Blog da Estante Virtual

27.11.2009

Pagamento Digital: novo filtro seleciona livreiros que aceitam cartão de crédito

anapaula blogou @ 3:51 pm / veja outros posts sobre Estante Virtual

Atendendo a um pedido recorrente no nosso suporte acrescentamos, na página de resultados da Busca, um filtro para os usuários identificarem facilmente os Sebos e Livreiros Virtuais que aceitam o Pagamento Digital, nossa forma de pagamento com cartão de crédito, boleto bancário e saldo virtual. Portanto, para comprar bons livros, gastar pouco e ter a praticidade de pagar usando uma dessas opções, basta clicar no link: exibir apenas livros de vendedores que aceitam o Pagamento Digital.

Já são quase 500 livreiros operando nessa modalidade e o número aumenta a cada dia. O processo é muito simples: você é redirecionado de imediato ao site do Pagamento Digital, onde faz o pagamento e retorna ao site da Estante Virtual para verificar a confirmação. Não precisa ir a bancos e nem enviar dados de confirmação do pagamento ou aguardar o vendedor verificar o depósito. Tudo é feito automaticamente a partir do pagamento online, inclusive a notificação ao vendedor que o pagamento foi feito.

Você também pode identificar quais sebos oferecem o Pagamento Digital através do ícone “PGTO DIGITAL” (em verde) que aparece nas páginas de resultados da Busca. Além disso, você pode verificar também na página de informações dos livros, na parte inferior à direita, onde estão as informações do vendedor. Ali, em detalhes, estão especificadas as formas de pagamento disponíveis para a compra daquele livro.

Outras informações sobre as vantagens dessa modalidade de pagameto podem ser conferidas no link O que é o Pagamento Digital ou diretamente no site do Pagamento Digital. Aproveite mais esta facilidade da Estante Virtual e boas compras!

26.11.2009

Leitura sem fronteiras

anapaula blogou @ 2:18 pm / veja outros posts sobre Sebos e livreiros

Ananias Ribeiro, 46 anos, economista, é morador de Viçosa, Minas Gerais. Walter Matias, de 52, contador, mora em Iguaba, Rio de Janeiro. Os dois não se conhecem, mas têm muita coisa em comum: ambos são responsáveis por manter o único sebo disponível em suas respectivas cidades. E também possuem um grande desafio em mãos, o de mantê-los em municípios com número pequeno de habitantes e demanda sazonal por livros usados.

O “Ribeiro e Pazzi Livraria e Papelaria”, de Ananias Ribeiro, nasceu em 2006 anos em Viçosa, cidade universitária do interior de Minas Gerais. Ele aponta como uma das suas maiores dificuldades para manter o negócio a falta de tradição de sebos na cidade. “Aqui o sebo é lugar de livro barato, não de raridade. As pessoas não têm a cultura de entrar no sebo para procurar livros raros, eles procuram exclusivamente livros mais baratos”, afirma. Ele diz ainda que o período com o maior volume de vendas acontece no início do ano letivo.

Já para Walter Matias que mantém o “Sebo de Iguaba”, único da Região dos Lagos, a maior dificuldade é o fato de ser uma cidade turística. Antes de montar o sebo, Walter, que morava em Santa Catarina e já trabalhava com livros usados, ia para sua casa em Iguaba em 1982 e levava livros para vender por lá. Foi assim que percebeu a demanda local por livros e resolveu abrir um sebo, também para ajudar as pessoas que não têm acesso a livros novos.

Para divulgar os negócios e ultrapassar as dificuldades, os dois apostaram no cadastro na Estante Virtual. Aumentar a visibilidade dos sebos e mostrar a todo o país os livros disponíveis em seus acervos é a ideia chave. “As raridades só se tornam raridades quando alguém sabe que este livro está disponível. Hoje, qualquer um entra no Google, digita o nome do livro cadastrado e aparece a disponibilidade na Estante Virtual. A Estante é uma vitrine para quem está procurando livros”, completa Ananias. Walter também comemora o cadastro na Estante Virtual: “as pessoas não vão precisar ir a outros lugares para comprar livros e nem trazer livros de fora para ler aqui, basta encomendar”, diz.

