Blog da Estante Virtual

27.09.2011

Literatura de viagem: entretenimento e informação no Dia do Turismo

luana blogou @ 3:18 pm / veja outros posts sobre Livros e Autores

Você decide viajar e é hora de montar o roteiro dos lugares que deseja conhecer. Tarefa fácil visto os inúmeros guias de viagem já publicados e a ajudinha extra da internet, não é mesmo? Mas nem sempre foi assim. Antes mesmo dessas praticidades surgirem em nossas vidas, os livros eram os únicos aliados dos viajantes. Narrativas como Odisseia, de Homero, e Viagens de Marco Polo traziam relatos que despertavam a curiosidade dos leitores mais aventureiros, ao mesmo tempo em que forneciam descrições detalhadas de lugares, muitas vezes, ainda pouco explorados pelo homem.

Na época das grandes navegações e dos descobrimentos, os diários de bordo, considerados precursores dessa literatura de viagem, também cumpriam o duplo papel de entreter e informar.  A Carta de Pero Vaz de Caminha sobre o descobrimento do Brasil, escrita ao rei D. Manuel, além de ser considerada o primeiro texto literário do Brasil, é também o mais importante documento que insere nosso país na história mundial. Além de descrever minuciosamente as pessoas, os animais, as plantas, a vegetação, o solo e clima de nosso país, o escrivão foi além e propôs ao monarca formas de aproveitamento do território e maneiras de assegurar a dominação portuguesa, sobretudo, no que dizia respeito à cristianização dos índios.

Mas os anos passaram, as navegações exploratórias cederam espaço à colonização em terra firme e o gênero literário também expandiu seus horizontes. Os comentários meramente descritivos abriram espaço para narrativas pitorescas acerca de novos mundos, fossem eles reais ou imaginários. E é diante de todo o encantamento dessa literatura que nessa terça-feira, 27 de setembro, Dia Mundial do Turismo, montamos uma galeria com grandes sucessos da literatura de viagem para você. Sua próxima viagem tem destino certo aqui! Escolha o seu livro e boa leitura!

22.09.2011

O verdadeiro nome dos heróis de quadrinhos

agostinho blogou @ 3:15 pm / veja outros posts sobre Novidades e Curiosidades

Os heróis de quadrinhos e gibis fazem parte do imaginário de qualquer criança e reforçados pelos desenhos, filmes e séries, permanecem em nossas vidas mesmo depois de adultos. Mas, o curioso é que além de Clark Kent, Bruce Wayne e Peter Parker, poucos nomes verdadeiros dos heróis são conhecidos pelo público. Separamos então alguns nomes e um pouco sobre a história desses personagens que são mais famosos pelos seus codinomes!

Superman

O homem de aço foi o primeiro super-heróis dos quadrinhos, surgindo em 1938, e já foi adaptado para diversas mídias. Seu verdadeiro nome é Kal-El (nome originário de Krypton, planeta natal), mas foi batizado pelos pais adotivos na Terra como Clark Kent, nome que conhecemos melhor.

Capitão América

Criado durante a Segunda Guerra Mundial, em 1941, surgiu sob a onda de patriotismo americano, e costumava combater nazistas, como era esperado em sua época. Seu nome real é Steve Rogers, um rapaz franzino que se sujeitou a experiências para se alistar no exército americano.

Mulher Maravilha

A primeira super-heroína dos quadrinhos surgiu também em 1941, já teve série de TV e seu verdadeiro nome é Princesa Diana de Themyscira (ilha habitada por guerreiras amazonas). É filha da rainha Hipólita e foi enviada ao mundo dos homens para pregar a paz e lutar contra Ares, o deus grego da guerra. O quadrinho tem uma série de referências à cultura grega.

Flash

Diversos heróis da DC Comics compartilharam esse nome. O primeiro era de 1940, chama-se Jay Garrick. Depois dele, tivemos outros Flashs, como Barry AllenWally West, Bart Allen. A maioria deles teve seus poderes adquiridos por banhos químicos acidentais, dando início a uma fase diferente de superpoderes nos quadrinhos.

