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O Vento e o Moinho Capa ilustrativa

O Vento e o Moinho

Rodrigo Naves

Parte de uma geração que ajudou a abrir espaço para a arte contemporânea no Brasil, Rodrigo Naves, ao lado de Ronaldo Brito, Alberto Tassinari e tantos outros, encontrou em seu caminho um dilema que, de certo modo, aparece em muitos dos textos dessa coletânea: como discutir as artes plásticas num país sem muita tradição nessa área, sem instituições fortes, com pouco público, e com o entrave de um legado crítico que ainda tentava romper com as fronteiras do discurso nacionalista? Se, ao cabo de três décadas, o panorama ainda tem algo de desolador, há de se admitir que o debate andou e que, dentro de todas as suas limitações, o cenário já não é o mesmo. Multiplicaram-se as galerias e instituições, há mais exposições e os artistas ganharam nova visibilidade. Por que então a arte contemporânea brasileira nunca atingiu o grau de inovação de modernos como Amilcar de Castro, Volpi, Mira Schendel ou Hélio Oiticica? E mesmo entre os nossos modernos, por que a novidade formal foi mais tímida que a de seus contemporâneos internacionais? Dividido em cinco blocos temáticos, o livro favorece ainda outro tipo de investigação: a do caminho que percorreu o raciocínio do crítico ao longo dos anos, a de seu gosto pessoal, a das idéias que mudaram com o tempo e das que permaneceram as mesmas. Há nessa aparente - e declarada - falta de coerência, algo de muito revelador. Se uma mesma opinião aparece em mais de um texto, ela nunca é estanque, nunca é apenas reiteração; pelo contrário, ganha nova forma, novos significados, lança luz e ao mesmo tempo é iluminada pelo contexto em que foi inserida. É nesse jogo de relações, nesse diálogo incessante com a realidade e consigo mesma, que a melhor arte, e a melhor crítica, são produzidas. Fechar Ler mais

Parte de uma geração que ajudou a abrir espaço para a arte contemporânea no Brasil, Rodrigo Naves, ao lado de Ronaldo Brito, Alberto Tassinari e tantos outros, encontrou em seu caminho um dilema que, de certo modo, aparece em muitos dos textos dessa coletânea: como discutir as artes plásticas num país sem muita tradição nessa área, sem instituições fortes, com pouco público, e com o entrave de um legado crítico que ainda tentava romper com as fronteiras do discurso nacionalista? Se, ao cabo de três décadas, o panorama ainda tem algo de desolador, há de se admitir que o debate andou e que, dentro de todas as suas limitações, o cenário já não é o mesmo. Multiplicaram-se as galerias e instituições, há mais exposições e os artistas ganharam nova visibilidade. Por que então a arte contemporânea brasileira nunca atingiu o grau de inovação de modernos como Amilcar de Castro, Volpi, Mira Schendel ou Hélio Oiticica? E mesmo entre os nossos modernos, por que a novidade formal foi mais tímida que a de seus contemporâneos internacionais? Dividido em cinco blocos temáticos, o livro favorece ainda outro tipo de investigação: a do caminho que percorreu o raciocínio do crítico ao longo dos anos, a de seu gosto pessoal, a das idéias que mudaram com o tempo e das que permaneceram as mesmas. Há nessa aparente - e declarada - falta de coerência, algo de muito revelador. Se uma mesma opinião aparece em mais de um texto, ela nunca é estanque, nunca é apenas reiteração; pelo contrário, ganha nova forma, novos significados, lança luz e ao mesmo tempo é iluminada pelo contexto em que foi inserida. É nesse jogo de relações, nesse diálogo incessante com a realidade e consigo mesma, que a melhor arte, e a melhor crítica, são produzidas. Fechar Ler mais

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O vento e o moinho

O vento e o moinho

O vento e o moinho

O vento e o moinho

Ano:   Editora: Companhia das Letras

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2460 qualificações
R$ 63,70 + R$ 11,37 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. Sinopse: Em "O vento e o moinho", que reúne trinta anos da crítica de Rodrigo Naves, o autor analisa a obra de artistas como Amilcar de Castro, Tunga, Nuno Ramos e Jackson Pollock, entre outros.

O vento e o moinho

O vento e o moinho

Ano:   Editora: Companhia das Letras

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
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R$ 63,70 + R$ 11,37 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. Sinopse: Em "O vento e o moinho", que reúne trinta anos da crítica de Rodrigo Naves, o autor analisa a obra de artistas como Amilcar de Castro, Tunga, Nuno Ramos e Jackson Pollock, entre outros.

O vento e o moinho

O vento e o moinho

Ano:   Editora: Companhia das Letras

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2460 qualificações
R$ 63,70 + R$ 11,37 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. Sinopse: Em "O vento e o moinho", que reúne trinta anos da crítica de Rodrigo Naves, o autor analisa a obra de artistas como Amilcar de Castro, Tunga, Nuno Ramos e Jackson Pollock, entre outros.

O Vento e o Moinho

O Vento e o Moinho

Ano:   Editora: Companhia das Letras

Tipo: novo

Sociedade dos Livros Sociedade dos Livros SP - São Paulo
97% Positivas
569 qualificações
R$ 68,00 + R$ 10,95 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição livro novo. Adquirido diretamento da editora.

O Vento e o Moinho

O Vento e o Moinho

Ano:   Editora: Companhia das Letras

Tipo: novo

Sociedade dos Livros Sociedade dos Livros SP - São Paulo
97% Positivas
569 qualificações
R$ 70,00 + R$ 10,95 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição livro novo . Adquirido diretamente pela editora. Em , que reúne trinta anos da crítica de Rodrigo Naves, o autor analisa a obra de artistas como Amilcar de Castro, Tunga, Nuno Ramos e Jackson Pollock, entre outros. editora: Companhia das Letras

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