A Compra Garantida Estante Virtual é uma garantia de que você receberá a encomenda ou o reembolso do valor da sua compra. Saiba mais aqui.

  • 1.350 sebos e livreiros
  • Qualificações positivas dos livreiros
  • Maior acervo do mundo em língua portuguesa
filtros
Da Guerra a Pacificacao a Escolha Colombiana Capa ilustrativa

Da Guerra À Pacificação: a Escolha Colombiana

Ricardo Vélez Rodriguez

A problemática da violência sempre foi um fator presente nas sociedades latino-americanas. A configuração dos Estados como instâncias mais fortes do que a sociedade, numa tendência de privatização do espaço público pelos clãs, foi a causa básica do fenômeno. É a herança ibérica que, superada no Velho Mundo, ainda não foi vencida em terras americanas. É fator constituinte do denominado "custo Brasil”. O Estado, como frisava Raymundo Faoro, sempre teve donos. Ou como apontava Oliveira Vianna, a ausência de espírito público, essa é uma das marcas registradas na nossa cultura política. Até o final do século XX, essa realidade deu ensejo a Estados em que o compadrio era a lei que comandava o preenchimento de cargos, com toda a seqüela de falta de visão nacional e ausência de patriotismo. O patotismo, na América Latina, sufocou o patriotismo. Patotismo ou clientelismo que deu ensejo, ao longo do nosso Continente sul-americano e também na América Central e no México, às várias gerações de compadres que dominavam a ferro e fogo. Resquícios dessa pesada herança são a ditadura de Fidel Castro em Cuba e o populismo dito bolivariano do coronel Chávez na Venezuela. Embora tenhamos caminhado, no Brasil, em direção à consolidação de instituições democráticas, notadamente ao longo dos últimos vinte anos, não podemos negar que o patrimonialismo ainda grassa na nossa cultura política. São as várias clientelas que, no recente ciclo de abertura e de amadurecimento democrático, têm preenchido os cargos federais com amigos e apaniguados dos Presidentes, fenômeno que tem dado ensejo às várias "Repúblicas" que caracterizam a nossa história recente: "República do Maranhão", "República das Alagoas", "República do pão de queijo", "República do tucanato paulista", "República dos companheiros"... É claro que não estamos sozinhos no usufruto dessa pesada herança. O drama argentino consiste em não terem conseguido, os nossos vizinhos, estabelecer, por cima das clientelas de políticos provinciais, um centro de poder que governe efetivamente, traçando políticas de alcance nacional. Isso, aliás, não é novo na política platina, e já o grande Domingos Faustino Sarmiento em Facundo destacava, em 1846, que a tendência à privatização do Estado era o grande mal que afetava aos argentinos, sendo que o processo centralizador deu-se, no período de Rosas, sob o signo de uma sanguinolenta tirania que enquadrou todo mundo pela barbárie, repetindo, no plano federal, o que Facundo Quiroga tinha realizado anteriormente na sua província. Algo que teve o seu contrapeso do lado brasileiro, no regime de cooptação que Dom Pedro II impôs às oligarquias regionais, tendo dado ensejo às instituições imperiais. Diríamos que, em termos de organizar o Estado, o patrimonialismo estamental de Dom Pedro foi muito mais civilizado que o patrimonialismo de faca na bota de Rosas. No século XX, podemos estabelecer comparação semelhante entre o patrimonialismo sindical de Perón e o tecnocrático de Getúlio. A hipótese que levanto neste livro é a seguinte: quando, no decorrer da segunda metade do século XX, o patrimonialismo vinculou-se, nos países latino-americanos, ao mercado dos tóxicos e à ação radical do Foro de São Paulo , a violência disparou e ensejou a formação de Estados dentro do Estado, cuja manifestação mais contundente foi a República das FARC, que entre 1998 e 2002, a guerrilha colombiana organizou na zona sul-oriental do país, numa área equivalente à do Estado do Rio de Janeiro, pondo em xeque a segurança continental, porquanto se constituiu em centro de irradiação do narcotráfico pelo Continente sul-americano afora, bem como em núcleo de exportação da narco-guerrilha aos países vizinhos. A América Latina conheceu, também, a sua Guerra do Ópio. Em face desse fenômeno da narco-guerrilha, analiso os riscos que decorrem para o Brasil, notadamente. Considero que esses riscos aumentam, na medida em que a esquerda brasileira continua presa ainda a um modelo arcaico de comportamento politicamente correto, que a faz enxergar nos guerrilheiros colombianos combatentes idealistas pela justiça social e em prol da instauração do socialismo, quando o que realmente constituem é um núcleo de terroristas financiados pelo narcotráfico, que têm como única finalidade a racionalização dos seus negócios e a expansão do seu modelo de exploração para o resto do Continente sul-americano. O modelo colombiano da narco-guerrilha não está longe do Brasil: isso é testemunhado pelo fato de Fernandinho Beira Mar ter sido o elo entre as FARC e o narcotráfico carioca. Ricardo Vélez Rodríguez Fechar Ler mais

