Blog da Estante Virtual

25.05.2012

No Dia do Orgulho Nerd, uma galeria inteira de objetos geeks

{ Publicado @ 3:11 pm / veja outros posts sobre Novidades e Curiosidades }

Eles são os primeiros da fila na estreia de filmes como Guerra nas Estrelas e Senhor dos Anéis. E muitas vezes estão fantasiados como os personagens. Assistem e reveem os episódios de The Big Bang Theory. Testam em casa as experiências dos Caçadores de Mitos. Participam de fóruns de tecnologia. Escrevem mensagens simpáticas em élfico, klingon e japonês. No armário, uma coleção de camisetas com citações cinematográficas. Ah, e claro, andam para cima e para baixo com uma toalha. Quem são eles? Os nerds! E hoje é dia deles, mais precisamente, Dia do Orgulho Nerd, ou Dia da Toalha, como eles preferem chamar essa data.

Para quem não sabe, o Dia do Orgulho Nerd é uma homenagem a três episódios. O primeiro deles, a première do primeiro filme da série Star Wars, o Episódio IV: Uma nova esperança, ocorrida em 25 de maio de 1977. O segundo, uma homenagem aos fãs da série O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams. E o terceiro, uma outra homenagem, agora à série Discworld, do escritor Terry Pratchett, que originou uma série de RPGs.

Ser nerd é cool

Se lá por volta da década de 70 e 80 ser nerd era visto como algo pejorativo, sinônimo de roupas engomadinhas, óculos fundo de garrafa e problemas em se relacionar, hoje a situação se inverteu e ser nerd é bem legal. “Hoje as pessoas te admiram por isso. Quando notam que você é nerd, já imaginam a figura de alguém inteligente e que certamente será bem sucedido na vida adulta”, afirma o designer Fernando Ribas. Grandes nomes da tecnologia, como Mark Zuckerberg, fundador da maior rede social do mundo, o Facebook, contribuíram para essa mudança de ponto de vista. “Agora imagine quanto bullying Steve Jobs sofreu na infância”, questiona-se Ribas em relação a um dos grandes e atuais ídolos da sociedade.

Para o designer, hoje em dia, o conceito de nerd está muito mais ligado à busca constante de informação. “É difícil rotular, principalmente pelas variações dos tipos de nerd que existem hoje em dia e também pela banalização do termo, mas na essência, acho que são pessoas ricas culturalmente, o que vai muito além de ser fã de Star Wars”, enfatiza.

Considerando-se nerd desde a infância, ainda hoje Ribas mantém como hobbie colecionar action figures, filmes e seriados. “Desde criança sou fascinado por quadrinhos, super heróis e programas sobre ciência. Meu sonho era trabalhar na NASA e ser astronauta. Lembro-me que fazia naves espaciais com caixas de papelão”, relembra. E decidindo propagar a cultura nerd por aí, o designer criou um blog só para nerds: o Nerdbox. “O blog surgiu em 2009 com o propósito futuro de tornar-se uma loja virtual de action figures e memorabilias de filmes e séries”. O projeto ficou na gaveta, mas o blog atrai muitas visitas de quem se interessa pelo conteúdo que pode encontrar lá. “Informações que variam de notícias sobre filmes, games, action figures, séries de TV, eventos e até dicas de viagem que normalmente quem é nerd se interessaria em fazer”, explica o idealizador.

O manifesto nerd

Buscando reafirmar essa cultura, o programador Tim McEachern criou um manifesto nerd, em tom de brincadeira, no primeiro festival de Orgulho Nerd ocorrido em 1998, nos Estados Unidos. O documento continha os principais direitos e responsabilidades dos nerds, que você confere agora.

Manifesto Nerd

O manifesto parece ter surtido efeito, sobretudo, no que diz respeito aos itens 4, 5 e 9 que se referem aos objetos geeks. Por isso, montamos uma galeria com objetos geeks relacionados à literatura. Confira e divirta-se:




Comemorando o Dia do Orgulho Nerd / Dia da Toallha

Quando perguntamos sobre como irá comemorar a data, o designer Fernando Ribas foi categórico: “derrotando alguns vilões no DC Universe Online, e claro, sair com minha toalha!”. O blog Nerdbox também preparou um conteúdo especial para o Dia do Orgulho Nerd, então não deixe de passar por lá e conferir. E se você ainda é um noob (novato) nesse universo e não sabe como celebrar o momento, a Super Interessante publicou 42 maneiras de comemorar o Dia do Orgulho Nerd. Confira, e escolha a sua.

Se mesmo depois de ler esse post você ainda tem dúvidas se também é um deles, faça nosso quiz “Você é um nerd“?

Gostou? Então, conte pra gente: como você comemora o Dia do Orgulho Nerd?

