Blog da Estante Virtual

14.03.2011

Profissão Livreiro

luana blogou @ 6:56 pm / veja outros posts sobre Sebos e livreiros

Eles dedicam a maior parte do seu tempo aos livros. Conhecem milhares de títulos, a vida e a obra de outros milhares de escritores. Em uma estante lotada de obras, sabem apontar o exemplar mais antigo e também o mais raro em exposição. Não! Eles não são apenas leitores aficionados por literatura. Eles estão do outro lado do balcão. São os vendedores de livros. E neste 14 de março, Dia do Vendedor de Livros, conversamos com duas livreiras que encontraram a realização de suas carreiras nessa profissão.

Início de carreira

Letícia Werneck Streithorst, proprietária do sebo Livros, Livros e Livros, com mais 4.300 exemplares na Estante Virtual, trocou a mesa do escritório onde trabalhava como assessora de imprensa por uma estante recheada de obras raras. “Desde pequena tive contato com os livros dentro de casa por influência de minha mãe e também de meu padrasto poeta. Na carreira de jornalista, me sentia triste e infeliz. Foi quando tive a ideia de montar um sebo. Um amigo livreiro me ensinou todo o processo de compra, venda e troca de livros”, relembra a livreira que, no ano de 2003, abriu sua primeira loja no bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro.

Sílvia Chomski, livreira-sócia do sebo Berinjela, nunca foi uma leitora tão voraz quanto seu irmão, que deixava de comer para ler suas obras prediletas. Mas foi por influência dele, que ela tornou-se livreira do sebo que fica no Centro da cidade do Rio de Janeiro e possui um acervo online de mais de 3.400 livros. “Eu morava na Argentina e quando vim para o Brasil com minha filha de 3 meses, precisava trabalhar. Daniel, meu irmão, me ofereceu um emprego de meio período como funcionária do sebo. Aceitei o desafio. Comecei a trabalhar, aprender e gostar do que fazia. Anos mais tarde, tornei-me sócia da livraria”, conta Sílvia.

Nos anos que trabalha como livreira, Sílvia coleciona um grande histórico de situações pra lá de inusitadas. “Certa vez, um jovem veio à livraria buscando um livro laranja. Ele não sabia o autor, a editora, e nem sequer o nome do livro. Depois do ocorrido, sempre que chega algum cliente na livraria, buscando um livro que não sabe bem qual é, rimos e perguntamos: ‘é um livro laranja’?”, brinca Sílvia. E, ainda que garanta que não possui a memória espantosa de seu irmão (para guardar os títulos de obras) – resultado de 15 anos de profissão como livreiro – Sílvia memoriza livros pela capa e conhece, praticamente, todos os lançamentos. “Gosto de novos autores. Geralmente, as pessoas tendem a procurar mais pelos escritores consagrados. Eu gosto de novidade. Por isso, leio autores israelenses, africanos e gosto das biografias e obras com fundo histórico, como a literatura de guerra. Os livros me ensinam o que tempo não permite”, justifica a livreira.

Prós e contras da profissão

Quando questionadas sobre os prós e contras da profissão, Letícia e Sílvia garantem: não há lado negativo no exercício da venda de livros. “Tenho consciência de que o que faço não é algo para me tornar milionária. Mas consigo viver da venda de livros e adoro o que faço, isso me satisfaz”, afirma Letícia. “O único momento ruim na profissão é quando não tenho o livro que o leitor procura. No mais, tudo é positivo. Conhecemos gente interessante, inteligente e dos mais diferentes tipos. Muitos deles tornam-se clientes assíduos e grandes amigos”, complementa Sílvia.

Quanto ao segredo da profissão, ambas são categóricas: é preciso deter conhecimento. “O livreiro precisa ter domínio sobre o objeto de seu trabalho, isto é, o livro. Não significa conhecer todos os títulos e lançamentos, mas o básico: o que é uma edição, como um livro é feito, saber a história do livro, as razões de o papel de uma determinada época ser mais quebradiço. Não é preciso entrar no mérito de conhecer livros raros, mas saber o valor certo e avaliar um livro na hora da compra é fundamental”, enumera Letícia.