A problemática da violência sempre foi um fator presente nas sociedades latino-americanas. A configuração dos Estados como instâncias mais fortes do que a sociedade, numa tendência de privatização do espaço público pelos clãs, foi a causa básica do fenômeno. É a herança ibérica que, superada no Velho Mundo, ainda não foi vencida em terras americanas. É fator constituinte do denominado "custo Brasil”. O Estado, como frisava Raymundo Faoro, sempre teve donos. Ou como apontava Oliveira Vianna, a ausência de espírito público, essa é uma das marcas registradas na nossa cultura política. Até o final do século XX, essa realidade deu ensejo a Estados em que o compadrio era a lei que comandava o preenchimento de cargos, com toda a seqüela de falta de visão nacional e ausência de patriotismo. O patotismo, na América Latina, sufocou o patriotismo. Patotismo ou clientelismo que deu ensejo, ao longo do nosso Continente sul-americano e também na América Central e no México, às várias gerações de compadres que dominavam a ferro e fogo. Resquícios dessa pesada herança são a ditadura de Fidel Castro em Cuba e o populismo dito bolivariano do coronel Chávez na Venezuela. Embora tenhamos caminhado, no Brasil, em direção à consolidação de instituições democráticas, notadamente ao longo dos últimos vinte anos, não podemos negar que o patrimonialismo ainda grassa na nossa cultura política. São as várias clientelas que, no recente ciclo de abertura e de amadurecimento democrático, têm preenchido os cargos federais com amigos e apaniguados dos Presidentes, fenômeno que tem dado ensejo às várias "Repúblicas" que caracterizam a nossa história recente: "República do Maranhão", "República das Alagoas", "República do pão de queijo", "República do tucanato paulista", "República dos companheiros"... É claro que não estamos sozinhos no usufruto dessa pesada herança. O drama argentino consiste em não terem conseguido, os nossos vizinhos, estabelecer, por cima das clientelas de políticos provinciais, um centro de poder que governe efetivamente, traçando políticas de alcance nacional. Isso, aliás, não é novo na política platina, e já o grande Domingos Faustino Sarmiento em Facundo destacava, em 1846, que a tendência à privatização do Estado era o grande mal que afetava aos argentinos, sendo que o processo centralizador deu-se, no período de Rosas, sob o signo de uma sanguinolenta tirania que enquadrou todo mundo pela barbárie, repetindo, no plano federal, o que Facundo Quiroga tinha realizado anteriormente na sua província. Algo que teve o seu contrapeso do lado brasileiro, no regime de cooptação que Dom Pedro II impôs às oligarquias regionais, tendo dado ensejo às instituições imperiais. Diríamos que, em termos de organizar o Estado, o patrimonialismo estamental de Dom Pedro foi muito mais civilizado que o patrimonialismo de faca na bota de Rosas. No século XX, podemos estabelecer comparação semelhante entre o patrimonialismo sindical de Perón e o tecnocrático de Getúlio. A hipótese que levanto neste livro é a seguinte: quando, no decorrer da segunda metade do século XX, o patrimonialismo vinculou-se, nos países latino-americanos, ao mercado dos tóxicos e à ação radical do Foro de São Paulo , a violência disparou e ensejou a formação de Estados dentro do Estado, cuja manifestação mais contundente foi a República das FARC, que entre 1998 e 2002, a guerrilha colombiana organizou na zona sul-oriental do país, numa área equivalente à do Estado do Rio de Janeiro, pondo em xeque a segurança continental, porquanto se constituiu em centro de irradiação do narcotráfico pelo Continente sul-americano afora, bem como em núcleo de exportação da narco-guerrilha aos países vizinhos. A América Latina conheceu, também, a sua Guerra do Ópio. Em face desse fenômeno da narco-guerrilha, analiso os riscos que decorrem para o Brasil, notadamente. Considero que esses riscos aumentam, na medida em que a esquerda brasileira continua presa ainda a um modelo arcaico de comportamento politicamente correto, que a faz enxergar nos guerrilheiros colombianos combatentes idealistas pela justiça social e em prol da instauração do socialismo, quando o que realmente constituem é um núcleo de terroristas financiados pelo narcotráfico, que têm como única finalidade a racionalização dos seus negócios e a expansão do seu modelo de exploração para o resto do Continente sul-americano. O modelo colombiano da narco-guerrilha não está longe do Brasil: isso é testemunhado pelo fato de Fernandinho Beira Mar ter sido o elo entre as FARC e o narcotráfico carioca. Ricardo Vélez Rodríguez Fechar Ler mais