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24.05.2012

Os 5 personagens mais nerds da literatura

{ Publicado @ 4:13 pm / veja outros posts sobre Novidades e Curiosidades }

Amanhã, dia 25/05, comemora-se o Dia do Orgulho Nerd ou Dia da Toalha (para os nerds mais convictos). Mas, afinal, o que são nerds? Os nerds são pessoas com intensas atividades intelectuais, geralmente além das expectativas para sua idade, e, por  isso, deixam de realizar outras atividades mais banais e comuns a todos.

Esse termo já foi usado de forma pejorativa, para ridicularizar pessoas, mas hoje não é bem assim. Além de muitos dos homens mais ricos do mundo se assumirem como nerds, o que ajudou  bastante na mudança desse conceito, diversos personagens nerds se popularizaram através da televisão, cinema e livros mais recentes. Porém, alguns personagens clássicos da literatura já aparentavam certa semelhança com esse jeito de ser único dos nerds bem antes de o termo ter sido criado por volta de 1950. Vamos então à nossa lista:

Busque livros de Sherlock Holmes na Estante Virtual

Sherlock Holmes, dos livros de Sir Athur Conan Doyle:

Criado no final do século XIX, Holmes pode ser considerado o mais nerd de todos os personagens que apareceram na literatura até hoje. O detetive particular tem a habilidade de chegar a conclusões dificílimas com pequenos detalhes, além de ser um estudioso pesquisador de quase todos os assuntos do mundo. Além disso, ele costuma fazer experiências um tanto avançadas para sua época e sua excentricidade faz com que se torne um tanto insociável.

Busque o livro Frankenstein na Estante Virtual

Victor Frankenstein, do livro Frankenstein ou o Moderno Prometeu, da autora Mary Shelley:

Quem não leu o livro pode achar que Frankenstein é o monstro, mas na realidade é o sobrenome do estudante que o criou. Victor é estudante de ciências naturais e abre mão do contato com a família para se concentrar nos estudos, misturando alquimia a ciências naturais modernas. O resultado disso é a criação de uma forma com vida! Por ter estudado tanto e conseguido chegar à criação da vida, Victor Frankenstein é o nosso segundo personagem de literatura mais nerd de todos os tempos.

Busque o livro Eu Robo na Estante Virtual

Susan Calvin, do livro Eu Robô, escrito por Isaac Asimov:

Sempre relatada como inteligentíssima e fria, a psicóloga Susan Calvin fez doutorado em robótica e seguiu carreira como robopsicóloga. Não bastasse isso, ela se aposentou como robopsicóloga chefe e fez com que seu criador, Isaac Asimov, se apaixonasse por ela e deixasse outros personagens de lado em seus contos do livro Eu Robô. Como somente um nerd poderia estudar a psicologia de robôs, Susan é nossa terceira colocada.

Busque o livro Triste Fim de Policarpo Quaresma na Estante Virtual

Policarpo Quaresma, do livro Triste Fim de Policarpo Quaresma, escrito por Lima Barreto:

O personagem nacionalista estuda tanto as origens de nosso país que, após propor em assembleia legislativa republicana a adoção do tupi como língua oficial e ser ridicularizado por todos, redige por descuido, na repartição pública que trabalhava, um ofício inteiramente escrito em tupi. Ok, o tupi era mais conhecido que as línguas élficas naquela época, mas vale a 4ª colocação ao nosso Policarpo Quaresma, personagem mais brasileiro dos brasileiros!

Busque revistas do Batman na Estante Virtual

Batman, HQ do desenhista Bob Kane e do escritor Bill Finger, editora DC Comics

O homem-morcego, apesar de não ter poderes especiais sobrehumanos, tem uma capacidade intelectual aguçada, com a qual conseguiu aprender artes marciais e diversas ciências. Tudo bem que qualquer um consegue aprender o que ele aprendeu, mas o fato de ele lutar conta malfeitores é um grande diferencial! Por seu intelecto aguçado, Batman é nosso 5º personagem fictício mais nerd da literatura.

Você conhece outros personagens literários que parecem nerds? Comente este post e compartilhe com outros leitores!

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21.05.2012

Escrita: a arte de inventar palavras

{ Publicado @ 1:58 pm / veja outros posts sobre Novidades e Curiosidades }

A arte de inventar palavrasEm um primeiro instante pode parecer estranho que a língua nacional tenha um dia só para ela: 21 de maio – Dia da Língua Nacional. Não. Não é que pareça banal prestar homenagem a ela, é que, presente diariamente em nossas vidas, até mesmo em pensamentos, ela deveria ser homenageada todos os dias. Sua importância é vital. Você só compreende o que está lendo neste momento por causa dela. Nós nos comunicamos e nos expressamos porque criamos um sistema de representação constituído de palavras e regras sobre suas combinações – a língua – que é compreendido por todos – a nação.