Para Sílvia, o conhecimento é, exatamente, o que diferencia os bons vendedores de livros seminovos. “Quem vende livro novo não precisa ter tanto conhecimento sobre os livros. Qualquer informação pode ser encontrada na Internet. Mas nós temos que conhecer livros muito antigos, então, é preciso saber um pouco a mais. Não adianta ter uma livraria, se não souber o que se está vendendo. O cliente vem uma vez e não volta mais. Capacitação e vontade de aprender é primordial para um livreiro”, argumenta Sílvia.

Seguindo essas dicas, e com dedicação e amor pela profissão, as livreiras confirmam: é satisfação garantida para leitores e vendedores de livros. 

25.06.2010

A força das vendas online na expansão dos sebos

anapaula blogou @ 6:26 pm / veja outros posts sobre Sebos e livreiros

Bastou trabalhar em uma livraria durante seis meses para Liliane Ramos, 27 anos, se encantar com o mundo dos livros.  Há um ano, ela começou comprar livros usados, coletar obras descartadas por outras pessoas e receber doações. Em seguida  se cadastrou na Estante Virtual e desta maneira nasceu o Sebo Quarteto Fantástico.

Liliane conheceu a Estante Virtual quando ainda trabalhava na livraria e logo percebeu que vender livros no site seria um jeito seguro, fácil e rentável para começar um negócio próprio. Abriu seu sebo virtual e, em pouco tempo, foi juntando capital e adquirindo experiência no mercado literário. Com o resultado das vendas na Estante Virtual, a nova livreira abriu uma loja física há quatro meses em Cabo Frio, na região dos Lagos, Rio de Janeiro: “A Estante foi essencial para que eu conseguisse abrir a loja. De cem pessoas que passam por aqui, noventa conhecem o meu sebo pela Internet. Vale muito a pena”, diz.

Com um acervo de 6.500 livros, Liliane conta que os gêneros mais procurados na loja física são literatura brasileira e estrangeira. Mas na web, a venda é muito variada. Como Cabo Frio é uma cidade pequena, há poucos sebos e livrarias na região, o que contribui para que o Quarteto Fantástico faça o maior sucesso entre moradores e turistas. Para quem quer seguir os passos de Liliane e tornar-se dona do próprio negócio, ela dá a dica: “É importante começar devagar, conhecer o mercado e se adaptar no ramo dos livros”, orienta.

01.06.2010

Rede de sebos Estação Cultural

anapaula blogou @ 1:42 pm / veja outros posts sobre Sebos e livreiros

A história de quatro sebos do interior de São Paulo que atuam em conjunto.

Há oito anos, os irmãos Rubens e Luiz Antônio Basque abriram em Marília, São Paulo, o Sebo Universitário. A loja fez tanto sucesso que eles resolveram expandir os negócios para São José do Rio Preto, onde inauguraram o Sebo Estação Cultural em 2005 e três anos depois abriram a segunda loja na cidade. Com a compra de um lote com 40 mil obras, a dupla ficou sem espaço físico para tantos livros. A solução? Abrir mais uma loja, desta vez em São José dos Campos. Assim, hoje, os irmão Basques são proprietários de uma rede de sebos no interior de São Paulo: um em Marília, dois em São José do Rio Preto e um em São Jose dos Campos.

No total, as quatro lojas têm, juntas, vinte funcionários. Apesar de a pioneira ter um nome diferente das demais, todas mantém o mesmo padrão de loja, de mobília, de atendimento e de funcionamento. “Quisemos manter o nome para ficar organizado e fidelizar os clientes. Dessa maneira, quem comprou um livro em São José do Rio Preto e gostou, quando estiver aqui em São José dos Campos, virá à nossa loja e terá o mesmo serviço”, explica Amanda Galera, estudante e livreira, de 19 anos, que gerencia a livraria caçula da rede junto com a mãe Izanete Galera.

