando os poderosos de sempre, pois representava uma ameaça aos mandos e desmandos, a todo controle e influência do clero e dos fazendeiros, o que culminou na Guerra de Canudos, com a vitória do Exército da República somente em sua quarta expedição, tamanho o espírito de luta dos “fanáticos” de Conselheiro. Assim fora dizimado um sonho de liberdade, Belo Monte e sua população.

Agora, a trajetória controversa de Antônio Conselheiro chega às mãos de crianças e jovens num livro imperdível, mesmo que o sertão vire mar ou o mar vire sertão.

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Antônio Conselheiro - Nem Santo, Nem Pecador

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
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No ano do centenário de morte do escritor Euclides da Cunha, autor do clássico Os sertões, sobre a Guerra de Canudos, o professor de história Marcelo Biar envereda-se pela ficção para contar a trajetória de um dos mais célebres e fascinantes personagens deste episódio, em Antônio Conselheiro – Nem santo, nem pecador. Messias? Louco? Mártir? Quem, afinal, foi Antônio Vicente Mendes Maciel?

Ilustrada pelas xilogravuras da série Canudos, gravadas entre 1978 e 1998 pelo renomado artista Adir Botelho, a biografia romanceada acompanha os passos do sertanejo nascido em Quixeramobim, no Ceará, que entrou para a história brasileira como Antônio Conselheiro, ícone maior da Guerra de Canudos, ocorrida entre 1896 e 1897, no sertão da Bahia. Um homem de convicções fortes, extremamente religioso, que lançou mão de inteligência, generosidade e honestidade para ajudar os mais necessitados.

Da infância sofrida, marcada pelo convívio com o pai alcoólatra e a madrasta agressiva, passando pelos estudos a que teve acesso – sorte de poucos num Nordeste miserável e povoado por analfabetos – a fim de estar apto a ser ordenado padre, conforme sonhara sua família, até as peregrinações pelo sertão que o levaram ao Arraial de Canudos – nada escapa ao historiador Marcelo Biar fazendo as vezes de romancista neste livro.

Rebatizada como Belo Monte após a chegada do já então Conselheiro e seus seguidores, em 1893, Canudos passou a crescer vertiginosamente, atraindo milhares de camponeses, índios e escravos recém-libertos. Recebendo de braços abertos os desabrigados do sertão e as vítimas da seca com terra e trabalho para todos, sem os castigos impingidos pelos capatazes das grandes fazendas, a comunidade liderada pelo “Bom Jesus” – como Antônio Conselheiro passara a ser chamado – chegou a contar cerca de 25 mil habitantes.

O “lugar santo”, no entanto, acabou incomodando os poderosos de sempre, pois representava uma ameaça aos mandos e desmandos, a todo controle e influência do clero e dos fazendeiros, o que culminou na Guerra de Canudos, com a vitória do Exército da República somente em sua quarta expedição, tamanho o espírito de luta dos “fanáticos” de Conselheiro. Assim fora dizimado um sonho de liberdade, Belo Monte e sua população.

Agora, a trajetória controversa de Antônio Conselheiro chega às mãos de crianças e jovens num livro imperdível, mesmo que o sertão vire mar ou o mar vire sertão.

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Ter Ou Não Ter, Eis a Questão! - A Sabedoria do Consumo

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Filosofia
R$ 12,24
+frete R$ 6,82 Total: R$ 19,06
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O mundo consumista e materialista em que vivemos é o ponto de partida para Ter ou não ter, eis a questão! , de Nilton Bonder, que chega às livrarias como parte do projeto de reedição da obra completa do rabino pela Rocco. No livro, ele fala da posse como um dilema de toda a humanidade, já que as escolhas da vida se baseiam no que temos ou deixamos de ter. Mas, em vez de demonizar o consumo, o autor se preocupa em compreendê-lo como uma necessidade das pessoas, propondo uma administração do desejo e da vontade.

Já na introdução, Bonder explica por que a famosa frase de Shakespeare – Ser ou não ser, eis a questão – foi adaptada para dar título ao livro. Como a própria existência, por definição, é a posse de um corpo, ser e ter caminham juntos: enquanto o primeiro é uma questão relativa à matéria, o segundo é a questão essencial da existência. Os problemas começam quando eles deixam de ser dois lados de uma mesma moeda para se transformar na antítese um do outro.

De forma bastante didática, o autor aborda o dilema do título em quatro esferas paralelas: física, emocional, intelectual e espiritual. Em cada uma, a frase “ter ou não ter” ganha um conceito diferente: frague (pergunta) na esfera física, shaila (ambivalência) na emocional, kashia (dúvida) na intelectual e teiku (paradoxo) na espiritual. Por fim, Bonder apresenta a Economia do Desejo, segundo a qual o querer e a identidade estão intimamente ligados. Quando o primeiro se sobrepõe à segunda, o indivíduo experimenta uma crise de valores, sentindo-se vazio. No momento em que a identidade é mais forte do que o desejo, a pessoa fica reprimida e entra em depressão.

Conforme nossa sociedade se preocupa mais com o querer ter, abusa da experiência do ser através de ter. Esse vício gera problemas como egoísmo, insegurança e incerteza da própria identidade. O ter é encarado como medida de sucesso, dando a percepção errada de que somos incluídos quando temos e excluídos quando não temos. Quando atingimos a maturidade para saber o que não ter, ganhamos qualidade de vida.

Ao falar de sentimentos como perda, traição e injustiça, ou estabelecer elos com o bem-estar individual, Nilton Bonder mostra que lidar com a espiritualidade é encarar a vida e o mundano. Somente com a junção das duas pontas, o que se possui e o que não se possui, é possível preservar o estímulo para novas conquistas e dar valor para as coisas.

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Ter Ou Não Ter, Eis a Questão! - A Sabedoria do Consumo

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Filosofia
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O mundo consumista e materialista em que vivemos é o ponto de partida para Ter ou não ter, eis a questão! , de Nilton Bonder, que chega às livrarias como parte do projeto de reedição da obra completa do rabino pela Rocco. No livro, ele fala da posse como um dilema de toda a humanidade, já que as escolhas da vida se baseiam no que temos ou deixamos de ter. Mas, em vez de demonizar o consumo, o autor se preocupa em compreendê-lo como uma necessidade das pessoas, propondo uma administração do desejo e da vontade.

Já na introdução, Bonder explica por que a famosa frase de Shakespeare – Ser ou não ser, eis a questão – foi adaptada para dar título ao livro. Como a própria existência, por definição, é a posse de um corpo, ser e ter caminham juntos: enquanto o primeiro é uma questão relativa à matéria, o segundo é a questão essencial da existência. Os problemas começam quando eles deixam de ser dois lados de uma mesma moeda para se transformar na antítese um do outro.

