Haha! Absoluta, Jairo. Mesmo se não tivéssemos nenhum sistema de pré-cadastro e chave de ativação (como temos), só pelas telas de resultados e a organização geral dos acervos seria claro que, mesmo se este sujeito fosse o dobro do organizado (que ele não é), não conseguiria disponibilizar seus livros na EV. Melhor ele ficar em Delhi mesmo, vendendo pessoalmente. :)
Fazemos questão absoluta de deixar registrado que nosso sebo é bem mais organizado. Todos os livros estão amontoados por assunto, em ordem alfabética do último sobrenome no autor. Devido a um erro de planejamento inicial, separamos primeiramente os sobrenomes iniciados pela letra A, depois B e assim por diante, de maneira que os primeiros sobrenomes estão na base do monte. Mas resolvemos esse problema: alfabetizamos a Nina, nossa cadelinha da raça Beagle. Basta informar a ela o ano da edição e o sobrenome do autor, que seu olfato apuradíssimo distingue um exemplar de dez anos de idade dentre vários mais recentes.
Evidentemente, nem sempre precisamos do auxílio canino. Por exemplo: neste instante em que escrevo, posso distinguir um livro do polonês Zybwievsk ao lado de minha cadeira, placidamente esperando um leitor.
comentário : José Carlos Augusto Ferreira — 25.10.2007 @ 2:42 pm
Sebo que não tem o acervo catalogado está ficando no pretérito, perdendo vendas e sendo indubitavelmente preterido pela opção hodierna da Estante Virtual, Amazon, só para citar estes dois gigantes.
Temos o caso, no Brasil, do Sebo do Brandão, que parece estar em queda vertiginosa das vendas porque não se organiza, não se informatiza e porque não tem seu volumoso acervo disponibilizado na forma digital na internet.
Quem busca uma obra na internet quer resposta rápida, não quer gastar telefonemas (caríssimos!) nem mandar cartas para saber se o sebista tem a obra desejada. Depois, na Estante Virtual, o comprador pode optar pela compra a um preço menor através de um simples escolha do preço menor dentre as várias ofertas dos sebos para a obra procurada.
Faço votos que todos os sebos concentrem-se na Estante Virtual. Forma-se, pois, um verdadeiro mercado para o livro no Brasil ou no mundo, especialmente para o exemplar usado.
Com atenção,
Oswaldo Francisco Martins
Salvador, BA
comentário : Oswaldo Francisco Martins — 27.10.2007 @ 9:37 pm
Nenhum sebo assim na ev? Há controvérsias! (risos)
comentário : Carlos Besen — 24.10.2007 @ 6:13 pm
tem certeza???????
comentário : Jairo — 25.10.2007 @ 12:03 pm
Haha! Absoluta, Jairo. Mesmo se não tivéssemos nenhum sistema de pré-cadastro e chave de ativação (como temos), só pelas telas de resultados e a organização geral dos acervos seria claro que, mesmo se este sujeito fosse o dobro do organizado (que ele não é), não conseguiria disponibilizar seus livros na EV. Melhor ele ficar em Delhi mesmo, vendendo pessoalmente. :)
comentário : nando — 25.10.2007 @ 2:13 pm
Fazemos questão absoluta de deixar registrado que nosso sebo é bem mais organizado. Todos os livros estão amontoados por assunto, em ordem alfabética do último sobrenome no autor. Devido a um erro de planejamento inicial, separamos primeiramente os sobrenomes iniciados pela letra A, depois B e assim por diante, de maneira que os primeiros sobrenomes estão na base do monte. Mas resolvemos esse problema: alfabetizamos a Nina, nossa cadelinha da raça Beagle. Basta informar a ela o ano da edição e o sobrenome do autor, que seu olfato apuradíssimo distingue um exemplar de dez anos de idade dentre vários mais recentes.
Evidentemente, nem sempre precisamos do auxílio canino. Por exemplo: neste instante em que escrevo, posso distinguir um livro do polonês Zybwievsk ao lado de minha cadeira, placidamente esperando um leitor.
comentário : José Carlos Augusto Ferreira — 25.10.2007 @ 2:42 pm
http://www.flickr.com/photos/escori/692852789/
esta aqui pode ser mais organizada, mas pelo menos o velhinho indiano não te dá medo…
comentário : guilherme — 25.10.2007 @ 7:08 pm
Sebo que não tem o acervo catalogado está ficando no pretérito, perdendo vendas e sendo indubitavelmente preterido pela opção hodierna da Estante Virtual, Amazon, só para citar estes dois gigantes.
Temos o caso, no Brasil, do Sebo do Brandão, que parece estar em queda vertiginosa das vendas porque não se organiza, não se informatiza e porque não tem seu volumoso acervo disponibilizado na forma digital na internet.
Quem busca uma obra na internet quer resposta rápida, não quer gastar telefonemas (caríssimos!) nem mandar cartas para saber se o sebista tem a obra desejada. Depois, na Estante Virtual, o comprador pode optar pela compra a um preço menor através de um simples escolha do preço menor dentre as várias ofertas dos sebos para a obra procurada.
Faço votos que todos os sebos concentrem-se na Estante Virtual. Forma-se, pois, um verdadeiro mercado para o livro no Brasil ou no mundo, especialmente para o exemplar usado.
Com atenção,
Oswaldo Francisco Martins
Salvador, BA
comentário : Oswaldo Francisco Martins — 27.10.2007 @ 9:37 pm