Amanda, divide o tempo entre o trabalho e o curso preparatório para ingressar na faculdade de Medicina. Enquanto está no sebo, ela é  responsável pelo cadastro dos livros na Estante Virtual e por responder os e-mails dos clientes. Amanda também embala os livros, posta e atualizada o acervo online diariamente. A jovem e a mãe conheceram o portal por intermédio dos clientes, que sempre perguntavam se eles estavam cadastrados no site. Por comodidade, os compradores queriam uma opção para continuar comprando no sebo sem precisar sair de casa: “Com a Estante, conseguimos divulgar cada vez mais as nossas lojas e o nosso nome fica cada vez mais forte”, diz.

Com mais de 110 mil livros no acervo das quatro lojas, o estoque de cada uma delas atende tanto a loja física quanto as vendas online. Amanda credita as excelentes avaliações dos clientes da Estante Virtual à rapidez com que o Sebo Estação Cultural atende seus clientes. Ela garante que todos os pedidos são postados no máximo até o dia seguinte da confirmação de pagamento do cliente. “A satisfação dos leitores é o que gera a fidelização”, garante Amanda.

Três das quatro lojas da rede já estão cadastradas na Estante Virtual  e a quarta será cadastrada em breve.

25.05.2010

Do sul para todo o Brasil

anapaula blogou @ 2:56 pm / veja outros posts sobre Sebos e livreiros

Novos acervos de todos os cantos do país são cadastrados diariamente na Estante Virtual. Sejam eles de grandes metrópoles ou de cidades do interior, todos têm espaço e negócios garantidos no portal. Valquíria Ferreira é dona de um desses acervos. Há oito meses ela inaugurou o sebo Café com Mistura, na cidade de Cidreira, localizada a 120 km de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A professora de História foi a primeira a cadastrar a cidade na Estante Virtual e divide seu tempo entre a escola e a loja. A ideia de montar o sebo veio de amigos, que sempre souberam da paixão de Valquíria pelos livros. Outro motivo que a impulsionou é que existem poucos sebos em sua cidade. Seu acervo, de 1.200 livros, é composto basicamente por exemplares doados por familiares, amigos, além de livros próprios. “Há uma grande procura por livros espíritas e romances, nacionais e estrangeiros”, diz ela.

Também do sul do país, veio o acervo do Prazer de Ler inaugurado há um mês em Rio do Sul, Santa Catarina. A dona do sebo, Neide Miglioli, conheceu a Estante Virtual por intermédio da família. A irmã e o cunhado também são cadastrados no site com os sebos Cyber e Catedral, respectivamente. Neide resolveu abrir a loja física quando a irmã, livreira numa cidade vizinha, resolveu vender parte de seu acervo por falta de espaço. Foi aí que Neide realizou o sonho de trabalhar com literatura. “A cidade está em expansão e por isso achei que abrir um sebo poderia ser um bom negócio”, explica. O Prazer em Ler tem um acervo de oito mil livros e a livreira conta que os gêneros mais vendidos são os didáticos, os de religião e os de literatura estrangeira.

18.05.2010

Acervos sob novas direções e disponíveis na Estante Virtual

anapaula blogou @ 3:51 pm / veja outros posts sobre Sebos e livreiros

Livros ampliam horizontes e ajudam a desvendar novos universos para quem os lê.  E esse fenômeno pode acontecer também com aqueles que os vendem. Patrícia Fernandes percebeu isso há três meses quando resolveu usar o aprendizado acumulado, em mais de um ano como leitora vendedora na Estante Virtual, para alçar voos mais altos em Vila Velha, cidade onde mora, no Espírito Santo.

“Meu cunhado era dono do Sebo Utopia, mas resolveu desfazer-se da loja depois que passou num concurso público, ficando apenas com o braço virtual do negócio. O meu sobrinho, Lauro Pereira, herdou os seis mil livros que ainda não estavam cadastrados no portal e o ponto. Resolvi me juntar a ele, abrimos o Sebo Ponto de Cultura e a primeira providência foi começar o cadastramento do acervo na Estante Virtual”, conta Patrícia.