De forma bastante didática, o autor aborda o dilema do título em quatro esferas paralelas: física, emocional, intelectual e espiritual. Em cada uma, a frase “ter ou não ter” ganha um conceito diferente: frague (pergunta) na esfera física, shaila (ambivalência) na emocional, kashia (dúvida) na intelectual e teiku (paradoxo) na espiritual. Por fim, Bonder apresenta a Economia do Desejo, segundo a qual o querer e a identidade estão intimamente ligados. Quando o primeiro se sobrepõe à segunda, o indivíduo experimenta uma crise de valores, sentindo-se vazio. No momento em que a identidade é mais forte do que o desejo, a pessoa fica reprimida e entra em depressão.

Conforme nossa sociedade se preocupa mais com o querer ter, abusa da experiência do ser através de ter. Esse vício gera problemas como egoísmo, insegurança e incerteza da própria identidade. O ter é encarado como medida de sucesso, dando a percepção errada de que somos incluídos quando temos e excluídos quando não temos. Quando atingimos a maturidade para saber o que não ter, ganhamos qualidade de vida.

Ao falar de sentimentos como perda, traição e injustiça, ou estabelecer elos com o bem-estar individual, Nilton Bonder mostra que lidar com a espiritualidade é encarar a vida e o mundano. Somente com a junção das duas pontas, o que se possui e o que não se possui, é possível preservar o estímulo para novas conquistas e dar valor para as coisas.

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Amigos de Ontem, Hoje e Sempre

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
R$ 12,24
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“Dançar é descobrir movimento em todas as coisas.”

Deborah Colker

Acabou o intervalo. Escolha seu assento e prepare-se para o terceiro ato, pois Zoé e sua turma se preparam para entrar em cena novamente. Depois de Na aula de balé e Que coisa irritante!, chega às prateleiras Amigos de ontem, hoje e sempre, o terceiro livro da série Sapatilhas Cor-de-Rosa, da italiana Beatrice Masini, que já foi traduzida para 15 idiomas. Desta vez, quem “assina embaixo”, literalmente, é a coreógrafa Deborah Colker, que escreveu a quarta-capa do livro, dando ainda mais brilho à coleção, já aprovada pelas bailarinas Nora Esteves e Ana Botafogo nos livros anteriores.

Neste terceiro livro, Zoé e seus amigos do Teatro Academia são surpreendidos pelas férias de Madame Olenska, que precisa se ausentar do país para rever seus familiares na Rússia, deixando no ar um clima de ansiedade. Além da nova professora Alicia Gimenez, que acaba se tornando mais do que uma mera substituta, outra surpresa movimenta a escola: o Momix está chegando! A notícia da apresentação do grupo americano de dança contemporânea na cidade mexe principalmente com a cabeça de Lucas, e todos vibram com a conquista do amigo, que consegue um papel no espetáculo, graças ao seu talento e a uma forcinha de Jonathan. O namoro de Zoé e Jonathan, por sinal, engrena de vez, mesmo que ela às vezes ainda não acredite muito bem no que está acontecendo.

Em meio a tantas novidades e à dedicação de sempre à dança, Zoé se diverte indo ao cinema e ao parque com os amigos; mata a saudade de Agnes, a amiga que conheceu nas férias, batendo papo pelo telefone; pega-se questionando cada vez mais as coisas e, quem diria, dando conselhos para os pequenos, a começar por Sara, sua irmã mais nova; descobre que Laila continua venenosa como sempre... Enfim, segue vivendo grandes e pequenas, alegres e tristes descobertas do dia-a-dia. E mostra o quanto amadureceu neste terceiro livro, compartilhando com o leitor pensamentos que ela não divide nem mesmo com Leda, sua melhor amiga.

Em Amigos de ontem, hoje e sempre, Beatrice Masini novamente transporta os leitores para o mágico universo da dança através das aventuras e desventuras de Zoé e seus amigos, por meio de sua escrita ágil, leve e emocionante, e anuncia, na volta de Madame Olenska: “Já que vocês fizeram grandes progressos, creio que poderemos antecipar em alguns meses os primeiros exercícios com ponta.” Uau! Mais surpresas e novos desafios esperam essa turma pra lá de especial no próximo livro da série Sapatilhas Cor-de-Rosa.

PRIMEIRO ATO:

Na aula de balé apresenta o dia a dia de Zoé e sua turma entre aulas e ensaios no Teatro Academia. Neste primeiro livro da série Sapatilhas Cor-de-Rosa, o leitor conhece um pouco da personalidade, da história, da família e dos sonhos e angústias dos principais personagens da série, enquanto acompanha a preparação para o esperado espetáculo de encerramento do ano escolar. Em meio às esquisitices de Laila e ao charme de Jonathan, que veio da Inglaterra e está mexendo com o coração das meninas, o que mais preocupa Zoé é a amiga Leda. Com sua altura "excessiva", Leda acabará tendo que trocar o balé clássico, seu sonho de menina, por um número contemporâneo. Como será que essa turma vai lidar com os desafios do dia-a-dia para fazer da apresentação um sucesso?

SEGUNDO ATO:

Em Que coisa irritante!, um novo professor de dança folclórica muda a rotina com aulas incríveis. Fora das salas, Zoé precisa lidar com os caprichos e as pequenas traições de Leda, que voltou das férias meio estranha. Por sorte, existe Agnes, que Zoé conheceu nas montanhas e sabe se manter próxima mesmo a distância; Jonathan, que talvez esteja se tornando mais que um amigo; o maestro Fantin, o sábio músico da escola; e Demetra, a costureira mágica que cria tutus de sonhos... O mundo maravilhoso do balé está de volta com novas emoções e desafios. A julgar pelo recado de Madame Olenska no primeiro dia de aula "Sem talento, a determinação é inútil. Mas sem determinação o talento murcha como uma flor sem água" –, este ano será ainda mais duro para os alunos do Teatro Academia. Mas Zoé é apaixonada pelo que faz e, junto com seus amigos, se divertirá bastante e aprenderá novas e preciosas lições sobre amizade, amor e superação.

QUARTO ATO:

Em Na ponta dos pés, uma novidade deixa em polvorosa Zoé e seus amigos: a turma poderá, segundo Madame Oleska, usar sapatilhas de ponta antes do previsto. Uma mágica notícia para qualquer aluno do Teatro Academia, porém, que não surtiu efeito em Zoé, imersa numa grande dúvida: seria ela talentosa o suficiente para ser bailarina?

PRIMEIROS BAILARINOS:

Zoé: protagonista da série. Tem 10 anos e estuda na Academia desde os 5. Mora com os pais e tem duas irmãs, Sara, a mais velha, e Marta, a caçula. Sente muito orgulho de pertencer ao Teatro Academia, principalmente de entrar pela porta lateral, a entrada dos artistas, "é mágico e lhe dá arrepios". Ao contrário da maioria das meninas da Academia, não gosta de rosa e não liga para moda.

