Blog da Estante Virtual

28.02.2011

Livros em alta no Oscar 2011

agostinho blogou @ 6:01 pm / veja outros posts sobre Novidades e Curiosidades

O Oscar desse ano foi mais literário do que nunca. Isso porque 7 filmes que concorreram em diversas categorias foram baseados em livros ou inspiraram lançamentos editoriais, como é o caso do ganhador na categoria de Melhor Filme, O Discurso do Rei,  que foi lançado juntamente com o livro de Mark Logue e Peter Conradi, com base nos diários e arquivos de Lionel Logue,  o “fonoaudiólogo” do rei inglês George VI, pai de Elizabeth II. Assim como o filme, o livro conta a história de superação do príncipe herdeiro da Inglaterra que sofria de gagueira e, após se consultar com muitos médicos, acabou iniciando um tratamento com um especialista muito excêntrico.

Dois filmes baseados em livros também receberam destaques na premiação: A Rede Social, que concorreu em 8 categorias e Bravura Indômita, que teve 10 nomeações. O primeiro filme, A Rede Social, foi adaptado do livro Bilionários por Acaso: A Criação do Facebook, de Ben Mezrich. O autor entrevistou pessoas que conheceram Mark Zuckerberg e que fizeram parte da criação do Facebook, e juntou esses relatos no livro. Apesar de o enredo lembrar bastante os filmes sobre nerds dos anos 80, A Rede Social faz parte da realidade atual e isso certamente foi levado em consideração pela academia ao indicá-lo em 8 categorias, mas não a ponto de garantir o prêmio de Melhor Filme.

O livro Bravura Indômita de Charles Portis, que originou o filme, teve sua primeira publicação em 1968 e sua primeira adaptação para o cinema no ano seguinte, que garantiu o Oscar de Melhor Ator daquele ano para John Wayne no papel principal de xerife. O gênero faroeste é muito bem explorado no livro, que foi reconhecido como uma grande obra na época. Na nova versão do filme, dirigida pelos Irmãos Coen, o papel do xerife novamente rendeu a indicação de Melhor Ator a seu intérprete, Jeff Bridges. Mas desta vez, quem levou a melhor no bang-bang pela estatueta foi mesmo o rei interpretado por Colin Firth.

Confira as outras cinco adaptações de livros que estiveram entre indicados e ganhadores do Oscar 2011:

De todos esses livros, qual foi melhor adaptado para o cinema? Não deixe de compartilhar sua opinião com outros leitores!

24.02.2011

A vez dos bichos na literatura: quando os animais são os protagonistas

luana blogou @ 2:00 pm / veja outros posts sobre Livros e Autores

Considerados as fábulas da modernidade, eles trazem animais como protagonistas de suas histórias e, apesar da natureza diferenciada em relação ao homem, retratam dilemas reais da vida humana. Livros recentes como Marley e Eu, de John Grogan, e clássicos como A Revolução dos Bichos, de George Orwell, conquistaram legiões de leitores. As razões são as mais variadas. Desde os relatos emocionados dos vínculos emotivos entre escritor e seus bichos de estimação às reflexões suscitadas por animais, até então, em teoria, mais irracionais do que os humanos.

Surgidas no Oriente e fortalecidas pelo autor grego Esopo, ainda no século VI A.C, as fábulas, precursoras das atuais narrativas com animais, contam histórias nas quais os bichos ganham características humanas. O macaco representa sua esperteza; o leão encarna sua força e a formiga, o trabalho. A linguagem utiliza-se, muitas vezes, da metáfora, da ironia e da emoção. No fim da narrativa, há sempre um desfecho de caráter didático, conhecido pelos leitores de fábulas como moral da história. Monteiro Lobato, de Reinações de Narizinho, Jean de La Fontaine, de Fábulas de Esopo, Hans Christian Andersen, de O Patinho Feio e Lewis Carroll, de Alice no País das Maravilhas, são alguns escritores que ficaram conhecidos por suas narrativas fantásticas com animais.