E, ainda que nossa língua tenha sido trazida pelos colonizadores portugueses há mais de um século e meio atrás, ela nunca ficou imutável. Evoluiu e se modificou a partir da influência e contribuição de muitas outras línguas, como as das nações indígenas, africanas e dos imigrantes que aqui chegaram. E mesmo depois de a língua parecer ter alcançado um patamar máximo de evolução, alguns escritores continuaram inventando a roda, ou melhor, inventando palavras.

Considerado um dos mestres em inventar palavras, o autor João Guimarães Rosa poderia ter escrito um imenso dicionário com seus neologismos. Entre os exemplos mais célebres de sua carreira como criador de palavras, está o termo “nonada”, palavra de abertura do romance Grande Sertão: Veredas e que significa “coisa sem importância”, fusão de “non” (do português arcaico) com “nada”. Rosa era um profundo pesquisador da língua nacional. Além de ter criado neologismos, utilizava regionalismos e arcaísmos (palavras já ultrapassadas) em suas obras. Ele não foi o único escritor com a habilidade para criar novas palavras. O irlandês James Joyce, já no início do século XX, tinha na invenção de palavras um marco de suas obras, como Ulisses. Há quem, inclusive, acredite que Joyce foi o grande inspirador do escritor brasileiro.

Dante Alighieri foi outro que escreveu sua obra-prima: o livro A Divina Comédia em seu dialeto local. Ao fazê-lo, o escritor italiano promoveu a língua toscana, até então considerada língua vulgar (em comparação ao latim), ao status de padrão para a língua italiana, tal qual a conhecemos hoje.

Considerando-se um “manobreiro” de palavras, o poeta Manoel de Barros já declarou que a poesia não é um fenômeno de ideias ou sentimentos, mas de linguagem. Por isso, adota um comportamento de desarrumar palavras. Há quem até chame o poeta de “Guimarães Rosa da poesia”. Em seu Livro das Ignorãnças (1994), Manoel de Barros descreve seu gosto por “fazer defeitos nas frases”.

Descobri aos 13 anos que o que me dava prazer nas leituras não era a beleza das frases, mas a doença delas.
Comuniquei ao Padre Ezequiel, meu Preceptor, esse gosto esquisito.
Eu pensava que fosse um sujeito escaleno.
- Gostar de fazer defeitos na frase é muito saudável, o Padre me disse.
Ele fez um limpamento em meus receios.
O Padre falou ainda: Manoel, isso não é doença, pode muito que você carregue para o resto da vida um certo gosto por nadas. . .
E se riu.
Você não é de bugre? – ele continuou.
Que sim, eu respondi.
Veja que bugre só pega por desvios , não anda em estradas - Pois é nos desvios que encontra as melhores surpresas e os ariticuns maduros.
Há que apenas saber errar bem o seu idioma.
Esse Padre Ezequiel foi o meu primeiro professor de agramática.

Confira algumas das palavras inventadas por Guimarães Rosa e outros escritores:

Tabela de palavras inventadas por escritores

Sabia que tem leitor também se aventurando na arte de inventar palavras? Já até criaram um Dicionário Informal, abastecido com palavras e expressões cadastradas por usuários. Da próxima vez, que você ler ou ouvir algo que não compreende, vale a pena conferir se você não encontra o significado aqui.

E se quiser saber mais sobre a arte de Guimarães Rosa em inventar palavras, em 2001, Nilce Sant’Anna Martins publicou um livro destinado ao estudo do vocabulário empregado pelo autor: O léxico de Guimarães Rosa. Marcílio Godoi foi outro escritor a dedicar uma obra inteira à invenção de palavras:  Pequeno dicionário ilustrado de palavras invenetas. Boa leitura!

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17.05.2012

On The Road de Jack Kerouac – o clássico que marcou gerações vai virar filme

{ Publicado @ 3:22 pm / veja outros posts sobre Livros e Autores e Novidades e Curiosidades }

Criatividade espontânea, liberdade de expressão e igualdade. Essas são apenas algumas características da Geração Beat, jovens intelectuais dos anos 50 e 60 que enlouqueceram os conservadores americanos durante décadas com sua contracultura. Toda essa transgressão foi impulsionada principalmente pela publicação de um livro: On The Road (On The Road – Pé Na Estrada, no Brasil), de Jack Kerouac, lançado em 1957 nos EUA.