Leda: melhor amiga de Zoé. Filha única de pais separados, mora com a mãe, por quem é bastante mimada. Sonha ser bailarina clássica, mas está crescendo rápido demais e sua altura vira motivo de preocupação. Está apaixonada por Lucas, mas ele não sabe.

Lucas: o gente-boa da Academia, amigo de longa data de Zoé e Leda. É bonito, tem uma voz linda e é um dos poucos meninos que não implica com as meninas.

Laila: a menina dos olhos de Madame Olenska. Bonita, tecnicamente perfeita e nada modesta, sabe que é a melhor aluna da Academia e acaba se tornando um pouco solitária, já que não faz a mínima questão de ser simpática com o resto da turma.

Jonathan: inglês que chega na Academia vindo do Royal Ballet, por conta da transferência de emprego do pai de Londres para a Itália. É tímido, muito bonitinho e logo desperta a atenção de quase todas as meninas da escola, inclusive de Zoé e Laila.

Madame Olenska: diretora e professora do Teatro Academia. É muito rígida com os alunos. Começou a "carreira" de bailarina na Escola Superior de Balé de Leningrado (atual São Petersburgo), apesar de não ter sido aprovada de primeira no exame admissional, para surpresa de Zoé.

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Amigos de Ontem, Hoje e Sempre

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
R$ 12,24
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“Dançar é descobrir movimento em todas as coisas.”

Deborah Colker

Acabou o intervalo. Escolha seu assento e prepare-se para o terceiro ato, pois Zoé e sua turma se preparam para entrar em cena novamente. Depois de Na aula de balé e Que coisa irritante!, chega às prateleiras Amigos de ontem, hoje e sempre, o terceiro livro da série Sapatilhas Cor-de-Rosa, da italiana Beatrice Masini, que já foi traduzida para 15 idiomas. Desta vez, quem “assina embaixo”, literalmente, é a coreógrafa Deborah Colker, que escreveu a quarta-capa do livro, dando ainda mais brilho à coleção, já aprovada pelas bailarinas Nora Esteves e Ana Botafogo nos livros anteriores.

Neste terceiro livro, Zoé e seus amigos do Teatro Academia são surpreendidos pelas férias de Madame Olenska, que precisa se ausentar do país para rever seus familiares na Rússia, deixando no ar um clima de ansiedade. Além da nova professora Alicia Gimenez, que acaba se tornando mais do que uma mera substituta, outra surpresa movimenta a escola: o Momix está chegando! A notícia da apresentação do grupo americano de dança contemporânea na cidade mexe principalmente com a cabeça de Lucas, e todos vibram com a conquista do amigo, que consegue um papel no espetáculo, graças ao seu talento e a uma forcinha de Jonathan. O namoro de Zoé e Jonathan, por sinal, engrena de vez, mesmo que ela às vezes ainda não acredite muito bem no que está acontecendo.

Em meio a tantas novidades e à dedicação de sempre à dança, Zoé se diverte indo ao cinema e ao parque com os amigos; mata a saudade de Agnes, a amiga que conheceu nas férias, batendo papo pelo telefone; pega-se questionando cada vez mais as coisas e, quem diria, dando conselhos para os pequenos, a começar por Sara, sua irmã mais nova; descobre que Laila continua venenosa como sempre... Enfim, segue vivendo grandes e pequenas, alegres e tristes descobertas do dia-a-dia. E mostra o quanto amadureceu neste terceiro livro, compartilhando com o leitor pensamentos que ela não divide nem mesmo com Leda, sua melhor amiga.

Em Amigos de ontem, hoje e sempre, Beatrice Masini novamente transporta os leitores para o mágico universo da dança através das aventuras e desventuras de Zoé e seus amigos, por meio de sua escrita ágil, leve e emocionante, e anuncia, na volta de Madame Olenska: “Já que vocês fizeram grandes progressos, creio que poderemos antecipar em alguns meses os primeiros exercícios com ponta.” Uau! Mais surpresas e novos desafios esperam essa turma pra lá de especial no próximo livro da série Sapatilhas Cor-de-Rosa.

PRIMEIRO ATO:

Na aula de balé apresenta o dia a dia de Zoé e sua turma entre aulas e ensaios no Teatro Academia. Neste primeiro livro da série Sapatilhas Cor-de-Rosa, o leitor conhece um pouco da personalidade, da história, da família e dos sonhos e angústias dos principais personagens da série, enquanto acompanha a preparação para o esperado espetáculo de encerramento do ano escolar. Em meio às esquisitices de Laila e ao charme de Jonathan, que veio da Inglaterra e está mexendo com o coração das meninas, o que mais preocupa Zoé é a amiga Leda. Com sua altura "excessiva", Leda acabará tendo que trocar o balé clássico, seu sonho de menina, por um número contemporâneo. Como será que essa turma vai lidar com os desafios do dia-a-dia para fazer da apresentação um sucesso?

SEGUNDO ATO:

Em Que coisa irritante!, um novo professor de dança folclórica muda a rotina com aulas incríveis. Fora das salas, Zoé precisa lidar com os caprichos e as pequenas traições de Leda, que voltou das férias meio estranha. Por sorte, existe Agnes, que Zoé conheceu nas montanhas e sabe se manter próxima mesmo a distância; Jonathan, que talvez esteja se tornando mais que um amigo; o maestro Fantin, o sábio músico da escola; e Demetra, a costureira mágica que cria tutus de sonhos... O mundo maravilhoso do balé está de volta com novas emoções e desafios. A julgar pelo recado de Madame Olenska no primeiro dia de aula "Sem talento, a determinação é inútil. Mas sem determinação o talento murcha como uma flor sem água" –, este ano será ainda mais duro para os alunos do Teatro Academia. Mas Zoé é apaixonada pelo que faz e, junto com seus amigos, se divertirá bastante e aprenderá novas e preciosas lições sobre amizade, amor e superação.

QUARTO ATO:

Em Na ponta dos pés, uma novidade deixa em polvorosa Zoé e seus amigos: a turma poderá, segundo Madame Oleska, usar sapatilhas de ponta antes do previsto. Uma mágica notícia para qualquer aluno do Teatro Academia, porém, que não surtiu efeito em Zoé, imersa numa grande dúvida: seria ela talentosa o suficiente para ser bailarina?

PRIMEIROS BAILARINOS:

Zoé: protagonista da série. Tem 10 anos e estuda na Academia desde os 5. Mora com os pais e tem duas irmãs, Sara, a mais velha, e Marta, a caçula. Sente muito orgulho de pertencer ao Teatro Academia, principalmente de entrar pela porta lateral, a entrada dos artistas, "é mágico e lhe dá arrepios". Ao contrário da maioria das meninas da Academia, não gosta de rosa e não liga para moda.