Quarteto Fantástico

Também personagens de desenhos e filmes de sucesso, esse quarteto nasceu em 1961, criado por Stan Lee. Reed Richards (Senhor Fantástico), Sue Storm (Mulher Invisível), Ben Grimm (Coisa), e Johnny Storm (Tocha Humana) são seus verdadeiros nomes, e o quarteto foi criado pela Marvel Comics para tentar concorrer com a Liga da Justiça, da rival DC Comics.

Homem de Ferro

Criado por Stan Lee em 1963, o Homem de Ferro segue as características de um super-herói já bastante famoso na época. Assim como o Batman, Tony Stark, o Homem de Ferro, é dotado de um alto nível intelectual, mas não tem qualquer superpoder além de sua inteligência. Como é um cientista e empresário genial, formado com Ph.D. em física e engenharia elétrica pelo MIT, desenvolveu uma máquina como armadura que tem poderes incríveis.

Super-heróis dos quadrinhos

Além dos super-heróis, alguns personagens clássicos da literatura também têm seus nomes verdadeiros pouco conhecidos pelo público:

  • Personagem de um conto do norte-americano Johnston McCulley, o Zorro surgiu em 1919 como um herói do povo. Seu verdadeiro nome é Don Diego De La Vega.
  • Lolita, a personagem que dá o nome ao livro de Vladimir Nabokov e atrai o professor de poesia francesa Humbert Humbert, na realidade chama-se Dolores Haze.
  • O Mágico de OZ, do conto de L. Frank Baum O Maravilhoso Mágico de Oz, o primeiro dos catorze contos sobre a menina Dorothy na fantástica Terra de OZ, explica na obra que seu verdadeiro nome é Oscar Zoroaster Phadrig Isaac Norman Henkel Emmannuel Ambroise Diggs, e suas iniciais são OZ PINHEAD (cabeça de alfinete, em português), motivo pelo qual preferiu ser chamado apenas de Mágico.

Você conhece o nome verdadeiro de outros personagens dos quadrinhos ou de livros que são mais conhecidos por seus codinomes ou apelidos? Comente esse post e compartilhe com todos os leitores do blog!

Veja também:

Livros clássicos da literatura adaptados para os quadrinhos.

A paixão pelos quadrinhos.

Livros também são tema de tirinhas.

 

19.09.2011

Peças de teatro que viraram livros

luana blogou @ 5:35 pm / veja outros posts sobre Livros e Autores e Novidades e Curiosidades

Hoje, dia 19 de setembro, é comemorado o Dia Nacional do Teatro. São várias as teorias existentes sobre o surgimento da arte, mas nenhuma delas até hoje foi comprovada. Alguns estudiosos acreditam que o teatro teria surgido a partir de rituais primitivos. Já outros crêem que ele é, na verdade, uma evolução do hábito milenar de contar histórias. E ainda há aqueles que afirmam que a arte se desenvolveu a partir das danças e dos jogos de imitações. Entretanto, o que nenhum deles nega, e as evidências comprovam, é que há milhões de anos o teatro já dava os seus primeiros passos. E foi na Grécia Antiga que a arte se consolidou quando os tradicionais festivais em homenagem aos deuses gregos – como o Ditirambo: rito de celebração à Dionísio (deus grego da fertilidade e do vinho) – evoluíram, originando as famosas tragédias e comédias gregas.

No Brasil, o teatro surgiu apenas no século XVI e tinha como objetivo central a propagação da fé cristã, sobretudo, com o intuito de catequizar os índios que aqui viviam. Não é a toa que o padre José de Anchieta é considerado um dos principais atores da época. Somente com a vinda da corte portuguesa para o Rio de Janeiro, em 1808, e a Independência declarada, em 1822, é que o caráter religioso ficou de lado e o teatro, como arte, se desenvolveu no país. Com o palco montado e os atores em cena, o teatro logo caiu em nosso gosto popular.