O fim de um negócio também representou uma oportunidade de virar livreiro para Helder Kotecki, de 22 anos. O estudante de Filosofia era cliente assíduo do Sebo Banca da 7, único na cidade Porto União, em Santa Catarina, até surgir a oportunidade de comprar o acervo e alugar a loja. Junto com um amigo, Helder mudou tudo: batizou o negócio de Sebo da 7, concentrou o negócio em livros usados e não mais em revistas, e cadastrou-se na Estante Virtual, da qual era usuário. “Fiz o cadastro na Estante Virtual para aumentar minhas vendas e tornar o sebo conhecido entre os clientes”, explica.

11.05.2010

Um mundo de possibilidades na Estante Virtual

anapaula blogou @ 3:01 pm / veja outros posts sobre Sebos e livreiros

Abrir ou expandir o negócio, agregar valor ao produto, atingir o público-alvo, garantir o fluxo de caixa e ampliar o horário de funcionamento. Os motivos são muitos, mas a conclusão a que os livreiros chegam é a mesma: cadastrar o acervo na Estante Virtual gera muitas possibilidades de negócio. Os responsáveis pelos sebos Lugar do Livro, Universo Econômico, Lilabel e Encontro dos Livros sabem disso.

Quando ainda era estudante de Letras e morava em uma república em Mariana (MG), Allan Mello começou a vender livros nos corredores da faculdade, mas não encontrava compradores para alguns títulos até anunciá-los na Estante Virtual, descobrir que as modalidades de vendas são complementares e que o bico poderia virar um negócio. Hoje, já formado, Alan mudou da república para uma casa em Piracicaba (SP), onde funciona o Lugar do Livro, extensão de seu sebo virtual. “A Estante foi fundamental para isso”, garante o jovem de 29 anos.

Caminho parecido fez Carlos Fonseca, proprietário do sebo virtual Universo Econômico. Movido pelo ideal de unir cultura e natureza, Carlos resolveu vender seus livros sobre sociologia, antropologia e história nas praias de Niterói (RJ) no início de 2009. O projeto era bom, mas não fluiu como Carlos imaginava. Porém, bastou entrar na Estante Virtual para começar vender seus livros para estudantes de Ciências Sociais de todo o país. “Está sendo muito boa a parceria com a Estante. Hoje, vendo quase o dobro do que vendia na praia e aproveito para enviar, junto com o livro, uma poesia para os leitores”, conta o livreiro.

Há ainda quem venha sustentando a loja com as vendas pela internet. É o caso de Oswaldo Zatoni, sócio do Lilabel, em São Paulo (SP). O livreiro abriu as duas frentes de seu sebo de uma só vez em janeiro e, com a renda proveniente das encomendas feitas pela Estante Virtual, consegue manter o espaço físico onde negocia seus títulos. “Sempre fui cliente de sebos e resolvi montar um. A Estante vem permitindo que eu realize este sonho”, explica ele, acrescentando: “Negociar pela Estante é simples e muito prazeroso. Posso receber encomendas às 3h da madrugada”.

Já o professor da História Ricardo Behrens, de Feira de Santana (BA), fez um cadastro na Estante Virtual pensando em criar uma atividade para seu pai, José Carlos, que passaria o tempo vago vendendo exemplares do acervo familiar. Em pouco tempo, passou de leitor vendedor para livreiro virtual dada a proporção que a atividade havia tomado. “Acumulamos mais de mil livros que, hoje, são uma importante fonte de renda e satisfação para o meu pai. Isso só foi possível graças à Estante Virtual já que seria muito difícil administrar uma loja”, explica Ricardo.

30.04.2010

Livros, Livros e Livros reabre em Copacabana

anapaula blogou @ 4:37 pm / veja outros posts sobre Sebos e livreiros

Algumas pessoas se realizam no teatro ou na música. Outras encontram a felicidade em cargos-chave de multinacionais. Há, porém, quem tenha nascido para ser livreiro. É o caso de Letícia Werneck Streithorst, de 34 anos, proprietária do sebo Livros, Livros e Livros, reaberto no final de março em Copacabana, no Rio de Janeiro, e com três mil livros no cadastro da Estante Virtual.