Leda: melhor amiga de Zoé. Filha única de pais separados, mora com a mãe, por quem é bastante mimada. Sonha ser bailarina clássica, mas está crescendo rápido demais e sua altura vira motivo de preocupação. Está apaixonada por Lucas, mas ele não sabe.

Lucas: o gente-boa da Academia, amigo de longa data de Zoé e Leda. É bonito, tem uma voz linda e é um dos poucos meninos que não implica com as meninas.

Laila: a menina dos olhos de Madame Olenska. Bonita, tecnicamente perfeita e nada modesta, sabe que é a melhor aluna da Academia e acaba se tornando um pouco solitária, já que não faz a mínima questão de ser simpática com o resto da turma.

Jonathan: inglês que chega na Academia vindo do Royal Ballet, por conta da transferência de emprego do pai de Londres para a Itália. É tímido, muito bonitinho e logo desperta a atenção de quase todas as meninas da escola, inclusive de Zoé e Laila.

Madame Olenska: diretora e professora do Teatro Academia. É muito rígida com os alunos. Começou a "carreira" de bailarina na Escola Superior de Balé de Leningrado (atual São Petersburgo), apesar de não ter sido aprovada de primeira no exame admissional, para surpresa de Zoé.

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A Verdadeira História de Bimba, o Bambambã do Colégio

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
R$ 12,24
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A verdadeira história de Bimba, o bambambã do colégio, do escritor e roteirista Ricardo Hofstetter, conta a história de um garoto de 15 anos e sua turma barra-pesada, conhecida no colégio como "a galerinha do mal". Para se afirmar, Bimba inventa milhares de histórias, transformando-se numa lenda viva da escola e ídolo da garotada. No livro, ele é "o cara que transa com milhares de garotas, que arma todas e nunca é pego, saca de futebol a drogas pesadas, sempre se dá bem, nunca dança... Enfim, o bambambã do colégio". Mas no final do ano, na noite de reveillon, ele percebe o quanto está sufocado pelo personagem que criou e resolve se libertar. Afinal, é muito fácil enganar os outros, difícil é enganar a si mesmo.

O livro, que sai pela coleção Azul Radical da Rocco Jovens Leitores, narra, com muito bom humor, as confissões do narrador-personagem diante do computador. Escrever a verdade, somente a verdade, foi a maneira que o garoto encontrou para iniciar o seu plano de desmascarar o bambambã. E, para cumprir a promessa que fez para si mesmo, Bimba toca em assuntos como preconceito, bad boys, medo de não ser aceito pelo grupo, bullying, drogas e outros temas espinhosos, enquanto relembra as aventuras e armações da galera no colégio com uma narrativa espontânea e divertida.

Em linguagem ágil e coloquial, bem ao gosto do público adolescente, Bimba oscila entre o medo de perder o status de líder da galera e de ser ridicularizado por todos; a vontade de poder voltar a ser ele mesmo e, quem sabe, finalmente, conquistar o amor da única e verdadeira dona do seu coração, a Tânia, "mesmo ela não sendo a garota mais gostosa do colégio". É por este menino em busca da sua essência que o leitor torce a cada página, esperando que, assim como ele, outros adolescentes consigam experimentar a liberdade de ser o que são, independentemente do que os outros vão pensar, e assim se afirmar diante do grupo e da própria vida.

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A Verdadeira História de Bimba, o Bambambã do Colégio

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
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A verdadeira história de Bimba, o bambambã do colégio, do escritor e roteirista Ricardo Hofstetter, conta a história de um garoto de 15 anos e sua turma barra-pesada, conhecida no colégio como "a galerinha do mal". Para se afirmar, Bimba inventa milhares de histórias, transformando-se numa lenda viva da escola e ídolo da garotada. No livro, ele é "o cara que transa com milhares de garotas, que arma todas e nunca é pego, saca de futebol a drogas pesadas, sempre se dá bem, nunca dança... Enfim, o bambambã do colégio". Mas no final do ano, na noite de reveillon, ele percebe o quanto está sufocado pelo personagem que criou e resolve se libertar. Afinal, é muito fácil enganar os outros, difícil é enganar a si mesmo.

O livro, que sai pela coleção Azul Radical da Rocco Jovens Leitores, narra, com muito bom humor, as confissões do narrador-personagem diante do computador. Escrever a verdade, somente a verdade, foi a maneira que o garoto encontrou para iniciar o seu plano de desmascarar o bambambã. E, para cumprir a promessa que fez para si mesmo, Bimba toca em assuntos como preconceito, bad boys, medo de não ser aceito pelo grupo, bullying, drogas e outros temas espinhosos, enquanto relembra as aventuras e armações da galera no colégio com uma narrativa espontânea e divertida.

Em linguagem ágil e coloquial, bem ao gosto do público adolescente, Bimba oscila entre o medo de perder o status de líder da galera e de ser ridicularizado por todos; a vontade de poder voltar a ser ele mesmo e, quem sabe, finalmente, conquistar o amor da única e verdadeira dona do seu coração, a Tânia, "mesmo ela não sendo a garota mais gostosa do colégio". É por este menino em busca da sua essência que o leitor torce a cada página, esperando que, assim como ele, outros adolescentes consigam experimentar a liberdade de ser o que são, independentemente do que os outros vão pensar, e assim se afirmar diante do grupo e da própria vida.

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Decolando para a Felicidade

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Psicologia
R$ 12,92
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Bernard é um executivo muito bem-sucedido. Carimbou o passaporte logo depois de concluir o Ensino Médio para fazer um intercâmbio nos Estados Unidos, e por lá ficou depois de concluir o curso de direito de Harvard. Desde então, seguiu uma rotina que prezava somente o trabalho: "qualquer ação, pensamento ou respiração fora do 'to do list'" eram ignorados. Essa dedicação profissional lhe rendeu o cargo de vice-presidente de uma grande empresa de telecomunicações norte-americana, além de uma rotina de trabalho entremeada por cobrança e muito estresse. Mal sabia ele que um convite para reencontrar sua turma da escola mudaria sua vida e o salvaria de um infarto. Este é o ponto de partida de Decolando para a felicidade, romance de estréia do bicampeão brasileiro de parapente, instrutor de vôo livre e consultor Ruy Marra.

No livro, Marra utiliza personagens fictícios para contar uma história real. Ele próprio trocou uma bem-sucedida carreira de advogado, especializado em propriedade intelectual, pelo vôo duplo. Abriu mão de uma vida entre as quatro paredes de um escritório para ficar mais próximo da natureza, da família e de si mesmo. Transformou o risco do salto de asa-delta numa metáfora para as dificuldades da vida. E, em mais de dez anos de prática, desenvolveu técnicas de superação do medo e do estresse, para mostrar que o vôo duplo não é um salto para o vácuo. Ao contrário, ele pode ser sim uma decolagem para a felicidade, uma etapa fundamental na superação das inseguranças que entravam a vida.