Ariano Suassuna, Chico Buarque, Maria Clara Machado, Nelson Rodrigues … Se muitas vezes o que separa um ator de um autor é apenas a letra “u”, literatura e teatro também andam lado a lado. O poeta e dramaturgo espanhol Federico García Lorca costumava afirmar que “o teatro é a poesia que sai do livro e se faz humana”. Não há dúvidas de que ele estava correto. Mas, muitas vezes, teatro e livro percorrem o caminho inverso. E como o espetáculo tem que continuar, o que teve origem no palco também pode virar livro. Confira!

Peças de teatro que viraram livros:

14.09.2011

Os 101 personagens de ficção mais influentes da história

luana blogou @ 2:35 pm / veja outros posts sobre Livros e Autores e Novidades e Curiosidades

Eles nunca existiram na vida real e algumas de suas histórias se passaram há centenas de anos. Mesmo assim, eles influenciam nosso comportamento. Considerados verdadeiras lendas, alguns personagens da televisão, da mitologia, do cinema e também da literatura deixam grandes marcos em nossa história. Quem não se lembra de personagens como o Saci Pererê, Dom Casmurro ou Sinhozinho Malta? Na segurança de nosso lares, e junto com eles, desfrutamos dos perigos e das aventuras, dos amores e desamores de pessoas que nunca saíram do plano da imaginação. E a influência que exercem sobre nós transcende o universo criativo, afinal, no mundo real, tentamos repetir suas conquistas e não cometer os seus erros. De fato, ninguém há de negar que a ficção e realidade caminham lado a lado.

Diante da importância dessas personalidades em nossas vidas, o trio de escritores norte-americano Dan Karlan, Allan Lazar e Jeremy Salter decidiram criar, no livro As Pessoas mais Importantes do Mundo que Nunca Viveram (The 101 Most Influential People Who Never Lived), um ranking dos 101 personagens de ficção mais influentes da história. No primeiro lugar do ranking está o caubói de Marlboro. Você se lembra? Ele tornou-se mundialmente conhecido em propagandas da marca de cigarro entre as décadas de 50 e 90. Outra figurinha marcante em todo o mundo é Santa Claus, o Papai Noel, que figura na quarta posição do ranking. Personagem inspirado no arcebispo São Nicolau Taumaturgo, ele é responsável por encantar o imaginário infantil em todo o mundo.

E não para por aí. Quando o tema são as personalidades literárias mais influentes da história, a lista torna-se ainda maior. Abaixo, selecionamos alguns desses personagens. A lista completa, você confere no site 101 Influential.

1984, George Orwell

O Grande Irmão (Big Brother), presente na narrativa da ficção 1984, de George Orwell, figura na 2ª posição do ranking e é a personificação de uma sociedade constantemente vigiada. Anos depois de sua publicação, o personagem ainda deu origem a vários reality shows espalhados pelo mundo.

Hamlet, William Shakespeare

Ocupando a 5ª posição do ranking, Hamlet, personagem da tragédia homônima do poeta William Shakespeare, tenta vingar a morte do pai, rei da Dinamarca, executado por seu tio. A obra, considerada a mais longa do poeta, trata temas como traição, loucura e moral. Outros personagens de Shakespeare que figuram no ranking são Romeu e Julieta (9ª posição do ranking).

O Último Adeus de Sherlock Holmes, Arthur Conan Doyle

Sherlock Holmes (8ª posição no ranking) é um investigador britânico do final do século XIX que se torna famoso por desvendar mistérios através de um raciocínio rápido e dedutivo. A 221B Baker Street, residência do personagem nos livros, é hoje um dos endereços mais famosos de Londres e abriga um museu com o nome do personagem.

Um Conto de Natal, Charles Dickens

Ebenezer Scrooge (16ª posição no ranking) é um personagem ganancioso e avarento, protagonista da obra Um Conto de Natal, de Charles Dickens. Foi nele que Carl Barks se inspirou para criar outro personagem conhecido: Scrooge McDuck, o Tio Patinhas.

VDom Quixote de La Mancha, Miguel de Cervantes

Figurando na 17ª posição do ranking, Dom Quixote ao ler romances com cavaleiros decide repetir os feitos de seus heróis e parte pelo mundo vivenciando seu próprio romance de cavalaria. A obra do espanhol Miguel de Cervantes é uma paródia a essa narrativa e tornou-se um grande sucesso.

