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A Cidade do Homem Capa ilustrativa

A cidade do homem

Pierre Manent

Os homens viviam sob uma lei, antes do desenvolvimento da democracia: a dos antepassados ou a de Deus. Reconheciam estar, em princípio, submetidos a qualquer coisa que lhes era exterior e superior. Hoje, a sociedade quer organizar-se segundo os direitos do homem. E o homem não deseja encontrar, aí, ninguém, a não ser ele próprio. Qualificamo-nos de modernos, pensamo-nos como modernos, ou seja, como diferentes do homem simplesmente homem. Assim, o homem moderno não quer ser mais do que um homem e ser, também, uma coisa diferente de um homem. Uma dualidade ou duplicidade que esta obra trata e analisa. Pierre Manent defende que a consciência e o desejo de ser moderno se devem a uma contradição anterior não resolvida, que a "modernidade" encobre e da qual vive: aquela que existe entre a cidade e a Igreja, entre o paganismo e o cristianismo, entre a natureza e a graça. O homem moderno é aquele que rejeita as virtudes cristãs, em nome das pagãs. Ele é aquele que, refutando Atenas por Jerusalém e Jerusalém por Atenas, não cessa de desejar e de aperceber ao seu alcance uma terceira cidade que não pára, contudo, de lhe escapar: a cidade do homem. A ilusão específica do homem moderno, isto é, a ilusão do futuro, é tomar essa dupla negação por uma afirmação. E a ambição desta obra é, precisamente, dissipar essa ilusão. Um livro fascinante que toca em domínios pouco estudados mas que se descobrem cada vez mais necessários de descortinar. PIERRE MANENT, director de estudos na École des Hautes Études en Sciences Sociales, é autor de diversas obras. Fechar Ler mais

Os homens viviam sob uma lei, antes do desenvolvimento da democracia: a dos antepassados ou a de Deus. Reconheciam estar, em princípio, submetidos a qualquer coisa que lhes era exterior e superior. Hoje, a sociedade quer organizar-se segundo os direitos do homem. E o homem não deseja encontrar, aí, ninguém, a não ser ele próprio. Qualificamo-nos de modernos, pensamo-nos como modernos, ou seja, como diferentes do homem simplesmente homem. Assim, o homem moderno não quer ser mais do que um homem e ser, também, uma coisa diferente de um homem. Uma dualidade ou duplicidade que esta obra trata e analisa. Pierre Manent defende que a consciência e o desejo de ser moderno se devem a uma contradição anterior não resolvida, que a "modernidade" encobre e da qual vive: aquela que existe entre a cidade e a Igreja, entre o paganismo e o cristianismo, entre a natureza e a graça. O homem moderno é aquele que rejeita as virtudes cristãs, em nome das pagãs. Ele é aquele que, refutando Atenas por Jerusalém e Jerusalém por Atenas, não cessa de desejar e de aperceber ao seu alcance uma terceira cidade que não pára, contudo, de lhe escapar: a cidade do homem. A ilusão específica do homem moderno, isto é, a ilusão do futuro, é tomar essa dupla negação por uma afirmação. E a ambição desta obra é, precisamente, dissipar essa ilusão. Um livro fascinante que toca em domínios pouco estudados mas que se descobrem cada vez mais necessários de descortinar. PIERRE MANENT, director de estudos na École des Hautes Études en Sciences Sociales, é autor de diversas obras. Fechar Ler mais

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A Cidade do Homem

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A Cidade do Homem

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Ano:   Editora: Instituto Piaget

Tipo: novo

Flanarte Flanarte SP - São Paulo
99% Positivas
2303 qualificações
R$ 52,70 + R$ 10,58 de frete Comprar ler descrição ocultar

Descrição Livro novo! ***Sinopse: Qualificamo-nos de modernos, pensamo-nos como modernos, ou seja, como diferentes do homem simplesmente homem. Assim, o homem moderno não quer ser mais do que um homem e ser, também, uma coisa diferente de um homem. Uma dualidade ou duplicidade que esta obra trata e analisa. Pierre Manent defende que a consciência e o desejo de ser moderno se devem a uma contradição anterior não resolvida, que a modernidade encobre e da qual vive - aquela que existe entre a cidade e a Igreja, entre o paganismo e o cristianismo, entre a natureza e a graça. Col. O homem e a Cidade 1 - FLT 2/3

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Descrição Livro novo! ***Sinopse: Qualificamo-nos de modernos, pensamo-nos como modernos, ou seja, como diferentes do homem simplesmente homem. Assim, o homem moderno não quer ser mais do que um homem e ser, também, uma coisa diferente de um homem. Uma dualidade ou duplicidade que esta obra trata e analisa. Pierre Manent defende que a consciência e o desejo de ser moderno se devem a uma contradição anterior não resolvida, que a modernidade encobre e da qual vive - aquela que existe entre a cidade e a Igreja, entre o paganismo e o cristianismo, entre a natureza e a graça. Col. O homem e a Cidade 1 - FLT 2/3

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Descrição Livro novo, lacrado. Sinopse: Os homens viviam sob uma lei, antes do desenvolvimento da democracia: a dos antepassados ou a de Deus. Reconheciam estar, em princípio, submetidos a qualquer coisa que lhes era exterior e superior. Hoje, a sociedade quer organizar-se segundo os direitos do homem. E o homem não deseja encontrar, aí, ninguém, a não ser ele próprio. Qualificamo-nos de modernos, pensamo-nos como modernos, ou seja, como diferentes do homem simplesmente homem. Assim, o homem moderno não quer ser mais do que um homem e ser, também, uma coisa diferente de um homem. Uma dualidade ou duplicidade que esta obra trata e analisa.

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