Estatísticas de venda deste livro

Último vendido Nos últimos 3 meses
Vendidos
Preço médio R$ " + data.stats.mean + "
Menor preço R$ " + data.stats.min + "
Maior preço R$ " + data.stats.max + "

Esta informação aparece apenas para usuários logados como livreiros.

Da Guerra à Pacificação: a Escolha Colombiana

Da Guerra à Pacificação: a Escolha Colombiana

Exibindo todas as publicações encontradas. Filtre pelas mais recentesRemover filtro
Da Guerra à Pacificação: a Escolha Colombiana

Da Guerra à Pacificação: a Escolha Colombiana

Ano:   Editora: Vide Editorial

Tipo: seminovo/usado

Discos Afins Discos Afins SP - São Paulo
96% Positivas
121 qualificações
R$ 33,00 + R$ 7,21 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro íntegro e bem conservado. Livro usado, apresenta marcas de uso e do tempo, Não apresenta rasuras Capa Em Bom Estado , Sem grifos e Sem rasuras, Livro usado com marcas de uso

Da Guerra à Pacificação: a Escolha Colombiana

Da Guerra à Pacificação: a Escolha Colombiana

Ano:   Editora: Vide Editorial

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2300 qualificações
R$ 36,00 + R$ 7,21 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo! ***Sinopse: No livro, o autor defende a seguinte hipótese - quando, no decorrer da segunda metade do século XX, o patrimonialismo vinculou-se, nos países latino-americanos, ao mercado dos tóxicos e à ação radical do Foro de São Paulo, a violência disparou e ensejou a formação de Estados dentro do Estado, cuja manifestação foi a República das FARC, que entre 1998 e 2002, a guerrilha colombiana organizou na zona sul-oriental do país, pondo em xeque a segurança continental, porquanto se constituiu em centro de irradiação do narcotráfico pelo Continente sul-americano, bem como em núcleo de exportação da narco-guerrilha aos países vizinhos. Em face desse fenômeno da narco-guerrilha, o autor analisa os riscos que decorrem para o Brasil. FLT 2/4

Da Guerra à Pacificação: a Escolha Colombiana

Da Guerra à Pacificação: a Escolha Colombiana

Ano:   Editora: Vide Editorial

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2300 qualificações
R$ 36,00 + R$ 7,21 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo! ***Sinopse: No livro, o autor defende a seguinte hipótese - quando, no decorrer da segunda metade do século XX, o patrimonialismo vinculou-se, nos países latino-americanos, ao mercado dos tóxicos e à ação radical do Foro de São Paulo, a violência disparou e ensejou a formação de Estados dentro do Estado, cuja manifestação foi a República das FARC, que entre 1998 e 2002, a guerrilha colombiana organizou na zona sul-oriental do país, pondo em xeque a segurança continental, porquanto se constituiu em centro de irradiação do narcotráfico pelo Continente sul-americano, bem como em núcleo de exportação da narco-guerrilha aos países vizinhos. Em face desse fenômeno da narco-guerrilha, o autor analisa os riscos que decorrem para o Brasil. FLT 2/4