O maior objetivo das fábulas tradicionais, e que não se difere da finalidade das atuais narrativas com animais, é que os bichos tornem-se verdadeiros exemplos de conduta para o ser humano. Por isso mesmo, engana-se quem acha que a os relatos da vida animal são voltados, apenas, para as crianças. Ao explorarem o lado “animal” do homem e o lado “humanizado” dos bichos, as produções literárias que trazem animais no centro de sua narrativa agradam todas as idades. Até mesmo quando são personagens secundários da trama, os bichinhos roubam a cena. É o caso da cadela Baleia, em Vidas Secas, de Graciliano Ramos e do cão Quincas Borba, na obra homônima de Machado de Assis.

Para relembrar livros que trazem animais como protagonistas, a Estante Virtual fez uma seleção de títulos. Escolha seu livro e boa leitura!

A Viagem do Elefante A Arte de Correr na Chuva Timbuktu A Vida de Pi Maus A Metamorfose

A Viagem
do Elefante

José Saramago

A Arte de Correr
na Chuva

Garth Stein

Timbuktu
Paul Auster

A Vida de Pi
Yann Martel

Maus
Art Spielgman

A Metamorfose
Franz Kafka

Dewey, um Gato entre Livros A Marcha do Imperador Flush, Memórias de um Cão O Filósofo e o Lobo O Chamado da Floresta Cachorros do Céu

Dewey, um gato
entre livros

Vicki Myron

A Marcha
do Imperador

Luc Jacquet

Flush, Memórias
de um Cão

Virginia Woolf

O Filósofo e
o Lobo

Mark Rowlands

O Chamado
da Floresta

Jack London

Cachorros
do Céu

Wilson Bueno

* As imagens são meramente ilustrativas

21.02.2011

Existe idade certa para escrever um livro?

agostinho blogou @ 5:14 pm / veja outros posts sobre Livros e Autores e Novidades e Curiosidades

Sabemos que para ler um bom livro não existe idade. Quando as crianças começam a aprender a ler, já são apresentadas à literatura-infantil e iniciam sua jornada no mundo dos livros. Porém, existe uma idade certa para começar a escrever livros? São muitos os casos de autores que iniciaram suas carreiras literárias, de fato, quando já possuíam um certo amadurecimento. Outros escritores, por sua vez, começaram cedo na literatura e fizeram também grande sucesso.

Cora Coralina, considerada uma das maiores poetisas de língua portuguesa do século XX, somente começou a publicar seus livros aos 76 anos de idade. Apesar disso, a autora sempre escreveu poemas sobre seu cotidiano, desde a infância, com uma linguagem simples na forma, mas muito profunda no conteúdo. Carlos Drummond de Andrade, em 1980, enviou-lhe uma carta elogiando seu trabalho e, logo, a autora de 91 anos passou a ser conhecida em todo o Brasil.

Outro autor brasileiro que começou tarde a publicar seus livros foi Rubem Fonseca. Somente aos 38, o escritor publicou seu primeiro conto, Os Prisioneiros, depois de exercer várias funções que não eram ligadas à literatura, inclusive a carreira na polícia. Isso certamente serviu como base para sua literatura policial, tão intensa e bem construída.

Arthur Rimbaud, por outro lado, considerado por Victor Hugo um Shakespeare adolescente, escreveu aos 17 anos poemas reconhecidos hoje como a maior influência para a poesia moderna. Da mesma forma que comecou cedo, sua carreira literária também acabou precocemente, quando o poeta completou 20 anos.

No Brasil, Clarice Lispector é nossa representante jovem no mundo literário. A autora publicou aos 23 anos seu primeiro livro, Perto do coração selvagem, escrito quando tinha, ainda, 19 anos.

Esses são apenas alguns autores que dão resposta à nossa pergunta: não existe idade certa para escrever um livro. Basta, é claro, que se tenha talento e muita criatividade. Se você conhece outros autores que começaram cedo ou tarde sua carreira literária, não deixe de compartilhar com outros leitores.