Drácula, Bram Stoker

Diretamente do romance homônimo (1987) do escritor Bram Stoker, Drácula (33ª posição no ranking) eternizou a figura do vampiro em ficções de horror. A obra não foi sucesso imediato e só atingiu seu reconhecimento no século XX, sendo então adaptada inúmeras vezes para o cinema e o teatro.

Cassino Royale, Ian Fleming

James Bond (51ª posição no ranking), agente secreto britânico criado pelo escritor Ian Fleming, em 1953, foi apresentado aos leitores pela primeira vez na obra Cassino Royale. O nome do personagem foi retirado de outra obra: Birds of the West Indies, livro predileto de sua esposa.

Superman e Batman, DC Comics

Destaque dos quadrinhos, Superman (64ª posição do ranking) e Batman (60ª posição do ranking), ambos da editora DC Comics, figuram entre os heróis mais conhecidos em todo o mundo e já foram adaptados em filmes e séries de televisão.

Psicose, Robert Bloch

Norman Bates (75ª posição no ranking) tornou-se mais conhecido nas telonas. Adaptado do romance homônimo de Robert Bloch, o filme Psicose, de Alfred Hitchcock, eternizou o personagem na cena em que o ator Anthony Perkins (Norman Bates) mata Janet Leigh (Marion Crane) a facadas no chuveiro.

Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll

Diretamente dos livros infantis e dos contos de fadas para o ranking de personalidades ficcionais mais influentes, temos Alice (34ª posição), de Alice no País das Maravilhas; Dorothy Gale (91ª posição), de O Mágico de Oz, Robin Hood (12 posição), Peter Pan (70ª posição), João e Maria (52ª posição), dentre outros.

A edição brasileira da obra norte-americana, As Pessoas mais Importantes do Mundo que Nunca Viveram, publicada pela editora Campus, ganhou novos personagens influentes no país, como Odete Roitman, Emília (do Sítio do Pica Pau Amarelo), Turma da Mônica, Dom Casmurro, dentre outros. E em entrevista ao Correio Braziliense, Dan Karlan, autor do livro, admitiu que para uma próxima edição brasileira, já tem nome certo para um personagem: Capitão Nascimento, do filme Tropa de Elite, baseado na obra de Luiz Eduardo Soares, Elite da Tropa.

Se você também acredita que a lista ainda não está completa, então, comente este post dizendo qual personalidade literária deveria fazer parte do ranking.

08.09.2011

No Dia Internacional da Alfabetização, 12 livros sobre o assunto

luana blogou @ 6:17 pm / veja outros posts sobre Novidades e Curiosidades

“A alfabetização é mais, muito mais, que ler e escrever. É a habilidade de ler o mundo, é a habilidade de continuar aprendendo e é a chave da porta do conhecimento”. Assim, o pedagogo Paulo Freire caracterizava o aprendizado infantil que há 44 anos tem data comemorativa no calendário: 08 de setembro – Dia Internacional da Alfabetização. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) com o objetivo de despertar a atenção da sociedade para a necessidade de um compromisso mundial em prol do desenvolvimento da educação.

Mesmo quatro décadas depois, a educação ainda figura como um dos grandes problemas dos países do Terceiro Mundo como o Brasil. Segundo relatório da Unesco publicado em 2010, são 800 milhões de analfabetos ao redor do globo, do qual 70 milhões são crianças. E os números não param de crescer se levarmos em conta os outros milhões de analfabetos funcionais que não foram considerados nesse levantamento, isto é, as pessoas que conseguem ler e escrever mas não sabem interpretar ou compreender pequenos blocos de texto.

Em agosto deste ano, a prova ABC (Avaliação Brasileira do Final do Ciclo da Alfabetização) comprovou o mau desempenho da educação infantil no Brasil. O resultado da prova demonstrou, por exemplo, que metade dos alunos do 3° ano (antiga 3ª serie) não aprendem o básico que deveriam no chamado ciclo de alfabetização: que engloba os três primeiros anos do ensino fundamental.