Da Guerra À Pacificação: a Escolha Colombiana

Da Guerra À Pacificação: a Escolha Colombiana

Ano:   Editora: Vide Editorial

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2300 qualificações
R$ 36,00 + R$ 7,68 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo! Sinopse: A problemática da violência sempre foi um fator presente nas sociedades latino-americanas. A configuração dos Estados como instncias mais fortes do que a sociedade, numa tendência de privatização do espaço público pelos clãs, foi a causa básica do fenômeno. É a herança ibérica que, superada no Velho Mundo, ainda não foi vencida em terras americanas. É fator constituinte do denominado "custo Brasil . O Estado, como frisava Raymundo Faoro, sempre teve donos. Ou como apontava Oliveira Vianna, a ausência de espírito público, essa é uma das marcas registradas na nossa cultura política. Até o final do século XX, essa realidade deu ensejo a Estados em que o compadrio era a lei que comandava o preenchimento de cargos, com toda a seqüela de falta de visão nacional e ausência

Da Guerra À Pacificação: a Escolha Colombiana

Da Guerra À Pacificação: a Escolha Colombiana

Ano:   Editora: Vide Editorial

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2300 qualificações
R$ 36,00 + R$ 7,68 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo! Sinopse: A problemática da violência sempre foi um fator presente nas sociedades latino-americanas. A configuração dos Estados como instncias mais fortes do que a sociedade, numa tendência de privatização do espaço público pelos clãs, foi a causa básica do fenômeno. É a herança ibérica que, superada no Velho Mundo, ainda não foi vencida em terras americanas. É fator constituinte do denominado "custo Brasil . O Estado, como frisava Raymundo Faoro, sempre teve donos. Ou como apontava Oliveira Vianna, a ausência de espírito público, essa é uma das marcas registradas na nossa cultura política. Até o final do século XX, essa realidade deu ensejo a Estados em que o compadrio era a lei que comandava o preenchimento de cargos, com toda a seqüela de falta de visão nacional e ausência

Da Guerra À Pacificação: a Escolha Colombiana

Da Guerra À Pacificação: a Escolha Colombiana

Ano:   Editora: Vide Editorial

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2300 qualificações
R$ 36,00 + R$ 7,68 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo! Sinopse: A problemática da violência sempre foi um fator presente nas sociedades latino-americanas. A configuração dos Estados como instncias mais fortes do que a sociedade, numa tendência de privatização do espaço público pelos clãs, foi a causa básica do fenômeno. É a herança ibérica que, superada no Velho Mundo, ainda não foi vencida em terras americanas. É fator constituinte do denominado "custo Brasil . O Estado, como frisava Raymundo Faoro, sempre teve donos. Ou como apontava Oliveira Vianna, a ausência de espírito público, essa é uma das marcas registradas na nossa cultura política. Até o final do século XX, essa realidade deu ensejo a Estados em que o compadrio era a lei que comandava o preenchimento de cargos, com toda a seqüela de falta de visão nacional e ausência

Da Guerra À Pacificação: a Escolha Colombiana

Da Guerra À Pacificação: a Escolha Colombiana

Ano:   Editora: Vide Editorial

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2300 qualificações
R$ 36,00 + R$ 7,68 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. Sinopse: A problemática da violência sempre foi um fator presente nas sociedades latino-americanas. A configuração dos Estados como instncias mais fortes do que a sociedade, numa tendência de privatização do espaço público pelos clãs, foi a causa básica do fenômeno. É a herança ibérica que, superada no Velho Mundo, ainda não foi vencida em terras americanas. É fator constituinte do denominado "custo Brasil . O Estado, como frisava Raymundo Faoro, sempre teve donos. Ou como apontava Oliveira Vianna, a ausência de espírito público, essa é uma das marcas registradas na nossa cultura política. Até o final do século XX, essa realidade deu ensejo a Estados em que o compadrio era a lei que comandava o preenchimento de cargos, com toda a seqüela de falta de visão nacional e

Da Guerra À Pacificação: a Escolha Colombiana

Da Guerra À Pacificação: a Escolha Colombiana

Ano:   Editora: Vide Editorial

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2300 qualificações
R$ 36,00 + R$ 7,68 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. Sinopse: A problemática da violência sempre foi um fator presente nas sociedades latino-americanas. A configuração dos Estados como instncias mais fortes do que a sociedade, numa tendência de privatização do espaço público pelos clãs, foi a causa básica do fenômeno. É a herança ibérica que, superada no Velho Mundo, ainda não foi vencida em terras americanas. É fator constituinte do denominado "custo Brasil . O Estado, como frisava Raymundo Faoro, sempre teve donos. Ou como apontava Oliveira Vianna, a ausência de espírito público, essa é uma das marcas registradas na nossa cultura política. Até o final do século XX, essa realidade deu ensejo a Estados em que o compadrio era a lei que comandava o preenchimento de cargos, com toda a seqüela de falta de visão nacional e