Boas vindas à dupla!

23.11.2009

Sebos do Norte do país apostam na internet para ampliar negócio

anapaula blogou @ 4:08 pm / veja outros posts sobre Sebos e livreiros

Não há mais fronteiras para os amantes da literatura. Livrarias e sebos de todo o Brasil estão espalhados pela Internet proporcionando maior comodidade aos consumidores que estão em busca de seus livros prediletos. O Norte do país está cada vez mais desenvolvido no mercado de sebos e o hábito de leitura começa a se fortalecer entre a população, que está sempre em busca de livros interessantes e com um bom preço.

Mauro Cavalcante, por exemplo, é um dos mais novos empresários de Belém, no Pará. Há três meses ele inaugurou, no bairro de Campina, o sebo Acervo Literário, que reúne cerca de 2000 títulos, todos usados e com expressivo material de Filosofia, Sociologia, História e Teologia. Mauro conta que a paixão por livros usados começou na adolescência, quando trabalhou dois anos em um sebo. Depois, ele passou 13 anos como técnico de informática. Como já não estava mais satisfeito com o mercado de trabalho deste ramo, pediu demissão e com o dinheiro da rescisão, montou o próprio sebo.

Para compor seu acervo, Mauro comprou alguns livros e outros conseguiu por meio de doações: “Fui batendo de casa em casa e coloquei anúncio no jornal. Além disso, fiz propaganda em algumas faculdades. Hoje, a maioria dos títulos que vendo são para universitários”, conta. Para expandir ainda mais os negócios, o empresário recorreu à Estante Virtual com o objetivo de divulgar seu sebo para todo o Brasil: “A Estante Virtual é uma referência nacional, todo mundo conhece. Muitos amigos que têm seus sebos estão lá também”.

Amante da leitura clássica, como “A Divina Comédia”, de Dante e “A Montanha Mágica”, de Thomas Mann, Mauro acredita no mercado de sebos do Pará. Há cerca de dez anos, existiam poucos em Belém, mas atualmente o filão está se expandindo e os sebos acabam ganhando vantagem no confronto com as grandes livrarias: “É importante contribuir para que o hábito de ler esteja cada vez mais presente no cotidiano dos moradores da minha cidade. Agora, com a Estante Virtual, meus livros vão chegar para leitores de todo o país”, diz Mauro.

Direto da Amazônia

Já Celestino Neto, de Manaus, é dono do sebo O Alienista, um dos cinco quiosques que existem na Praça da Polícia. Até o ano passado, ele armava e desarmava todos os dias uma banca onde vendia seus livros usados, mas com a revitalização do lugar, a Prefeitura deu um espaço para os comerciantes trabalharem. Celestino conta que em 2002, somente ele comercializava livros na praça. Atualmente são cinco vendendo livros. Todos eles vivem com o dinheiro que ganham no sebo, graças à clientela fiel que conseguiram conquistar.

A maior parte de seu acervo, composto por cerca de 2ooo livros, é formado por obras sobre meio ambiente (principalmente sobre a Amazônia), poesia, artes, filosofia e literatura em geral. Ele acredita que atualmente as pessoas estão mais interessadas em se informar sobre o meio ambiente, já que o tema é abordado constantemente em debates e em concursos. Universitários, professores, biólogos, jornalistas e escritores são os que mais procuram O Alienista.

Celestino conheceu a Estante Virtual por intermédio de amigos e se tornou cliente antes de cadastrar o seu sebo. Ele pretende expandir os negócios e popularizar o seu espaço: “Pretendo ter mais uma fonte de renda divulgando o meu sebo na Estante Virtual e torná-lo referência não só na minha cidade, mas no país inteiro”, diz.