Além de influenciar uma geração, o livro também inaugurou uma nova forma de narrativa: o estilo Beat de escrever. Com palavras e ideias jogadas de forma verborrágica, instigando os sentidos do leitor a todo o momento, Kerouac faz algo inédito na literatura até então, vai além da simples descrição para inserir os leitores num universo de percepções através do qual conta a história do estudante e escritor Sal Paradise e seus amigos, dentre eles Dean Moriaty, um jovem libertário do Oeste que passou a infância em reformatórios e chegou a Nova Iorque para se “intelectualizar”. Dean se aproxima de Sal para aprender a arte da escrita e assim começa uma longa amizade. Juntos, os jovens percorrem dezenas de cidades americanas em busca da última fronteira, vivendo histórias de muito jazz, drogas e romance.

Existem vários mitos em torno de On The Road, e alguns foram fomentados pelo próprio autor, como revela o tradutor Eduardo Bueno na edição da L&PM. Um deles é que Jack Kerouac escreveu o livro inteiro em apenas 3 semanas, após ter passado 7 anos na estrada com seus amigos. De fato, o original do livro foi todo escrito em abril de 1951 num rolo de papel para telex, escrevendo o autor durante 14 horas ininterruptas por dia um texto sem parágrafos. Porém, depois de anos sendo recusado por diversas editoras, Kerouac reescreveu o livro diversas vezes até ser publicado. Ainda assim, a editora Viking Press fez com que o autor suprimisse 120 páginas de seu texto e incluiu diversas vírgulas desnecessárias, segundo o próprio Kerouac.

Agora, depois de 20 anos, finalmente o enredo de On The Road chegará às telas de cinema. O diretor Walter Salles e o roteirista José Rivera conseguiram trazer para os cinemas o filme que Francis Coppola, Gus Van Sant e Johnny Depp tentaram fazer em vão em 1992, e que muitos fãs no mundo inteiro ansiavam em assistir. Estreia em junho, no Brasil, o filme “Na Estrada”, baseado na obra-prima de Jack Kerouac. Fatalmente, o livro que na edição da L&PM possui 380 páginas não será contemplado com exatidão nas telonas, em todas as suas reflexões, ações e comportamentos. Porém, com o longa, leitores que não tinham conhecimento deste livro que marcou gerações poderão ter sua curiosidade e inquietação literária abaladas.

On The Road, que na Estante Virtual você encontra a partir de R$13, por fim, é uma semi-autobiografia de Kerouac, sendo ele representado por Sal Paradise, Dean Moriarty é o personagem de seu amigo Neal Cassady, Carlo Marx é o poeta Allen Ginsberg e Old Bull Lee é o escritor William Burroughs. Veja a seguir os livros mais famosos desses autores e outros livros Beat que, juntamente com On The Road, influenciaram gerações.

On the Road – Pé na Estrada 

Jack Kerouac

Tristessa 

Jack Kerouac

Uivo 

Allen Ginsberg

Almoço Nu 

William Burroughs

Cartas do Yage 

William Burroughs
/ Allen Ginsberg

A partir de R$13,00 na Estante Virtual A partir de R$6,50 na Estante Virtual A partir de R$10,00 na Estante Virtual A partir de R$35,00 na Estante Virtual A partir de R$6,50 na Estante Virtual
O Primeiro Terço 

Neal Cassady

Kerouac – Biografia 

Yves Buin

Um Parque de Diversões
da Cabeça
 

Lawrence Ferlinghetti

Deus da Chuva e da Morte 

Jorge Mautner

Geração Beat 

Claudio Willer

A partir de R$7,90 na Estante Virtual A partir de R$8,00 na Estante Virtual A partir de R$8,00 na Estante Virtual A partir de R$50,00 na Estante Virtual A partir de R$9,00 na Estante Virtual
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15.05.2012

Leitura combinada: escolha seu livro com base em seu humor

{ Publicado @ 2:56 pm / veja outros posts sobre Novidades e Curiosidades }

Já abordamos aqui no Blog da Estante a nem sempre fácil tarefa de escolher sua próxima leitura. Diante de uma estante lotada de opções, como saber o que pode nos agradar? Para ajudar nesse desafio, leitores compartilharam conosco suas estratégias para a tomada de decisão, que foram desde sugestões de amigos e críticos até um test-drive literário que inclui a análise da sinopse e da capa de um livro. Leia o post completo aqui!

Mas hoje, trazemos um desafio ainda maior: como escolher um livro com base em seu humor? Tem dias que a gente está afim de uma literatura mais densa e introspectiva. Queremos mergulhar em um oceano profundo de informações, questionamentos e reflexões que estremeça até mesmo os nossos conceitos mais estáveis. Compreendeu? Se sim, você deve estar precisando mesmo de uma leitura como essas! Em outros dias, a gente está mesmo afim de uma leitura simples e descontraída que apenas nos ajude a esquecer a extenuante rotina.