Da Guerra À Pacificação: a Escolha Colombiana

Da Guerra À Pacificação: a Escolha Colombiana

Ano:   Editora: Vide Editorial

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2300 qualificações
R$ 36,00 + R$ 7,68 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo. Sinopse: A problemática da violência sempre foi um fator presente nas sociedades latino-americanas. A configuração dos Estados como instncias mais fortes do que a sociedade, numa tendência de privatização do espaço público pelos clãs, foi a causa básica do fenômeno. É a herança ibérica que, superada no Velho Mundo, ainda não foi vencida em terras americanas. É fator constituinte do denominado "custo Brasil . O Estado, como frisava Raymundo Faoro, sempre teve donos. Ou como apontava Oliveira Vianna, a ausência de espírito público, essa é uma das marcas registradas na nossa cultura política. Até o final do século XX, essa realidade deu ensejo a Estados em que o compadrio era a lei que comandava o preenchimento de cargos, com toda a seqüela de falta de visão nacional e

Da Guerra a Pacificação

Da Guerra a Pacificação

Ano:   Editora: Vide Editorial

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2300 qualificações
R$ 39,92 + R$ 7,21 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição 165 p. 14x21 Sinopse: A problemática da violência sempre foi um fator presente nas sociedades latino-americanas. A configuração dos Estados como instâncias mais fortes do que a sociedade, numa tendência de privatização do espaço público pelos clãs, foi a causa básica do fenômeno.

Da Guerra a Pacificação

Da Guerra a Pacificação

Ano:   Editora: Vide Editorial

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2300 qualificações
R$ 39,92 + R$ 7,21 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição 165 p. 14x21 Sinopse: A problemática da violência sempre foi um fator presente nas sociedades latino-americanas. A configuração dos Estados como instâncias mais fortes do que a sociedade, numa tendência de privatização do espaço público pelos clãs, foi a causa básica do fenômeno.

Da Guerra a Pacificação

Da Guerra a Pacificação

Ano:   Editora: Vide Editorial

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2300 qualificações
R$ 39,92 + R$ 7,21 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição 165 p. 14x21 Sinopse: A problemática da violência sempre foi um fator presente nas sociedades latino-americanas. A configuração dos Estados como instâncias mais fortes do que a sociedade, numa tendência de privatização do espaço público pelos clãs, foi a causa básica do fenômeno.

Da Guerra a Pacificação

Da Guerra a Pacificação

Ano:   Editora: Vide Editorial

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2300 qualificações
R$ 39,92 + R$ 7,21 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição 165 p. 14x21 Sinopse: A problemática da violência sempre foi um fator presente nas sociedades latino-americanas. A configuração dos Estados como instâncias mais fortes do que a sociedade, numa tendência de privatização do espaço público pelos clãs, foi a causa básica do fenômeno.

Da Guerra a Pacificação

Da Guerra a Pacificação

Ano:   Editora: Vide Editorial

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2300 qualificações
R$ 39,92 + R$ 7,21 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição 165 p. 14x21 Sinopse: A problemática da violência sempre foi um fator presente nas sociedades latino-americanas. A configuração dos Estados como instâncias mais fortes do que a sociedade, numa tendência de privatização do espaço público pelos clãs, foi a causa básica do fenômeno.

Da Guerra a Pacificação

Da Guerra a Pacificação

Ano:   Editora: Vide Editorial

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2300 qualificações
R$ 39,92 + R$ 7,21 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição 165 p. 14x21 Sinopse: A problemática da violência sempre foi um fator presente nas sociedades latino-americanas. A configuração dos Estados como instâncias mais fortes do que a sociedade, numa tendência de privatização do espaço público pelos clãs, foi a causa básica do fenômeno.

Avaliações do livro

Ainda não há avaliações para este título, seja o primeiro a avaliar.

Avalie o livro