16.11.2009

Sebo Machado de Assis aposta no comércio eletrônico

anapaula blogou @ 4:16 pm / veja outros posts sobre Sebos e livreiros

Ingressar no comércio eletrônico foi o que motivou Celso Benachio, dono do sebo Machado de Assis, do bairro da Liberdade em São Paulo, a fazer parte da Estante Virtual. Celso tem 57 anos e trabalha há 42 anos com livros usados. Começou ainda garoto, com 15 anos, e assim que teve oportunidade, abriu o seu próprio negócio. Hoje, ele possui três sebos, dois deles cadastrados na Estante Virtual. Um espaço ficou pequeno, o outro também, e quando ele se deu conta já precisava abrir a terceira loja física, o sebo Machado de Assis, que conta hoje com um acervo de 30 mil exemplares, já está com oito anos e vende livros de diversos assuntos.

A expectativa de Celso ao cadastrar mais este acervo na Estante Virtual é aumentar as vendas e se modernizar, fazendo parte do universo do comércio virtual de livros, que complementa e amplia as vendas do balcão. Uma tendência inevitável, de acordo com o livreiro. “Quanto mais livros cadastrados na Estante Virtual, mais o sebo será visto no Brasil”, diz.

Sobre a opção de vender livros usados, Celso explica de forma simples: “O livro novo está muito caro e a margem de lucro é muito baixa. Já vender livro usado é bom porque aparece de tudo: livros antigos e também modernos. Acho que a gente adquire um conhecimento maior com o livro usado”, completa. A família entrou com tudo no ramo e dois filhos de Celso dividem hoje com o pai a paixão por vender livros.

A equipe da Estante Virtual deseja boas vindas e ótimas vendas ao Sebo Machado de Assis.

13.11.2009

Besouro nasceu do sebo

anapaula blogou @ 2:26 pm / veja outros posts sobre Livros e Autores e Novidades e Curiosidades

João Daniel Tikhomiroff inspirou-se em “Feijoada no Paraíso” para fazer seu primeiro filme

De um sebo paulista para as telas dos cinemas de todo o Brasil. Essa é a trajetória de “Besouro”, de João Daniel Tikhomiroff, que dirige seu primeiro longa depois de uma sólida carreira publicitária. O filme baseia-se no livro “Feijoada no Paraíso”, do escritor carioca Marco Carvalho, que chamou a atenção do diretor quando ele procurava alguma publicação interessante para ler. Vasculhando as prateleiras do sebo, Besouro caiu, literalmente, em seu colo: “Era um livro fino, com uma seleção de contos baseados nas lendas do Besouro, de quem até então eu nunca tinha ouvido falar. Fiquei encantado com o título, comprei o livro e li de um fôlego só”, lembra.

Na hora de escolher um livro, João Daniel tem um jeito todo peculiar: ele vai em busca dos títulos que estão esquecidos entre os outros. Se o nome interessar, ele lê a orelha à procura de personagens interessantes, só depois ele compra: “Vasculho as prateleiras mais escondidas, pego os livros que estão em fila dupla e que, por algum motivo, não estão nas principais vitrines”. Tikhomiroff confessa que não gosta de ler best-sellers porque adora a sensação de ter descoberto algo novo, pouco explorado e debatido: “Isso acontece toda vez que me deparo com um livro escondido, perdido em uma prateleira. Parece que quase ninguém leu algo que poderá ser redescoberto por mim”, diz.

O diretor conta que na adolescência ele frequentava os sebos do centro da cidade do Rio de Janeiro, especialmente um recheado de livros de ficção científica. Lá, ele encontrava tudo o que gostava de ler, inclusive livros que não eram editados no Brasil: “Foi nesse sebo que descobri Isaac Asimov e tive acesso a muitos livros franceses sobre cinema”. Atualmente, Tikhomiroff assume que é um grande consumidor de livros vendidos também pela Internet, onde ele consegue encontrar obras restritas.

Agora que estreou nos cinemas, João Daniel Tikhomiroff não quer parar de dirigir novos filmes para a telona. Ele já está trabalhando em seu novo filme, que será totalmente diferente de Besouro, mas também inspirado em um livro. A história vai se passar no Rio Grande do Sul e será uma comédia satírica.

Enquanto isso, nossas estantes virtuais continuam cheias de histórias. Quem sabe ele não encontra aqui a inspiração para o terceiro filme. É esperar para ver!


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