Há ainda aqueles dias que daríamos tudo por um livro imprevisível. Você já está cheio de saber o que vem no dia seguinte, precisa de uma história com mais emoção e aventura. Ou quem sabe, você já entendeu que a vida é mesmo uma caixinha de surpresas e quer um pouco de rotina. Então, nada melhor do que um livro bem previsível.

Foi pensando nisso que o site Wichbook criou uma ferramenta diferente e divertida para você escolher sua próxima leitura. O site oferece dicas de leitura com base em combinações do humor do leitor com características gerais de uma obra. E o mais bacana: para cada característica, ainda é possível definir seu grau de intensidade. Também é possível escolher uma obra com base nas descrições de seus personagens (gênero, raça, idade), enredo (aberto, repleto de conflitos, marcado por reviravoltas e outros) e cenário. Experimente!

Seguindo a mesma ideia, criamos uma lista de livros combinando humor e diferentes características de leitura. Confira!

  • leitura combinada
  • Gostou, então compartilhe suas dicas de leitura combinada, comentando este post.

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11.05.2012

No Dia das Mães, conselho de mãe é o que pega!

{ Publicado @ 1:59 pm / veja outros posts sobre Campanhas e Promoções e Estante Virtual }

Está chegando o Dia das Mães e todos já estão se preparando para homenageá-las neste que poderia ser todos os dias do ano. Aqui na Estante Virtual pensamos em uma homenagem diferente: uma lista de livros indicados pelas próprias mães, ou seja, uma lista de bons conselhos dessas super mulheres que mesmo com 1001 funções exercidas no lar e no trabalho estão sempre a postos para cuidar, orientar e proteger seus filhos.

Entrevistamos algumas mães que nos revelaram quais os livros que mais lhes ajudaram, tanto com repostas para as suas dúvidas durante a gravidez e conselhos práticos sobre os primeiros cuidados com o bebê  como também com orientações sobre a educação e a formação cultural e literária de seus filhos. Além disso, alguns livros citados tratam do que vem depois do nascimento dos filhos, como o que muda na vida dos casais e no relacionamento com os amigos, por exemplo.

Para a empresária Maria de Fátima, um livro fundamental enquanto ainda estava aguardando o nascimento de Gabriel (2 anos) foi Mothern: Manual da Mãe Moderna, que conta as experiências da maternidade vividas por 2 mães autoras do blog Mothern. Para ela, “o livro tem uma identificação muito grande com o que todas nós passamos no dia-a-dia”.

Já a professora Mônica Assunção, mãe de João Vitor (3 anos), se inspirou no livro Vida de Equilibrista – Dores e Delícias da Mãe que Trabalha para levar adiante um início de carreira enquanto educava seu primeiro filho. Segundo Mônica, “no começo é muito complicado, mas o livro me ajudou a ver que é possível sim seguir uma carreira profissional e dar atenção ao filho ao mesmo tempo”.

Confira outros bons conselhos dos livros que as mães entrevistadas leram durante e depois da gravidez e dê também sua indicação de livros ao final deste post!

         
  Mothern: manual da
mãe moderna

J. Sampaio e
L. Guimarães

  Aprendiz de Equilibrista
Cecília Russo Troiano

  Travessuras de Mãe
Rosa Amanda Straus

  Pais Brilhantes,
Professores Fascinantes

Augusto Cury

 
   

 

   
     
         
  Pais Inteligentes Enriquecem Seus Filhos
Gustavo Cerbasi

  Receitas de um Coração
de Mãe

Denise Lage

  Mãe de Dois
Maria Dolores

  Fique em Forma Depois
da Gravidez

Deborah Mackin

 
   

 

   
     
  Tudo sobre Ele / Tudo sobre Ela, de Alex Hallatt - a partir de R$ 5,00 na Estante Virtual        
  Mamãe Sexy
Betty Londergan

  Criando Filho Homem Sem a Presença do Pai
R. Bromfield e C. Erwin

  Como Não Ser a Mãe Perfeita
Libby Purves

  Gravidez, Nascimento e Planejamento Familiar
Alan Guttmacher

 
   

 

   
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04.05.2012

Caiu na rede: literatura ganha espaço nas redes sociais

{ Publicado @ 1:50 pm / veja outros posts sobre Novidades e Curiosidades }

Movidos pelo desejo de conhecer livros novos, estilos diferentes de escrita e, principalmente, compartilhar suas opiniões literárias e saber o que seus amigos e outras pessoas estão lendo, leitores têm cada vez mais utilizado as redes sociais para falar de literatura.