17.02.2011

Como escolher sua próxima leitura?

luana blogou @ 3:01 pm / veja outros posts sobre Livros e Autores e Novidades e Curiosidades

Você terminou de ler um livro muito interessante e está cheio de energia para começar outra boa leitura. Mas como escolher o próximo livro? Mesmo diante de uma estante lotada de opções, essa decisão pode ser uma tarefa para lá de difícil. Afinal, diante de tantas alternativas, como saber o que pode nos agradar? Alguns leitores compartilharam conosco as estratégias usadas para vencerem esse desafio.

Considere sugestões de amigos e críticos

O funcionário público e autor do blog  Poesia do Agora, Renato Saldanha, 44 anos, confia na indicação de amigos e familiares na hora de escolher o próximo título de cabeceira. “Por indicação de um amigo, li O Cemitério dos Vivos, de Lima Barreto. Ele me levou para ver uma peça baseada no romance e ambientada no mesmo prédio em que funcionou o Hospital Nacional de Alienados – local em que o escritor esteve internado, algumas vezes, devido a complicações psiquiátricas de seu alcoolismo. Ler o livro me surpreendeu ainda mais que assistir a peça”, conta o leitor que já escolheu qual será sua próxima leitura: As Intermitências da Morte, de José Saramago. “Cheguei a esse título por indicação de uma colega de trabalho que assegurou que o livro a ajudou a suportar melhor o desaparecimento do pai”.

Ainda que se considere uma pessoa cautelosa quanto à indicações de livros por terceiros, o ilustrador Pacha Urbano, 33 anos, já se surpreendeu com a recomendação de um primo. “Nós sempre trocamos presentes em datas festivas e aniversários e eis que um dia ele me presenteou com o livro O Navegante, de Morris West. Adorei o livro e, mais tarde, descobri que serviu de inspiração para a série Lost que gosto muito”. Para a jornalista Carol Jardim, 23 anos, confiar na opinião de outras pessoas é válido mas requer ressalvas. “O gosto de cada um é diferente. Minha mãe, por exemplo, gosta de livros policiais como os de Frederick Forsyth e Robert Ludlum. Mas eles não fazem o meu estilo”, conta a blogueira de Raiz de Gengibre.

Outra fonte de indicações são as resenhas de jornalistas, blogueiros e críticos, além de dicas em fóruns de discussão e redes sociais especializadas em discutir literatura. “Eu costumo visitar alguns blogs sobre leitura e acompanhar publicações como o Prosa e Verso (O Globo), o New York Review of Books (NYT) e o Clube do Livro da Oprah que costumam dar boas dicas”, conta Carol Jardim que, atualmente, está participando de um desafio em que precisa ler 50 livros no ano de 2011. Entre as redes sociais de livros, ela escolheu o GoodReads e ainda participa de um site de pessoas fascinadas pela literatura: o Histórias para Ler.

Aproveite a Internet

Com o surgimento da Internet, as fontes para buscar uma nova leitura se ampliaram. “Muitas vezes, já aconteceu de ler trechos de livros no Google Books e, a partir dessas experiências, comprá-los e lê-los”, conta Renato Saldanha. Outra ferramente de ajuda na Internet é o site americano What Should I Read Next (O que eu deveria ler a seguir) que traz uma proposta interessante para ajudar os mais indecisos. Informando o título ou nome do autor do último livro que esteve em sua cabeceira, ele oferece a dica da próxima leitura baseada em semelhanças com a obra lida anteriormente. O inconveniente é que, sendo o site em inglês, é preciso descobrir o título correspondente em português.

Investigue seu histórico de leitura

Sua estante pode ter muito a revelar sobre o seu gosto literário. Então, se está em dúvida de que livro ler, uma boa opção pode ser dar uma olhada nos autores e gêneros literários que predominam em sua biblioteca particular. “Geralmente escolho o próximo livro seguindo o tema do anterior. Gosto muito de ir mergulhando nos assuntos e vendo outras abordagens, outros autores”, revela Pacha Urbano. Mas ele ressalta: “é muito comum também eu cortar abruptamente de tema. Livros, para mim, tem a ver com meu estado de espírito”, garante o autor do site que leva seu nome. Por isso, ele escolheu a coletânea Contos Húngaros para injetar alguma novidade na rotina de ler livros de psicanálise em que se encontra.