O mote do livro é um encontro de Bernard, protagonista do livro e alter-ego do autor, com antigos amigos de escola. Para sua surpresa, no entanto, quando chegou ao encontro ele mal foi reconhecido. A calvície e os cabelos brancos faziam com que ele parecesse muito mais velho que seus amigos. Um deles, Ricardo, tinha desistido de uma carreira promissora na advocacia para dedicar seu tempo aos vôos de asa-delta. Desde então, tinha ganhado diversos prêmios e feito mais de 19 mil vôos duplos. A receita do sucesso: o controle do estresse. Preocupado com a saúde de Bernard, Ricardo alertou-o para os perigos do estresse e convidou-o para passar uns dias em sua casa num condomínio dentro da Mata Atlântica no bairro de São Conrado. Bernard, sempre muito ocupado, recusou, mas não esqueceu o convite.

De volta aos EUA, Bernard mergulhou novamente na rotina de trabalho. Uma semana após seu retorno a Nova York, foi parar na sala do clínico geral do departamento de Recursos Humanos. Dez anos de trabalho incessante lhe rendeu o diagnóstico de burnout, ou síndrome de excesso de trabalho. Segundo o médico, só uma mudança na rotina poderia reverter seu quadro. Para se recuperar, Bernard foi obrigado a tirar dois meses de licença. Ele aceita, então, o convite que Ricardo havia feito durante a reunião de escola e vai para sua casa em São Conrado.

 

A partir daí, Ruy Marra utiliza a ficção para descrever a pesquisa que realiza há anos sobre o estresse e suas conseqüências para a saúde do homem. No livro, ele descreve em detalhes o mecanismo bioquímico da tensão no corpo e como a produção de adrenalina e cortisol provoca mil e quatrocentas reações fisíco-químicas em menos de três segundos. Essa reação natural do corpo, ao contrário do que muitos imaginam, "é tão antiga quanto o homem" era ela que permitia ao homem atacar ou fugir quando se deparava com um animal selvagem. O que a torna perigosa nos dias de hoje é que o homem está cada vez mais sedentário e não desgasta o excesso de adrenalina liberado. O resultado disso é nervosismo, taquicardia, insônia, perda de memória recente e falta de apetite, sintomas que Bernard apresentava ao chegar à casa de Ricardo, mas que consegue reverter depois de seguir os conselhos de seu amigo.

Numa mistura de estudo científico, principalmente de neurociência, com fundamentos de filosofia indiana, o livro Decolando para a felicidade é uma lição para todos aqueles que colocam a carreira acima da vida e que desrespeitam o próprio corpo. São muitos os que irão se identificar com a história de Bernard e se inspirar a dar a volta por cima ou, quem sabe, até mesmo saltar de asa-delta. Num mundo onde o sucesso profissional está acima de tudo e que nos acostumamos à constante sensação de estresse, Ruy Marra revela a receita para viver uma vida equilibrada.

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Decolando para a Felicidade

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Psicologia
R$ 12,92
+frete R$ 6,35 Total: R$ 19,27
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Bernard é um executivo muito bem-sucedido. Carimbou o passaporte logo depois de concluir o Ensino Médio para fazer um intercâmbio nos Estados Unidos, e por lá ficou depois de concluir o curso de direito de Harvard. Desde então, seguiu uma rotina que prezava somente o trabalho: "qualquer ação, pensamento ou respiração fora do 'to do list'" eram ignorados. Essa dedicação profissional lhe rendeu o cargo de vice-presidente de uma grande empresa de telecomunicações norte-americana, além de uma rotina de trabalho entremeada por cobrança e muito estresse. Mal sabia ele que um convite para reencontrar sua turma da escola mudaria sua vida e o salvaria de um infarto. Este é o ponto de partida de Decolando para a felicidade, romance de estréia do bicampeão brasileiro de parapente, instrutor de vôo livre e consultor Ruy Marra.

No livro, Marra utiliza personagens fictícios para contar uma história real. Ele próprio trocou uma bem-sucedida carreira de advogado, especializado em propriedade intelectual, pelo vôo duplo. Abriu mão de uma vida entre as quatro paredes de um escritório para ficar mais próximo da natureza, da família e de si mesmo. Transformou o risco do salto de asa-delta numa metáfora para as dificuldades da vida. E, em mais de dez anos de prática, desenvolveu técnicas de superação do medo e do estresse, para mostrar que o vôo duplo não é um salto para o vácuo. Ao contrário, ele pode ser sim uma decolagem para a felicidade, uma etapa fundamental na superação das inseguranças que entravam a vida.

O mote do livro é um encontro de Bernard, protagonista do livro e alter-ego do autor, com antigos amigos de escola. Para sua surpresa, no entanto, quando chegou ao encontro ele mal foi reconhecido. A calvície e os cabelos brancos faziam com que ele parecesse muito mais velho que seus amigos. Um deles, Ricardo, tinha desistido de uma carreira promissora na advocacia para dedicar seu tempo aos vôos de asa-delta. Desde então, tinha ganhado diversos prêmios e feito mais de 19 mil vôos duplos. A receita do sucesso: o controle do estresse. Preocupado com a saúde de Bernard, Ricardo alertou-o para os perigos do estresse e convidou-o para passar uns dias em sua casa num condomínio dentro da Mata Atlântica no bairro de São Conrado. Bernard, sempre muito ocupado, recusou, mas não esqueceu o convite.

De volta aos EUA, Bernard mergulhou novamente na rotina de trabalho. Uma semana após seu retorno a Nova York, foi parar na sala do clínico geral do departamento de Recursos Humanos. Dez anos de trabalho incessante lhe rendeu o diagnóstico de burnout, ou síndrome de excesso de trabalho. Segundo o médico, só uma mudança na rotina poderia reverter seu quadro. Para se recuperar, Bernard foi obrigado a tirar dois meses de licença. Ele aceita, então, o convite que Ricardo havia feito durante a reunião de escola e vai para sua casa em São Conrado.

 

A partir daí, Ruy Marra utiliza a ficção para descrever a pesquisa que realiza há anos sobre o estresse e suas conseqüências para a saúde do homem. No livro, ele descreve em detalhes o mecanismo bioquímico da tensão no corpo e como a produção de adrenalina e cortisol provoca mil e quatrocentas reações fisíco-químicas em menos de três segundos. Essa reação natural do corpo, ao contrário do que muitos imaginam, "é tão antiga quanto o homem" era ela que permitia ao homem atacar ou fugir quando se deparava com um animal selvagem. O que a torna perigosa nos dias de hoje é que o homem está cada vez mais sedentário e não desgasta o excesso de adrenalina liberado. O resultado disso é nervosismo, taquicardia, insônia, perda de memória recente e falta de apetite, sintomas que Bernard apresentava ao chegar à casa de Ricardo, mas que consegue reverter depois de seguir os conselhos de seu amigo.