De olho nesse comportamento, várias redes sociais foram criadas especificamente para a literatura. As primeiras a surgirem foram iniciativas internacionais, como a Shelfari e a LibraryThing, lançadas no início de 2006, e hoje contam com milhares de usuários. No mesmo ano, também foi fundado o maior site do gênero: o Goodreads. E nos anos seguintes, dezenas de iniciativas nesse sentido foram criadas, entre elas, o Anobii, o BookJetty e o BookGlutton. Aqui no Brasil, as iniciativas nesse sentido são poucas, mas o Skoob, lançado em 2008, já conta com mais de 524 mil leitores e é a principal rede literária brasileira.

A facilidade em participar dessas redes, as torna ainda mais atrativas. Semelhante as redes de relacionamento mais tradicionais, como o Facebook e o Orkut, nas redes literárias, o leitor ganha uma página onde pode traçar seu perfil, dar informações pessoais e sinalizar suas preferências literárias. O participante também pode listar os livros que já leu, avaliar essas obras e indicá-las a amigos e outros leitores. As análises críticas, em forma de resenhas, e as recomendações transformam-se, então, em um grande fórum de debate sobre a obra. Além disso, se você está em dúvida sobre sua próxima leitura, é possível pesquisar obras por título e ter acesso a sua sinopse, leitores que já a leram, que ainda a estão lendo e os que têm interesse em lê-la.

Mas não é apenas nas redes sociais especializadas no assunto que a literatura é tema das interações. As redes tradicionais de relacionamento também já contam com espaços reservados aos amantes de livros. O Orkut está cheio de comunidades dedicadas à leitura, onde as discussões encorajam os usuários das redes sociais a lerem cada vez mais e a se aventurarem em livros até então desconhecidos. As comunidades Viciados em livros e O que você está lendo discutem obras, criam enquetes e, cada uma delas, já conta com mais de 90 mil leitores. No Facebook, a rede social que mais cresce no país, páginas como a da Estante Virtual, são usadas por leitores para partilharem suas experiências de leitura.

Escritores nas redes

Percebendo o poder da troca das redes sociais, muitos escritores também já se aventuram nas plataformas que viraram ponto de encontro para leitores, autores consagrados e novos escritores que trocam entre si sugestões de leitura e organizam até mesmo encontros para debater literatura. Em um mercado editorial dominado por best-sellers, participar dessas redes pode ser uma boa oportunidade de divulgar novas obras e tornar-se um escritor mais conhecido.

Atuar nas redes sociais pode ser um verdadeiro laboratório literário. Nelas, escritores podem se reinventar, testar temáticas e estilos diferentes do que estão acostumados. Além disso, elas podem garantir um público valioso para o autor, antes mesmo de uma obra ser lançada. Em entrevista ao Correio Braziliense, Fabrício Carpinejar afirma, por exemplo que: “o sujeito gosta das minhas frases no Twitter, identifica-se com o que leu no Facebook ou no blog. O movimento natural é que ele acabe virando meu leitor, que leia meus livros”.

Algumas editoras também já se deram conta de que podem descobrir novos talentos nas redes. A editora Matrix, por exemplo, já transformou blog e tweets nos livros Mothern e Mil piadas pra Twitter, respectivamente. Veja outros casos de conteúdo que começou na rede e virou livro.

E há quem esteja achando que até mesmo escrever tornou-se uma atividade menos solitária, afinal, o feedback dos leitores é imediato e nas redes sociais é possível estreitar os laços de relacionamento entre fãs e escritor. Abaixo você confere dicas de perfis de escritores para você seguir na rede:

  • Autores Nacionais no Twitter

  • @carpinejar

  • @eduardospohr

  • @paulocoelho

  • @andrevianco

  • @augustocury

  • @thalitareboucas

  • @poeta_manoeldb

  • @zibiagasparetto

  • @ranchocarne

  • @xicosa

  • Autores Internacionais no Twitter

  • @kmfollett

  • @jk_rowling

  • @markus_zusak

  • @scottwesterfeld

  • @harlancoben

  • @megcabot

  • @drujienna

  • @sparksnicholas

  • @camphalfblood

  • @neilhimself

E tem até escritores que já morreram mas estão eternizados nas redes sociais. Confira e siga:

  • Autores já Falecidos no Twitter

  • @Wwm_Shakespeare

  • @caiofabreu

  • @clalispector

  • @drummondandrade

  • @JRRTolkien

  • @millorfernandes

Gostou? Se você conhece mais perfis de escritores nas redes sociais, compartilhe comentando este post.

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20.04.2012

Desconecte-se um pouco! Na semana do livro, redescubra o prazer da leitura!