Realize um “test-drive literário”

Um projeto gráfico bem feito pode ajudar muito na escolha do próximo título a ler. Por isso, vale a pena analisar a capa e a contracapa dos livros. “Elas podem ser fundamentais na escolha de uma obra. Uma capa desleixada pode refletir um autor ou editor que não teve tanto cuidado na publicação do livro. Escolho muitos livros pela capa e tenho conseguido ótimos resultados. É o caso de Carlos Ruiz Zafón e livros como Pequena Abelha, de Chris Cleave, que tiveram edições muito bem pensadas. Portanto, nem sempre escolher um livro pela capa é, necessariamente, uma escolha ruim”, garante a jornalista Carol Jardim que acabou de ler Nunca fui Primeira Dama, de Wendy Guerra, e está em busca de uma nova leitura.

Aprecie o livro. Confira se o título atrai sua curiosidade para a leitura. Cheque o resumo das orelhas e da contracapa. Atente se elas estão bem escritas e se a sinopse é interessante. Leia também a primeira página do livro. Assim, você se familiariza com o estilo de escrever do autor e ainda garante uma prévia do que vai encontrar pela frente. Escolha os livros que despertam a vontade de ir logo para a segunda página!

Porém, vale lembrar: não há uma fórmula pronta para a escolha de uma próxima leitura. Como diz Renato Saldanha: “difícil descrever critérios de escolha de um livro. São todos subjetivos e, portanto, totalmente idiossincráticos. Os livros para mim são como comida, ou melhor, como remédio. Minhas necessidades espirituais é que ditam qual o próximo título a ler, retomar ou reler”.

Se mesmo após reunir recomendações e informações sobre uma obra a dúvida persistir, você ainda tem dois caminhos: escolher aleatóriamente e aventurar-se na leitura de um livro totalmente desconhecido ou ler mais de um livro ao mesmo tempo. Nesse caso, você elimina o risco de se entediar.

Seja qual for a estratégia escolhida para tomar essa decisão, boa leitura!

14.02.2011

Trailer de livro: uma forma a mais de despertar a vontade de ler

luana blogou @ 2:56 pm / veja outros posts sobre Novidades e Curiosidades

O diálogo entre literatura e cinema sempre esteve presente em adaptações de obras que tornaram-se grandes sucessos na telona. Mas nos últimos anos, surgiu uma novidade nesse intercâmbio. Desta vez, a literatura se apropriou de um poderoso recurso da 7ª arte: o trailer. Produções cinematográficas, antes produzidas exclusivamente pela indústria do cinema, para despertar a curiosidade e atrair espectadores para os filmes,  ganham cada vez mais espaço no universo editorial com os trailers de livros ou booktrailers, em inglês.

Inicialmente, os trailer literários surgiram como proposta comercial das editoras para auxiliar na divulgação e venda de livros, mas expandiram suas fronteiras e se transformaram em material pedagógico para ser usado por professores em salas de aula. Essa é a proposta do site LivroClip. Nele é possível encontrar animações dos mais diversos títulos que têm como objetivo apresentar trechos de clássicos da literatura, e parte da biografia de seus autores, à crianças e adolescentes. Alguns leitores, aspirantes a diretores, também se aventuram nessa tendência, expondo, em vídeo, suas próprias impressões sobre as obras lidas. Muitos destes vídeos amadores podem ser vistos através do Youtube.

Diante do sucesso dessas criações, a BiblioFilmes, desde 2009, realiza premiações para os melhores trailers de livros produzidos por editoras, autores, leitores, agências de publicidade, escolas e até mesmo livrarias e produtoras. Quando a novidade é trazida para os leitores, no entanto, ela divide opiniões. Se alguns acreditam que os trailers de livros trazem o benefício de aliar imagem e som à leitura, outros desaprovam a novidade, justamente, por achar que dar rostos e cenários para as histórias dos livros pode prejudicar e limitar a imaginação de quem lê.