Numa mistura de estudo científico, principalmente de neurociência, com fundamentos de filosofia indiana, o livro Decolando para a felicidade é uma lição para todos aqueles que colocam a carreira acima da vida e que desrespeitam o próprio corpo. São muitos os que irão se identificar com a história de Bernard e se inspirar a dar a volta por cima ou, quem sabe, até mesmo saltar de asa-delta. Num mundo onde o sucesso profissional está acima de tudo e que nos acostumamos à constante sensação de estresse, Ruy Marra revela a receita para viver uma vida equilibrada.

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Pingos de Sangue no Play

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
R$ 12,58
+frete R$ 6,82 Total: R$ 19,40
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Domingo, já escurecendo. Eu estava sentada num brinquedo do playground do prédio. Claro que não estava brincando. Play é para crianças.” Foi neste local – que, em princípio, seria cenário para um encontro amoroso às escondidas –, que Nena, de 13 anos, aguardava ansiosa por Corvo, seu primeiro namorado. A noite prometia algo romântico, mas, ao invés de beijos apaixonados no play, vestígios de sangue pelo chão anunciaram a ocorrência de um crime que iria movimentar a vida de todos os moradores do prédio, e adiar o clima de romance entre os dois.

O corpo encontrado atrás do pula-pula do play, com a camisa suja de sangue, era de seu Bombinha, o sempre prestativo porteiro do prédio. Nena o encontrou e se sentiu envolvida com aquilo, a ponto de buscar o culpado por conta própria. Para isso, a detetive-mirim tem que desafiar a própria polícia, driblar os questionamentos dos pais e, no meio disso tudo, encontrar ainda tempo para cultivar o recente namoro.

Alguns amigos entram em cena formando uma verdadeira equipe de investigação. Pati, Manu e Mari se revezavam com Nena e Corvo na missão de listar todos os suspeitos e observar seus comportamentos no dia a dia. Contam ainda com a ajuda de Pepe, que investigaria a vida dos moradores pelo computador. A ordem era primeiro descobrir o criminoso, depois poderiam voltar à vida normal.

A primeira pista do crime não parecia pertencer a alguém perigoso, mas deu início a uma série de rastros e informações que se cruzavam, sobre um mistério cada vez mais instigante à medida que se revelava. Entre os principais suspeitos, surgiram personagens sugestivos como o Mata-Boy e o Jorge Militone. O amigo Luisão, que era ajudante do porteiro, revelou-se uma peça-chave nas investigações, abrindo a questão do porte de armas.

Nesta aventura de mistério, a escritora e roteirista Ana Maria Moretzsohn – que foi responsável, junto com Ricardo Linhares, pela implantação do programa Malhação na TV Globo – presenteia os jovens leitores com uma narrativa de suspense, delineada por uma linguagem descontraída, cômica e sarcástica e um desfecho inimaginável.

Leia um trecho +

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Pingos de Sangue no Play

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
R$ 12,58
+frete R$ 6,82 Total: R$ 19,40
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Domingo, já escurecendo. Eu estava sentada num brinquedo do playground do prédio. Claro que não estava brincando. Play é para crianças.” Foi neste local – que, em princípio, seria cenário para um encontro amoroso às escondidas –, que Nena, de 13 anos, aguardava ansiosa por Corvo, seu primeiro namorado. A noite prometia algo romântico, mas, ao invés de beijos apaixonados no play, vestígios de sangue pelo chão anunciaram a ocorrência de um crime que iria movimentar a vida de todos os moradores do prédio, e adiar o clima de romance entre os dois.

O corpo encontrado atrás do pula-pula do play, com a camisa suja de sangue, era de seu Bombinha, o sempre prestativo porteiro do prédio. Nena o encontrou e se sentiu envolvida com aquilo, a ponto de buscar o culpado por conta própria. Para isso, a detetive-mirim tem que desafiar a própria polícia, driblar os questionamentos dos pais e, no meio disso tudo, encontrar ainda tempo para cultivar o recente namoro.

Alguns amigos entram em cena formando uma verdadeira equipe de investigação. Pati, Manu e Mari se revezavam com Nena e Corvo na missão de listar todos os suspeitos e observar seus comportamentos no dia a dia. Contam ainda com a ajuda de Pepe, que investigaria a vida dos moradores pelo computador. A ordem era primeiro descobrir o criminoso, depois poderiam voltar à vida normal.

A primeira pista do crime não parecia pertencer a alguém perigoso, mas deu início a uma série de rastros e informações que se cruzavam, sobre um mistério cada vez mais instigante à medida que se revelava. Entre os principais suspeitos, surgiram personagens sugestivos como o Mata-Boy e o Jorge Militone. O amigo Luisão, que era ajudante do porteiro, revelou-se uma peça-chave nas investigações, abrindo a questão do porte de armas.

Nesta aventura de mistério, a escritora e roteirista Ana Maria Moretzsohn – que foi responsável, junto com Ricardo Linhares, pela implantação do programa Malhação na TV Globo – presenteia os jovens leitores com uma narrativa de suspense, delineada por uma linguagem descontraída, cômica e sarcástica e um desfecho inimaginável.

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O Meu Mestre Imaginário

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Crítica Literária
R$ 12,58
+frete R$ 6,82 Total: R$ 19,40
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Uma das marcas de Autran Dourado é ir além do romance e analisar também o próprio fazer literário. "Faço gráficos e esquemas, sinopses, monto desenhos, armo quadrados, retângulos e círculos, como se fosse um arquiteto, a régua, compasso e transferidor" disse o consagrado escritor mineiro em Uma poética do romance: matéria de carpintaria. Colocando-se ora como teórico ora como romancista, ele vê as obras literárias de dois pontos de vista diferentes: por um lado perscruta as miudezas inerentes à forma narrativa, avaliando e comparando estilos e técnicas com impressionante erudição, e por outro desnuda os aspectos subjetivos do autor diante do livro que escreve.

Meu mestre imaginário é o segundo livro teórico de Autran Dourado, resultado em parte do curso de teoria literária que ministrou na PUC do Rio de Janeiro na década de oitenta. Ao contrário de Uma poética do romance, no qual ele analisa os próprios romances - A barca do homens, Uma vida em segredo, Ópera dos mortos e Os sinos da agonia - os pequenos ensaios contidos em Meu mestre imaginário enfocam as técnicas utilizadas nas obras de grandes escritores como Flaubert, Stendhal, Machado de Assis, Homero, Sófocles, Ésquilo e muitos outros. Evidentemente influenciado por Wittgenstein e pela filosofia da linguagem, que na segunda metade do século XX se difundiu entre os teóricos brasileiros, várias vezes suas observações transcendem o campo da literatura para tratar da linguagem como um todo, das condições de significabilidade das expressões, da metafísica do texto e do sentido da tragédia.