{ Publicado @ 5:41 pm / veja outros posts sobre Campanhas e Promoções }

Desconecte-se um pouco e redescubra o prazer da leituraTrim, trim. Toca o despertador do celular, agitado. Seus olhos já estão abertos, arregalados, assustados pela possibilidade de ter perdido a hora. Levanta-se correndo. A televisão permanece ligada. Mais uma noite em que adormeceu com ela ligada. Será que ainda há tempo para o café da manhã? Talvez 5 minutos. Conecta-se à internet. Em sua rede social virtual, atualiza seu status: “Bom dia amigos, mais um dia de trabalho! #segundafail”. Piiii. Hora de pegar a comida requentada no microondas. Não houve tempo para preparar uma saborosa refeição. Este é o sabor da vida moderna! Será que ainda é possível ler as notícias no jornal enquanto come? Não! Liga o rádio. Senta. Levanta. Pega o smartphone e checa os e-mails. Putz! SMS do chefe sobre a reunião! Reuniãããoooo!!! Como se esqueceu da reunião?! Já deveria estar no trabalho. De repente, se dá conta: hoje é domingo.

Qualquer identificação com essa pequena crônica não é mera coincidência. A rotina fala por si só. A vida anda corrida e é bem provável que você esteja trabalhando demais, descansando de menos, multiplicando suas responsabilidades e diminuindo seu tempo de lazer. E entre uma tarefa e outra, ainda é preciso tempo para sua vida social – VIRTUAL! É preciso curtir. Compartilhar. Twittar. Seguir. Retwittar. Publicar. Responder….

Pé no freio, rapaz! Encontre um tempo para você. Desacelere! Na Semana do Livro, a Estante Virtual o convida a um desafio: sente-se um pouco, desconecte-se. Pegue aquele livro estacionado em sua estante e redescubra o prazer da leitura.

Gostou da nossa sugestão? Então proponha o mesmo para seus amigos.

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16.04.2012

A paixão por livros raros

{ Publicado @ 4:35 pm / veja outros posts sobre Estante Virtual }

O que faz um livro ser raro? É comum nos perguntarmos isso quando estamos buscando por livros na Estante Virtual e vemos que existem exemplares raros dentre eles. É certo que existem compradores apaixonados por esse tipo de livro ou que apenas possuem grande necessidade de comprá-los. Vamos então tentar explicar um pouco mais sobre o que faz um livro ser raro e quem são esses leitores aficionados por raridades.

Nas universidades, é comum um professor citar algum livro como bibliografia do curso, mas com aquela ressalva: “Será difícil vocês encontrarem este livro. Ele não é mais editado há um tempão”. Nessas horas, geralmente a Estante Virtual é lembrada como a melhor fonte para comprar livros raros pela internet, além de seminovos e usados. Esse é apenas um exemplo mais corriqueiro do que seriam os livros raros. Raros são livros difíceis de encontrar, que não estão mais sendo editados, ou que possuem características próprias, encadernação especial, tiragem limitada, ou, como é bastante comum, com autógrafo do autor ou primeiras edições de livros importantes historicamente.

Livro 20 mil léguas submarinas, primeira edição em francês Livro La Divine Increnca. primeira edição Livro Serafim autografado por Oswald de Andrade Livro Modinhas Imperiais autografado por Mário de Andrade

Esses dois últimos quesitos, especialmente, são os preferidos de leitores que têm muita admiração por um autor ou uma obra em específico, e geralmente são livros importantes nas suas vidas. Isso porque a leitura não é somente um passatempo, mas uma ação capaz de marcar pessoas e fazê-las pensar e repensar sobre o tema do livro lido, criando um vínculo tão grande que as faz querer apreciar também um autógrafo do autor ou sua primeira edição, versão mais próxima daquele original que o autor entregou para a editora.

Veja outras raridades que já passaram aqui pela Estante Virtual.

Tudo isso está atrelado ao prazer da leitura, na busca por um livro que seja único dentre milhões de outros exemplares. Seja por necessidade de um livro que não está mais à venda nas livrarias convencionais, seja por admiração por um autor ou obra específica, os leitores procuram satisfazer suas vontades dentre o acervo de livros raros da Estante Virtual. Hoje existem diversos sebos e livreiros especializados nesse tipo de livro, formando um acervo de mais de 80 mil desses exemplares. E, com apenas uma busca, você tem acesso a toda a estante de livros raros da Estante Virtual.

Acesse a estante de Livros Raros ordenada pelos últimos cadastrados!