Diante da problemática educacional, o Ministério da Educação (MEC) deu início ao Projeto Trilhas, em parceria com o Instituto Natura e o Centro de Educação e Documentação para a Ação Comunitária de São Paulo (Cedac). No próximo ano, 130 mil professores que trabalham na alfabetização de crianças, em 90 mil escolas públicas do país, receberão livros de literatura e jogos infantis. O material é uma forma de reforçar a aprendizagem da leitura e da escrita no ensino fundamental. Além desta ação, o MEC possui outros programas voltados ao desenvolvimento da educação.

Mesmo diante dessas iniciativas, fica claro que a solução definitiva para o problema da educação parece distante. No entanto, muitos estudiosos e especialistas têm pensando à respeito do tema. Abaixo, você confere 12 livros destinados a professores que falam sobre alfabetização. Mais títulos, você confere em nossa estante de livros pedagógicos, didáticos e infanto-juvenis.

Se você conhece outro título que deveria fazer parte dessa lista, comente este post deixando o nome e o autor do livro.

Alguns títulos sobre alfabetização

06.09.2011

Conheça 15 livros censurados no mundo

luana blogou @ 6:18 pm / veja outros posts sobre Livros e Autores e Novidades e Curiosidades

livros proibidos- “Independência ou morte”! Assim bradava o príncipe-regente D. Pedro I (do Brasil), às margens do rio Ipiranga, no dia 07 de setembro de 1822. Mas apesar da independência do Brasil ter sido declarada há quase dois séculos atrás, nem sempre ela assegurou a liberdade de expressão. Em alguns momentos políticos a censura entrou em cena no país atingido, entre outras formas de expressão, a literatura.

Em todo o mundo, por décadas, eram os papas e religiosos que determinavam o que devia ou não ser lido pela sociedade. O Index Librorum Prohibitorum era uma lista de livros proibidos que tinha como objetivo maior impedir o avanço do protestantismo. Anos depois, com a ditadura militar instaurada em muitos países, os jornais e mais uma vez os livros sofrerem com a censura. Algumas obras foram contestadas por suas temáticas, outras sofreram censura justificada por argumentos pra lá de frágeis. No Brasil, por exemplo, a obra O Vermelho e o Negro, de Stendhal, foi proibida por conter a palavra “vermelho”, considerada pela ditadura militar um incentivo à subversão. Recentemente, foi a vez do livro Caçadas de Pedrinho, de Monteiro Lobato, ser retirado das escolas depois de acusado pelo Conselho Nacional de Educação de conter passagens racistas.

Mas nem sempre a censura vem do governo. Nos Estado Unidos, por exemplo, são tantos os livros que sofrem pressão dos mais diversos grupos para sua retirada do mercado literário que a American Library Association (ALA) divulga, anualmente, o nome das 100 obras mais contestadas no país. A lista é montada através de relatórios de escolas, bibliotecas e da imprensa norte-americana.

Abaixo você confere a lista que montamos com 15 títulos de livros frequentemente censurados no mundo.  Os principais motivos para a censura são: violência, linguagem ofensiva, sexualidade explícita, ponto de vista religioso ou político e inadequação com a faixa etária.

Lista de 15 livros censurados no mundo

  1. Crepúsculo, de Stephenie Meyer
  2. O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger
  3. A Cor Púrpura, de Alice Walker
  4. O Caçador de Pipas, de Khaled Hosseini
  5. Harry Potter (série), de J.K. Rowling
  6. A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende
  7. Carrie: a Estranha, de Stephen King
  8. As Aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain
  9. Os Pilares da Terra, de Ken Follett
  10. A Idade da Razão, de Jean-Paul Sartre
  11. 1984, de George Orwell
  12. Ulisses, de James Joyce
  13. Hamlet, de William Shakespeare
  14. Evangelho segundo Jesus Cristo, de José Saramago
  15. Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley

Se você se recorda de outras obras que foram contestadas ou proibidas no Brasil e no mundo, compartilhe com a gente, comentando este post.


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