Ficou curioso? Então, veja os trailers de livros que separamos para você. E não esqueça de dar sua opinião, comentando este post.

Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis

O Seminarista – Rubem Fonseca

O Quinze - Rachel de Queiroz

O Único Final Feliz para uma História de Amor é um Acidente – João Paulo Cuenca

10.02.2011

Clássicos da literatura em quadrinhos

luana blogou @ 1:05 pm / veja outros posts sobre Livros e Autores

Elas surgiram no século XIX, mais precisamente em 1880, e ficaram mundialmente conhecidas ao dar vida a personagens como Batman e o Super-Homem. Mas com o passar dos anos, as histórias em quadrinhos ou 9ª arte – como preferem chamá-las alguns de seus fãs – retornam às estantes de livrarias trazendo obras com décadas de existência. São os clássicos da literatura nacional e mundial adaptados para os gibis.

Com linguagem moderna e apelo visual, as HQs de livros clássicos têm cativado leitores de todas as idades, sobretudo, os mais jovens. Ao fazerem uma releitura de obras já consagradas, as adaptações de clássicos em quadrinhos têm facilitado o acesso de pequenos leitores de escolas públicas e privadas às narrativas mundialmente famosas. Dentre os clássicos revisitados pelas HQs estão: O Guarani, de José de Alencar, O Alienista, de Machado de Assis, O Capital, de Karl Marx, A Moreninha, de Joaquim Manuel de Macedo, Os Lusíadas, de Camões, dentre muitos outros.

Para estudiosos da história dos quadrinhos, a tendência de adaptar a prosa em quadrinhos é reflexo de uma mudança de posicionamento das revistinhas. Por um tempo, a novidade foi a referência à pintura, mas com a entrada dos mangás japoneses e a publicação de Maus, obra de Art Spiegelman que narra o Holocausto em quadrinhos, agora é a vez da literatura clássica.

Para a editora da Difusão Cultural do Livro, Daniela Padilha, as HQs podem ser consideradas um gênero literário e as adaptações que fazem de livros clássicos são uma via de acesso à obra original.  “Um leitor que, em um primeiro momento, não pegaria o livro na íntegra de Moby Dick para ler, por conta da sua complexidade e número de páginas, terá contato com a obra de Herman Melville pelos quadrinhos e, depois, poderá partir para o livro na íntegra”, argumenta Daniela em entrevista concedida ao jornal O Norte”, em julho de 2010. Não é à toa que as HQs saíram das bancas e conquistaram também as livrarias.

Para os quadrinistas, ao adaptar os clássicos para as revistas em quadrinhos, o mais difícil é reproduzir a linguagem do autor nos poucos caracteres da fala de um balão ou legenda. É preciso resumir, mantendo fidedigno o tom e o vocabulário do autor.

Se você também é fã de quadrinhos, confira a lista de clássicos adaptados para HQ que selecionamos em nossa estante Gibis. Boa leitura!

O Médico e o Monstro O Pagador de Promessas Casa Grande e Senzala Hamlet A Relíquia Memórias de um Sargento de Milícias
 

O Médico e
o Monstro

Robert L. Stevenson

 

O Pagador de
Promessas

Dias Gomes

 

Casa Grande
e Senzala

Gilberto Freyre

 

Hamlet
William Shakespeare

 

A Relíquia
Eça de Queiroz

 

Memórias de um
Sargento de Milícias

Manuel A. de Almeida

Vinte Mil Léguas Submarinas O Morro dos Ventos Uivantes Crime e Castigo Dom Quixote Alice no País das Maravilhas Os Três Mosqueteiros
 

Vinte Mil Léguas
Submarinas

Julio Verne

 

O Morro dos
Ventos Uivantes

Emily Bronte

 

Crime e Castigo
Fiódor Dostoiévski

 

Dom Quixote
Miguel de Cervantes

 

Alice no País
das Maravilhas

Lewis Carrol

 

Os Três Mosqueteiros
Alexandre Dumas

* As imagens são meramente ilustrativas

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