Os ensaios contidos nesse livro são atribuídos a Erasmo Rangel, alter ego de Autran Dourado e seu mestre imaginário. Atemporal, imaginoso, diletante, "mutável como o vento", Erasmo Rangel não dá a mínima para os formalismos e para a rigorosidade acadêmica, pulando de assunto para assunto conforme lhe dá na telha, mas sempre demonstrando um imenso conhecimento literário e uma incrível capacidade de ler nas entrelinhas. "De antemão não sei escrever qualquer coisa, vou no vai-da-pena", revela o mestre imaginário, entre uma observação sobre Proust e outra sobre a psicanálise.

Enfim, Meu mestre imaginário não é apenas um livro obrigatório para os interessados em entender melhor o processo criativo e as influências de Autran Dourado, é também um delicioso passeio literário e filosófico, repleto de visões e interpretações originais de algumas das obras mais importantes da história.

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O Meu Mestre Imaginário

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Crítica Literária
R$ 12,58
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Uma das marcas de Autran Dourado é ir além do romance e analisar também o próprio fazer literário. "Faço gráficos e esquemas, sinopses, monto desenhos, armo quadrados, retângulos e círculos, como se fosse um arquiteto, a régua, compasso e transferidor" disse o consagrado escritor mineiro em Uma poética do romance: matéria de carpintaria. Colocando-se ora como teórico ora como romancista, ele vê as obras literárias de dois pontos de vista diferentes: por um lado perscruta as miudezas inerentes à forma narrativa, avaliando e comparando estilos e técnicas com impressionante erudição, e por outro desnuda os aspectos subjetivos do autor diante do livro que escreve.

Meu mestre imaginário é o segundo livro teórico de Autran Dourado, resultado em parte do curso de teoria literária que ministrou na PUC do Rio de Janeiro na década de oitenta. Ao contrário de Uma poética do romance, no qual ele analisa os próprios romances - A barca do homens, Uma vida em segredo, Ópera dos mortos e Os sinos da agonia - os pequenos ensaios contidos em Meu mestre imaginário enfocam as técnicas utilizadas nas obras de grandes escritores como Flaubert, Stendhal, Machado de Assis, Homero, Sófocles, Ésquilo e muitos outros. Evidentemente influenciado por Wittgenstein e pela filosofia da linguagem, que na segunda metade do século XX se difundiu entre os teóricos brasileiros, várias vezes suas observações transcendem o campo da literatura para tratar da linguagem como um todo, das condições de significabilidade das expressões, da metafísica do texto e do sentido da tragédia.

Os ensaios contidos nesse livro são atribuídos a Erasmo Rangel, alter ego de Autran Dourado e seu mestre imaginário. Atemporal, imaginoso, diletante, "mutável como o vento", Erasmo Rangel não dá a mínima para os formalismos e para a rigorosidade acadêmica, pulando de assunto para assunto conforme lhe dá na telha, mas sempre demonstrando um imenso conhecimento literário e uma incrível capacidade de ler nas entrelinhas. "De antemão não sei escrever qualquer coisa, vou no vai-da-pena", revela o mestre imaginário, entre uma observação sobre Proust e outra sobre a psicanálise.

Enfim, Meu mestre imaginário não é apenas um livro obrigatório para os interessados em entender melhor o processo criativo e as influências de Autran Dourado, é também um delicioso passeio literário e filosófico, repleto de visões e interpretações originais de algumas das obras mais importantes da história.

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A Culpa é Toda de Marte

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
R$ 12,58
+frete R$ 6,82 Total: R$ 19,40
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Clima astral propenso a uma boa leitura. Saturno em conjunção com a Lua conspira para a possibilidade de boas risadas e emoções à flor da pele se a leitura em questão for A culpa é toda de Marte. Quem avisa é Thalita Rebouças, que assina a orelha do novo livro da escritora e ilustradora Paula Browne.

Em A culpa é toda de Marte, a autora conta a história de Diana, uma garota que tem ideias muito próprias sobre a vida.

Diana tem um namorado perfeito e está completamente apaixonada por ele quando viaja nas férias de julho para encontrar uma amiga de infância e, nesta viagem, conhece o Pedro: o garoto mais bonito do planeta. Assim, sem que nada fosse planejado, de repente ela se vê com dois namorados. Que ela ama e pelos quais é correspondida! Sem nenhuma culpa, Diana resolve então manter seus dois amores, que ela guarda em gavetinhas separadas do seu coração. Mas será que isto vai dar certo?

Esta pergunta que ela não se faz, naturalmente, tem a resposta mais óbvia: não. Não vai dar certo. E a partir daí ela passa a fazer vários questionamentos sobre a vida e suas relações amorosas. Diana ainda tem que lidar com o fato de que todos parecem saber o que vai acontecer no seu futuro: os amigos, o livro, a sorte no biscoito chinês, o horóscopo. Ah! O horóscopo, principalmente, certeiro. Pois embora Diana acredite nas ciências exatas ela não tem como negar o sentido das previsões astrais.

A culpa é toda de Marte! é um livro que aborda sobretudo o limite da nossa liberdade e das nossas escolhas. Uma historia onde no fundo ninguém tem culpa de nada. Apenas marte, em parte; coisa rara nos dias de hoje.

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A Culpa é Toda de Marte

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Infanto Juvenis
R$ 12,58
+frete R$ 6,82 Total: R$ 19,40
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Clima astral propenso a uma boa leitura. Saturno em conjunção com a Lua conspira para a possibilidade de boas risadas e emoções à flor da pele se a leitura em questão for A culpa é toda de Marte. Quem avisa é Thalita Rebouças, que assina a orelha do novo livro da escritora e ilustradora Paula Browne.

Em A culpa é toda de Marte, a autora conta a história de Diana, uma garota que tem ideias muito próprias sobre a vida.

Diana tem um namorado perfeito e está completamente apaixonada por ele quando viaja nas férias de julho para encontrar uma amiga de infância e, nesta viagem, conhece o Pedro: o garoto mais bonito do planeta. Assim, sem que nada fosse planejado, de repente ela se vê com dois namorados. Que ela ama e pelos quais é correspondida! Sem nenhuma culpa, Diana resolve então manter seus dois amores, que ela guarda em gavetinhas separadas do seu coração. Mas será que isto vai dar certo?

Esta pergunta que ela não se faz, naturalmente, tem a resposta mais óbvia: não. Não vai dar certo. E a partir daí ela passa a fazer vários questionamentos sobre a vida e suas relações amorosas. Diana ainda tem que lidar com o fato de que todos parecem saber o que vai acontecer no seu futuro: os amigos, o livro, a sorte no biscoito chinês, o horóscopo. Ah! O horóscopo, principalmente, certeiro. Pois embora Diana acredite nas ciências exatas ela não tem como negar o sentido das previsões astrais.