A jornalista deixou de lado a promissora carreira e o cargo em uma prestigiada empresa de comunicação para entrar no mundo dos livros em 2003. De lá para cá, encontrou a paz de espírito que procurava. Inicialmente, abriu o sebo em Ipanema, com acervo voltado para as Ciências Humanas e as Artes, além de obras raras. O perfil sofisticado do Livros, Livros e Livros fez sucesso até que , em 2006, o marido de Letícia foi transferido para São Paulo e, para acompanhá-lo, ela desfez-se do negócio. “Não dá para tocar sebo à distância. O livreiro é a alma do sebo. Ele tem de estar no balcão, em contato com os clientes, precisa avaliar bem o que deve ser comprado para o acervo”, afirma ela.

De volta ao Rio no ano passado, Letícia pretendia estabelecer-se como livreira virtual e procurava uma sala onde pudesse estocar seus livros. Um infortúnio mudou seus planos. Com o falecimento da tia-avó de seu marido, Letícia herdou uma rica biblioteca, com títulos sobre Museologia, História e Arte Brasileira. Por coincidência, no mesmo dia, encontrou um ótimo ponto na Rua Rainha Elizabeth, a mesma em que a antiga proprietária dos livros morava. “Achei essa coincidência interessante do ponto de vista simbólico”, conta a jornalista, que resolveu reabrir o Livros, Livros e Livros.

Ali, podem ser encontrados documentos como um manual datilografado feito pelo exército em 1963 e intitulado “Como Proceder com Revolucionários”. Mas o sebo não oferece apenas exemplares raros e curiosos. “Aprendi que sebo bom é o que tem de tudo. Não adianta querer escolher o que se vai vender. Quem faz o sebo é o cliente. Além disso, procuro oferecer livros em excelente estado e faço a limpeza deles diariamente”, ensina Letícia, que recebe 40% das encomendas através da Estante Virtual.

Na foto, o Consultor de Negócios da Estante Virtual, Claudio Lima, visita a loja recém-inaugurada.

03.03.2010

Vendas online dão suporte ao negócio físico

anapaula blogou @ 2:21 pm / veja outros posts sobre Sebos e livreiros

Optar pela abertura de um sebo físico foi um grande passo na ampliação do negócio de livros de Edner Braga, do sebo “Clique Livros”, da Mongaguá, litoral sul de São Paulo, e de Luis Antônio Celestino, do sebo “Das Raízes aos Frutos”, do Rio de Janeiro. Os dois começaram como livreiros virtuais, com alguns exemplares cadastrados na Estante Virtual e guardados em casa. A aposta pela venda online deu tão certo que ambos decidiram abrir lojas físicas e expandir o acervo.

Edner Braga, psicólogo e administrador de empresas, começou seu negócio ao cadastrar seu acervo pessoal de 200 livros para venda na Estante Virtual.  Hoje ele conta com um acervo de oito mil títulos e decidiu abrir uma loja física porque os livros já não cabiam mais em casa. Deste total, quase cinco mil exemplares estão disponíveis para compra na Estante. “Durante o tempo em que fui só livreiro virtual percebi que este era um mercado em potencial. Percebi também que o cuidado com a qualidade dos livros era mais importante do que a quantidade dos livros que eu tivesse no acervo. Com o tempo, durante o comércio virtual, vi que era viável ter uma loja e fui comprando lotes de livros”, diz. “A Estante Virtual teve participação total e decisiva na minha escolha de abrir uma loja física. Até a loja física ficar conhecida na cidade, eu só contava com as vendas através da Estante Virtual”, conta Edner.

Luiz Antônio Celestino tomou o mesmo caminho de Edner. Trocou o trabalho numa biblioteca infanto-juvenil pela venda de livros. “Comecei com 50 exemplares. Cadastrei todos na Estante Virtual e desde então comecei a ganhar e comprar mais livros para ampliar o meu acervo”, diz. “A Estante Virtual foi uma importante aliada no crescimento do meu negócio. Abrir o sebo físico foi possível graças ao suporte das vendas virtuais”, afirma Luiz Antônio, que hoje conta com nove mil exemplares cadastrados na Estante Virtual, do total de 20 mil exemplares em seu sebo.