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12.04.2012

Os beijos inesquecíveis da literatura

{ Publicado @ 4:12 pm / veja outros posts sobre Novidades e Curiosidades }

Os beijos mais inesquecíveis da literaturaAlém de sinalizar afeto e esbanjar emoção, beijar pode trazer uma série de benefícios aos beijoqueiros de plantão. Um beijo ajuda a relaxar, reduz os efeitos do estresse cotidiano, sem falar que um único tocar de lábios pode movimentar até 29 músculos de uma vez e queimar de uma a três calorias. E se você for mais empenhando, um beijo intenso e prolongado (de um minuto) pode gastar até 26 calorias! Isso mesmo: o dobro do gasto de uma corrida intensa subindo uma ladeira. Mas, muita calma! Antes de sair por aí beijando todo mundo que aparece a sua frente, saiba que pesquisas norte-americanas afirmam que os batimentos cardíacos de quem beija podem passar de 70 batimentos por minuto para 150 e isso pode representar um encurtamento de vida de até TRÊS minutos! Ok, não te convencemos. Sabemos que são três minutos compensadores. Por isso, o Dia do Beijo (amanhã, 13 de abril) não poderia passar em branco. Trazemos neste post os beijos mais inesquecíveis da literatura!  Divirta-se e, antes que o recado seja esquecido, nesta data, toda a equipe Estante Virtual manda um enorme beijo para você. Boa leitura!

A história do beijo

Antes de falarmos sobre literatura é interessante conhecermos a origem do beijo. De acordo com o antropólogo inglês Desmond Morris, o beijo tem sua origem na relação entre mãe e filho. É que nos primórdios da humanidade, depois de sugar o leite materno, a criança recebia alimentação sólida (mastigada pela mãe) boca a boca, tal qual fazem alguns passarinhos. Ok, sob esse ponto de vista, o beijo não parece tão atrativo, mas o fato é: todo homem nasce sabendo beijar. Os tipos de beijo e as funções sociais é que variam de acordo com a cultura e o período histórico. Na Grécia antiga, por exemplo, o beijo funcionava como um elemento categorizador de hierarquias. Subordinados beijavam seus superiores nas mãos. Os menos favorecidos, seus pés. Já aos escravos, só era permitido beijar o chão.

Beijo de esquimó, beijo francês, beijo de amigo, beijo em respeito, beijo de afeto. Independentemente do tipo de beijo e sua intenção, o fato é que beijar tornou-se uma atividade bem corriqueira na sociedade e foi o cinema um de seus grandes divulgadores. O primeiro beijo da história do cinema se confunde com seu próprio surgimento já que ocorreu apenas um ano depois de sua criação pelos irmãos Lúmiere. No filme, The Kiss (1896), pela primeira vez, mais de 70 espectadores assistiram perplexos os lábios do ator John C. Rice encontrarem os da atriz May Irwin por (considerados longos) quatro segundos. Ficou curioso, veja aqui o primeiro beijo da história do cinema. Na época, associações femininas incitaram o boicote ao filme e a imprensa colaborou com a censura, em “defesa da moral e dos bons costumes”.

É proibido beijar!

O beijo de Rice e Irwin está longe de se comparar aos beijos “tira-fôlego” que vemos hoje nos filmes e nas novelas. Mas o fato é que o beijo em público foi algo censurado durante muito tempo. Em Hollywood, as cenas torrenciais de paixão eram proibidas pelo Código Hayes. De acordo com o regulamento, nenhum beijo em cena poderia durar mais do que 3 segundos! Mas tal foi a insistência dos diretores em defesa do romantismo sem censura que, em 1926, o filme Don Juan tornou-se um marco na vitória do direito de beijar. O ator John Barrymore dá 191 beijos em diversas atrizes: um recorde ainda não superado no cinema! E nem é preciso ir tão longe no tempo e no espaço. Na década de 80, um juiz de Sorocaba (SP) decidiu proibir o beijo em público na cidade. Mas foram precisos poucos protestos para que ninguém tenha sido proibido de expressar seu afeto na multidão. Depois do primeiro beijo no cinema, vieram outros tantos, alguns bem marcantes. Não é à toa que o tablóide inglês, The Sun, criou uma lista com os 10 maiores beijos de todos os tempos. Confira aqui.

Mas muito antes de chegar nas telonas, traduzidos em palavras, os beijos já despertavam a imaginação e emocionavam muita gente através livros. O site Flavorwire foi atrás e resgatou os 10 maiores beijos da literatura que você confere agora:

  • Os 10 beijos mais inesquecíveis da literatura

  • Romeu e Julieta

  • Dáfnis e Cloé

  • Haidée e Juan

  • Scarlett e Rhett

  • Dolores e Humbert

  • Romeu e Julieta, William Shakespeare
  • Dáfnis e Cloé, Longus
  • Don Juan, Lord Byron
  • E o Vento Levou, Margaret Mitchell
  • Lolita, Vladimir Nabokov

Gostou? Ajude a ampliar essa lista, comente neste post sobre outros beijos da literatura que se tornaram inesquecíveis para você.

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