A culpa é toda de Marte! é um livro que aborda sobretudo o limite da nossa liberdade e das nossas escolhas. Uma historia onde no fundo ninguém tem culpa de nada. Apenas marte, em parte; coisa rara nos dias de hoje.

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A Bela e a Fera

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Literatura Brasileira
R$ 12,58
+frete R$ 6,82 Total: R$ 19,40
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Livro póstumo de contos, A bela e a fera apresenta ao leitor duas Clarices: a primeira, uma jovem aflita, com imaginação de extrema vitalidade, que, aos 14 anos, começa a inventar histórias e a escrever contos insólitos que têm como marca a expressão de intensos impulsos emocionais. 

Clarice Lispector perdera pouco antes sua mãe, que já conhecera paralítica. A menina de 1940 carregava uma dor dupla: a perda da mãe, com quem mal pudera se relacionar, e o martírio de não tê-la salvo da enfermidade ao nascer, conforme a previsão dos médicos. Foi neste contexto que, a partir de 1940, surgiram os contos da primeira parte do livro: "História interrompida", "Gertrudes pede um conselho", "Obsessão", "O delírio", "A fuga" e "Mais dois bêbados". São temas leves de menina, como a adolescente ansiosa para "resolver" seu amor por aquele rapaz estranho, bonito e triste de "História interrompida". Ou a luta de Gertrudes por ajuda para a melancolia em cartas que escreve a uma médica consultora de um jornal em "Gertrudes pede um conselho". Mas o sofrimento é de gente grande, dores maduras, que a autora cultivava há muito tempo, apesar dos poucos 14 anos. 

Mas nem assim Clarice perde o humor. Os ensaios de Clara para pedir ou apenas comunicar seu casamento com W. são hilariantes, e sem dúvida compartilhados por todas as adolescentes do mundo. Mas o desfecho trágico – W. se mata, antes da declaração da amada – é só de Clarice Lispector.

A amiga, colaboradora e companheira dos últimos anos de vida Olga Borelli explica que estes contos da adolescência não foram publicados antes porque, na verdade, Clarice não sabia o que era exatamente um conto, mas tinha intuição do que era um anticonto: "Talvez ela entendesse mais de anticonto, porque se considerava antiescritora", diz Olga na apresentação do livro. A esta característica, Clarice atribuía a não publicação de seus trabalhos de pré-adolescente, enviados para a seção de contos infantis de O Diário de Pernambuco. O jornal só publicava histórias que, segundo Clarice, começavam com "Era uma vez, e isso, e mais isso, e depois aquilo..."

Olga Borelli lembra que Clarice costumava dizer que só escrevia quando "a coisa vem". E foi assim que vieram os dois contos escritos em seus últimos meses de vida, em 1977 : "Um dia a menos" e "A bela e a fera". Este último, segundo Olga, nascido de uma visão dilacerada do encontro de uma dondoca com um mendigo ferido em Copacabana. A desgraça do mendigo da ferida aberta chocou a socialite, não apenas por lhe ter provocado um forte clamor por justiça social, mas por perceber que a ferida do mendigo era real, ao passo que ela sequer existia. Era uma alma penada pairando pelos salões e encobrindo com jóias um infinito vazio. Sua ferida era o nada. 

A bela e a fera, como os demais títulos de Clarice Lispector relançados pela Rocco, recebeu novo tratamento gráfico e passou por rigorosa revisão de texto, feita pela especialista em crítica textual Marlene Gomes Mendes, baseada em sua primeira edição.

Visite a página especial Clarice Lispector.

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A Bela e a Fera

    Editora: editora rocco
Tipo: Novo Estante: Literatura Brasileira
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Livro póstumo de contos, A bela e a fera apresenta ao leitor duas Clarices: a primeira, uma jovem aflita, com imaginação de extrema vitalidade, que, aos 14 anos, começa a inventar histórias e a escrever contos insólitos que têm como marca a expressão de intensos impulsos emocionais. 

Clarice Lispector perdera pouco antes sua mãe, que já conhecera paralítica. A menina de 1940 carregava uma dor dupla: a perda da mãe, com quem mal pudera se relacionar, e o martírio de não tê-la salvo da enfermidade ao nascer, conforme a previsão dos médicos. Foi neste contexto que, a partir de 1940, surgiram os contos da primeira parte do livro: "História interrompida", "Gertrudes pede um conselho", "Obsessão", "O delírio", "A fuga" e "Mais dois bêbados". São temas leves de menina, como a adolescente ansiosa para "resolver" seu amor por aquele rapaz estranho, bonito e triste de "História interrompida". Ou a luta de Gertrudes por ajuda para a melancolia em cartas que escreve a uma médica consultora de um jornal em "Gertrudes pede um conselho". Mas o sofrimento é de gente grande, dores maduras, que a autora cultivava há muito tempo, apesar dos poucos 14 anos. 

Mas nem assim Clarice perde o humor. Os ensaios de Clara para pedir ou apenas comunicar seu casamento com W. são hilariantes, e sem dúvida compartilhados por todas as adolescentes do mundo. Mas o desfecho trágico – W. se mata, antes da declaração da amada – é só de Clarice Lispector.

A amiga, colaboradora e companheira dos últimos anos de vida Olga Borelli explica que estes contos da adolescência não foram publicados antes porque, na verdade, Clarice não sabia o que era exatamente um conto, mas tinha intuição do que era um anticonto: "Talvez ela entendesse mais de anticonto, porque se considerava antiescritora", diz Olga na apresentação do livro. A esta característica, Clarice atribuía a não publicação de seus trabalhos de pré-adolescente, enviados para a seção de contos infantis de O Diário de Pernambuco. O jornal só publicava histórias que, segundo Clarice, começavam com "Era uma vez, e isso, e mais isso, e depois aquilo..."

Olga Borelli lembra que Clarice costumava dizer que só escrevia quando "a coisa vem". E foi assim que vieram os dois contos escritos em seus últimos meses de vida, em 1977 : "Um dia a menos" e "A bela e a fera". Este último, segundo Olga, nascido de uma visão dilacerada do encontro de uma dondoca com um mendigo ferido em Copacabana. A desgraça do mendigo da ferida aberta chocou a socialite, não apenas por lhe ter provocado um forte clamor por justiça social, mas por perceber que a ferida do mendigo era real, ao passo que ela sequer existia. Era uma alma penada pairando pelos salões e encobrindo com jóias um infinito vazio. Sua ferida era o nada. 

A bela e a fera, como os demais títulos de Clarice Lispector relançados pela Rocco, recebeu novo tratamento gráfico e passou por rigorosa revisão de texto, feita pela especialista em crítica textual Marlene Gomes Mendes, baseada em sua primeira edição.

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