Os dois livreiros concordam que é possível conciliar o comércio online e o físico e que um complementa o outro. “Na loja, tive que ir, aos poucos, percebendo o que o público queria comprar. E percebi que os livros mais procurados não faziam parte do meu acervo no início. Tive que procurar estes livros, como literatura infanto-juvenil, auto-ajuda, entre outros. Já na internet, você tem o acesso de todo o tipo de público. Então, para conciliar os dois, preciso estar atento para manter a variedade e atender o que o público online quer, além de também comprar exemplares para atender ao público da loja física”, analisa Edner.

24.02.2010

Vendas crescentes com a parceria da Estante Virtual

anapaula blogou @ 2:48 pm / veja outros posts sobre Sebos e livreiros

Durante 20 anos o livreiro Joanisbel Amorim participou da tradicional Feira de Antiguidades que acontece todo sábado na Praça XV, no Rio de Janeiro. Ele se orgulha ao dizer que foi dele a primeira banca exclusivamente de comércio de livros do local. Comprando e trocando acumulou uma biblioteca de mais de 20 mil obras e fundou o sebo Progresso. Em 2009, ampliou seu acervo e abriu o sebo Progresso Senado.

O sebo Progresso não possui loja física. Joanisbel foi juntando seus livros em casa mesmo. Com os contatos que fazia na Praça, entre livreiros e amigos, e anunciando em jornais, acumulou um acervo variado, mas os exemplares sobre Direito são um diferencial do seu negócio. “Acabo comprando de muitos advogados aposentados, ou mesmo de herdeiros”, explica ele. Assim, de livro em livro, ele montou um acervo de 20 mil exemplares, que hoje guarda em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro.

Em 2009, Joanisbel conseguiu comprar um novo acervo com 200 mil livros de um tradicional alfarrabista carioca.  Com estes livros em mãos, criou o sebo Progresso Senado, que fica na Rua do Senado, no Centro do Rio de Janeiro, mas que funciona apenas com atendimento agendado pelo telefone (21) 2553-0882. O sebo Progresso Senado funciona com um cadastro todo automatizado, a partir de uma matriz alfanumérica que indica a localização dos exemplares, já que cerca de 130 mil estão dispostos na loja, mas o restante ainda está encaixotado. Hoje, o Progresso Senado tem pouco mais de 20 mil livros cadastrados na Estante Virtual. “Catalogar todos os exemplares é trabalho para três ou quatro anos”, acredita Joanisbel.

Tamanho acervo demanda uma ferramenta à altura para comercializar os exemplares. E, nesse ponto, a Estante Virtual chegou para alavancar o negócio. A parceria trouxe um acréscimo de 30% nas vendas do sebo Progresso Senado e um salto de 200% para o sebo Progresso. Com a Estante Virtual, Joanisbel ganhou o mundo, vendendo seus exemplares também para Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Portugal, Itália, França e Suíça.

12.02.2010

Livreira investe na Estante Virtual depois de 25 anos trabalhando em sebos físicos

anapaula blogou @ 4:41 pm / veja outros posts sobre Sebos e livreiros

Do físico para o virtual. Esse foi o caminho traçado por Magma Alice Gomes, 49 anos, que fechou o sebo “Pé de Livro” em 2005 e cadastrou o “Genius Book” há um mês na Estante Virtual. Livreira há 25 anos, ela já trabalhou em diversos sebos em Belo Horizonte e, em 1999, resolveu abrir o próprio. Porém, com a acirrada concorrência de sebos maiores o negócio se tornou inviável.

Magma conta que conheceu a Estante Virtual por intermédio de uma livraria onde trabalhou durante dez anos, o ex-patrão a incentivou a abrir um sebo online: “A Estante Virtual é um espaço democrático, que atinge um grande número de pessoas, inclusive aquelas que não têm acesso às livrarias. Aqui tem lugar para todos os que amam trabalhar com livros”, analisa.

Dona de um acervo de aproximadamente 700 obras, Magma revela que prefere trabalhar com livros usados porque acha o público de sebo mais interessante. Ela gosta de conversar e trocar dicas de livros, e a Internet tornou essa interação muito mais fácil.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

posts publicados antes »


2007-2013 © Estante Virtual, www.estantevirtual.com.br / Powered by WordPress

Estante Virtual! voltar para o início do blog da Estante